Homem é detido após incendiar o próprio veículo no bairro Areal, em Pelotas

Um homem foi detido pela Brigada Militar na madrugada desta sexta-feira (17), após incendiar o próprio veículo em frente à residência da companheira, no bairro Areal, em Pelotas. O caso ocorreu por volta das 5h20 e mobilizou equipes da segurança pública e do Corpo de Bombeiros Militar. Conforme as informações registradas na ocorrência, a Brigada Militar foi acionada depois que moradores relataram que um indivíduo estaria colocando fogo em um automóvel estacionado na via. A guarnição se deslocou até o endereço indicado para verificar a situação e encontrou o veículo já tomado pelas chamas. Os policiais localizaram o homem nas proximidades do automóvel. Segundo o relato, ele ainda estaria envolvido na ação quando a equipe chegou ao local. Durante a tentativa de abordagem, o suspeito teria apresentado resistência e precisou ser contido pelos policiais. Após a imobilização, ele foi detido e encaminhado para os procedimentos previstos na legislação. A ocorrência deverá ser analisada pelas autoridades responsáveis para esclarecer todas as circunstâncias, incluindo a motivação do incêndio, a dinâmica dos fatos e eventuais danos provocados no entorno. Corpo de Bombeiros foi chamado para controlar as chamas O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado para combater o incêndio e evitar que o fogo atingisse imóveis, postes, outros veículos ou estruturas próximas. As imagens registradas no local mostram o automóvel completamente tomado pelas chamas, com grande quantidade de fumaça e fogo concentrado principalmente na parte interna e na região central do veículo. Apesar do trabalho de combate realizado pelos bombeiros, o automóvel ficou completamente destruído. As chamas consumiram a parte interna, a lataria e diferentes componentes mecânicos e elétricos. A presença das equipes foi importante para impedir que o incêndio se espalhasse, principalmente porque a ocorrência aconteceu em uma área residencial e durante a madrugada, período em que muitas pessoas ainda estavam dentro de suas casas. O resfriamento da estrutura também é necessário depois da extinção aparente do fogo, pois materiais presentes nos veículos podem permanecer em alta temperatura e provocar novos focos. Ocorrência aconteceu em frente à residência da companheira Segundo o registro, o automóvel foi incendiado em frente à residência da companheira do homem. Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre os acontecimentos anteriores ao incêndio ou sobre o motivo que teria levado o homem a colocar fogo no próprio veículo. Também não há confirmação, nas informações disponibilizadas, sobre a existência de discussão, ameaça ou dano a outros bens antes da chegada dos policiais. Esses pontos deverão ser esclarecidos durante a apuração, por meio dos depoimentos das pessoas envolvidas, do relato dos agentes que atenderam a ocorrência e de eventuais imagens gravadas por câmeras existentes nas proximidades. A investigação também poderá verificar se outras pessoas estavam no local e se houve risco direto aos moradores. Resistência durante abordagem será analisada O relato policial informa que o homem resistiu à abordagem e precisou ser contido pela guarnição. A resistência pode envolver diferentes tipos de comportamento e deverá ser descrita de forma detalhada no registro da ocorrência. A análise dos fatos ficará sob responsabilidade das autoridades competentes. Após ser contido, o homem foi encaminhado para os procedimentos legais. Não foram divulgadas informações sobre possíveis ferimentos, atendimento médico ou medidas adotadas depois da apresentação da ocorrência. Também não foi informado se ele permaneceu preso, foi liberado posteriormente ou se responderá por algum crime específico. A definição dependerá da avaliação jurídica do caso, das provas reunidas e da decisão da autoridade responsável pelo atendimento. Incêndios em veículos representam risco elevado Um veículo em chamas pode provocar riscos significativos para moradores, motoristas e equipes de emergência. Automóveis possuem combustível, óleos, peças plásticas, componentes elétricos e diferentes materiais que podem intensificar rapidamente o fogo e produzir fumaça tóxica. O calor também pode provocar explosões de pneus, rompimento de peças e danos em estruturas próximas. Por esse motivo, pessoas que presenciarem um incêndio em veículo devem manter distância e acionar imediatamente os serviços de emergência. Não é recomendado tentar abrir portas, capô ou porta-malas quando o fogo já estiver intenso. A entrada repentina de oxigênio pode ampliar as chamas e causar queimaduras graves. Também é importante impedir que curiosos se aproximem e evitar permanecer na direção da fumaça. Caso será investigado pelas autoridades A ocorrência foi registrada e deverá seguir para apuração. As autoridades poderão analisar as circunstâncias do incêndio, a propriedade do veículo, a conduta do homem durante a abordagem e os riscos causados aos moradores e ao patrimônio existente no local. Mesmo quando o automóvel pertence à própria pessoa, o uso do fogo em uma área pública ou residencial pode provocar consequências além da destruição do bem. A fumaça, o calor e a propagação das chamas podem colocar terceiros em risco e atingir imóveis, equipamentos públicos ou veículos estacionados nas proximidades. A investigação deverá determinar se houve exposição de outras pessoas a perigo e quais medidas legais são aplicáveis ao caso. Até a conclusão da apuração, as informações disponíveis devem ser tratadas como parte de uma ocorrência em andamento. 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Após limpeza de canal externo, moradores do Balneário dos Prazeres cobram atenção às valetas internas

