Acúmulo de lixo preocupa moradores da Rua 20, no bairro Dunas, durante chuva em Pelotas

Moradores do bairro Dunas, em Pelotas, entraram em contato com o Pelotas Notícias nesta quarta-feira (12) para chamar atenção para uma grande quantidade de resíduos acumulados na Rua 20. Registros encaminhados por um leitor mostram diversos sacos, materiais descartados e outros resíduos espalhados às margens da via. Em alguns pontos, o lixo ocupa uma área extensa e fica muito próximo do espaço utilizado para circulação de veículos e moradores. Além da quantidade de material descartado, o morador que encaminhou a denúncia relata a existência de um forte mau cheiro no local, situação que estaria causando transtornos para a comunidade. O problema ganha ainda mais atenção nesta quarta-feira devido à chuva registrada em Pelotas. Com o solo molhado e o escoamento da água pelas ruas, parte desses resíduos pode acabar sendo carregada para outros pontos, além de aumentar a preocupação dos moradores com possíveis obstruções em estruturas de drenagem. As imagens também mostram que o descarte não está concentrado em apenas um pequeno ponto da rua, havendo resíduos espalhados ao longo da região. Moradores solicitam que seja realizada a limpeza e retirada do material, evitando que a situação se agrave principalmente em períodos de chuva. O Pelotas Notícias mantém espaço aberto para manifestação e esclarecimentos dos órgãos responsáveis. Envie sua notícia pelo WhatsApp oficial do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias.MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.
Restos de animais são encontrados em terreno na avenida 25 de Julho, em Pelotas

Material foi localizado próximo ao viaduto da BR; leitor suspeita que ossadas pertençam a dois cavalos, mas informação ainda não foi confirmada Restos de animais foram encontrados na manhã desta quarta-feira (12) em um terreno localizado na avenida 25 de Julho, próximo ao viaduto de acesso à rodovia, em Pelotas. A situação foi relatada por um leitor ao Pelotas Notícias, que encaminhou imagens do material espalhado entre a vegetação. De acordo com o denunciante, as ossadas aparentam pertencer a dois cavalos. Ele suspeita que os animais tenham sido abatidos em outro local e que os restos tenham sido posteriormente levados e descartados no terreno. A identificação dos animais e as circunstâncias do descarte, entretanto, ainda não foram confirmadas oficialmente. As fotografias mostram partes dos animais, ossos e outros resíduos deixados em meio à vegetação. O terreno foi indicado pelo leitor como uma área situada na avenida 25 de Julho, nas proximidades do viaduto da BR. O descarte de restos de animais em locais inadequados pode representar risco sanitário e ambiental, além de provocar mau cheiro e atrair outros animais. A situação exige vistoria dos órgãos responsáveis, recolhimento do material e destinação adequada. Também será necessário apurar se os animais foram abatidos no próprio terreno ou se os restos foram transportados de outro ponto da cidade. Até o momento, não há confirmação sobre eventual abate clandestino, prática de crime ou identificação dos responsáveis pelo descarte. Até o fechamento desta publicação, o Pelotas Notícias não havia recebido informações oficiais sobre a origem dos restos, a realização de vistoria no local ou a abertura de investigação. O espaço permanece disponível para manifestação da Prefeitura de Pelotas, das autoridades policiais e dos demais órgãos competentes. ATENÇÃO: as imagens que acompanham esta matéria apresentam conteúdo sensível. Envie notícias, denúncias, fotos e vídeos pelo WhatsApp oficial do Pelotas Notícias: (53) 99705-1627. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.
