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Concentração de pessoas em situação de rua na área central de Pelotas gera preocupação entre moradores

Moradores da região central de Pelotas relatam preocupação com a concentração recorrente de pessoas em situação de rua na Avenida Bento Gonçalves, em frente a uma agência bancária e nas proximidades do prédio do INSS e da Avenida Barroso. Uma imagem encaminhada ao Pelotas Notícias mostra ao menos três pessoas instaladas na calçada durante o período noturno, acompanhadas de colchões, cobertores, sacolas e outros pertences pessoais. Conforme o relato recebido, o número de pessoas reunidas no ponto pode ser maior em determinados horários. A situação estaria sendo registrada há algum tempo e, segundo moradores, transformou parte da calçada em um espaço utilizado para permanência e pernoite. O denunciante afirma que a ocupação estaria dificultando a circulação de pedestres, especialmente durante a noite e no início da manhã. Também foram relatados restos de alimentos, acúmulo de gordura no piso e forte odor nas proximidades. Morador procurou atendimento do município De acordo com o relato, a Guarda Municipal foi acionada para verificar a situação. O morador afirma ter sido informado de que o acompanhamento das pessoas em situação de rua seria atribuição dos serviços municipais de assistência e acolhimento. No entanto, as equipes responsáveis pela abordagem social não podem obrigar uma pessoa adulta a aceitar encaminhamento para uma unidade de acolhimento. Em geral, o serviço oferece orientação, atendimento e convite para utilização da estrutura disponível, respeitando a decisão da pessoa abordada. Essa limitação faz com que algumas situações permaneçam sem solução definitiva, especialmente quando há recusa ao acolhimento ou retorno ao mesmo ponto após o atendimento. O morador também questiona quem seria responsável pela limpeza e pela manutenção da calçada em frente ao imóvel, além de solicitar uma atuação mais efetiva dos órgãos públicos e da instituição responsável pelo prédio. Situação exige atuação integrada A presença de pessoas em situação de rua envolve questões sociais, econômicas, familiares, de saúde física, saúde mental, dependência química e ausência de moradia. Por isso, especialistas e serviços públicos costumam destacar que o problema não pode ser tratado apenas como uma ocorrência de segurança ou de fiscalização urbana. Uma resposta efetiva depende da articulação entre assistência social, saúde, serviços de acolhimento, limpeza urbana, fiscalização, Guarda Municipal e demais órgãos responsáveis. Ao mesmo tempo, é necessário garantir condições adequadas de circulação para pedestres, higiene do espaço público e atendimento aos moradores e trabalhadores que utilizam diariamente a região. A abordagem precisa ocorrer de forma humanizada, preservando a dignidade das pessoas em situação de rua e oferecendo possibilidades reais de acolhimento, tratamento, documentação, reinserção social e acesso a políticas públicas. Área possui grande circulação de pessoas O trecho mencionado está localizado em uma área de intenso movimento, com agências bancárias, serviços públicos, estabelecimentos comerciais, pontos de transporte e circulação diária de trabalhadores, aposentados e usuários do INSS. Por essa razão, moradores defendem que o município realize acompanhamento permanente, evitando que a resposta ocorra somente após denúncias pontuais. A preocupação apresentada não deve ser interpretada como uma tentativa de criminalização das pessoas em situação de rua. O objetivo é cobrar uma solução que considere tanto o direito da população de utilizar os espaços públicos quanto a necessidade de proteção e assistência às pessoas que vivem em condição de vulnerabilidade. O Pelotas Notícias procurará esclarecimentos sobre as abordagens realizadas na região, a quantidade de pessoas acompanhadas e as medidas previstas para o local. O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas, da Secretaria Municipal de Assistência Social, da Guarda Municipal, dos serviços de acolhimento e da instituição mencionada no relato. Envie sua notícia:WhatsApp Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.

Moradores denunciam buracos, lama e alagamentos na Rua Rudi Bonow e cobram solução em Pelotas