Moradores do Balneário dos Prazeres, em Pelotas, manifestam preocupação com as condições das valetas localizadas no interior do bairro diante da previsão de chuva para os próximos dias. O colaborador do Pelotas Notícias, Cristiano Duarte, esteve na localidade após receber pedidos da comunidade para registrar a situação e mostrar os pontos que, segundo os moradores, ainda necessitam de limpeza e desobstrução. A comunidade reconhece como positivo o trabalho realizado pela Prefeitura de Pelotas no canal externo responsável por receber parte da água escoada da região. A intervenção foi considerada importante pelos moradores, especialmente por ampliar a capacidade de circulação da água em uma estrutura fundamental para a drenagem do Balneário dos Prazeres. Apesar do serviço realizado no canal principal, as imagens produzidas no interior do bairro mostram valetas tomadas por vegetação, com acúmulo de água e trechos em que praticamente não é possível visualizar o curso original da estrutura. A principal preocupação dos moradores é que a limpeza do canal externo, embora necessária, pode não produzir todo o resultado esperado caso as valetas internas permaneçam obstruídas. Essas estruturas são responsáveis por recolher a água das ruas, terrenos e proximidades das residências e conduzi-la até os pontos maiores do sistema de drenagem. Vegetação ocupa grande parte das valetas Nos registros feitos durante a visita, é possível observar uma grande quantidade de vegetação cobrindo as valetas. Em determinados pontos, as plantas se espalham por toda a área onde a água deveria circular. A presença de vegetação não significa, isoladamente, que a estrutura esteja completamente bloqueada. No entanto, quando ocorre em grande volume e está acompanhada por sedimentos, resíduos e água parada, pode reduzir o espaço disponível para o escoamento. Durante chuvas mais fortes, a água precisa percorrer rapidamente as estruturas menores até alcançar os canais de maior capacidade. Quando esse caminho encontra obstáculos, o nível pode subir, transbordar para as ruas e alcançar pátios e residências. Os moradores afirmam que a situação se torna ainda mais preocupante diante dos alertas meteorológicos e da possibilidade de acumulados elevados em um período relativamente curto. Comunidade reconhece serviço realizado no canal externo Os relatos encaminhados ao Pelotas Notícias não desconsideram o trabalho promovido pela administração municipal. Moradores destacaram que a limpeza do canal externo foi uma intervenção necessária e representa uma melhoria para a localidade. O serviço demonstra que as equipes públicas estão atuando na preparação da cidade para a instabilidade prevista. A cobrança está direcionada à continuidade do trabalho dentro do bairro. Para a comunidade, é necessário que o sistema seja atendido de maneira integrada, começando pelas valetas internas, passando pelas estruturas intermediárias e chegando ao canal externo. A limpeza de apenas uma parte pode ter efeitos limitados se a água não conseguir alcançar adequadamente o trecho que recebeu manutenção. Valetas possuem papel importante na drenagem do bairro As valetas abertas são comuns em localidades onde não existe uma rede subterrânea completa de drenagem. Elas recolhem a água que escorre pelas vias e ajudam a evitar que o volume fique concentrado em frente às casas ou nos pontos mais baixos. Para funcionar corretamente, essas estruturas precisam permanecer com espaço livre para a passagem da água. A manutenção pode envolver retirada de vegetação excessiva, remoção de barro, sedimentos e resíduos, além da correção de trechos danificados ou com desníveis. Também é necessário verificar se existem pontos de ligação interrompidos, acessos improvisados ou estruturas colocadas sobre as valetas que dificultem o fluxo. A comunidade solicita que seja realizada uma avaliação técnica, evitando intervenções que possam apenas deslocar o problema de um trecho para outro. Previsão de chuva aumenta preocupação dos moradores A previsão de novos períodos de instabilidade reforça o pedido por uma ação preventiva. Durante chuvas intensas, a quantidade de água pode superar rapidamente a capacidade de absorção do solo. Quando as valetas estão cheias de vegetação ou sedimentos, o risco de transbordamento aumenta. Moradores de áreas baixas afirmam que acompanham com preocupação os alertas, especialmente porque a localidade já enfrentou problemas relacionados ao acúmulo de água em outras ocasiões. Além dos danos materiais, alagamentos podem dificultar a circulação de pedestres, veículos, ambulâncias e demais serviços de emergência. A água acumulada também pode esconder buracos, objetos cortantes e outros riscos, além de aumentar o contato com resíduos e possíveis fontes de contaminação. Pedido é por manutenção antes do agravamento da situação A solicitação dos moradores é para que as equipes responsáveis façam a limpeza das valetas enquanto as condições ainda permitem uma atuação preventiva. A comunidade considera mais seguro realizar o serviço antes da chegada da chuva intensa do que aguardar o surgimento de alagamentos para iniciar uma operação emergencial. Além da retirada da vegetação, os moradores pedem que seja verificada a ligação entre as valetas e o canal externo recentemente limpo. Caso existam trechos bloqueados, tubos obstruídos ou diferenças de nível, a água poderá permanecer represada mesmo depois da limpeza superficial. Uma avaliação completa permitiria identificar quais pontos exigem prioridade e quais equipamentos são necessários para o atendimento. Descarte irregular também prejudica estruturas A conservação das valetas depende tanto do trabalho público quanto da colaboração da população. O descarte de garrafas, sacolas, restos de materiais, móveis e outros resíduos pode bloquear a passagem da água e comprometer rapidamente um serviço de limpeza recém-realizado. A orientação é que os moradores não coloquem lixo nas valetas, canais ou margens das estruturas de drenagem. Resíduos devem ser encaminhados para a coleta regular ou para os locais apropriados, conforme o tipo de material. A comunidade também pode comunicar pontos de descarte irregular e situações que representem risco antes que o problema se agrave. Entretanto, a existência de descarte inadequado não elimina a responsabilidade do poder público de realizar a manutenção e garantir o funcionamento das estruturas. Moradores aguardam continuidade da operação Após a visita de Cristiano Duarte e o registro da situação, os moradores esperam que o pedido seja analisado pelos setores responsáveis da Prefeitura. A comunidade reforça que a cobrança possui caráter preventivo e busca evitar prejuízos durante os próximos dias. O canal externo limpo representa
Demolição libera início da principal obra viária do PAC Farroupilha em Pelotas