DEFESA CIVIL E SANEP AVALIAM NÍVEL DA ÁGUA NA COLÔNIA Z3

Vistoria realizada na região do Cedrinho não identificou risco de enchente de grandes proporções; oscilação observada estaria relacionada principalmente ao movimento da maré Equipes da Defesa Civil de Pelotas e do Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas (Sanep) estiveram na Colônia Z3 por volta das 22h30 desta terça-feira (11) para avaliar a elevação do nível da água registrada em alguns pontos da localidade. A vistoria concentrou-se principalmente na região conhecida como Cedrinho, onde havia água acumulada em trechos das vias. Durante o trabalho, representantes dos dois órgãos percorreram a área e analisaram as condições encontradas. Conforme a avaliação preliminar realizada no local, a alteração no nível da água estaria relacionada principalmente ao movimento da maré, que pode provocar pequenas oscilações ao longo das próximas horas. Diante dessa condição, a água poderá subir ou baixar levemente, de acordo com a variação da maré. Até o momento da vistoria, entretanto, as equipes não identificaram sinais que indiquem a possibilidade de uma enchente de grandes proporções na Colônia Z3. A situação observada aponta apenas para a possibilidade de uma pequena elevação do nível da água em algumas ruas do Cedrinho. A eventual subida deverá ocorrer de forma limitada e dependerá do comportamento da maré e das condições verificadas durante as próximas horas. A presença das equipes teve como objetivo avaliar preventivamente o cenário e oferecer informações mais seguras aos moradores, especialmente diante da preocupação provocada pelo avanço da água sobre alguns pontos das ruas. Durante a análise, não foram identificados elementos que justificassem, naquele momento, a emissão de um alerta para uma inundação severa ou a adoção de medidas emergenciais de retirada de moradores. A avaliação, no entanto, é referente às condições encontradas durante a vistoria e poderá ser atualizada caso haja mudança no cenário. Os moradores podem permanecer tranquilos, mas devem continuar atentos ao nível da água, principalmente aqueles que residem nas áreas mais baixas do Cedrinho. A recomendação é acompanhar exclusivamente as orientações divulgadas pela Defesa Civil, pelo Sanep e pelos demais órgãos oficiais. Também é importante evitar o contato com a água acumulada e não tentar atravessar trechos em que não seja possível visualizar com segurança as condições da via. Caso a água apresente uma elevação rápida ou alcance o interior de residências, os moradores devem comunicar imediatamente a situação aos órgãos responsáveis. A Defesa Civil e o Sanep seguem acompanhando as condições da região. Se houver alguma mudança significativa no comportamento da água ou na previsão para a localidade, novas orientações deverão ser divulgadas à comunidade. Até a conclusão da vistoria realizada por volta das 22h30, a informação preliminar era de que a água poderia apresentar apenas pequenas oscilações em razão da maré, sem indicação de enchente de grandes proporções na Colônia Z3. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Envie sua notícia: WhatsApp Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627
Moradores relatam falta de energia desde o temporal e cabos caídos no Centro de Pelotas

Famílias da região próxima ao Clube Parque Tênis afirmam que permanecem sem eletricidade desde quinta-feira e pedem vistoria urgente na rede Moradores da região próxima ao Clube Parque Tênis, no Centro de Pelotas, relatam que permanecem sem energia elétrica desde o temporal registrado na quinta-feira (6). A situação foi encaminhada ao Pelotas Notícias por uma pessoa que reside nas proximidades e pede atendimento urgente para a comunidade. De acordo com o relato, o fornecimento de energia foi interrompido durante o evento climático e ainda não havia sido normalizado até a noite de domingo (9). Os moradores afirmam que buscaram atendimento pelos canais disponibilizados pela CEEE Equatorial, mas não teriam recebido retorno sobre uma previsão para o restabelecimento do serviço. A comunidade também informa que, até o momento do envio da denúncia, nenhuma equipe teria comparecido ao local para realizar uma avaliação técnica ou identificar os danos provocados pelo temporal. Além da falta de energia, os moradores demonstram preocupação com a presença de fios e cabos pendentes na esquina da avenida Dom Joaquim com a rua República do Líbano. Imagens encaminhadas ao portal mostram diversos cabos em altura baixa, próximos à calçada e à via pública. Também é possível observar galhos cortados e sinais dos danos provocados pelo temporal nas proximidades da estrutura. Somente uma inspeção técnica poderá identificar quais cabos pertencem à rede elétrica ou aos serviços de telecomunicações. Pelas imagens, também não é possível confirmar se alguma parte da fiação permanece energizada. Diante da possibilidade de risco, moradores, pedestres e motoristas devem manter distância da estrutura, não tocar nos cabos e evitar qualquer tentativa de remoção do material até a chegada das equipes responsáveis. O morador que procurou o Pelotas Notícias afirma que diferentes tentativas de contato foram realizadas desde a interrupção do fornecimento. Sem uma previsão de atendimento, as famílias dizem sentir-se desassistidas e buscam apoio para dar visibilidade ao problema. A comunidade solicita uma vistoria urgente no cruzamento, a retirada ou reorganização segura dos cabos e o restabelecimento da energia elétrica nas residências afetadas. O Pelotas Notícias mantém espaço aberto para manifestação da concessionária e para novas informações sobre o atendimento. A matéria poderá ser atualizada assim que houver um posicionamento ou a normalização do serviço. Envie sua notícia para o WhatsApp oficial do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.
