ABSOLUTAMENTE TUDO SOBRE PELOTAS

Ação contra o tráfico de drogas termina com três homens presos e veículo recolhido na Vila Princesa

Três homens teriam sido presos durante uma ação da Brigada Militar realizada no bairro Vila Princesa, em Pelotas, após o recebimento de uma denúncia anônima relacionada à possível comercialização de entorpecentes na região. A ocorrência também teria resultado na apreensão de drogas e no recolhimento de um veículo que seria utilizado para o transporte das substâncias. As informações foram divulgadas inicialmente pelo perfil @nene_pelotas, responsável pela publicação original sobre a ocorrência. O Pelotas Notícias busca a confirmação dos dados e informações complementares junto aos órgãos de segurança responsáveis pelo atendimento. De acordo com o relato publicado, duas guarnições da Brigada Militar foram mobilizadas após uma denúncia indicar que um homem estaria realizando entregas de entorpecentes durante a manhã no bairro Vila Princesa. As equipes se deslocaram até o endereço informado e localizaram um dos suspeitos. Durante a abordagem, os policiais teriam encontrado com ele uma quantidade de substâncias entorpecentes. A publicação não detalhou o tipo de droga, a quantidade apreendida ou a forma como o material estava acondicionado. Ainda segundo as informações divulgadas, elementos reunidos durante a primeira abordagem teriam permitido que os policiais identificassem outros dois homens que também estariam envolvidos com a comercialização de drogas na região. As equipes seguiram com as diligências e localizaram os demais suspeitos. Ao final da ação, três homens teriam recebido voz de prisão. Um veículo apontado como utilizado para o transporte dos entorpecentes também foi recolhido. Não foram divulgados o modelo, a marca, a placa ou outras características que permitam identificar o automóvel. Após as prisões, os três homens foram encaminhados para uma unidade de saúde, procedimento normalmente realizado para a avaliação das condições físicas dos envolvidos antes da apresentação à autoridade policial. Posteriormente, os suspeitos foram conduzidos à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Pelotas, onde a ocorrência foi registrada e os fatos apresentados para análise da Polícia Civil. A autoridade policial é responsável por avaliar os elementos apresentados pelas equipes, verificar o enquadramento legal da ocorrência e definir os procedimentos seguintes. A prisão em flagrante ainda precisa ser analisada dentro dos procedimentos previstos na legislação. Os envolvidos possuem direito ao contraditório e à ampla defesa, e a responsabilidade criminal somente poderá ser definida ao final do processo. Até o momento, não foram informadas as idades ou as identidades dos três homens. Também não há confirmação oficial sobre antecedentes criminais ou sobre a função que cada suspeito teria exercido na possível comercialização dos entorpecentes. A publicação original afirma que um dos homens seria conhecido na região e supostamente se apresentaria como uma liderança local. Essa informação, entretanto, não foi confirmada oficialmente e não permite concluir qualquer posição ou participação sem a conclusão da investigação. A quantidade mencionada na publicação como apreendida também não foi detalhada. Somente a divulgação do registro oficial ou de uma nota da Brigada Militar poderá confirmar o peso, o tipo das substâncias e os demais materiais encontrados durante a ação. O veículo recolhido deverá passar pelos procedimentos previstos, podendo ser analisado para verificar se possuía relação com o transporte de drogas ou com outras atividades investigadas. A ocorrência poderá resultar na abertura de inquérito policial para apurar a origem dos entorpecentes, a possível participação de outras pessoas e a existência de uma estrutura de distribuição no bairro. As investigações também poderão analisar telefones celulares, mensagens, registros de deslocamento e outros elementos eventualmente apreendidos, desde que exista autorização e sejam respeitados os procedimentos legais. Denúncias anônimas podem auxiliar as forças de segurança na identificação de situações suspeitas, mas precisam ser verificadas por meio de diligências e da reunião de provas. A denúncia, de forma isolada, não representa comprovação de crime. O Pelotas Notícias reforça que os dados disponíveis até o momento foram publicados pelo perfil @nene_pelotas. A reportagem busca contato com os órgãos competentes para confirmar o número de presos, o material apreendido e as circunstâncias completas da ocorrência. Esta matéria poderá ser atualizada caso a Brigada Militar, a Polícia Civil ou outro órgão responsável divulgue novas informações sobre a ação realizada na Vila Princesa. Informações e publicação original: @nene_pelotas Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Homem de 61 anos é preso preventivamente após investigação de crimes sexuais em Capão do Leão

A Polícia Civil, por intermédio da Delegacia de Polícia de Capão do Leão, concluiu uma investigação envolvendo graves violações de direitos e suspeitas de crimes sexuais praticados contra três vítimas em situação de vulnerabilidade pertencentes à mesma família. A apuração resultou na prisão preventiva de um homem de 61 anos, determinada pelo Poder Judiciário após representação apresentada pela autoridade policial responsável pelo caso. De acordo com as informações reunidas durante a investigação, as vítimas são uma criança que tinha 11 anos no período em que os fatos teriam ocorrido e atualmente está com 12 anos, uma adolescente de 14 anos e uma mulher de 30 anos. Os nomes, endereços e demais informações que possam permitir a identificação das vítimas não serão divulgados, em respeito à legislação e à necessidade de proteção das pessoas envolvidas. A investigação teve início depois que comunicações foram encaminhadas às autoridades por uma instituição de ensino e pelo Conselho Tutelar. Os relatos indicavam a possível existência de episódios de violência e a exposição das vítimas a um ambiente familiar classificado como de elevado risco. A partir das informações recebidas, a Polícia Civil instaurou o procedimento investigativo para verificar as circunstâncias e reunir elementos que pudessem confirmar ou afastar as suspeitas apresentadas. Durante as diligências, foram realizadas oitivas de testemunhas e pessoas que poderiam contribuir para o esclarecimento dos fatos. Os agentes também reuniram documentos e analisaram registros anteriores relacionados ao investigado. Esse conjunto de providências permitiu que a Polícia Civil reconstruísse parte do contexto familiar e verificasse a existência de possíveis situações anteriores envolvendo o homem. A apuração constatou que o investigado já possuía antecedentes relacionados à prática de crime sexual da mesma natureza contra uma integrante da própria família. Segundo as informações divulgadas, ele se encontrava cumprindo pena em regime de prisão domiciliar quando os novos fatos passaram a ser investigados pela Delegacia de Polícia de Capão do Leão. A prisão preventiva não representa uma condenação definitiva. A medida cautelar pode ser determinada pelo Poder Judiciário durante a investigação ou o processo quando são identificados os requisitos previstos na