A demolição da última das três casas desapropriadas na vila Farroupilha permitiu a liberação da área necessária para o início da pavimentação da avenida Nélson Mandela, considerada a principal intervenção viária do conjunto de obras de urbanização do PAC Farroupilha. O imóvel foi colocado abaixo nesta semana, depois de negociações entre a Prefeitura de Pelotas e a família que ocupava a residência. Conforme informado pela administração municipal, os moradores foram alojados temporariamente em uma casa pertencente ao Município e permanecerão no local até o recebimento da indenização prevista no processo de desapropriação. A retirada da edificação encerra uma etapa considerada indispensável para a abertura da nova frente de obras. As outras duas casas localizadas no traçado planejado para a futura avenida já haviam sido desocupadas e demolidas anteriormente. Em dois dos processos, os antigos moradores receberam indenização. No terceiro, foi entregue uma residência como forma de compensação. Com a liberação completa da área, a Prefeitura e a empresa responsável poderão iniciar os serviços relacionados à implantação da via. Avenida terá 1,4 quilômetro de extensão A avenida Nélson Mandela terá aproximadamente 1,4 quilômetro e ligará a vila Farroupilha à avenida Theodoro Müller, principal acesso à Cohab Guabiroba, também localizada no bairro Fragata, na zona Oeste de Pelotas. A nova ligação viária deverá criar uma alternativa de deslocamento para os moradores da região, melhorar a integração entre os loteamentos e ampliar as condições de circulação de veículos, pedestres e serviços públicos. A obra prevê pavimentação asfáltica e demais estruturas necessárias para o funcionamento da avenida. Os detalhes sobre drenagem, sinalização, iluminação e organização dos passeios deverão seguir o projeto executivo elaborado para a intervenção. A implantação da via é apontada como a última grande etapa do conjunto de ações de urbanização previsto para a vila Farroupilha. Embora outros serviços ainda permaneçam em andamento, a abertura da avenida representa a intervenção de maior porte entre as frentes que ainda precisam ser concluídas. Desapropriações eram necessárias para abertura do traçado O planejamento da avenida exigiu a desapropriação de três imóveis localizados no trajeto definido para a nova ligação. A desapropriação é um procedimento utilizado pelo poder público quando uma área particular é considerada necessária para a execução de uma obra de interesse coletivo. O processo deve incluir avaliação dos imóveis, negociação, pagamento de indenização ou outra forma de compensação prevista legalmente. No caso da última residência demolida, a Prefeitura informou que a família foi transferida para um imóvel municipal enquanto aguarda a conclusão do pagamento. A medida busca garantir que os moradores não permaneçam sem moradia durante a transição. Com a retirada das três casas, o terreno passa a ficar disponível para a preparação do solo, implantação das redes necessárias e posterior pavimentação. Rotatória de acesso continua em construção Enquanto a área da avenida Nélson Mandela é preparada, outras frentes do PAC Farroupilha seguem em execução. Uma delas é a conclusão da rotatória de acesso pela rua Almirante Guilhobel, nas proximidades da Estação Rodoviária de Pelotas. A estrutura deverá organizar a entrada e a saída de veículos no loteamento e melhorar a ligação com o sistema viário existente. As rotatórias são utilizadas para distribuir os diferentes fluxos de trânsito, reduzir pontos de conflito e diminuir a necessidade de cruzamentos diretos. A conclusão da intervenção dependerá da finalização da pavimentação, dos ajustes geométricos e da instalação da sinalização necessária. Área verde de 16 mil metros quadrados recebe melhorias O projeto também contempla a qualificação de uma área verde com aproximadamente 16 mil metros quadrados. No espaço, estão sendo realizadas as delimitações de um campo de futebol e a construção de uma pista de skate. A pracinha infantil e a academia ao ar livre já foram instaladas e encontram-se disponíveis para utilização da comunidade. A proposta é criar um espaço público destinado ao lazer, à prática esportiva e à convivência dos moradores. A manutenção dessas estruturas deverá ser necessária para evitar danos, preservar os equipamentos e garantir condições adequadas de uso. Calçadas internas estão em fase de conclusão As equipes também trabalham na finalização das calçadas no interior da vila Farroupilha. A implantação dos passeios busca melhorar a circulação dos moradores, principalmente de crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Calçadas contínuas e organizadas permitem que os pedestres deixem de caminhar pela pista utilizada pelos veículos, reduzindo riscos de atropelamentos e outros acidentes. Os serviços deverão considerar o acesso às residências, o escoamento das águas e a integração com as vias pavimentadas. A conclusão dos passeios é uma das etapas necessárias para finalizar a urbanização interna do loteamento. Ampliação da rede elétrica foi concluída No início do mês, foi finalizada a ampliação da rede elétrica necessária para atender as residências e as novas estruturas do projeto. A operação envolveu a Prefeitura, por meio das secretarias de Urbanismo, Habitação e Regularização Fundiária, além do Sanep, da empresa responsável pela execução das obras e da CEEE Equatorial. A ampliação permite que as casas sejam conectadas ao sistema de distribuição de energia, possibilitando o uso regular dos imóveis. A ausência dessa estrutura impedia o avanço de algumas etapas e dificultava a entrega das moradias aos beneficiários. Com a rede concluída, as equipes poderão dar continuidade aos serviços de urbanização e regularização dos imóveis. Obras foram retomadas em agosto do ano passado As intervenções do PAC Farroupilha são financiadas pelo governo federal e foram retomadas em agosto do ano passado. Antes da retomada, o empreendimento permaneceu por um período com atividades reduzidas ou interrompidas. Desde o reinício dos serviços, já foram concluídas as redes de drenagem, abastecimento de água e esgotamento sanitário. Também foi finalizada a pavimentação das vias internas com blocos intertravados. Essas estruturas são fundamentais para melhorar as condições de moradia e reduzir problemas como acúmulo de água, barro, poeira e dificuldade de circulação. Drenagem busca reduzir riscos de alagamentos A rede de drenagem implantada no loteamento tem a função de receber e direcionar as águas da chuva. A ausência de um sistema adequado pode provocar acúmulos nas ruas, erosão do solo e entrada de água nas
Morador alerta para lixo e vegetação em canal do Valverde e pede limpeza antes da chegada das chuvas