Falta de energia provoca protestos em série em bairros de Pelotas pelo segundo dia consecutivo

A demora no restabelecimento completo da energia elétrica após o ciclone que atingiu Pelotas transformou o fim de semana em um período de manifestações em diferentes regiões do município. Pelo segundo dia consecutivo, moradores foram às ruas para cobrar uma solução depois de permanecerem sem eletricidade desde a noite de quinta-feira (6). Neste domingo (9), uma das novas mobilizações ocorreu na Estrada da Costa, no Areal Fundos. Moradores bloquearam a via como forma de chamar a atenção para os problemas enfrentados pela comunidade desde a passagem do temporal. Segundo relatos encaminhados ao Pelotas Notícias, diversas residências da região sofreram danos e algumas famílias continuam sem energia elétrica. Moradores afirmam ainda que foram registrados protocolos junto à empresa responsável pelo fornecimento, mas o serviço ainda não havia sido completamente normalizado no momento dos relatos. A manifestação no Areal Fundos se soma a uma sequência de protestos registrados durante os últimos dois dias em mais de seis regiões de Pelotas, evidenciando o aumento da insatisfação entre moradores que seguem convivendo com os efeitos do ciclone. Entre os locais que tiveram manifestações ou mobilizações estão Navegantes II, Cohab, região do Obelisco, Avenida Salgado Filho, Vasco Pires, Areal Fundos e outros pontos da cidade. Em algumas regiões, moradores bloquearam ruas. Em outras, foram registrados materiais e pneus em chamas nas vias como forma de protesto. O principal motivo relatado é o mesmo: a falta prolongada de energia elétrica. Desde a passagem do ciclone, na quinta-feira, Pelotas registrou quedas de árvores, postes e fiação, além de danos em diferentes estruturas da rede elétrica. Equipes foram mobilizadas para realizar reparos, mas a extensão dos estragos fez com que algumas regiões permanecessem sem fornecimento durante vários dias. A situação passou a provocar dificuldades que vão muito além da ausência de iluminação dentro das residências. Moradores relataram ao Pelotas Notícias perda de alimentos armazenados em geladeiras e freezers, dificuldade para conservar medicamentos que necessitam de refrigeração, problemas no carregamento de celulares, impossibilidade de utilizar equipamentos domésticos e prejuízos para pequenos estabelecimentos comerciais. Em alguns casos, famílias relataram estar sem energia desde a noite de quinta-feira, atravessando sexta-feira, sábado e parte deste domingo sem o serviço normalizado. Na região do Obelisco, por exemplo, moradores realizaram uma manifestação durante a tarde deste domingo. Horas depois, equipes trabalhavam na rede elétrica e concluíam reparos para possibilitar a retomada do fornecimento. Também foram registrados protestos no Navegantes II, onde moradores afirmaram permanecer sem luz desde o temporal, além de manifestações na região da Avenida Salgado Filho e da Rua Vasco Pires. A sequência de mobilizações demonstra o nível de insatisfação de parte da população depois de dias de espera. No Areal Fundos, além da falta de energia, moradores também relataram prejuízos em residências atingidas pelo temporal. Segundo os relatos da comunidade, algumas famílias ainda aguardavam atendimento relacionado aos danos causados pelo evento climático. As reivindicações envolvem principalmente o restabelecimento da energia elétrica e assistência às famílias afetadas. O cenário deste fim de semana mostra que, embora o trabalho de recuperação tenha avançado em várias partes do município, a normalização ainda não chegou simultaneamente a todas as regiões. Equipes responsáveis pela recuperação da rede elétrica continuam atuando em diferentes pontos da cidade. A complexidade dos danos provocados pelo ciclone exige substituição de postes, reparos em cabos, reconstrução de trechos da rede e outros serviços. Enquanto os trabalhos avançam, moradores das áreas ainda afetadas cobram prioridade e informações mais precisas sobre quando o fornecimento será completamente restabelecido. O Pelotas Notícias acompanha desde o temporal os relatos enviados pela população e continuará atualizando a situação das regiões que ainda permanecem sem energia elétrica. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias.MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Envie notícias, denúncias, sugestões e informações pelo WhatsApp oficial do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627. www.portalpelotasnoticias.com.br