legislação, como a necessidade de resguardar as vítimas, evitar interferências na produção das provas, impedir a continuidade de possíveis práticas criminosas ou garantir a aplicação da lei penal. Com os elementos reunidos ao longo da investigação, a autoridade policial apresentou ao Judiciário o pedido de prisão preventiva. Após a análise das informações, a medida foi autorizada e cumprida pela Polícia Civil. O investigado ficará à disposição da Justiça enquanto o caso avança para as próximas etapas legais. Casos envolvendo crianças, adolescentes e pessoas em situação de vulnerabilidade exigem atuação cuidadosa dos órgãos responsáveis. Além do trabalho policial, a rede de proteção pode envolver o Conselho Tutelar, instituições de ensino, serviços de assistência social, profissionais de saúde e demais setores responsáveis pelo acolhimento e acompanhamento das vítimas. A comunicação de suspeitas às autoridades é considerada fundamental para permitir que as situações sejam verificadas e que medidas de proteção sejam adotadas. Denúncias relacionadas à violência contra crianças e adolescentes podem ser encaminhadas aos órgãos de segurança, ao Conselho Tutelar ou ao Disque 100. Em situações de emergência ou risco imediato, a orientação é procurar as forças de segurança. A investigação conduzida em Capão do Leão foi concluída na esfera policial, mas o caso ainda seguirá os trâmites do sistema de Justiça. O investigado terá assegurados o contraditório e a ampla defesa, enquanto as vítimas deverão permanecer amparadas pelas medidas de proteção cabíveis. Por envolver crimes de natureza sexual e pessoas vulneráveis, informações adicionais sobre o conteúdo dos depoimentos, locais e dinâmica detalhada dos fatos serão preservadas. Essa cautela busca evitar a exposição das vítimas e possíveis prejuízos ao andamento do processo. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Homem é preso duas vezes em menos de 30 horas durante operações da Polícia Civil em Dom Pedrito

Um homem foi preso em flagrante duas vezes em um intervalo inferior a 30 horas durante ações realizadas pela Polícia Civil de Dom Pedrito. A prisão mais recente ocorreu durante uma tentativa de golpe envolvendo falsos comprovantes de Pix contra uma empresa do ramo de alimentação situada na região central do município. Na mesma ocorrência, um segundo suspeito também foi detido. A ação foi conduzida por policiais civis da Delegacia de Polícia de Dom Pedrito, sob coordenação do delegado Luís Alexandre Borba Camargo, com apoio de equipes da Brigada Militar. Conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, a empresa vinha registrando prejuízos ao longo de vários dias após receber comprovantes falsos de transferências realizadas por meio do Pix. Os suspeitos efetuavam pedidos, apresentavam os documentos como se os pagamentos tivessem sido concluídos e, posteriormente, retiravam os produtos. Um dos episódios anteriores teria ocorrido no dia 14. Após perceberem que os valores não haviam sido efetivamente transferidos, funcionários da empresa procuraram a delegacia para registrar a ocorrência e apresentar os elementos disponíveis. Enquanto o registro policial estava sendo realizado, os suspeitos teriam tentado aplicar novamente o mesmo golpe. A empresa recebeu um novo pedido acompanhado de outro suposto comprovante de pagamento, o que permitiu que os agentes acompanhassem a situação em tempo real. Suspeitos foram monitorados durante nova tentativa Ao serem informados sobre a nova movimentação, os policiais civis iniciaram o monitoramento da tentativa de retirada dos produtos. A Brigada Militar foi chamada para auxiliar na abordagem e na segurança da ocorrência. Os dois homens foram detidos no momento em que, conforme a investigação, tentavam retirar os produtos utilizando mais um comprovante falso de Pix. Imagens analisadas pelos investigadores teriam mostrado que um dos presos era o mesmo homem que já havia comparecido anteriormente ao estabelecimento. Esse elemento deverá ser reunido aos demais documentos, depoimentos e registros relacionados aos golpes denunciados pela empresa. Os materiais recolhidos serão analisados durante a continuidade do inquérito. A Polícia Civil deverá verificar a quantidade de golpes praticados, o valor total do prejuízo e a possível participação de outras pessoas. Também será apurado se os suspeitos utilizaram o mesmo método contra outros estabelecimentos comerciais do município ou da região. Um dos presos havia sido detido no dia anterior Um dos aspectos que chamou a atenção das autoridades foi o fato de um dos homens já ter sido preso em flagrante menos de 30 horas antes. Na quinta-feira (16), ele havia sido alvo de um mandado de busca cumprido pela Delegacia de Polícia de Dom Pedrito durante uma investigação relacionada ao tráfico de drogas. Durante a ação, os policiais localizaram entorpecentes e dinheiro. O homem foi conduzido à delegacia e autuado em flagrante, mas acabou liberado ainda no mesmo dia após decisão judicial. Conforme a Polícia Civil, o suspeito também havia sido preso em 2025 em outra ocorrência relacionada ao tráfico de drogas. A existência de registros anteriores, entretanto, não representa condenação automática no caso mais recente. Cada fato precisa ser analisado separadamente, com respeito ao direito de defesa e às garantias previstas na legislação. Delegado solicita nova prisão preventiva Após a segunda prisão em flagrante, o delegado Luís Alexandre Borba Camargo representou novamente pela decretação da prisão preventiva do investigado. O pedido será analisado pelo Poder Judiciário, que deverá avaliar os fundamentos apresentados pela Polícia Civil, a documentação reunida e os requisitos previstos na legislação. A prisão preventiva é uma medida cautelar e pode ser decretada durante uma investigação ou processo quando a Justiça entende que existem elementos suficientes para justificar a restrição da liberdade antes do julgamento. Entre as situações analisadas podem estar a necessidade de garantir a ordem pública, preservar a investigação, evitar interferências na coleta de provas ou assegurar a aplicação da lei penal. A decisão sobre a manutenção do homem no sistema prisional caberá exclusivamente ao Poder Judiciário. Golpes com comprovantes falsos exigem atenção O caso reforça a necessidade de comerciantes e prestadores de serviços confirmarem diretamente no aplicativo ou na conta bancária se o valor foi efetivamente recebido antes de liberar produtos. Comprovantes enviados por mensagens podem ser adulterados ou criados digitalmente para apresentar dados semelhantes aos documentos emitidos por instituições financeiras. A confirmação deve ser feita por meio do extrato bancário ou da notificação oficial do banco. Apenas a imagem do comprovante não garante que a transferência tenha sido concluída. Empresas também devem preservar conversas, números de telefone, imagens de câmeras, dados dos pedidos e documentos encaminhados pelos suspeitos. Esses registros podem auxiliar a polícia na identificação dos envolvidos e na comprovação dos prejuízos. Em caso de tentativa ou consumação de golpe, a orientação é não confrontar os suspeitos e comunicar imediatamente as forças de segurança. Os dois homens presos foram apresentados à autoridade policial para os procedimentos legais. A investigação continuará para esclarecer todos os episódios relatados pela empresa e identificar possíveis outras vítimas. A prisão em flagrante não representa condenação definitiva. Os investigados possuem direito à defesa, e eventual responsabilidade criminal será definida após o avanço do inquérito e as decisões do Poder Judiciário. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Força Tática prende duas pessoas e apreende drogas, armas e munições no bairro Fragata