Moradores da Rua Rudi Bonow, em Pelotas, procuraram o Pelotas Notícias para denunciar as condições precárias da via e solicitar providências dos órgãos responsáveis. Fotografias e um vídeo encaminhados à reportagem mostram diferentes trechos tomados por água, lama e buracos, dificultando a circulação de veículos, bicicletas e pedestres. De acordo com o relato recebido, a rua está praticamente intransitável. Em alguns pontos, a água acumulada ocupa grande parte da largura da via e impede que moradores identifiquem a profundidade dos buracos antes de passar pelo local. Um dos pontos registrados nas imagens apresenta uma abertura considerada profunda pela comunidade. Além do risco de danos aos veículos, os moradores temem quedas de ciclistas, motociclistas e pedestres, especialmente durante a noite ou em períodos de chuva, quando a visibilidade fica reduzida. A preocupação aumenta porque a Rua Rudi Bonow não possui saída. Dessa forma, as famílias que vivem no local não contam com uma rota alternativa e precisam enfrentar diariamente os mesmos pontos danificados para entrar ou sair de suas residências. Moradores afirmam que protocolo permanece em aberto Segundo a pessoa que encaminhou a denúncia, os moradores já entraram em contato com a Secretaria responsável e abriram protocolo solicitando uma intervenção na via. A comunidade afirma que também buscou ajuda por outros canais, mas, até o momento, nenhuma obra ou manutenção teria sido realizada. Conforme o relato, o protocolo continua em aberto enquanto as condições da rua seguem se agravando. Os moradores não cobram apenas o preenchimento dos buracos. Eles solicitam uma avaliação mais ampla das condições de drenagem, pois a água permanece acumulada em diferentes trechos mesmo depois da chuva. Em alguns pontos, o material da rua se mistura com a água, formando áreas extensas de barro. A passagem contínua dos veículos amplia as valas e espalha a lama pelas entradas das residências. A ausência de escoamento adequado também pode acelerar a deterioração da via. Quando a água permanece parada, o solo perde estabilidade e os buracos tendem a aumentar com o tráfego de carros e veículos mais pesados. Volta às aulas aumenta preocupação das famílias Com a retomada das atividades escolares, a situação passou a preocupar ainda mais as famílias que precisam circular diariamente pela Rua Rudi Bonow. Uma moradora relatou que leva o filho para a escola de bicicleta e precisa atravessar áreas com barro, poças e buracos encobertos pela água. O trajeto, que deveria fazer parte da rotina da família, tornou-se uma passagem considerada perigosa. Para ciclistas, a água acumulada dificulta a identificação dos pontos mais profundos. Uma roda pode entrar repentinamente em um buraco e provocar uma queda, colocando adultos e crianças em risco. Pedestres também enfrentam dificuldades. Em alguns trechos, a água ocupa a área próxima às residências e reduz o espaço disponível para circulação fora da parte mais danificada. Nos dias de chuva, moradores podem ter os calçados e as roupas atingidos pela água e pela lama antes mesmo de saírem da rua. A condição afeta principalmente crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Motoristas de aplicativo evitariam entrar na rua Outro problema relatado pela comunidade envolve o acesso de motoristas de aplicativo. Segundo os moradores, alguns profissionais estariam recusando entrar na Rua Rudi Bonow devido ao risco de danos aos veículos e à dificuldade para realizar manobras nos pontos tomados pela água. A situação prejudica famílias que dependem desse tipo de transporte para trabalhar, comparecer a consultas médicas, levar crianças à escola ou resolver outras atividades essenciais. Como a rua não possui saída, os motoristas precisam percorrer o trecho danificado novamente para deixar o local. Os moradores acreditam que essa característica contribui para a recusa de algumas corridas. Também há preocupação com a eventual necessidade de entrada de ambulâncias, viaturas, caminhões de coleta ou outros veículos de serviço. A comunidade teme que as condições da via possam atrasar atendimentos ou dificultar a passagem em situações de emergência. Comunidade pede vistoria e solução definitiva Os moradores solicitam que a Prefeitura de Pelotas envie uma equipe técnica até a Rua Rudi Bonow para avaliar as condições da via. Entre as medidas esperadas estão a correção dos buracos, a recuperação dos pontos mais danificados, a melhoria do escoamento da água e a colocação de material adequado para garantir condições mínimas de trafegabilidade. A comunidade também pede que o protocolo já aberto seja analisado e que os moradores recebam uma resposta sobre a previsão de atendimento. Intervenções apenas paliativas podem não resolver o problema caso a origem do acúmulo de água esteja relacionada à falta de drenagem ou ao nivelamento inadequado da rua. Por isso, os moradores defendem uma avaliação que identifique as causas e indique uma solução duradoura. As imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias mostram grandes poças, trechos cobertos por lama e irregularidades próximas às entradas das residências. Em um dos registros, a água ocupa praticamente toda a área de circulação. A pessoa que enviou a denúncia afirma que a intenção da divulgação é dar visibilidade ao problema e sensibilizar os órgãos responsáveis para que a comunidade receba atendimento. A identidade da moradora será preservada. O Pelotas Notícias deixa o espaço aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas e para a divulgação de atualizações sobre possíveis serviços na Rua Rudi Bonow. 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Incêndio destrói residência na Vila das Corujas e suspeita de ação criminosa será investigada em Pelotas

Uma residência foi completamente destruída por um incêndio registrado na madrugada desta segunda-feira (3), na Rua Luciano Gallet, localizada na Vila das Corujas, em Pelotas. Apesar da intensidade das chamas e dos danos provocados no imóvel, não houve registro de pessoas feridas. O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado após receber a informação de que uma casa estava em chamas e que existia risco de o fogo se espalhar para outras residências próximas. Quando a primeira equipe chegou ao endereço, encontrou o imóvel completamente tomado pelo incêndio. A quantidade de material em combustão e a proximidade de outras construções exigiram uma atuação rápida para evitar que as chamas avançassem pelo terreno. Antes de iniciar o combate direto ao fogo, os bombeiros retiraram, por segurança, um morador que estava em uma residência localizada nos fundos do mesmo terreno. A medida foi adotada devido ao risco de propagação das chamas e à grande quantidade de fumaça produzida pelo incêndio. Após a retirada do morador, a equipe iniciou o trabalho de combate e resfriamento da estrutura. Uma guarnição do quartel das Três Vendas prestou apoio no abastecimento de água, permitindo a continuidade da operação até que o fogo fosse controlado. A Brigada Militar também esteve no local e realizou o isolamento da área, impedindo a aproximação de moradores e curiosos enquanto os bombeiros trabalhavam. Fogo não atingiu residências vizinhas A principal preocupação durante o atendimento era impedir que o incêndio alcançasse as casas próximas. A localização do imóvel, em uma área com outras residências construídas nas imediações, aumentava o risco de propagação. Com a atuação conjunta das equipes, as chamas foram controladas antes que atingissem os imóveis vizinhos. Os bombeiros também realizaram o rescaldo da área para eliminar pontos de calor que poderiam provocar uma nova ignição. Apesar do controle da ocorrência, a casa onde o incêndio começou ficou completamente destruída. A estrutura e os bens que estavam no interior do imóvel foram consumidos pelo fogo, resultando em perda total. Até o momento, não foi informado se a residência estava ocupada no instante em que as chamas começaram. Também não foram divulgados detalhes sobre a quantidade de pessoas que moravam no local ou sobre os prejuízos materiais estimados. Nenhuma pessoa ficou ferida Mesmo com a proporção do incêndio, não houve registro de feridos. O morador retirado da residência dos fundos conseguiu deixar o local em segurança antes do início do combate às chamas. Não foi necessária a remoção de vítimas para atendimento hospitalar. As equipes concentraram o trabalho no controle do fogo, na proteção das residências próximas e na segurança das pessoas que estavam na área. A ocorrência mobilizou bombeiros, policiais militares e moradores, que acompanharam o trabalho durante a madrugada. Suspeita ainda não foi confirmada Conforme informações preliminares relatadas por moradores, existe a suspeita de que o incêndio tenha sido provocado de forma criminosa. A informação, entretanto, não foi confirmada oficialmente pelo Corpo de Bombeiros Militar. As circunstâncias do início do fogo ainda dependem de apuração técnica e policial. A existência de suspeita não significa que a causa criminosa já esteja comprovada. A investigação deverá analisar os vestígios encontrados no imóvel, ouvir moradores e possíveis testemunhas e verificar se existem imagens de câmeras de segurança nas proximidades. Somente após a conclusão das diligências será possível determinar se o incêndio ocorreu de maneira acidental, por falha elétrica, ação humana intencional ou outra causa. Caso sejam encontrados elementos que indiquem a prática de crime, a Polícia Civil poderá instaurar os procedimentos necessários para identificar possíveis responsáveis e esclarecer a motivação. Área ficou isolada durante atendimento Durante o combate ao incêndio, a Brigada Militar manteve o trecho isolado para permitir o trabalho seguro das equipes e evitar que outras pessoas se aproximassem da estrutura comprometida. Mesmo depois da extinção das chamas, imóveis atingidos por incêndios podem apresentar risco de desabamento, queda de materiais e novos focos de fogo. Por esse motivo, a orientação é que moradores não entrem na área antes de uma avaliação adequada. A ocorrência deverá ser encaminhada aos órgãos responsáveis para os procedimentos de investigação e avaliação dos danos. O caso permanece em apuração, e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço do trabalho das autoridades. Envie sua notícia:WhatsApp Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.