Moradores queimam grande quantidade de pneus em protesto por falta de energia no bairro Dunas; polícia acompanha manifestação

Comunidade afirma estar sem fornecimento de energia elétrica desde o temporal de quinta-feira (6); manifestação ocorre na Avenida 1 Moradores do bairro Dunas, em Pelotas, realizam uma manifestação na manhã deste sábado (8) para cobrar o restabelecimento do fornecimento de energia elétrica na região. O protesto ocorre na Avenida 1 e envolve a queima de uma grande quantidade de pneus e outros materiais, provocando chamas intensas e uma grande coluna de fumaça. Conforme informações encaminhadas ao Pelotas Notícias por moradores da região, diversas residências permanecem sem energia elétrica desde o forte temporal registrado na quinta-feira (6), quando ventos fortes e chuva causaram uma série de transtornos em diferentes pontos do município. Após mais de um dia enfrentando a interrupção do serviço, parte da comunidade decidiu realizar a manifestação para cobrar uma solução e uma previsão para o retorno da energia. Imagens recebidas pelo Pelotas Notícias mostram vários pneus espalhados pela Avenida 1 e incendiados simultaneamente. O fogo ocupa parte da via e gera uma espessa fumaça preta que pode ser observada a uma distância considerável. Com a mobilização, a circulação de veículos ficou prejudicada no trecho. Motoristas que precisam utilizar a Avenida 1 devem redobrar a atenção e, sempre que possível, procurar caminhos alternativos enquanto a manifestação estiver em andamento. Equipes policiais já estão no local acompanhando a ocorrência e a movimentação dos moradores. Até o momento, não há informação sobre confrontos ou pessoas feridas durante o protesto. A principal reivindicação apresentada pelos moradores é o restabelecimento da energia elétrica. Segundo os relatos recebidos pelo portal, famílias seguem sem luz desde o temporal e cobram uma resposta sobre quando o serviço será normalizado. A falta de energia após o evento climático tem provocado dificuldades para moradores que dependem do fornecimento para iluminação, conservação de alimentos, funcionamento de equipamentos domésticos e outras atividades básicas. Até o momento desta publicação, não havia sido informada uma previsão específica para o retorno da energia elétrica no trecho do bairro Dunas mencionado pelos manifestantes. O Pelotas Notícias segue acompanhando a movimentação na Avenida 1 e atualizará esta matéria caso sejam divulgadas novas informações sobre o protesto, a atuação das equipes no local ou a normalização do fornecimento de energia. Envie sua notícia para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.
Casas ainda não entregues sofrem depredação na Vila Farroupilha, relatam beneficiários

Famílias que aguardam a entrega de unidades habitacionais construídas na Vila Farroupilha, em Pelotas, relatam preocupação com a depredação dos imóveis e cobram esclarecimentos dos órgãos responsáveis pelo empreendimento. A denúncia foi encaminhada de forma anônima ao Pelotas Notícias. Segundo o relato, as casas já teriam sido destinadas aos respectivos beneficiários, mas ainda não foram oficialmente entregues. Enquanto aguardam a liberação e o recebimento das chaves, algumas famílias continuam morando de aluguel. Os moradores afirmam que já procuraram os órgãos responsáveis em busca de informações sobre a demora. Conforme a denúncia, teriam recebido a informação de que pendências envolvendo diferentes esferas do poder público estariam impedindo a conclusão do processo. Até o momento, porém, não foi apresentado à reportagem nenhum documento ou posicionamento oficial que confirme o motivo do atraso ou indique uma nova data para a entrega das unidades. Imóveis apresentam sinais de danos As fotografias enviadas à reportagem mostram sinais de depredação em diferentes partes das casas. Em uma das unidades, uma janela aparece com os vidros completamente quebrados. Outras imagens mostram espaços onde deveriam estar tomadas, interruptores e componentes elétricos, além de uma pia retirada da parede e deixada no lado externo do imóvel. Também há relatos de danos em portas, telhados e instalações internas. Segundo os denunciantes, pessoas estariam entrando irregularmente