Duas pessoas foram presas durante uma ação policial realizada na quinta-feira (16), no bairro Fragata, em Pelotas. A ocorrência foi atendida por policiais militares da Força Tática do 4º Batalhão de Polícia Militar e resultou na apreensão de entorpecentes, armas, munições, equipamentos e outros materiais que, conforme o registro, estariam relacionados ao tráfico de drogas. Durante as diligências realizadas no local, os agentes localizaram aproximadamente 4,5 quilos de maconha e uma porção de substância com características semelhantes a skunk. Todo o material foi recolhido e apresentado às autoridades responsáveis para os procedimentos legais e para a realização das análises necessárias. Além das drogas, os policiais apreenderam três armas de fogo: uma pistola calibre 7.65 e dois revólveres calibre .38. Também foi localizada uma espingarda de pressão que, segundo as informações divulgadas, teria sido adulterada para utilizar munição calibre .22. A alteração de uma arma de pressão para o disparo de munições representa uma situação que deverá ser analisada pela perícia. O exame técnico poderá confirmar as características do equipamento, o calibre utilizado e as condições em que ele se encontrava no momento da apreensão. Os policiais recolheram ainda munições de diferentes calibres. Parte delas estava organizada em embalagens, enquanto outras foram encontradas junto às armas apreendidas. A quantidade exata e a classificação completa do material deverão constar no registro policial e nos laudos elaborados posteriormente. Também foram encontradas balanças de precisão, aparelhos celulares, máquinas de cartão, dinheiro e outros objetos. Conforme a ocorrência, esses materiais podem contribuir para a investigação sobre a possível comercialização de entorpecentes e sobre a movimentação financeira relacionada aos fatos apurados. As balanças de precisão são frequentemente analisadas em ocorrências envolvendo drogas porque podem ser utilizadas para separar e fracionar substâncias. Já os celulares e as máquinas de cartão poderão passar por avaliação, desde que exista autorização judicial e necessidade para o avanço das investigações. A apreensão dos equipamentos não representa, por si só, a conclusão sobre a participação individual das pessoas detidas. A responsabilidade de cada envolvido será definida a partir das provas reunidas, dos depoimentos, dos exames periciais e das demais etapas do procedimento policial e judicial. Aves silvestres foram encontradas no local Durante a averiguação, os policiais também localizaram aves silvestres mantidas em cativeiro. Diante da situação, a Patrulha Ambiental da Brigada Militar foi acionada para realizar o atendimento específico relacionado aos animais. Os agentes da Polícia Ambiental adotaram os procedimentos cabíveis, que podem incluir identificação das espécies, avaliação das condições em que as aves eram mantidas e definição sobre a destinação adequada. A manutenção de animais silvestres em cativeiro sem autorização pode configurar infração ambiental. A análise do caso ficará sob responsabilidade dos órgãos competentes, que deverão verificar a existência de documentação e as circunstâncias encontradas durante a ação. A presença das aves originou um atendimento paralelo à ocorrência relacionada às drogas e às armas. Os procedimentos ambientais seguirão de forma independente, conforme a legislação aplicável e as informações reunidas pela equipe da Patrulha Ambiental. Presos foram apresentados na delegacia Após a conclusão das diligências, as duas pessoas presas foram encaminhadas para atendimento médico, procedimento realizado antes da apresentação formal à autoridade policial. Posteriormente, os detidos foram conduzidos à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Pelotas. Todo o material apreendido foi apresentado junto com a ocorrência para registro e avaliação da Polícia Civil. Na delegacia, a autoridade responsável analisou as circunstâncias da prisão, os objetos recolhidos e as informações apresentadas pelos policiais militares. A partir dessa avaliação, foram adotadas as medidas previstas na legislação. As drogas deverão ser encaminhadas para perícia, responsável por confirmar o tipo e a quantidade das substâncias. As armas e munições também poderão passar por exames destinados a verificar o funcionamento, a origem e uma possível utilização em outros crimes. Os celulares e demais equipamentos poderão auxiliar no aprofundamento das investigações, caso a autoridade policial entenda que o conteúdo possui relação com os fatos apurados e obtenha as autorizações necessárias. A investigação deverá verificar a origem das drogas, o destino do material e a possível participação de outras pessoas. Também poderá ser analisado se os suspeitos atuavam de forma isolada ou se existia ligação com um grupo envolvido na comercialização de entorpecentes. O caso permanece sob apuração. As pessoas presas possuem direito à defesa e somente poderão ser responsabilizadas definitivamente após o devido processo legal. A ação integra o trabalho realizado pelas forças de segurança para combater o tráfico de drogas, a posse irregular de armas e outros crimes relacionados. Novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades conforme o avanço das investigações. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Mãe é presa preventivamente em investigação sobre morte de bebê no bairro Fragata

A Polícia Civil cumpriu, durante a madrugada deste sábado (18), uma ordem de prisão preventiva contra a mãe de um bebê de 1 ano e 7 meses encontrado sem vida no interior de uma residência localizada no bairro Fragata, em Pelotas. A medida judicial integra a investigação aberta para esclarecer as circunstâncias da morte da criança, registrada durante a madrugada de sexta-feira (17). A mulher foi localizada por agentes policiais na região da Vila Gotuzzo. Imagens divulgadas mostram o momento em que ela é conduzida por uma policial até uma viatura. A identidade da investigada não será divulgada pelo Pelotas Notícias, considerando que o caso envolve uma criança e permanece sob apuração. Conforme as informações divulgadas sobre o cumprimento da ordem judicial, a mulher foi inicialmente encaminhada para atendimento em uma unidade de saúde. Depois da avaliação, ela foi apresentada na Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento, onde foram realizados os procedimentos legais relacionados ao mandado de prisão. Após o registro e as formalidades previstas, a investigada foi encaminhada ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça. A prisão preventiva foi expedida no âmbito da investigação conduzida pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, unidade especializada responsável pela apuração do caso. A prisão preventiva