Um morador do Valverde encaminhou ao Pelotas Notícias imagens que mostram o acúmulo de lixo, vegetação e plantas aquáticas em um canal responsável pelo escoamento da água na região. Conforme o relato recebido, o curso d’água parte da área próxima a uma estação de bombeamento do Sanep e segue em direção ao Canal São Gonçalo. As fotografias mostram garrafas plásticas, embalagens, sacolas e outros materiais descartados entre a vegetação e dentro da água. Em determinados pontos, a superfície do canal aparece tomada por plantas aquáticas, resíduos e matéria orgânica acumulada. O morador afirma estar preocupado com a situação diante da previsão de chuva intensa para Pelotas e para a região Sul. Ele solicita que o local seja vistoriado e que sejam realizados serviços de limpeza e manutenção preventiva. Segundo o relato, a comunidade teme que a presença de lixo e vegetação dificulte a passagem da água, especialmente durante períodos de precipitação mais volumosa. Quando canais e valetas perdem parte da capacidade de escoamento, a água pode permanecer represada, retornar para áreas mais baixas ou provocar alagamentos em ruas e propriedades próximas. Imagens mostram resíduos dentro e nas margens do canal Nas imagens encaminhadas, é possível observar diferentes tipos de resíduos espalhados ao longo das margens e sobre a vegetação existente dentro do canal. Entre os materiais visíveis estão garrafas plásticas, sacolas, embalagens e objetos descartados de maneira irregular. A presença desses resíduos prejudica o fluxo da água e também provoca impactos ambientais. O lixo pode ficar preso entre galhos, plantas e estruturas existentes no canal, formando pontos de bloqueio. Com a chegada da chuva, novos materiais são carregados pela água e acabam se acumulando nos mesmos locais. Além de comprometer a drenagem, o descarte irregular afeta a qualidade da água e prejudica animais que vivem ou circulam pela área. O acúmulo de matéria orgânica e resíduos também pode favorecer mau cheiro, proliferação de insetos e degradação do ambiente. Morador pede vistoria e manutenção preventiva O morador solicita que os órgãos responsáveis realizem uma vistoria para avaliar a necessidade de retirada do lixo, corte da vegetação e desobstrução do canal. A manutenção preventiva é considerada importante principalmente antes de períodos com previsão de chuva forte. A limpeza antecipada pode reduzir o risco de bloqueios e melhorar a capacidade de escoamento. O pedido da comunidade é para que a situação seja analisada antes que ocorram transtornos maiores. O morador afirma que a região enfrenta dificuldades relacionadas à drenagem há bastante tempo e que a falta de manutenção gera insegurança entre as famílias que vivem nas proximidades. Até o momento, o Pelotas Notícias não recebeu informação oficial sobre a existência de uma programação para limpeza do trecho mostrado nas imagens. Descarte irregular também exige conscientização da população Embora os moradores solicitem atuação do poder público, a situação também evidencia a responsabilidade da própria população na preservação dos canais e arroios. Garrafas, sacolas, embalagens e outros resíduos não chegam aos cursos d’água apenas pela falta de limpeza. Grande parte do material é descartada de maneira irregular em ruas, valetas, terrenos e margens de canais. Durante a chuva, esse lixo é arrastado para as redes de drenagem e acaba concentrado em pontos de escoamento. Por isso, a solução depende de uma atuação conjunta. O poder público deve realizar limpeza, fiscalização e manutenção, enquanto a população precisa evitar o descarte irregular e utilizar os serviços adequados de coleta. Jogar lixo em canais, arroios e valetas contribui diretamente para alagamentos e causa prejuízos para toda a comunidade. Mesmo materiais considerados pequenos podem se acumular e bloquear passagens de água. Sacolas plásticas, garrafas e embalagens ficam presas na vegetação e aumentam rapidamente o volume de resíduos. Preocupação aumenta com previsão de chuva A reclamação foi encaminhada em um momento de atenção para a possibilidade de chuva intensa na região Sul. Quando há previsão de grandes volumes em curto espaço de tempo, a capacidade dos canais se torna essencial para evitar o represamento da água. Áreas com vegetação excessiva, lixo acumulado ou trechos obstruídos podem apresentar resposta mais lenta durante as precipitações. O risco aumenta em locais baixos e em comunidades próximas a cursos d’água, estações de bombeamento e redes de drenagem. Por esse motivo, moradores defendem que os trabalhos sejam realizados de forma preventiva, e não somente depois da ocorrência de alagamentos. A limpeza anterior às chuvas também pode facilitar o funcionamento dos sistemas de bombeamento e reduzir a quantidade de resíduos transportados até o Canal São Gonçalo. Manutenção deve preservar o meio ambiente Os serviços de limpeza e desobstrução precisam ser realizados com planejamento técnico e cuidado ambiental. A retirada de resíduos é necessária, mas intervenções em canais e áreas de vegetação também devem considerar a presença de animais, a estabilidade das margens e a qualidade da água. O material removido deve receber destinação adequada, evitando que o lixo apenas seja transferido para outro ponto. Em áreas utilizadas por embarcações e atividades próximas ao São Gonçalo, a preservação do canal também é importante para a circulação e para a segurança de quem depende desses espaços. A manutenção periódica pode evitar que a situação chegue ao nível mostrado nas imagens e reduzir os custos de intervenções emergenciais. Comunidade aguarda retorno dos órgãos responsáveis Os moradores do Valverde aguardam uma avaliação do local e informações sobre possíveis medidas de limpeza e manutenção. A principal preocupação é garantir que o canal esteja em condições de receber a água da chuva e cumprir sua função de escoamento. A comunidade também reforça que a população precisa colaborar, evitando jogar lixo nas margens, nas valetas e dentro do curso d’água. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para manifestação dos órgãos responsáveis e para atualização da situação após eventual vistoria ou realização dos serviços. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com
Prefeitura retira asfalto aplicado em 2023 e reconstruirá trecho da rua Lobo da Costa com paralelepípedos