Smop utiliza 12,45 toneladas de asfalto frio em reparos emergenciais em mais de 20 vias de Pelotas

A Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação utilizou 12,45 toneladas de asfalto frio em duas grandes operações emergenciais de tapa-buracos realizadas entre os dias 28 e 31 de julho, em Pelotas. Os serviços abrangeram mais de 20 ruas, avenidas, cruzamentos e pontos considerados prioritários nas regiões do Fragata, Laranjal, Centro, Três Vendas e Areal. De acordo com a Prefeitura, as ações foram organizadas para recuperar trechos danificados, melhorar as condições de trafegabilidade e contribuir para a segurança dos usuários das vias públicas. O trabalho foi realizado com asfalto frio, material que possui características diferentes do asfalto convencional e pode ser utilizado em situações nas quais o pavimento está úmido ou durante períodos de instabilidade climática. Segundo o secretário municipal de Obras e Pavimentação, Rogério Salazar, essa tecnologia permite maior agilidade e continuidade dos serviços de manutenção, inclusive em dias de chuva. A utilização do material possibilitou que as equipes realizassem intervenções emergenciais em diferentes regiões da cidade durante quatro dias de trabalho. Primeira etapa utilizou cerca de cinco toneladas Nos dias 28 e 29 de julho, aproximadamente cinco toneladas de asfalto frio foram utilizadas em serviços de tapa-buracos realizados nas regiões do Areal, Centro, Fragata e Três Vendas. As equipes atuaram em pontos que apresentavam necessidade de recuperação do pavimento e dificuldades para a circulação dos veículos. Entre os locais atendidos esteve a Avenida Ildefonso Simões Lopes, nas proximidades da Lorenzetti, além do cruzamento da mesma avenida com a Avenida Ulysses Guimarães. A Rua Gomes Carneiro recebeu intervenções nas esquinas com as ruas Félix da Cunha e Marechal Deodoro. Também foram realizados reparos na Avenida Pinheiro Machado, no cruzamento com a Rua Theodoro Müller, e na Avenida Domingos de Almeida, em frente ao Guanabara. Outros pontos contemplados foram a Rua Barão de Tramandaí, a Rua Marcílio Dias, na altura do número 3299, e a Rua Jacob Bainy, próximo ao número 565. A operação ainda passou pela Avenida 25 de Julho, na altura do número 928, pela Rua General Neto e pelo cruzamento da Avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira com a Rua Bento Gonçalves. Outras 7,45 toneladas foram aplicadas em três regiões Nos dias 30 e 31 de julho, a Smop utilizou outras 7,45 toneladas de asfalto frio em vias das regiões das Três Vendas, Laranjal e Fragata. Os serviços contemplaram trechos das avenidas 25 de Julho, Adolfo Fetter e Rio Grande do Sul. Na Avenida Leopoldo Brod, as intervenções ocorreram nas proximidades dos números 4625 e 4770. Também foram atendidas as avenidas Ildefonso Simões Lopes, Prefeito Ari Alcântara, Salgado Filho e Pinheiro Machado. As ruas São Paulo e Paulo Zanotta completaram a relação de vias que receberam reparos emergenciais durante a segunda etapa da operação. A Secretaria não detalhou a extensão exata recuperada em cada endereço, mas informou que mais de 20 vias foram contempladas nas duas ações. Material permite reparos com o pavimento úmido O asfalto frio é utilizado principalmente em operações emergenciais e manutenções pontuais, especialmente quando há necessidade de resposta rápida diante de buracos ou danos que representam risco para a circulação. Uma das vantagens destacadas pela Secretaria é a possibilidade de aplicação mesmo quando o pavimento está úmido. Essa característica permite que os serviços continuem durante períodos de chuva ou logo após a ocorrência de precipitações, quando o uso de outros materiais poderia ser prejudicado pelas condições climáticas. Segundo o secretário Rogério Salazar, as ações tiveram como objetivo recuperar os pontos danificados, melhorar a trafegabilidade e contribuir para a segurança e a qualidade da circulação nas vias atendidas. Reparos emergenciais não substituem recuperação completa As operações de tapa-buracos são intervenções pontuais utilizadas para reduzir riscos e recuperar temporariamente trechos danificados. Em locais com problemas estruturais mais amplos, desgaste profundo ou falhas recorrentes, podem ser necessárias obras de maior porte, como fresagem, recapeamento, reconstrução da base ou recuperação completa do pavimento. A manutenção emergencial, no entanto, pode evitar o aumento dos buracos e reduzir o risco de danos aos veículos enquanto soluções definitivas não são executadas. Buracos e desníveis também representam riscos para motociclistas e ciclistas, principalmente em períodos de chuva, quando os pontos danificados podem ficar encobertos pela água. A Prefeitura informa que as equipes da Smop continuam trabalhando na manutenção das vias municipais de acordo com as demandas identificadas e o planejamento da Secretaria. Moradores podem encaminhar informações sobre problemas em ruas e avenidas aos canais oficiais do município ou ao Pelotas Notícias, com imagens, localização aproximada e descrição da situação. Envie sua notícia:WhatsApp Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias.