possui natureza cautelar e pode ser determinada pelo Poder Judiciário durante uma investigação ou processo quando são identificados os requisitos estabelecidos pela legislação. A medida não representa condenação antecipada, e a responsabilidade criminal somente poderá ser definida após o avanço das investigações, a análise das provas e as decisões judiciais cabíveis. Criança foi encontrada sem vida dentro de residência A ocorrência teve início na madrugada de sexta-feira, quando equipes de emergência foram acionadas para atender uma situação envolvendo uma criança dentro de uma residência no bairro Fragata. Ao chegarem ao endereço, os profissionais encontraram o bebê já sem sinais vitais. A área foi preservada para o trabalho das autoridades e para a realização dos procedimentos necessários à investigação. Segundo informações preliminares divulgadas após o atendimento, teriam sido observadas marcas no corpo da criança. Essa circunstância levou ao aprofundamento da apuração e à solicitação de exames periciais, que deverão auxiliar na definição da causa da morte. A existência de marcas, isoladamente, não permite estabelecer a dinâmica dos fatos nem atribuir responsabilidade criminal. A conclusão dependerá dos laudos periciais, dos depoimentos, da análise do local, do histórico de atendimento e de outros elementos que forem reunidos ao longo do inquérito. O corpo da criança foi encaminhado para os exames necessários. Os resultados deverão ser analisados pela equipe responsável pela investigação e poderão contribuir para esclarecer se as marcas possuem relação direta com o falecimento ou se decorreram de outras circunstâncias. Investigação permanece em andamento A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente segue responsável por reunir informações sobre o caso. Entre as diligências que podem ser realizadas estão a tomada de depoimentos de familiares, vizinhos e profissionais que tiveram contato com a criança, além da análise de documentos, registros médicos e eventuais imagens de câmeras existentes na região. Também deverá ser reconstruída a sequência de acontecimentos registrada nas horas anteriores ao acionamento das equipes de emergência. Essa etapa é considerada importante para definir quando a criança foi vista com vida pela última vez, quem estava na residência e quais medidas foram adotadas antes da chegada do socorro. Até o momento, a Polícia Civil não tornou públicos os fundamentos apresentados à Justiça para solicitar a prisão preventiva. Também não foram divulgados detalhes sobre os elementos já reunidos no inquérito, medida que pode estar relacionada à necessidade de preservar as diligências ainda em andamento. A investigação deverá esclarecer a causa da morte e verificar se houve alguma conduta criminosa. Caso sejam identificadas responsabilidades, os elementos serão encaminhados ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para as providências previstas na legislação. A defesa da mulher poderá apresentar sua manifestação e solicitar a revisão da medida cautelar pelos meios legais. Durante todo o processo, devem ser respeitados o direito de defesa, a presunção de inocência e as garantias constitucionais. Identidade da criança permanece preservada O Pelotas Notícias não divulgará o nome, imagens ou outras informações que permitam identificar a criança. A preservação está relacionada às normas de proteção à infância e ao cuidado necessário em ocorrências que envolvem vítimas menores de idade. Também é importante evitar a divulgação de conteúdos que exponham familiares, endereços ou detalhes sensíveis sem confirmação oficial. Informações precipitadas podem comprometer a investigação, ampliar o sofrimento das pessoas envolvidas e gerar acusações antes da conclusão dos trabalhos policiais. O caso provoca forte comoção, mas exige responsabilidade na divulgação. A definição sobre o que ocorreu deverá ser baseada nos resultados da perícia e nos demais elementos formalmente reunidos pelas autoridades. Até a publicação desta matéria, não havia sido divulgado um laudo conclusivo sobre a causa da morte. A Polícia Civil também não informou se outras pessoas são investigadas ou se novas medidas judiciais poderão ser solicitadas. O inquérito permanece em andamento. Novas informações poderão ser divulgadas oficialmente conforme o avanço das diligências e a autorização das autoridades responsáveis. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Justiça converte em preventivas prisões realizadas durante a Operação Lama de Ouro

As prisões em flagrante efetuadas durante a Operação Lama de Ouro foram convertidas em prisões preventivas na manhã desta sexta-feira, por decisão do Poder Judiciário. A informação foi divulgada pela delegada Paula Vieira Garcia, titular da 9ª Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Rurais e Abigeato, unidade responsável pela investigação. A decisão judicial determina que os investigados permaneçam presos durante o andamento das apurações. A prisão preventiva não representa uma condenação antecipada, mas é uma medida cautelar que pode ser aplicada pela Justiça quando estão presentes os requisitos previstos na legislação. Conforme a Polícia Civil, a conversão das prisões reforça a gravidade dos fatos apurados no âmbito da operação e permite a continuidade das diligências destinadas a esclarecer a atuação do grupo investigado. A Operação Lama de Ouro apura um esquema relacionado ao desvio sistemático de fertilizantes. As investigações buscam estabelecer como os produtos eram retirados, qual era a participação de cada investigado e qual destino era dado ao material desviado. A partir dos elementos já reunidos, os agentes deverão aprofundar a análise de documentos, depoimentos, equipamentos e demais materiais eventualmente apreendidos durante as diligências. Esses procedimentos poderão ajudar na reconstrução da dinâmica dos fatos e na identificação de outras pessoas que possam ter participado do esquema. Um dos principais objetivos da nova fase da investigação é localizar eventuais receptadores. A Polícia Civil pretende identificar pessoas ou estabelecimentos que possam ter adquirido, armazenado, transportado ou comercializado os fertilizantes de origem supostamente ilícita. A apuração também busca esclarecer se os fatos eram praticados de forma isolada ou se havia divisão de tarefas entre integrantes do grupo. A hipótese investigada envolve uma possível estrutura organizada para viabilizar a retirada e a posterior destinação dos produtos. A manutenção das prisões pode contribuir para a preservação das diligências ainda em andamento, especialmente diante da possibilidade de surgirem novos nomes, movimentações financeiras, locais de armazenamento ou outras informações relevantes para o inquérito. A 9ª Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Rurais e Abigeato atua de forma especializada no enfrentamento de delitos que atingem propriedades rurais, produtores, empresas ligadas ao setor agropecuário e cadeias de armazenamento e transporte de produtos. Crimes envolvendo insumos agrícolas podem provocar prejuízos que ultrapassam o valor direto dos materiais desviados. Dependendo das circunstâncias, também podem afetar o planejamento das atividades produtivas, comprometer o abastecimento e