nas casas, retirando fios elétricos e outros materiais. Os moradores temem que os prejuízos aumentem enquanto as unidades permanecerem vazias, sem ocupação regular e, conforme o relato, sem vigilância suficiente para impedir novas invasões. Famílias continuam pagando aluguel Um dos principais questionamentos apresentados pelos beneficiários é a demora para a entrega de imóveis que, segundo eles, já estariam concluídos e destinados às famílias contempladas. Algumas pessoas afirmam que seguem pagando aluguel enquanto aguardam uma residência que já teria sido atribuída a elas. Para os moradores, além do prejuízo financeiro, existe o risco de receberem casas danificadas e com necessidade de novos reparos antes mesmo da ocupação. A situação também gera insegurança sobre quem ficará responsável pelos custos de recuperação das unidades, caso sejam confirmados furtos de fios, equipamentos, portas, janelas ou outros componentes. Beneficiários pedem respostas As famílias solicitam uma explicação oficial sobre as etapas que ainda precisam ser concluídas, os motivos que impedem a entrega e a previsão para que os beneficiários recebam as chaves. Também é solicitada a adoção de medidas de segurança para impedir novas entradas irregulares e preservar o patrimônio público enquanto o processo não for finalizado. Os moradores defendem que seja realizada uma vistoria completa nas unidades antes da entrega, com a identificação e reparação de todos os danos registrados. A preocupação é que a demora provoque um aumento significativo dos prejuízos e exija a utilização de novos recursos públicos para recuperar estruturas que foram construídas recentemente. Informações ainda precisam ser confirmadas O Pelotas Notícias ressalta que as informações sobre a destinação das casas, o motivo da demora e eventuais pendências administrativas foram apresentadas pelos moradores e ainda precisam ser oficialmente confirmadas pelos órgãos responsáveis. A reportagem mantém o espaço aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas, do Governo do Estado, das secretarias responsáveis pelo programa habitacional e de qualquer instituição envolvida na construção e na entrega das unidades. Os esclarecimentos poderão informar quantas casas fazem parte do empreendimento, quantas famílias foram contempladas, qual é a situação documental das unidades e quando deverá ocorrer a entrega oficial das chaves. Envie sua notícia:WhatsApp Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Acesse: www.portalpelotasnoticias.com.br
Sanep realiza limpeza e retira grande quantidade de lixo de bueiro no Centro de Pelotas

Uma equipe do Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas realizou, durante a manhã desta quinta-feira (6), um trabalho de limpeza e desobstrução de uma estrutura da rede de drenagem localizada no cruzamento das ruas Benjamin Constant e General Osório, na região central do município. A ação foi acompanhada pelo parceiro do Pelotas Notícias, Cristiano Duarte, que registrou em vídeo o trabalho desenvolvido pelos servidores. As imagens mostram uma grande quantidade de lixo já retirada do interior do bueiro e acumulada temporariamente sobre a calçada para posterior recolhimento. Mesmo após a remoção de um volume expressivo de materiais, os trabalhadores continuavam encontrando resíduos no interior da estrutura. A limpeza estava sendo realizada manualmente, com o auxílio de ferramentas utilizadas para alcançar os pontos mais profundos e retirar os objetos que bloqueavam a passagem da água. Entre os materiais observados estavam sacolas plásticas, embalagens de alimentos, recipientes descartáveis, copos, caixas e diferentes tipos de resíduos urbanos. Lixo compromete funcionamento da drenagem O acúmulo de lixo em bueiros, bocas de lobo e galerias pode prejudicar diretamente o funcionamento do sistema de drenagem urbana. Quando a passagem da água fica obstruída, aumenta o risco de formação de poças, transbordamentos e alagamentos, especialmente durante períodos de chuva intensa. A água que deveria escoar pela rede permanece sobre as ruas e calçadas, podendo afetar o trânsito, a circulação de pedestres e os imóveis próximos. Além dos transtornos provocados no escoamento, o lixo acumulado dentro das estruturas pode gerar mau cheiro, atrair animais e dificultar os trabalhos de manutenção realizados pelas equipes responsáveis. A