Crianças enfrentarão lama e alagamentos no retorno às aulas na Colônia Z3

Com a volta às aulas da rede municipal prevista para esta segunda-feira (3), famílias que vivem na Colônia Z3, em Pelotas, demonstram preocupação com as condições que as crianças e os adolescentes terão que enfrentar para chegar às escolas. Imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias mostram diversos trechos das ruas da comunidade cobertos por lama e grandes pontos de água acumulada. Em alguns locais, praticamente não há espaço seco para a passagem dos moradores, obrigando pedestres a atravessarem áreas alagadas ou caminharem pelas laterais das vias. Para as famílias, a situação se torna ainda mais preocupante com o retorno das atividades escolares. Crianças poderão sair de casa e precisar atravessar a água e o barro, correndo o risco de chegar às escolas com calçados, uniformes e outros pertences molhados. Os registros foram realizados na principal rua utilizada pelo ônibus dentro da Colônia Z3. Mesmo sendo uma das vias mais importantes para a circulação dos moradores e do transporte coletivo, o trecho apresenta poças extensas, buracos e grande quantidade de lama. Segundo relatos encaminhados ao portal, as demais ruas internas da comunidade estariam em condições ainda mais graves. Moradores afirmam que existem locais onde o acesso se torna extremamente difícil após períodos de chuva, tanto para quem está a pé quanto para motoristas, ciclistas e motociclistas. A situação também gera preocupação entre as famílias que dependem do transporte escolar. Mesmo quando o ônibus consegue circular pela via principal, muitas crianças precisam caminhar por ruas internas até chegar aos pontos de embarque. Esse trajeto, conforme relatado pelos moradores, poderá ser realizado em meio à lama e à água parada. Além do desconforto, a comunidade aponta riscos de quedas, acidentes e danos aos materiais escolares transportados pelos estudantes. As famílias afirmam que o problema não surgiu apenas com as últimas chuvas. A falta de drenagem adequada, as valetas obstruídas, os buracos e a ausência de material em determinados trechos são reclamações recorrentes dentro da Colônia Z3. Moradores pedem uma ação urgente dos órgãos municipais responsáveis. Entre as medidas solicitadas estão a colocação de material adequado nas vias, o nivelamento das ruas, a limpeza das valetas e a criação de condições para o escoamento da água. A comunidade também pede que os trabalhos sejam realizados de forma completa. Conforme os relatos, apenas passar máquinas sem colocar material pode revolver o solo e aumentar a quantidade de barro, agravando as dificuldades de circulação depois das chuvas. Para os moradores, o retorno das aulas reforça a urgência da situação. Eles destacam que as crianças não deveriam precisar atravessar trechos alagados ou chegar à escola com roupas e calçados molhados por falta de condições mínimas nas ruas. As imagens mostram que a água ocupa áreas extensas da via e encobre parte dos buracos. Durante a noite e no início da manhã, quando há menor visibilidade, os riscos para quem circula pelo local podem ser ainda maiores. Além dos estudantes, a situação afeta trabalhadores, idosos e moradores que precisam sair diariamente para consultas, compras e outras atividades. A passagem de veículos também pode lançar água e barro sobre pedestres e residências próximas. A comunidade espera que equipes da Prefeitura realizem uma vistoria e apresentem uma solução para os pontos mais críticos. Os moradores pedem prioridade para a principal rota do ônibus e para as ruas utilizadas pelas crianças no deslocamento até as escolas e pontos de embarque. O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas e dos órgãos municipais responsáveis pela manutenção das vias e pela infraestrutura da Colônia Z3. Envie sua notícia:WhatsApp Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.

Prefeitura conclui demolição de sete imóveis em área de risco às margens do Canal do Pepino