gerar perdas para empresas e trabalhadores que dependem desses produtos. Além da identificação dos responsáveis pelo desvio, as investigações devem buscar compreender todo o percurso dos fertilizantes. Isso inclui verificar a possível existência de intermediários, compradores e outros integrantes que tenham contribuído para a circulação do material. A Polícia Civil ainda deverá analisar se existem outros episódios relacionados ao mesmo grupo ou se os fatos investigados fazem parte de uma sequência de ações praticadas ao longo de determinado período. A conversão da prisão em flagrante para preventiva ocorreu após análise do Poder Judiciário. Durante essa etapa, são considerados os elementos apresentados pelas autoridades e as circunstâncias verificadas desde o início da ocorrência. Os investigados permanecem com seus direitos assegurados e terão acesso à defesa durante todas as fases do processo. As responsabilidades individuais deverão ser definidas a partir das provas reunidas no inquérito e das decisões tomadas posteriormente pela Justiça. A Polícia Civil informou que seguirá trabalhando até a completa elucidação dos fatos. Novas diligências poderão ser realizadas conforme o avanço das apurações, inclusive com o cumprimento de outras medidas judiciais, caso sejam consideradas necessárias. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre novos suspeitos identificados ou sobre a recuperação de outros materiais. A investigação permanece em andamento e novos detalhes poderão ser apresentados oficialmente nas próximas etapas da Operação Lama de Ouro. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Trabalhador sem vida após acidente durante atividade profissional em Pelotas

Um trabalhador foi encontrado sem vida após um acidente registrado durante uma atividade profissional na tarde desta sexta-feira (17), em Pelotas. A ocorrência mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, Corpo de Bombeiros, Brigada Militar, Polícia Civil e perícia criminal. Conforme informações preliminares encaminhadas ao Pelotas Notícias, o acidente teria acontecido por volta das 13h. Quando as equipes de emergência chegaram, a vítima já se encontrava sem sinais vitais. A identidade do trabalhador será preservada neste primeiro momento, assim como o endereço exato da ocorrência e o nome da empresa. A medida busca respeitar os familiares e evitar a divulgação de informações que ainda não foram oficialmente confirmadas pelas autoridades responsáveis. Imagens registradas no local mostram a presença de um caminhão, uma empilhadeira e diferentes materiais utilizados na atividade profissional. Entretanto, ainda não existem elementos suficientes para afirmar como o acidente ocorreu ou se algum dos equipamentos esteve diretamente envolvido. Equipes de emergência foram mobilizadas O atendimento reuniu diferentes órgãos de emergência e segurança pública. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência foi acionado para prestar atendimento à vítima. O Corpo de Bombeiros também compareceu ao local para auxiliar na ocorrência e nas ações necessárias para o acesso e a retirada do trabalhador. A Brigada Militar atuou no apoio e na preservação da área até a chegada das equipes responsáveis pelos procedimentos de investigação. A Polícia Civil e a perícia criminal também foram chamadas para avaliar o cenário e reunir informações que possam esclarecer a dinâmica do acidente. O trabalho pericial poderá incluir a análise da posição dos equipamentos, das condições de segurança, da carga transportada, do local onde a vítima foi encontrada e de eventuais marcas presentes nas estruturas. Circunstâncias ainda serão esclarecidas Até o momento, não há uma versão oficial sobre a sequência dos acontecimentos. As imagens disponíveis mostram trabalhadores e socorristas próximos à parte traseira de um caminhão, além de uma empilhadeira posicionada ao lado do veículo. Esses elementos, porém, não permitem concluir de que maneira ocorreu o acidente. Não é possível afirmar se a vítima foi atingida por algum objeto, sofreu queda, ficou presa entre estruturas ou passou por outra situação durante a atividade. A causa da morte e a responsabilidade pelo acidente dependerão dos resultados da perícia, dos depoimentos e da análise das condições do ambiente de trabalho. Funcionários que presenciaram a ocorrência poderão ser ouvidos. Também poderão ser verificadas imagens de câmeras de segurança, registros internos, orientações de trabalho e documentos relacionados à operação realizada no momento do acidente. Local foi preservado para a perícia A preservação do local é uma etapa importante em ocorrências envolvendo mortes durante atividades profissionais. A movimentação de equipamentos, materiais ou veículos antes da chegada dos peritos pode alterar elementos necessários para a compreensão dos fatos. Por esse motivo, a área deve permanecer isolada até a conclusão dos primeiros levantamentos. Os peritos poderão produzir fotografias, realizar medições, identificar marcas e verificar o posicionamento dos objetos encontrados. O material reunido deverá integrar o procedimento de investigação e poderá contribuir para determinar se houve falha mecânica, erro operacional, ausência de equipamento de proteção ou outra circunstância. Identidade e empresa serão preservadas O Pelotas Notícias não divulgará o nome da vítima antes da confirmação oficial e da comunicação aos familiares. O nome da empresa também será preservado enquanto não houver esclarecimento sobre a dinâmica da ocorrência e eventual responsabilidade. A existência de um acidente dentro ou nas proximidades de um ambiente profissional não permite concluir automaticamente que houve negligência ou descumprimento das normas de segurança. Qualquer responsabilização dependerá da apuração técnica e jurídica. A cautela é necessária para evitar acusações antecipadas e garantir que todas as pessoas envolvidas tenham seus direitos respeitados. Acidentes de trabalho exigem investigação técnica Mortes registradas durante atividades profissionais podem ser analisadas por diferentes instituições. Além da investigação policial, órgãos relacionados à fiscalização trabalhista poderão verificar as condições de segurança, os procedimentos adotados e o cumprimento das normas aplicáveis. Entre os pontos que podem ser analisados estão a capacitação dos trabalhadores, a utilização de equipamentos de proteção individual, a manutenção das máquinas e a organização do local. Também poderá ser verificado se existiam procedimentos específicos para movimentação de cargas, operação de empilhadeiras e acesso aos caminhões. Essas avaliações são importantes para determinar se o acidente foi provocado por falha humana, problema mecânico, inadequação estrutural ou uma combinação de fatores. Imagens não permitem conclusão antecipada O vídeo encaminhado à reportagem mostra o trabalho das equipes e a presença dos equipamentos no local. Apesar disso, as gravações foram feitas depois do acidente e não registram o momento exato em que ele ocorreu. Por essa razão, não devem ser utilizadas isoladamente para atribuir culpa ou reconstruir toda a dinâmica. A apuração deverá considerar o conjunto das informações, incluindo laudos, depoimentos, registros e possíveis imagens produzidas antes ou durante a ocorrência. O compartilhamento de versões sem confirmação pode causar sofrimento adicional aos familiares e prejudicar o trabalho das autoridades. Caso deverá continuar sendo apurado Após os procedimentos iniciais, o corpo deverá ser encaminhado para os exames necessários. O resultado poderá auxiliar na identificação da causa da morte e na análise da compatibilidade entre as lesões e as circunstâncias encontradas no local. A Polícia Civil deverá reunir o material produzido pela perícia e ouvir as pessoas que possam contribuir com a investigação. Caso sejam identificados indícios de crime, o procedimento poderá avançar para a responsabilização dos envolvidos. Se a análise apontar que se tratou de um acidente sem conduta criminal, essa conclusão também deverá ser registrada oficialmente. O Pelotas Notícias acompanha a ocorrência e atualizará a matéria quando houver novas informações confirmadas pelas autoridades. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Polícia Civil investiga morte de criança em residência no bairro Fragata, em Pelotas