A Prefeitura de Pelotas iniciou, na manhã desta quarta-feira (15), a retirada do pavimento asfáltico da rua Lobo da Costa, no trecho localizado entre as ruas Marechal Deodoro e General Osório, no Centro Histórico. O asfalto, implantado em outubro de 2023 pela administração municipal anterior, será substituído por calçamento em paralelepípedos. A intervenção é realizada pela Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação e começou com a utilização de máquinas para romper e remover a camada de asfalto existente. Após a conclusão desta etapa, o Município deverá preparar a base da via para a implantação do novo pavimento. Segundo o secretário municipal de Obras e Pavimentação, Rogério Salazar, a retirada do asfalto representa a primeira fase da reconstrução do trecho. A atual administração considera que o uso de paralelepípedos é mais compatível com as características urbanísticas e históricas da região central de Pelotas. A rua Lobo da Costa está inserida em uma área marcada pela presença de imóveis históricos, estabelecimentos comerciais, serviços públicos e intensa circulação de pedestres e veículos. Por essa razão, intervenções realizadas no local costumam envolver não apenas questões relacionadas à mobilidade, mas também à preservação das características do Centro Histórico. Asfalto havia sido implantado em outubro de 2023 O pavimento que começou a ser retirado nesta quarta-feira foi executado em outubro de 2023. Na ocasião, a Prefeitura promoveu o recapeamento do trecho depois de intervenções realizadas pelo Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas nas redes subterrâneas. A administração municipal daquele período informou que o objetivo da aplicação do asfalto era melhorar as condições de circulação, proporcionar mais conforto aos motoristas, ampliar a segurança e aumentar a durabilidade da pavimentação. A obra integrava um contrato com valor superior a R$ 1 milhão, financiado com recursos provenientes de emenda parlamentar e contrapartida do Município. O valor contratual abrangia o conjunto de serviços previstos pela administração e não apenas, necessariamente, o trecho que agora passa por nova intervenção. Menos de três anos após a execução do recapeamento, a atual Prefeitura decidiu remover a camada asfáltica. Conforme informado pela administração municipal, o pavimento apresentava condições consideradas precárias e seria necessária uma nova intervenção para recuperar a via. Município opta pelo retorno dos paralelepípedos A nova obra prevê a reconstrução do trecho com paralelepípedos, material tradicionalmente utilizado em diferentes ruas da área central de Pelotas. A escolha está relacionada à intenção de manter um padrão de pavimentação considerado mais adequado ao conjunto arquitetônico e urbanístico do Centro Histórico. O Município também deverá avaliar as condições da base da rua antes da recolocação das pedras. A retirada do asfalto permite verificar possíveis problemas existentes abaixo da camada superficial, incluindo deformações, falhas na compactação, danos provocados por intervenções subterrâneas ou pontos que necessitem de correção antes da nova pavimentação. Após a preparação do solo, os paralelepípedos deverão ser assentados e nivelados para garantir condições adequadas de tráfego. A obra também poderá envolver ajustes relacionados à drenagem, às sarjetas e aos encontros com calçadas e cruzamentos. Intervenção modifica novamente o pavimento do trecho A mudança representa uma nova alteração no tipo de pavimentação da rua Lobo da Costa em um intervalo inferior a três anos. Em 2023, a aplicação do asfalto foi apresentada como parte de uma estratégia de requalificação viária. Agora, o Município retoma o calçamento em pedras, argumentando que o material possui maior compatibilidade com a região histórica e que o asfalto existente precisava ser removido em razão das condições encontradas. A sequência de intervenções deverá gerar questionamentos sobre a durabilidade da obra anterior, os critérios técnicos adotados em cada momento e os custos associados à retirada e à reconstrução do pavimento. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o valor específico da nova obra, o prazo total de execução ou a destinação do material retirado. Também não foi informado se haverá apuração técnica sobre as causas da deterioração verificada no asfalto aplicado em 2023. Trânsito poderá sofrer alterações durante a obra Durante a execução dos serviços, motoristas e pedestres deverão redobrar a atenção ao circular pela rua Lobo da Costa e pelas vias próximas. A presença de máquinas, trabalhadores, materiais e trechos com o pavimento removido poderá exigir bloqueios totais ou parciais. Dependendo do avanço da obra, desvios poderão ser implantados para preservar a segurança das equipes e de quem transita pela região. A rua Marechal Deodoro e a rua General Osório são importantes corredores da área central, o que pode aumentar os reflexos da intervenção no trânsito do entorno. A orientação é para que os condutores respeitem a sinalização temporária e reduzam a velocidade nas proximidades do trecho em obras. Pedestres também devem evitar áreas isoladas e utilizar os espaços indicados para circulação. Centro Histórico reúne diferentes padrões de pavimentação A área central de Pelotas possui ruas com asfalto, paralelepípedos e outros tipos de revestimento. A definição do material utilizado depende de fatores como fluxo de veículos, condições do solo, redes subterrâneas, drenagem, manutenção e preservação histórica. Os paralelepípedos apresentam características diferentes do asfalto. Embora possam exigir manutenção periódica para corrigir desnivelamentos, as pedras permitem intervenções localizadas e podem ser retiradas e recolocadas quando são necessários reparos nas redes de água, esgoto ou drenagem. O asfalto, por outro lado, oferece uma superfície inicialmente mais regular e silenciosa, mas pode apresentar fissuras, deformações e perda de qualidade quando a base não está adequada ou quando ocorrem sucessivas escavações. No caso da rua Lobo da Costa, a atual administração optou por reconstruir o trecho com pedras, retomando uma solução tradicionalmente associada às áreas históricas da cidade. Obra seguirá sob responsabilidade da Secretaria de Obras A Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação ficará responsável pela condução dos serviços e pelo acompanhamento das diferentes etapas. Depois da retirada completa do asfalto, as equipes deverão avaliar as condições do trecho e preparar a estrutura necessária para o assentamento dos paralelepípedos. O andamento dependerá das condições climáticas e das eventuais correções identificadas durante a execução. A expectativa é de que a intervenção restabeleça condições adequadas de circulação e mantenha uma aparência compatível com o entorno
Após atender 1.634 pessoas em quatro mutirões, Cadastro Habitacional segue com atendimento durante a semana