A Prefeitura de Pelotas concluiu, na manhã desta sexta-feira (31), a demolição de sete imóveis localizados em uma área considerada de risco às margens do Canal do Pepino, no início da Avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira, na região do Porto. A operação foi realizada de forma integrada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa Civil e pelo Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas. Cinco das sete residências atingidas já haviam desabado em junho deste ano. Conforme as informações divulgadas, não houve registro de vítimas. As estruturas que ainda permaneciam no local começaram a ser removidas na quinta-feira (30), com a conclusão dos serviços no dia seguinte. A intervenção teve como finalidade eliminar riscos para moradores e pessoas que circulam pela área, além de permitir o início das obras necessárias para a recuperação das margens do canal. Área apresentava risco de novos desabamentos Os imóveis estavam construídos em uma região próxima ao Canal do Pepino e apresentavam comprometimento estrutural. Após os desabamentos registrados anteriormente, técnicos avaliaram que a permanência das estruturas restantes poderia representar riscos para a população. A demolição foi definida como medida necessária para impedir novos acidentes e permitir o acesso seguro das equipes responsáveis pelos serviços de recuperação. O trecho continua interditado e não deve ser acessado por pessoas sem autorização. A recomendação é que moradores e pedestres respeitem a sinalização instalada no local durante o andamento dos trabalhos. Famílias foram encaminhadas para atendimento Segundo a Prefeitura, as famílias afetadas foram encaminhadas para a Casa de Passagem. Os moradores também foram incluídos no cadastro habitacional do Município e deverão ter acesso ao benefício de aluguel social enquanto aguardam a definição do processo de reassentamento. O atendimento busca garantir uma alternativa temporária de moradia para as famílias que não podem retornar aos imóveis demolidos. A administração municipal deverá acompanhar cada caso e avaliar a possibilidade de inclusão dos moradores em programas habitacionais. O reassentamento definitivo dependerá da disponibilidade de imóveis, dos critérios definidos pelos programas públicos e da situação de cada núcleo familiar. Sanep fará recuperação do trecho Após a retirada das construções, o Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas deverá iniciar as medidas de recuperação da área. As intervenções previstas incluem a reconstrução da encosta, a recuperação dos taludes e o reforço ou reconstrução do muro de contenção. Essas estruturas são importantes para estabilizar o terreno e reduzir o risco de novos deslizamentos ou desabamentos nas proximidades do canal. O Sanep informou que os serviços neste trecho serão realizados com recursos próprios. O cronograma detalhado para a execução das obras não foi divulgado. A área deverá permanecer isolada enquanto houver movimentação de máquinas e risco para a circulação. Outros oito pontos deverão receber obras Além do trecho onde ocorreu a demolição, outros oito pontos ao longo do Canal do Pepino deverão passar por intervenções. Os serviços serão realizados com recursos da Defesa Civil Nacional, em um investimento estimado em aproximadamente R$ 1 milhão. As obras deverão abranger áreas consideradas vulneráveis e com necessidade de recuperação das margens, taludes ou estruturas de contenção. Os pontos exatos e o cronograma das intervenções ainda deverão ser detalhados pelos órgãos responsáveis. A recuperação do canal é considerada importante para melhorar as condições de drenagem e reduzir o risco de alagamentos, erosões e desmoronamentos. Imóveis próximos aos canais serão avaliados De acordo com o secretário municipal de Proteção e Defesa Civil, Milton Martins, moradores de imóveis situados a menos de 10,5 metros do eixo de mananciais ou macrodrenagens deverão ser notificados. A medida pretende identificar residências construídas em áreas que possam representar risco para os ocupantes ou dificultar os trabalhos de manutenção dos canais. Após a notificação, a Prefeitura deverá dialogar com as famílias para avaliar alternativas de reassentamento e inclusão em programas habitacionais. Cada situação deverá ser analisada individualmente, levando em consideração as condições do imóvel, os riscos existentes e a realidade da família. Faixa livre permitirá manutenção dos canais A retirada de construções instaladas muito próximas aos canais também busca garantir uma faixa adequada para a circulação de máquinas. Essa área é necessária para que as equipes possam executar serviços de limpeza, retirada de resíduos, desassoreamento, recuperação de margens e manutenção das estruturas de drenagem. Quando não existe espaço para a passagem dos equipamentos, os serviços ficam prejudicados ou deixam de ser realizados em determinados pontos. Segundo a Defesa Civil, a manutenção regular dos canais é uma das medidas importantes para prevenir alagamentos e cheias. A faixa de segurança também pode reduzir os riscos para moradores que vivem próximos às margens. Trabalho envolve diferentes órgãos A ação no Canal do Pepino exige a participação de setores relacionados à Defesa Civil, saneamento, assistência social, habitação e fiscalização urbana. A Defesa Civil atua na avaliação dos riscos e na definição das medidas emergenciais. O Sanep é responsável pelos serviços de saneamento, drenagem e recuperação das estruturas do canal. As equipes de assistência social e habitação ficam responsáveis pelo acompanhamento das famílias atingidas e pelos encaminhamentos para benefícios e programas de moradia. A integração entre os órgãos é necessária para que a retirada das famílias e a recuperação da área ocorram de forma coordenada. Prevenção de novos acidentes A demolição dos imóveis busca impedir que estruturas comprometidas desabem de maneira inesperada. Construções localizadas em áreas sujeitas à erosão, movimentação do solo ou avanço da água podem apresentar perda de sustentação ao longo do tempo. Em períodos de chuva intensa, o risco pode aumentar devido à saturação do terreno e à elevação do nível dos canais. Por esse motivo, as equipes técnicas realizam vistorias e podem recomendar a interdição ou remoção dos imóveis quando existe risco para os moradores. A Prefeitura reforça que qualquer sinal de rachadura, movimentação do solo ou instabilidade deve ser comunicado aos órgãos responsáveis. Trecho segue interditado Mesmo com a conclusão da demolição, o local continuará interditado durante a preparação e a execução das obras de recuperação. A presença de entulhos, máquinas e áreas de solo instável impede a liberação imediata do trecho. As equipes deverão remover os resíduos e