A Polícia Civil deverá investigar as circunstâncias da morte de uma criança registrada durante a madrugada desta sexta-feira (17), em uma residência localizada no bairro Fragata, em Pelotas. A ocorrência mobilizou profissionais do atendimento de emergência, policiais militares e uma equipe da Polícia Civil. A identidade da vítima, o endereço exato e os nomes das pessoas envolvidas serão preservados. A medida busca respeitar a dignidade da criança, proteger os familiares e evitar a exposição indevida de informações relacionadas a um caso que ainda se encontra em fase inicial de apuração. Conforme os dados preliminares disponíveis, uma equipe de atendimento médico foi acionada para prestar socorro na residência. Após a avaliação, foi constatado que a criança já estava sem vida. A Brigada Militar também foi chamada para prestar apoio durante o atendimento. Posteriormente, a Polícia Civil compareceu ao local para realizar os primeiros procedimentos e reunir informações que poderão auxiliar na investigação. Marcas observadas no corpo serão analisadas O registro inicial da ocorrência menciona a existência de diferentes marcas no corpo da criança. Neste momento, não é possível afirmar a origem, o momento ou as circunstâncias em que essas lesões teriam sido provocadas. A presença de marcas, por si só, não permite uma conclusão automática sobre eventual agressão ou responsabilidade de qualquer pessoa. Caberá aos investigadores, com apoio de exames técnicos e depoimentos, esclarecer se as lesões possuem relação com a morte, se ocorreram de forma acidental ou se estão associadas a outro tipo de situação. A causa da morte também ainda não foi oficialmente determinada. As informações iniciais deverão ser confrontadas com os resultados dos exames, com a avaliação médica e com os demais elementos reunidos ao longo da apuração. Por esse motivo, qualquer conclusão antecipada poderá comprometer a compreensão dos fatos e expor pessoas sem que existam provas suficientes. Condições anteriores de saúde também serão apuradas Entre os pontos que deverão ser analisados estão as condições de saúde apresentadas pela criança nos dias anteriores à morte. Informações preliminares registradas durante o atendimento indicam que a vítima estaria doente e apresentava dificuldades para se alimentar. A investigação deverá verificar quando os sintomas começaram, quais sinais foram observados, se houve tentativa de procurar atendimento médico e se existiam outros fatores relacionados ao estado de saúde da criança. Esses elementos são importantes para determinar se a morte ocorreu em razão de uma doença, de uma complicação não identificada ou de outra circunstância. A Polícia Civil poderá solicitar prontuários, registros de atendimentos anteriores, exames, documentos e informações de profissionais que tenham acompanhado a criança. Também poderão ser ouvidos familiares, vizinhos e outras pessoas que mantinham contato frequente com a vítima. Caso foi encaminhado para delegacia especializada A ocorrência deverá ser apurada pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente. A unidade especializada possui atribuição para investigar situações que envolvam crianças e adolescentes, especialmente quando existem dúvidas sobre possíveis violações de direitos, abandono, maus-tratos, negligência ou outras condutas previstas na legislação. O encaminhamento para a delegacia especializada não significa que algum crime já tenha sido confirmado. O procedimento permite que o caso seja analisado por uma equipe com experiência nesse tipo de investigação, respeitando as regras específicas de proteção à infância. Durante a apuração, os policiais poderão solicitar novas diligências, ouvir testemunhas e analisar documentos, imagens e informações relacionadas ao atendimento. O resultado dependerá do conjunto de provas reunidas. Nenhuma responsabilidade pode ser atribuída neste momento As informações disponíveis ainda são preliminares. Não há, até o momento, elementos suficientes para atribuir responsabilidade criminal a familiares ou a qualquer outra pessoa. A investigação deverá considerar diferentes hipóteses e verificar se houve omissão de cuidado, agressão, acidente, doença ou outra causa capaz de explicar a morte. Somente depois da análise completa dos fatos será possível determinar se ocorreu crime e quem poderá ser responsabilizado. A divulgação de acusações sem comprovação pode provocar danos irreversíveis e prejudicar tanto a investigação quanto pessoas que ainda não tiveram qualquer responsabilidade demonstrada. Por essa razão, o caso deve ser tratado com cautela, respeito e compromisso com a presunção de inocência. Proteção da identidade da criança A legislação brasileira estabelece proteção especial à identidade de crianças e adolescentes envolvidos em ocorrências policiais, investigações e processos judiciais. A exposição do nome, da imagem, do endereço ou de informações que permitam a identificação da vítima pode provocar sofrimento adicional aos familiares e violar direitos garantidos pelo Estatuto da Criança e do Adolescente. O Pelotas Notícias não divulgará o nome da criança, o número da residência ou dados que permitam a identificação direta das pessoas envolvidas. A decisão também considera a sensibilidade do caso e o fato de que a investigação ainda está em andamento. Apuração deverá esclarecer dinâmica e causa da morte Entre as principais questões que deverão ser esclarecidas estão a causa da morte, a origem das marcas encontradas no corpo, as condições de saúde da criança nos dias anteriores e as providências adotadas pelas pessoas responsáveis. Também deverá ser verificado se existiam registros anteriores de atendimento médico, acompanhamento social ou outras situações relevantes. Os resultados dos exames e das diligências serão fundamentais para estabelecer uma linha do tempo e compreender o que ocorreu antes do acionamento dos serviços de emergência. A Polícia Civil poderá encaminhar o procedimento ao Ministério Público após a conclusão das investigações. Caso sejam identificados indícios de crime, a autoridade policial poderá solicitar medidas adicionais e responsabilizar os envolvidos conforme a legislação. Se não forem encontrados elementos que indiquem conduta criminosa, o inquérito poderá ser concluído com essa informação. Caso exige respeito e responsabilidade A morte de uma criança provoca forte comoção e gera questionamentos legítimos da comunidade. No entanto, a gravidade da situação exige cuidado na divulgação e no compartilhamento das informações. Conteúdos com nomes, fotografias, documentos, endereços ou acusações não confirmadas podem aumentar o sofrimento das pessoas envolvidas e prejudicar o trabalho das autoridades. A orientação é aguardar as informações oficiais que serão divulgadas após o avanço da investigação. O Pelotas Notícias acompanhará o caso e publicará novas informações quando houver confirmações das autoridades