situação encontrada no cruzamento demonstra a quantidade de resíduos que pode ficar escondida abaixo do nível da rua até que seja realizada uma limpeza mais ampla. Trabalho dos servidores Os registros mostram os trabalhadores do Sanep retirando os materiais acumulados e verificando o interior da estrutura para garantir a desobstrução da passagem. O serviço exige esforço físico e contato direto com resíduos descartados irregularmente. Por isso, a colaboração da população é considerada fundamental para evitar que o problema volte a ocorrer pouco tempo após a conclusão da limpeza. O Pelotas Notícias reconhece o trabalho realizado pela equipe que atuou no local, retirando uma grande quantidade de lixo e buscando restabelecer o funcionamento adequado da drenagem. Descarte irregular agrava o problema Grande parte dos resíduos encontrados nas redes de drenagem chega aos bueiros após ser descartada nas ruas ou deixada em locais inadequados. Com a chuva ou com a movimentação da água durante a limpeza das vias, embalagens, sacolas e outros objetos são arrastados até as entradas do sistema. Aos poucos, o material se acumula e forma barreiras que dificultam ou impedem o escoamento. Por esse motivo, além das ações de manutenção realizadas pelo poder público, é necessário que moradores, pedestres e estabelecimentos comerciais façam o descarte correto dos resíduos. Não jogar lixo nas ruas é uma medida simples, mas essencial para preservar o sistema de drenagem e reduzir os riscos de alagamentos em diferentes pontos da cidade. O Pelotas Notícias continuará acompanhando as ações de limpeza e manutenção realizadas nas vias do município. Imagens: Cristiano Duarte/Pelotas Notícias. Envie sua notícia:WhatsApp Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Acesse: www.portalpelotasnoticias.com.br
Grande quantidade de lixo se acumula na Travessa Sturbelle, esquina com a Avenida Juscelino, em Pelotas

Resíduos ocupam a calçada, o gramado e parte da sarjeta, dificultando a circulação e gerando preocupação entre moradores Uma grande quantidade de lixo acumulado na Travessa Sturbelle, esquina com a Avenida Juscelino, voltou a gerar reclamações de moradores em Pelotas. Imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias mostram um contêiner completamente cheio e dezenas de resíduos espalhados ao redor do equipamento. Entre os materiais encontrados estão roupas, cobertores, caixas de papelão, sacolas plásticas, embalagens, objetos domésticos e outros itens descartados diretamente sobre a calçada e o gramado. Parte dos resíduos também está próxima à sarjeta e a uma área de escoamento da água. A situação preocupa moradores porque o material pode ser levado pela chuva, provocando obstruções na drenagem e ampliando os riscos de alagamentos. O volume de lixo ocupa uma área extensa e prejudica a circulação de pedestres. Para atravessar o trecho, as pessoas precisam desviar dos resíduos e caminhar mais próximas da rua. Nas imagens, é possível observar que o contêiner possui uma placa orientando a população a não descartar lixo limpo naquele ponto. Mesmo assim, diversos materiais foram deixados ao redor do equipamento. O descarte irregular de resíduos em vias públicas compromete a limpeza urbana e pode provocar mau cheiro, proliferação de insetos, presença de animais e contaminação do solo e da água acumulada. A situação também gera preocupação por estar próxima a uma parada de ônibus e a uma área utilizada diariamente por moradores, passageiros e demais pessoas que circulam pela região. A comunidade solicita a retirada urgente dos materiais, a higienização do espaço e a verificação das condições do contêiner instalado no local. Moradores também defendem que sejam adotadas medidas para impedir que o ponto volte a receber descartes inadequados após a realização da limpeza. Entre as providências sugeridas estão o reforço na fiscalização, a orientação à população e a identificação das pessoas responsáveis pelo depósito irregular dos resíduos. A limpeza do local é considerada necessária para restabelecer a circulação segura de pedestres e evitar que os materiais sejam levados para a rede de drenagem. O Pelotas Notícias seguirá acompanhando a situação e aguarda providências dos setores responsáveis pela limpeza e fiscalização urbana. Envie sua notícia para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.