A Prefeitura de Pelotas encerrou, no domingo (12), a programação especial de mutirões do Cadastro Habitacional. A quarta e última ação foi realizada no Ginásio Karosso, com atendimento direcionado principalmente aos moradores da região do Areal que buscavam informações, atualização de dados ou inclusão no cadastro municipal destinado às políticas de habitação. Com a procura considerada estabilizada, o atendimento seguirá normalmente durante a semana na Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária. Neste momento, a administração municipal não prevê a realização de novos mutirões, mas a estratégia poderá ser retomada caso seja identificada uma nova elevação na demanda. Ao longo dos quatro domingos de mobilização, 1.634 pessoas passaram pelos locais de atendimento. Esse número não corresponde integralmente à quantidade de cadastros concluídos, pois parte do público procurou as equipes apenas para esclarecer dúvidas, não apresentou toda a documentação necessária ou não se enquadrou nos critérios estabelecidos para participação. O sistema já registra 1.713 famílias efetivamente cadastradas e outros 1.084 atendimentos agendados. Mais de 50 servidores de diferentes secretarias municipais participaram das ações realizadas aos domingos, organizando a recepção, a conferência de documentos, a orientação das famílias e o registro das informações. No último mutirão, 113 famílias procuraram o atendimento. O movimento foi inferior ao registrado nas ações anteriores. Conforme a Secretaria de Habitação, a chuva pode ter influenciado a presença do público, mas a redução também indica que uma parcela significativa das pessoas interessadas já concluiu o cadastro ou possui atendimento marcado. A iniciativa levou o serviço para diferentes territórios da cidade, facilitando o acesso de famílias que poderiam encontrar dificuldades para chegar até a sede da Secretaria durante os dias úteis. A avaliação da pasta é de que os mutirões ampliaram a presença do poder público nas comunidades e aproximaram a política habitacional da população. Atendimento continua de segunda a sexta-feira As pessoas que ainda não realizaram o Cadastro Habitacional devem procurar a Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária, localizada na Rua General Osório, 457. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, a partir das 11h, mediante agendamento. O limite estabelecido é de até 70 pessoas por dia, permitindo que as equipes façam a conferência adequada das informações e dos documentos apresentados. O cadastro não representa a entrega imediata de uma residência nem garante a seleção automática em programas habitacionais. Ele funciona como uma base de dados utilizada pelo Município para identificar a demanda existente, organizar os perfis das famílias e realizar futuras seleções conforme os critérios de cada empreendimento ou programa. Cada nova política habitacional poderá estabelecer regras próprias, quantidade de unidades, grupos prioritários e exigências adicionais. Por isso, manter as informações atualizadas será importante para participar de futuras etapas. Quem pode realizar o cadastro Para ser incluído no Cadastro Habitacional de Pelotas, o interessado precisa morar no município e ter pelo menos 18 anos. Também é obrigatório estar inscrito no Cadastro Único de Pelotas, com as informações atualizadas. O endereço informado no Cadastro Único deve ser o mesmo apresentado no comprovante de residência. Divergências precisam ser corrigidas antes da conclusão do procedimento. A renda familiar bruta mensal deve ser de até R$ 3.200. Valores recebidos por meio do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada não são contabilizados nessa soma. A família não pode possuir imóvel próprio, financiado ou arrendado em qualquer local do país. Também não poderá ter sido beneficiada anteriormente por programa habitacional. Além dessas condições, o grupo familiar precisa integrar alguma situação reconhecida como déficit habitacional. A condição deverá ser comprovada no momento solicitado pela administração municipal ou durante a seleção de um programa específico. Documentação exigida O interessado deve apresentar a folha-resumo do Cadastro Único. O documento pode ser solicitado na sede do serviço, localizada na Rua Andrade Neves, 1259. Também são necessários documento oficial de identificação com foto e dentro do prazo de validade, além do CPF de todas as pessoas que integram a família. O comprovante de residência precisa ter sido emitido nos últimos 60 dias. O endereço apresentado deve coincidir com aquele registrado no Cadastro Único. A ausência de documentos pode impedir a conclusão imediata do cadastro. Nesses casos, a família recebe orientações sobre o que precisa ser regularizado antes de retornar ao atendimento. Situações consideradas déficit habitacional O Município adota os critérios definidos pelo Governo Federal para identificar famílias em déficit habitacional. Uma das situações é viver em moradia precária, improvisada ou construída com materiais que não ofereçam condições adequadas de proteção e segurança. Também se enquadram famílias que dividem o mesmo imóvel com outro núcleo familiar e desejam possuir uma moradia exclusiva. Outro critério é a existência de mais de três pessoas utilizando o mesmo dormitório. A superlotação pode ser considerada durante a avaliação do cadastro. Famílias que moram de aluguel e comprometem mais de 30% da renda mensal com essa despesa também podem integrar o déficit habitacional, desde que a situação seja comprovada. O cadastro contempla ainda pessoas beneficiadas provisoriamente por aluguel social e aquelas que estão em situação de rua ou possuem trajetória de rua. Apenas uma dessas condições já pode caracterizar o déficit, mas será necessário apresentar documentos ou informações que permitam a confirmação. Critérios de prioridade A inclusão no Cadastro Habitacional não define automaticamente a ordem de atendimento. No momento da seleção para cada programa, determinadas famílias poderão solicitar prioridade, conforme as regras aplicáveis. Entre os grupos prioritários estão famílias chefiadas por mulheres e aquelas que possuem pessoa negra, com deficiência, idosa, criança ou adolescente em sua composição. Também poderão ser consideradas prioritárias as famílias com integrantes diagnosticados com câncer, doença rara, crônica ou degenerativa, além de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. Povos indígenas, comunidades quilombolas e famílias residentes em áreas classificadas como de risco alto ou muito alto de inundações também podem apresentar documentação para comprovar a prioridade. A existência de uma condição prioritária não garante, isoladamente, a seleção. A classificação dependerá da quantidade de unidades disponíveis, das regras do programa e da análise de todos os documentos. Documentos para comprovação de prioridade Famílias com crianças menores de 12 anos
Prefeitura amplia limpeza de canais para recuperar sistema de drenagem no Balneário dos Prazeres