Homem é condenado a 6 anos e 8 meses por maus-tratos contra 12 cães em Piratini

Um homem de 41 anos foi condenado pela Justiça pelo crime de maus-tratos contra 12 cães no município de Piratini. A sentença estabeleceu uma pena de seis anos e oito meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, além do pagamento de multa e de indenização por danos morais coletivos. A decisão foi baseada em fotografias, relatórios de fiscalização, documentos e depoimentos de testemunhas apresentados durante o processo. Os elementos comprovaram as condições inadequadas em que os animais eram mantidos no pátio da residência do acusado. Os cães foram resgatados em agosto de 2022. Conforme os registros do caso, eles estavam acorrentados e não possuíam acesso regular a alimentação, água e abrigo adequados. Alguns apresentavam sinais de desnutrição, ferimentos, debilidade física e outras consequências relacionadas à falta de cuidados. Durante a tramitação judicial, testemunhas relataram que os animais permaneciam constantemente amarrados, muito magros, desidratados e com lesões. Também foram apresentados relatos sobre casos de amputações e outras condições graves observadas nos cães. Animais teriam sido utilizados em caçadas De acordo com as informações reunidas durante a investigação e analisadas pela Justiça, os cães seriam utilizados em atividades de caça. O próprio condenado confirmou durante o processo que realizava caça de javalis. A informação foi relacionada aos relatos de que os animais eram mantidos com alimentação insuficiente e estimulados a brigar para utilização nas caçadas. A prática de caça, por si só, não elimina a obrigação do responsável de fornecer alimentação, água, abrigo, atendimento veterinário e condições compatíveis com o bem-estar dos animais sob sua guarda. A legislação brasileira estabelece punições para quem praticar abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais. Nos casos envolvendo cães e gatos, a pena prevista é mais elevada em comparação com situações envolvendo outras espécies. Provas foram apresentadas durante o processo O Ministério Público apresentou fotografias, relatórios produzidos durante as fiscalizações e depoimentos de pessoas que acompanharam ou presenciaram a situação. O conjunto de provas demonstrou que as condições não eram pontuais ou desconhecidas pelo responsável. Segundo a acusação acolhida pela Justiça, o homem possuía controle direto sobre os cães e não poderia alegar que desconhecia a falta de cuidados. Vizinhos também relataram que teriam sido ameaçados para que não alimentassem os animais. Esses depoimentos foram considerados juntamente com os demais elementos reunidos no processo. A análise judicial buscou identificar as responsabilidades do acusado e verificar se as condições encontradas configuravam o crime de maus-tratos. Com base nas provas, a Justiça concluiu que o homem era responsável pela situação enfrentada pelos 12 cães. Resgate ocorreu em agosto de 2022 Os animais foram retirados do local em agosto de 2022, após a situação ser identificada pelas autoridades e pelos órgãos responsáveis. No momento do resgate, os cães precisavam de alimentação adequada, água, proteção contra as condições climáticas e avaliação veterinária. Casos de desnutrição exigem acompanhamento profissional, já que a retomada da alimentação deve ser realizada de forma controlada. Animais debilitados também podem necessitar de medicamentos, exames, curativos e tratamento prolongado. Ferimentos e amputações, além do sofrimento físico, podem provocar limitações permanentes e exigir adaptações para garantir qualidade de vida. Depois da retirada do local, os cães passaram a depender da atuação da rede de proteção para recuperação e encaminhamento. Condenado não poderá manter animais Além da pena de seis anos e oito meses de reclusão e do pagamento de multa, a sentença determinou que o homem fique proibido de manter animais sob sua guarda. A medida busca evitar que novos animais sejam expostos às mesmas condições e reforça que a guarda envolve responsabilidade contínua. Quem assume os cuidados de um animal deve garantir alimentação, água, abrigo, higiene, segurança, acompanhamento veterinário e espaço compatível com as necessidades da espécie. Também é obrigação do responsável evitar sofrimento, abandono, violência, exposição prolongada ao frio ou ao calor e qualquer forma de utilização que coloque o animal em risco. A proibição estabelecida pela Justiça integra as consequências da condenação e deverá ser observada pelo homem durante o período determinado. Justiça estabelece indenização mínima de R$ 20 mil A sentença também fixou uma indenização mínima de R$ 20 mil por danos morais coletivos. Esse tipo de reparação considera que os maus-tratos contra animais não produzem somente consequências individuais. A violência também atinge valores protegidos pela sociedade, como o respeito ao meio ambiente, ao bem-estar animal e à convivência responsável. O valor deverá seguir a destinação definida no processo judicial. A indenização não substitui a pena criminal nem as demais medidas impostas. Ela representa uma consequência adicional relacionada aos danos causados pela conduta reconhecida na sentença. Cães passarão por cuidados antes da adoção Os cães resgatados deverão ser encaminhados à ONG Amigo do Bicho, onde passarão por avaliação veterinária e pelos procedimentos necessários para recuperação. Também está prevista a castração dos animais antes da disponibilização para adoção responsável. A avaliação veterinária permitirá verificar o estado de saúde de cada cão, identificar possíveis doenças, tratar ferimentos e definir os cuidados específicos necessários. Somente depois dessa etapa os animais poderão ser encaminhados para novas famílias. A adoção responsável exige que os interessados estejam preparados para assumir despesas com alimentação, vacinação, consultas, medicamentos e demais necessidades durante toda a vida do animal. Também é necessário avaliar o espaço disponível, a rotina da família, a presença de outros animais e o tempo necessário para adaptação. Maus-tratos podem ser denunciados Situações de abandono, agressão, falta de alimentação, ausência de água, exposição a condições extremas e manutenção permanente em correntes podem ser comunicadas às autoridades. A denúncia deve apresentar o máximo possível de informações, como endereço, descrição do fato, quantidade de animais envolvidos e horários em que a situação costuma ocorrer. Fotografias e vídeos podem ajudar na apuração, desde que sejam obtidos sem invasão de propriedade ou exposição do denunciante a riscos. Em situações de perigo imediato, os órgãos de segurança devem ser acionados. A participação da comunidade é importante para que casos de violência sejam identificados antes que os animais sofram consequências ainda mais graves. Decisão reforça responsabilização por maus-tratos A condenação em Piratini reforça que a guarda de