CHUVA VOLTA A TRANSFORMAR RUAS DA COLÔNIA Z3 EM LAMA E MORADORES TEMEM ÁGUA DENTRO DAS CASAS

A chuva registrada na tarde deste sábado (1º) voltou a provocar preocupação e revolta entre moradores da Colônia Z3, em Pelotas. Com a água se acumulando rapidamente em ruas já tomadas por buracos e lama, famílias temem que o aumento do volume da precipitação faça a água avançar sobre pátios e invadir residências. Imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias mostram extensos trechos cobertos por água, com dificuldades para o escoamento e formação de lama. Segundo os moradores, o problema não é recente e se repete há meses sempre que chove com maior intensidade. A comunidade afirma que cobra há bastante tempo uma intervenção completa nas vias, com aplicação de material adequado, abertura e limpeza das valetas, instalação de tubos e utilização de maquinário suficiente para permitir o escoamento da água. Apesar das reclamações anteriores, os moradores avaliam que as medidas adotadas até o momento não foram suficientes para solucionar o problema. Moradores relatam desespero com possibilidade de alagamentos Com o início da chuva, famílias que vivem nas áreas mais baixas passaram a acompanhar com preocupação a elevação do nível da água no meio das ruas. Segundo os relatos, quando o volume aumenta, a água não encontra passagem pelas valetas e permanece acumulada junto às casas. Em alguns pontos, a diferença entre o nível da rua e o das residências é pequena, aumentando o temor de invasão. “Começou a chover e já estamos desesperados. A água fica toda no meio da rua e, se continuar, vai entrar nas casas. Não é a primeira vez que isso acontece. Faz meses que estamos pedindo ajuda”, afirmou um morador. A principal cobrança é para que o poder público atue antes que novas residências sejam atingidas. Os moradores afirmam que não querem apenas uma intervenção emergencial após os alagamentos, mas um trabalho preventivo capaz de reduzir os riscos durante os próximos períodos de chuva. Passagem da patrola é considerada insuficiente Na semana passada, uma patrola passou por algumas ruas da Colônia Z3 após a repercussão das reclamações feitas pela comunidade. No entanto, conforme os moradores, o serviço teria ocorrido sem a colocação de aterro, saibro, cascalho ou outro material apropriado para preencher os buracos e dar sustentação ao solo. Eles também relatam que não houve drenagem prévia da água acumulada nem limpeza completa das valetas. Com isso, a passagem do maquinário teria movimentado o barro já existente e deixado determinados trechos ainda mais difíceis para a circulação de veículos e pedestres. Para a comunidade, a patrolagem isolada não consegue resolver o problema quando o solo está encharcado e não existe uma estrutura adequada para o escoamento da água. Falta de drenagem amplia os transtornos Os moradores apontam a falta de drenagem como uma das principais causas do acúmulo de água nas ruas. Valetas obstruídas, ausência de tubos e trechos sem saída adequada para a água fazem com que a chuva permaneça represada no meio das vias. Quando o solo fica completamente encharcado, os buracos aumentam e a lama se espalha com a passagem de carros, ônibus e máquinas. A comunidade defende que o trabalho seja realizado em etapas, começando pela abertura e limpeza das valetas. Também é solicitada a instalação de tubos nos pontos necessários para permitir que a água atravesse as vias e siga até áreas de escoamento. Depois da drenagem, os moradores pedem a aplicação de material adequado, o nivelamento e a compactação das ruas. Trânsito fica prejudicado As condições das vias dificultam o deslocamento de moradores e trabalhadores da Colônia Z3. Carros e motocicletas enfrentam buracos escondidos pela água, aumentando o risco de acidentes e danos mecânicos. Pedestres precisam caminhar pelas laterais ou atravessar áreas cobertas por lama. A passagem de ônibus e veículos de serviço também pode ser comprometida quando a água ocupa uma parte significativa da rua. Os moradores demonstram preocupação especial com situações de emergência. Ambulâncias, viaturas, caminhões de coleta e outros veículos podem enfrentar dificuldades para acessar determinados pontos da comunidade. A lama também aumenta o risco de quedas, principalmente para idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida. Comunidade afirma que problema se arrasta há meses Segundo os relatos, as condições das ruas vêm sendo denunciadas há meses, com o envio de imagens e pedidos de providências aos órgãos municipais. Durante os períodos de tempo seco, a água acumulada demora a desaparecer em alguns trechos. Quando volta a chover, o problema se intensifica rapidamente. Moradores afirmam que vivem em constante preocupação com os prejuízos que podem ser provocados dentro das residências. Móveis, eletrodomésticos, documentos e outros bens podem ser atingidos caso a água ultrapasse os limites das ruas e invada as casas. Além dos danos materiais, a água parada e a lama também geram preocupação com a saúde da população. Moradores cobram ação urgente da Prefeitura A comunidade questiona o que ainda falta para que uma intervenção completa seja realizada na Colônia Z3. Entre as principais reivindicações estão o envio de maquinário, a aplicação de aterro ou saibro, a abertura das valetas, a instalação de tubos e a elaboração de um plano permanente de manutenção das ruas. Os moradores também pedem que os serviços sejam acompanhados por equipes técnicas, para evitar que a passagem das máquinas agrave ainda mais o estado das vias. A cobrança é para que a Prefeitura apresente um cronograma claro de atendimento e informe quais medidas serão adotadas antes da ocorrência de novos alagamentos. Espaço aberto para manifestação do Município As informações desta matéria foram encaminhadas por moradores da Colônia Z3 e refletem a percepção da comunidade sobre as condições das ruas e os serviços realizados até o momento. A Prefeitura de Pelotas e a Secretaria de Desenvolvimento Rural permanecem com espaço aberto para apresentar esclarecimentos, informar quais intervenções foram feitas e detalhar o planejamento para enfrentar os problemas de drenagem e trafegabilidade. O Pelotas Notícias seguirá acompanhando a situação e poderá atualizar a matéria caso sejam encaminhadas novas informações pelos moradores ou pelo poder público. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Envie informações, fotos e vídeos

Novas imagens aumentam revolta de moradores com as condições das ruas da Colônia Z3