A Prefeitura de Pelotas avançou, durante o fim de semana, nos trabalhos de limpeza e desobstrução dos canais que integram o sistema de drenagem do Balneário dos Prazeres, também conhecido como praia do Barro Duro. A intervenção é executada pelo Departamento de Drenagem Urbana da Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura e deverá continuar ao longo desta semana. Até o momento, as equipes já realizaram a limpeza de quase 1,5 mil metros de canais localizados nas avenidas Rubens Machado Souto e Alagoas. Os trabalhos fazem parte de uma operação concentrada para recuperar estruturas consideradas fundamentais para o escoamento da água no loteamento. Na tarde de sábado (12), uma escavadeira começou a atuar em mais 610 metros do canal da Avenida Santa Catarina. O equipamento é utilizado para retirar vegetação, barro, resíduos e outros materiais que impedem ou dificultam a passagem da água. A operação havia começado na sexta-feira com a limpeza do canal localizado na Avenida Piauí. No sábado, os serviços avançaram para canais coletores existentes nas avenidas Ceará e Bahia, ampliando a área atendida dentro do Balneário dos Prazeres. Esses canais recebem parte considerável da água acumulada em diferentes pontos da localidade. Quando estão obstruídos, o escoamento se torna mais lento e pode provocar alagamentos, formação de grandes poças, erosões e prejuízos às condições das ruas. A presença de vegetação em excesso, sedimentos, lixo e materiais descartados irregularmente também reduz a capacidade de drenagem. Por isso, a limpeza precisa alcançar não apenas os pontos mais visíveis, mas também trechos onde o canal está parcialmente fechado ou com passagem reduzida. O trabalho desenvolvido no Balneário dos Prazeres busca restabelecer o funcionamento dos principais canais do loteamento. A recuperação dessas estruturas é considerada uma etapa necessária para melhorar todo o sistema de drenagem da comunidade. Além de facilitar o escoamento da água, a intervenção pretende proteger as condições de pavimentação das vias. Quando a água permanece acumulada durante muito tempo, o solo perde resistência, surgem buracos e o material utilizado nas ruas pode ser levado pela correnteza. Esse processo interfere diretamente na trafegabilidade. Motoristas precisam reduzir a velocidade ou desviar de pontos danificados, enquanto ônibus, caminhões e veículos de emergência podem encontrar dificuldades para circular. Os problemas também atingem quem se desloca a pé. Calçadas inexistentes ou comprometidas fazem com que muitos moradores precisem caminhar pelas margens das ruas, ficando expostos ao barro, à água acumulada e ao tráfego de veículos. A limpeza dos canais busca reduzir esses transtornos e criar melhores condições para a circulação de pedestres e veículos. A medida também pode contribuir para evitar que a água avance sobre os terrenos e chegue às proximidades das residências durante períodos de chuva mais intensa. O Balneário dos Prazeres possui diferentes áreas que dependem de canais abertos para a drenagem. Por isso, uma obstrução em determinado ponto pode afetar outras ruas e impedir que a água percorra o caminho necessário até as estruturas de saída. A operação realizada pela Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura procura restabelecer essa conexão entre os canais. A limpeza das avenidas Piauí, Ceará, Bahia, Rubens Machado Souto, Alagoas e Santa Catarina faz parte desse trabalho integrado. Na Avenida Santa Catarina, a intervenção de 610 metros amplia a extensão já atendida. A utilização de uma escavadeira permite alcançar pontos mais profundos e retirar materiais que não poderiam ser removidos apenas com ferramentas manuais. As equipes também precisam organizar a retirada do material acumulado nas margens. O barro e a vegetação removidos devem ser posicionados de forma a não retornar para o canal com a chuva nem bloquear a passagem de moradores e veículos. A continuidade dos serviços dependerá das condições do terreno e do clima. Períodos de chuva podem interromper temporariamente a atuação das máquinas, principalmente quando o solo fica instável ou apresenta risco para a operação dos equipamentos. Mesmo assim, a previsão é de que os trabalhos sigam durante a semana. As equipes deverão continuar avaliando os trechos onde existe maior necessidade de limpeza e desobstrução. Moradores do Balneário dos Prazeres relatam há bastante tempo dificuldades relacionadas ao escoamento da água, valetas obstruídas, alagamentos e problemas de acesso após períodos de chuva. A recuperação dos canais é uma das medidas necessárias para reduzir essas ocorrências. A drenagem urbana depende, entretanto, de manutenção contínua. Após a retirada dos materiais, os canais precisam ser acompanhados para evitar que a vegetação volte a ocupar toda a estrutura ou que novos resíduos sejam descartados no local. O descarte irregular de lixo, móveis, restos de obras e outros materiais dentro de valetas e canais prejudica o funcionamento do sistema. Durante a chuva, esses objetos podem ser arrastados e formar bloqueios em pontos mais estreitos. A população deve evitar colocar resíduos nas margens e comunicar aos órgãos responsáveis quando identificar obstruções ou descartes. A preservação dos canais ajuda a manter o trabalho realizado e reduz o risco de novos problemas. A recuperação do sistema também exige atenção às ligações entre os diferentes trechos. Não basta limpar apenas uma área quando a água encontra bloqueios logo adiante. Por esse motivo, a operação está sendo realizada em diversas avenidas. Os canais das avenidas Rubens Machado Souto e Alagoas já somam quase 1,5 mil metros limpos. A nova frente na Avenida Santa Catarina acrescenta mais 610 metros à operação, além dos serviços iniciados nas avenidas Piauí, Ceará e Bahia. O conjunto das intervenções busca aumentar a capacidade de recebimento e condução da água, principalmente em dias de precipitação elevada. Quanto mais livre estiver o caminho, menor será a possibilidade de a água permanecer acumulada sobre as vias. A melhoria da drenagem também contribui para conservar os serviços executados nas ruas. Sem o escoamento adequado, qualquer colocação de material ou nivelamento pode ser comprometido rapidamente por novas chuvas. Por esse motivo, a recuperação dos canais é considerada uma base para outras ações de infraestrutura. Após melhorar a drenagem, torna-se possível avaliar com mais precisão quais trechos precisam de manutenção, nivelamento ou reposição de material. A Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura deverá acompanhar os
Acúmulo de lixo e entulhos volta a preocupar moradores na Avenida Cidade de Rio Grande