Operação em Rio Grande prende dois suspeitos e apreende 96 toneladas de fertilizantes desviados

A Polícia Civil deflagrou, nesta quinta-feira (16), a Operação Lama de Ouro para investigar um esquema de desvio de fertilizantes de alto valor pertencentes a uma empresa localizada no município de Rio Grande. A ação resultou na prisão em flagrante de dois funcionários e na apreensão de aproximadamente 96 toneladas de produto. O trabalho foi coordenado pela 9ª Delegacia de Polícia de Repressão aos Crimes Rurais e Abigeato da Região Sul. A operação contou com o apoio da 1ª DECRAB de Bagé, da 3ª DECRAB de Camaquã e do Serviço de Inteligência e Análise Criminal vinculado à estrutura especializada de repressão aos crimes rurais. Segundo as informações divulgadas pela Polícia Civil, os presos trabalhavam na própria empresa investigada. Um deles exercia a função de supervisor de equipe e o outro atuava como operador de máquinas. A investigação aponta que os suspeitos utilizavam o acesso às áreas internas, ao maquinário e aos galpões para retirar fertilizante puro e encobrir a carga com barro ou resíduos de baixo valor comercial. Fertilizante era ocultado sob camada de barro Conforme a apuração policial, a empresa mantinha uma área destinada às sobras e aos rejeitos resultantes de sua atividade. Esse material era composto principalmente por barro e resíduos com baixo valor de mercado. Os investigadores sustentam que os envolvidos aproveitavam essa rotina para carregar os caminhões com fertilizante puro, avaliado em aproximadamente R$ 4 mil por tonelada. Depois, uma camada de barro era colocada sobre o produto para ocultar visualmente a carga. Em outras ocasiões, conforme a Polícia Civil, o fertilizante era misturado aos rejeitos diretamente no pátio da empresa. O objetivo seria fazer com que o conteúdo dos caminhões aparentasse ser apenas resíduo industrial. Os veículos deixavam o estabelecimento com notas fiscais e declarações correspondentes ao transporte de rejeitos ou barro. Esse tipo de material era comercializado legalmente pela empresa por aproximadamente R$ 80 a tonelada. A diferença entre o valor do fertilizante puro e o preço declarado para os rejeitos permitia que cargas de alto valor fossem retiradas como se fossem materiais de baixa importância econômica. Caminhões foram acompanhados após deixarem a empresa A equipe da DECRAB já monitorava as atividades do grupo investigado. O acompanhamento incluiu análise de imagens de sistemas de vigilância e observação da movimentação realizada pelos funcionários. Segundo a Polícia Civil, os investigadores registraram o momento em que o maquinário foi utilizado para preparar as cargas e ocultar o fertilizante sob uma camada de barro. Depois que os caminhões deixaram as dependências da empresa com a declaração de que transportavam somente rejeitos, os policiais realizaram as abordagens em uma rodovia da região. Durante a fiscalização, os agentes identificaram indícios de que a carga não correspondia apenas ao material descrito nos documentos apresentados. Peritos foram acionados para realizar a coleta de amostras. Conforme a corporação, a análise confirmou a presença e a natureza do fertilizante de alto valor encontrado nos veículos. As 96 toneladas foram apreendidas e permanecerão vinculadas ao procedimento policial enquanto forem realizados os levantamentos técnicos e administrativos necessários. Dois funcionários foram presos em flagrante Um supervisor de equipe e um operador de máquinas foram presos em flagrante durante a operação. A Polícia Civil afirma que os dois teriam participação direta na preparação e na saída das cargas. A responsabilidade individual de cada investigado ainda deverá ser analisada durante o inquérito e, posteriormente, pelo Poder Judiciário. Os suspeitos foram encaminhados para os procedimentos legais após a prisão. Eles terão direito à defesa e ao contraditório durante o andamento do processo. A investigação deverá reunir imagens, documentos, registros internos, notas fiscais, depoimentos e os resultados dos exames periciais. Também será apurada a possível participação de outros funcionários ou pessoas externas à empresa. Prejuízo pode chegar a milhões de reais A estimativa apresentada pela Polícia Civil indica que o esquema teria provocado prejuízo entre R$ 13 milhões e R$ 20 milhões somente em 2026. Os investigadores também trabalham com a possibilidade de que mais de cinco mil toneladas de produtos tenham sido retiradas irregularmente ao longo do período analisado. Os valores ainda poderão ser atualizados conforme o avanço da investigação, a análise dos registros de saída e a identificação das cargas relacionadas ao esquema. Para calcular o prejuízo, será necessário comparar o volume efetivamente transportado, o valor de mercado do fertilizante e os valores declarados nos documentos utilizados para acompanhar os carregamentos. A empresa prejudicada deverá fornecer informações adicionais sobre o estoque, a produção, as movimentações internas e os controles adotados para a liberação dos veículos. Investigação procura receptadores A próxima etapa do trabalho será direcionada à identificação dos possíveis compradores do fertilizante desviado. A Polícia Civil suspeita da existência de uma rede de receptadores que adquiria o produto por valores muito inferiores aos praticados no mercado. Os investigadores pretendem verificar quem recebia as cargas, como os pagamentos eram realizados e qual era o destino final do material. Também será apurado se os compradores tinham conhecimento da origem ilícita dos produtos. A eventual responsabilização dependerá das provas reunidas durante o inquérito. A análise poderá alcançar transportadores, intermediários, produtores, comerciantes ou empresas que tenham participado das negociações. Operação envolveu unidades especializadas A Operação Lama de Ouro foi conduzida por uma unidade especializada em crimes rurais e desvios relacionados a atividades do campo e da cadeia produtiva. A participação das delegacias de Bagé e Camaquã ampliou o número de agentes empregados e permitiu o acompanhamento simultâneo de diferentes pontos relacionados à investigação. O setor de inteligência auxiliou no cruzamento de dados, na análise dos registros e na identificação da movimentação considerada suspeita. A Polícia Civil não informou, até o momento, se novas prisões ou buscas poderão ocorrer. O inquérito permanece em andamento e outros envolvidos poderão ser identificados. Material apreendido será submetido a novos procedimentos Embora as amostras iniciais tenham indicado a presença de fertilizante puro, a investigação deverá manter os procedimentos periciais necessários para documentar a composição, o volume e o valor do produto. Os laudos serão incluídos no inquérito e poderão ser utilizados na eventual denúncia apresentada pelo Ministério

error: Content is protected !!