Novas imagens registradas nesta sexta-feira (31) voltaram a provocar indignação entre moradores da Colônia Z3, em Pelotas. Os registros mostram trechos das vias ainda tomados por lama, buracos e água acumulada, mesmo após a passagem de maquinário pela comunidade. De acordo com relatos encaminhados ao Pelotas Notícias, moradores esperavam que a intervenção promovesse uma recuperação mais completa das ruas. No entanto, eles afirmam que a patrola teria passado diretamente sobre os trechos danificados sem a colocação de aterro, saibro ou outro material capaz de melhorar as condições de trafegabilidade. A comunidade também relata que não teria sido realizada uma drenagem prévia da água acumulada. Com isso, a passagem do equipamento teria espalhado barro e deixado determinados pontos ainda mais difíceis para a circulação. As afirmações representam a avaliação dos moradores sobre o serviço realizado. A Prefeitura de Pelotas e a Secretaria de Desenvolvimento Rural permanecem com espaço aberto para apresentar informações técnicas, esclarecer como ocorreu a intervenção e detalhar as próximas medidas previstas para a região. Lama e buracos continuam nas ruas Os vídeos registrados nesta sexta-feira mostram vias com extensas áreas de lama, poças de água e buracos que dificultam o deslocamento diário da população. Moradores afirmam que automóveis, motocicletas, ônibus e veículos utilizados na prestação de serviços continuam enfrentando obstáculos para circular por alguns trechos da Colônia Z3. Em dias de chuva, a situação se agrava devido ao acúmulo de água e à formação de lama. Mesmo quando o tempo permanece firme, a comunidade relata que determinados pontos demoram para secar por causa da falta de escoamento. Os problemas também afetam os pedestres. Para atravessar as ruas, muitas pessoas precisam caminhar pelas laterais ou procurar trechos menos alagados, ficando expostas ao risco de escorregões, quedas e atolamentos. A dificuldade é ainda maior para idosos, crianças, pessoas com deficiência e moradores que precisam sair diariamente para trabalhar, estudar ou buscar atendimento de saúde. Moradores criticam ausência de material Segundo os relatos, a principal reclamação está relacionada à passagem da patrola sem a aplicação de material para reforçar e nivelar as vias. A comunidade esperava que fossem utilizados aterro, saibro, cascalho ou outro produto adequado para preencher os buracos e melhorar a sustentação do solo. Sem esse material, os moradores afirmam que o equipamento apenas movimentou a terra já existente, misturando-a com a água acumulada e formando uma camada ainda maior de barro. “Passaram a patrola, mas sem aterro e sem drenagem. O resultado está aí: barro, água e buracos. Quem mora aqui continua sofrendo todos os dias”, afirmou um morador. A população considera que a medida teve caráter paliativo e não atingiu o resultado esperado. Drenagem é apontada como prioridade Além da recuperação da superfície das ruas, os moradores defendem a limpeza e a abertura das valetas para permitir o escoamento da água. A comunidade afirma que, sem um sistema adequado de drenagem, qualquer intervenção realizada nas vias poderá apresentar resultados limitados, especialmente nos períodos de chuva. Quando a água permanece acumulada, o solo fica encharcado e perde resistência. A passagem de veículos pesados amplia os buracos e forma trilhas profundas na lama. Os moradores defendem que o serviço seja realizado em etapas, começando pela desobstrução das valetas e pela retirada da água parada. Após a drenagem, seria necessária a aplicação de material e a utilização de máquinas para nivelar e compactar as ruas. A cobrança é por uma intervenção que tenha maior durabilidade e permita a circulação com segurança. Situação afeta transporte e serviços As condições das ruas não atingem apenas os veículos particulares. Conforme os relatos, ônibus e veículos utilizados por prestadores de serviços também enfrentam dificuldades para entrar em determinados pontos. A situação pode afetar o transporte coletivo, a coleta de resíduos, entregas, serviços de manutenção e o deslocamento de veículos de emergência. Moradores temem que, em uma situação de urgência, ambulâncias, viaturas ou equipes de atendimento tenham dificuldades para chegar rapidamente a algumas residências. A comunidade também relata preocupação com os custos provocados pelos buracos e pela lama. Motoristas afirmam que precisam realizar manutenções frequentes em pneus, suspensão e outras partes dos veículos. Motociclistas enfrentam riscos adicionais, principalmente em trechos nos quais a lama esconde buracos e torna o pavimento escorregadio. Problema é considerado antigo Os moradores afirmam que os problemas nas vias da Colônia Z3 não começaram recentemente. Conforme a comunidade, as reclamações se repetem há meses e se intensificam nos períodos de maior volume de chuva. A população relata que já encaminhou pedidos de providências e divulgou imagens para mostrar as condições enfrentadas diariamente. Após a repercussão dos registros anteriores, houve a passagem de maquinário em alguns pontos. No entanto, os novos vídeos mostram que os moradores ainda não consideram a situação resolvida. A cobrança agora é pela continuidade do trabalho, com o envio de material e equipamentos suficientes para executar uma recuperação mais abrangente. Comunidade pede solução efetiva Entre as medidas solicitadas estão a colocação de aterro ou saibro, o nivelamento e a compactação das ruas, a limpeza das valetas e a criação de condições para o escoamento da água. Os moradores também defendem que as ações sejam planejadas de acordo com as características de cada trecho, evitando que o serviço realizado seja perdido após uma nova chuva. A comunidade pede ainda uma comunicação mais clara sobre o cronograma de manutenção e sobre quais regiões serão atendidas. Para os moradores, a divulgação dessas informações permitiria acompanhar os trabalhos e entender quais soluções estão sendo preparadas pelo poder público. Prefeitura pode apresentar esclarecimentos A matéria reúne imagens e relatos encaminhados por moradores da Colônia Z3. As críticas refletem a percepção da comunidade sobre as condições das vias e sobre o resultado da intervenção realizada. A Prefeitura de Pelotas e a Secretaria de Desenvolvimento Rural permanecem com espaço aberto para esclarecer quais serviços foram executados, informar se houve aplicação de material e detalhar o planejamento para a continuidade da recuperação das ruas. Eventuais esclarecimentos encaminhados pelos órgãos municipais poderão ser acrescentados à matéria. O Pelotas Notícias seguirá acompanhando a situação e atualizando as

Prefeitura começa a incluir famílias do Vasco Pires no Cadastro Habitacional de Pelotas