Pessoas em situação de rua voltam a ocupar área da Praça Palestina após intervenção anterior

Moradores relatam que o problema havia sido solucionado temporariamente, mas objetos, resíduos e uma barraca improvisada voltaram a ser encontrados no espaço público Moradores voltaram a procurar o Pelotas Notícias para relatar a ocupação de áreas da Praça Palestina por pessoas em situação de rua. A denúncia foi encaminhada após o registro de objetos pessoais, caixas, sacolas, materiais acumulados e uma barraca improvisada em diferentes pontos do espaço público. Segundo o relato recebido pelo portal, uma intervenção havia sido realizada depois de uma reportagem anterior sobre a situação. Durante alguns dias, a área permaneceu desocupada e apresentou melhores condições de utilização. No entanto, moradores afirmam que o problema voltou a ocorrer pouco tempo depois. As imagens enviadas mostram materiais armazenados sob uma estrutura coberta utilizada para atividades esportivas e de lazer. No mesmo ponto, também aparece um cachorro próximo aos objetos acumulados. Em outra área da praça, uma estrutura feita com lonas foi instalada entre a vegetação, nas proximidades de uma lixeira. O local apresenta sinais de permanência e utilização como abrigo improvisado. A reclamação dos moradores está relacionada à falta de continuidade das medidas adotadas. Conforme o relato, a primeira intervenção produziu resultado apenas temporário, sem impedir que a ocupação voltasse a acontecer. A comunidade solicita uma atuação permanente e integrada entre os diferentes setores do poder público. Entre as providências defendidas estão a abordagem por equipes de assistência social, o encaminhamento das pessoas para serviços de acolhimento, a limpeza da área, a retirada segura dos resíduos e o acompanhamento posterior da situação. O atendimento a pessoas em situação de rua exige uma abordagem que considere a vulnerabilidade social e a necessidade de garantia de direitos. Ao mesmo tempo, moradores defendem que os espaços públicos sejam preservados e permaneçam disponíveis para a utilização da comunidade. A Praça Palestina conta com áreas verdes, estruturas esportivas e locais destinados à convivência. Por isso, a população solicita que sejam asseguradas condições adequadas de limpeza, segurança e utilização dos equipamentos existentes. O acúmulo de objetos sob a cobertura esportiva pode dificultar a utilização do espaço por crianças, adolescentes e demais frequentadores. Além disso, a presença de resíduos e materiais expostos gera preocupação quanto à conservação da área. Moradores também demonstram preocupação com o cachorro registrado nas imagens. A comunidade pede que a situação do animal seja verificada, garantindo que tenha acesso a alimentação, água, proteção e atendimento adequado, caso seja necessário. A pessoa que encaminhou a denúncia afirma que o retorno da ocupação poucos dias após a intervenção demonstra a necessidade de um acompanhamento contínuo. Na avaliação apresentada ao portal, ações isoladas não seriam suficientes para solucionar a situação. A demanda envolve diferentes áreas da administração pública. A assistência social pode realizar a abordagem e oferecer encaminhamentos, enquanto as equipes de limpeza e manutenção são responsáveis pelas condições físicas da praça. Também pode ser necessária a participação dos setores ligados à proteção animal, dependendo da situação encontrada no local. A atuação conjunta permitiria atender tanto as pessoas em vulnerabilidade quanto as necessidades de preservação do espaço público. A legislação e as políticas públicas voltadas à população em situação de rua estabelecem que o atendimento deve ser realizado de maneira humanizada. O acolhimento, no entanto, geralmente depende da aceitação da pessoa abordada, o que torna necessária a realização de acompanhamento frequente. Os moradores reconhecem a complexidade da situação, mas cobram medidas que não se limitem à retirada momentânea dos objetos. A principal solicitação é que sejam criadas condições para evitar o retorno contínuo do problema. Outra preocupação está relacionada à circulação de pessoas nas proximidades da cobertura e da vegetação. O acúmulo de materiais pode reduzir a visibilidade e dificultar o acesso a partes da praça. A manutenção regular do espaço também é apontada como necessária para impedir que áreas pouco utilizadas se tornem pontos de ocupação permanente. Limpeza, iluminação e acompanhamento das equipes municipais são algumas das medidas solicitadas pela comunidade. A Praça Palestina é utilizada por moradores de diferentes regiões da cidade. A preservação do local é considerada importante para garantir opções de esporte, lazer e convivência para a população. Até o momento do relato, não havia informação sobre uma nova abordagem realizada no espaço. Os moradores aguardam uma posição dos órgãos responsáveis e a adoção de providências que apresentem resultados mais duradouros. O Pelotas Notícias preservará a identidade da pessoa que encaminhou as imagens e seguirá acompanhando a situação. Envie sua notícia para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.