
Um padre denunciado pelo Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS), que atuava no município de Guaíba, foi condenado pelos crimes de estupro de vulnerável e armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil.
A decisão judicial foi proferida na última semana e determina o cumprimento da pena em regime fechado, sem direito de recorrer em liberdade. O Ministério Público informou que irá recorrer da sentença buscando o aumento da pena aplicada ao condenado.
Segundo as investigações, a vítima estava sob medida de proteção à infância e juventude e passou a frequentar uma igreja após o período das enchentes de 2024, quando sua família foi acolhida em um espaço ligado a uma paróquia. Conforme apurado pelas autoridades, o religioso teria se aproximado da criança e se aproveitado da relação de confiança e da condição de vulnerabilidade da vítima.
Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão na residência paroquial, foram encontrados dispositivos eletrônicos contendo arquivos com material de abuso sexual infantojuvenil.
Na sentença, a Justiça reconheceu a materialidade dos crimes e a autoria dos fatos, destacando a consistência das provas reunidas durante a investigação.
O caso segue acompanhando os trâmites judiciais, com recurso previsto por parte do Ministério Público.
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Fonte: Ministério Público do Rio Grande do Sul (MPRS)