Cerca de 40 famílias que passaram a ocupar uma nova área no Vasco Pires, em Pelotas, começaram a ser atendidas pela Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária. A iniciativa tem como objetivo incluir os moradores no Cadastro Habitacional e reunir informações que poderão orientar a elaboração de políticas públicas para a comunidade. Uma equipe da Secretaria esteve no local na manhã de quinta-feira (30) para conversar com os moradores, conhecer as condições da ocupação e agendar o cadastramento das famílias interessadas. A área ainda não possui infraestrutura adequada. As condições observadas durante a visita incluem dificuldades de acesso, acúmulo de lama, ausência de saneamento e instalações improvisadas para o fornecimento de serviços básicos. O Cadastro Habitacional permitirá identificar quem vive no local, quais são as principais necessidades das famílias e quais medidas poderão ser adotadas pelo poder público. Comunidade enfrenta condições precárias Durante a visita, a equipe identificou que os moradores vivem em situação considerada insalubre. Um dos pontos que gerou preocupação foi a instalação improvisada utilizada para o abastecimento de água potável. Conforme as informações apresentadas, uma mangueira passa por dentro de uma área com esgoto. Qualquer rompimento ou dano no material pode provocar a contaminação da água e aumentar o risco de doenças. A situação é considerada ainda mais delicada porque há crianças e idosos vivendo na comunidade. Além dos problemas relacionados à água, as imagens do local mostram vias sem pavimentação, grande quantidade de lama e moradias construídas com materiais simples. A Secretaria deverá utilizar as informações reunidas no cadastro para identificar as vulnerabilidades e avaliar quais melhorias poderão ser realizadas. Moradores relatam insegurança Durante a conversa com a equipe municipal, os moradores demonstraram preocupação em relação à posse da área e ao futuro das famílias. O secretário municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Cassius Baumgarten, informou que a presença do poder público no local busca tranquilizar a comunidade e garantir que os moradores tenham acesso aos seus direitos. Segundo o secretário, independentemente do andamento de processos relacionados à área, as condições atuais das famílias precisam ser avaliadas e atendidas. A intenção é reunir dados para compreender onde estão os principais problemas e quais ações poderão ser adotadas para proporcionar condições mais dignas aos moradores. Parte das famílias aceitou realizar o cadastro Alguns moradores concordaram em agendar o atendimento na Prefeitura para realizar a inclusão no Cadastro Habitacional. Outros afirmaram que pretendem conversar com um advogado antes de fornecer as informações ou participar do cadastramento. A decisão estaria relacionada ao receio de que o procedimento possa resultar na retirada das famílias da área. A Secretaria informou que compreende a preocupação da comunidade, especialmente porque muitos moradores relataram experiências anteriores de violação de direitos. O município deverá continuar dialogando com as famílias para explicar a finalidade do cadastro e buscar alternativas dentro das políticas públicas de habitação. Comunidade não quer ser transferida para condomínios Os moradores encontrados durante a visita afirmaram que não pretendem deixar o local e que não desejam concorrer a imóveis de programas habitacionais em condomínios. Segundo os relatos, muitas famílias trabalham com reciclagem e precisam de espaço para armazenar materiais e manter os equipamentos utilizados na atividade. Parte dos moradores também utiliza carroças e cria animais, como galinhas e porcos. Essas atividades não poderiam ser mantidas em apartamentos ou condomínios habitacionais convencionais. A situação deverá ser considerada durante a avaliação das alternativas disponíveis. O atendimento habitacional poderá exigir soluções adaptadas à realidade social e econômica das famílias. Cadastro deverá orientar políticas públicas O Cadastro Habitacional é uma ferramenta utilizada para reunir informações sobre famílias que necessitam de atendimento na área da moradia. Os dados permitem ao município identificar situações de vulnerabilidade, avaliar a demanda por habitação e planejar projetos de regularização, melhorias habitacionais ou reassentamento, quando necessário. No caso da comunidade do Vasco Pires, o levantamento também deverá auxiliar na avaliação das condições de saneamento, acesso à água, infraestrutura e segurança das moradias. A Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária deverá manter o contato com os moradores e acompanhar o processo de cadastramento. A definição das próximas medidas dependerá da análise das informações, da situação jurídica da área e das possibilidades existentes dentro das políticas habitacionais do município. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Acompanhe as principais notícias de Pelotas e região em www.portalpelotasnoticias.com.br. Envie informações, fotos e vídeos para o WhatsApp oficial do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627.

Moradores denunciam acúmulo de lixo, mau cheiro e situação de insalubridade em área central de Pelotas

Uma denúncia encaminhada ao Pelotas Notícias chama atenção para uma situação considerada preocupante por moradores da região central de Pelotas. O caso envolve um ponto localizado na esquina das ruas Voluntários da Pátria e Almirante Barroso, onde, segundo relatos, a presença constante de lixo acumulado, forte mau cheiro e sujeira na calçada tem causado indignação entre moradores, comerciantes e pedestres que circulam diariamente pelo local. Conforme as informações recebidas pela reportagem, um pequeno espaço da área estaria sendo utilizado por pessoas em situação de rua, realidade que, segundo a comunidade, vem sendo acompanhada de problemas relacionados à falta de higiene, descarte irregular de resíduos e deterioração das condições do passeio público. O morador que procurou a reportagem afirma que a situação tem se agravado a cada dia e que o local já se tornou motivo frequente de reclamação por parte da vizinhança. De acordo com o relato, o acúmulo de lixo é visível e o odor forte tem sido um dos principais motivos de insatisfação. Além disso, a denúncia aponta que pedestres precisam desviar de fezes e de resíduos espalhados na calçada, o que compromete a circulação de quem passa pelo trecho. O problema também teria reflexos diretos na limpeza urbana da região, já que lixeiras estariam sendo reviradas com frequência, resultando em ainda mais sujeira espalhada pela via. A situação denunciada também reacende um debate importante sobre a presença crescente de pessoas em situação de rua em diferentes pontos da cidade. Para os moradores, além do impacto urbano e sanitário, é necessário que a resposta do poder público considere o aspecto humano e social da questão, com encaminhamentos que garantam assistência, acolhimento e acompanhamento adequado às pessoas em vulnerabilidade. A cobrança da comunidade é para que haja uma ação mais ampla e coordenada, envolvendo limpeza do local, retirada de resíduos, fiscalização das condições da área e atuação da rede de assistência social. Segundo a denúncia, a ausência de providências concretas tem ampliado a sensação de abandono no Centro e gerado desconforto a quem vive e trabalha nas proximidades. Moradores relatam que a situação não é pontual, mas recorrente, e que o cenário já se arrasta há algum tempo. A percepção da vizinhança é de que o problema vem aumentando gradativamente, tanto pelo acúmulo de lixo quanto pela permanência de condições consideradas insalubres no local. A principal reclamação é que, até agora, não teria havido uma resposta eficaz capaz de amenizar a situação. A comunidade pede que a Prefeitura de Pelotas, por meio dos setores competentes, avalie o caso com urgência. Entre as providências apontadas como necessárias estão a limpeza urbana intensificada, o recolhimento frequente de resíduos, a atenção da assistência social e medidas que possam devolver melhores condições de circulação, higiene e segurança para a área. O Pelotas Notícias ressalta que o tema envolve não apenas uma questão de limpeza pública, mas também de saúde, dignidade e assistência social. Em casos como esse, moradores defendem que a solução não passe apenas pela retirada de materiais acumulados, mas por uma política articulada que contemple atendimento social e acompanhamento das pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade. Até o momento, esta matéria foi elaborada com base em denúncia encaminhada à reportagem. O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas, da Secretaria de Assistência Social, dos serviços de limpeza urbana e demais órgãos responsáveis, caso queiram apresentar esclarecimentos sobre a situação registrada no local. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias.MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.Envie sua notícia pelo WhatsApp oficial do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627.

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