Moradores procuraram o Pelotas Notícias para denunciar o grande volume de lixo e entulhos acumulado ao longo da Avenida Cidade de Rio Grande, em Pelotas. As imagens encaminhadas mostram diferentes tipos de resíduos espalhados pelas margens e próximos à área de circulação, incluindo sacolas, roupas, móveis, madeiras, restos de materiais de construção, peças de plástico e outros objetos descartados irregularmente. Segundo o relato recebido, a quantidade de resíduos estaria aumentando e deixando a via novamente próxima de uma situação de obstrução. A preocupação dos moradores não se limita ao aspecto visual ou ao mau cheiro, mas também aos possíveis impactos na circulação e no sistema de drenagem da região. Em alguns trechos registrados, os materiais ocupam uma extensão considerável da margem da rua. Há objetos grandes misturados a resíduos domésticos, dificultando a passagem e criando pontos onde o lixo pode continuar se acumulando. A situação se torna ainda mais preocupante diante da possibilidade de chuva. Com a força da água, sacolas, plásticos, pedaços de madeira e outros materiais podem ser arrastados para bueiros, valetas e canais de drenagem, contribuindo para novos entupimentos. Conforme a moradora que encaminhou a denúncia, os bueiros da região já estariam com grande quantidade de resíduos. O receio é que uma chuva mais intensa provoque acúmulo de água, alagamentos e maiores dificuldades para quem utiliza a avenida diariamente. O descarte irregular de lixo em vias públicas causa diferentes impactos. Além de prejudicar a mobilidade de pedestres, ciclistas e motoristas, os resíduos podem atrair ratos, baratas, mosquitos e outros animais capazes de transmitir doenças. Materiais cortantes, objetos quebrados e restos de construção também podem representar risco de ferimentos. Crianças, animais e pessoas que circulam a pé ficam especialmente expostos quando precisam passar perto das áreas utilizadas como depósito irregular. Outro problema é a formação de pontos permanentes de descarte. Quando os resíduos permanecem por muito tempo em determinado local, outras pessoas podem entender que a área é utilizada para receber lixo e passam a abandonar novos objetos no mesmo trecho. Com isso, o volume cresce rapidamente e torna o serviço de limpeza mais complexo. Em vez de uma retirada simples, pode ser necessário utilizar caminhões e equipamentos específicos para remover móveis, madeiras, metais e materiais de maior tamanho. Os moradores afirmam que a situação representa desrespeito para quem vive na região. Além de conviverem com o lixo próximo das residências, as famílias temem que a água das chuvas espalhe os resíduos ou provoque problemas de drenagem. As fotografias mostram que o descarte ocorre em uma área extensa da Avenida Cidade de Rio Grande. Em determinados pontos, os resíduos estão concentrados junto à vegetação e às valetas, o que pode dificultar a visualização das estruturas responsáveis pelo escoamento da água. Quando bueiros e valetas ficam cobertos por lixo, a água perde os caminhos naturais de drenagem e passa a se acumular sobre a via. Esse processo pode provocar poças, erosões, barro e danos ao solo, além de comprometer a circulação. A situação também pode piorar caso veículos passem sobre os materiais. Objetos podem ser espalhados por outras partes da rua, enquanto resíduos menores podem ser empurrados para dentro dos bueiros. Os moradores pedem uma ação de limpeza para retirar todo o material acumulado. A solicitação também inclui a desobstrução dos pontos de drenagem e uma avaliação das condições dos bueiros existentes na avenida. Além da retirada dos resíduos, a comunidade considera importante ampliar a fiscalização. O objetivo é identificar descartes irregulares e impedir que o problema volte poucos dias depois de uma eventual limpeza. O abandono de lixo em locais inadequados prejudica toda a população e gera custos adicionais para os serviços públicos. A coleta regular não é preparada para retirar grandes móveis, restos de obras e materiais descartados fora dos locais e horários definidos. Por isso, resíduos de grande volume precisam ser encaminhados aos pontos apropriados. O descarte na rua pode causar transtornos ambientais, sanitários e de mobilidade. A denúncia também chama atenção para a responsabilidade coletiva. A limpeza realizada pelos órgãos públicos precisa ser acompanhada pelo descarte correto por parte da população. Caso contrário, o local pode voltar rapidamente às mesmas condições. Mesmo assim, os moradores reforçam que o volume atualmente acumulado exige uma intervenção. Segundo eles, a quantidade já compromete as margens da avenida e aumenta a preocupação com a chegada de novos períodos de chuva. A limpeza dos bueiros também é considerada urgente. Se a água não encontrar passagem, poderá retornar para a rua, invadir terrenos ou aumentar os pontos de alagamento. Em áreas onde existem resíduos orgânicos, o contato com a água pode produzir mau cheiro e espalhar material contaminado. A água acumulada em recipientes e objetos abandonados também pode se tornar criadouro de mosquitos. A situação afeta diretamente a qualidade de vida dos moradores. Além da insegurança sanitária, o acúmulo de lixo prejudica a aparência do bairro e transmite uma sensação de abandono. Quem circula pelo trecho precisa desviar de objetos e ter atenção para não passar sobre materiais que possam danificar pneus ou provocar acidentes. Durante a noite ou em dias de baixa visibilidade, os riscos podem aumentar. A comunidade aguarda que o local seja vistoriado e que seja organizada uma operação para retirada dos resíduos. O pedido é para que o serviço alcance toda a extensão afetada e não apenas os pontos mais visíveis. Depois da limpeza, os moradores defendem a necessidade de acompanhamento periódico. A instalação de sinalização, ações educativas e fiscalização podem contribuir para reduzir os descartes futuros. A orientação geral é que móveis, eletrodomésticos, restos de construção e outros materiais volumosos não sejam abandonados em ruas, terrenos, margens de canais ou áreas verdes. Esses resíduos devem ser encaminhados aos serviços e locais autorizados. Até que a retirada seja realizada, os moradores pedem atenção redobrada de quem circula pela Avenida Cidade de Rio Grande, principalmente nos períodos de chuva. A preocupação é que os resíduos continuem avançando sobre a via e que parte do material seja levada para os bueiros, ampliando os transtornos para toda a comunidade.
Prefeitura realiza 75 intervenções em pontes da zona rural e investimentos ultrapassam R$ 524 mil

A Prefeitura de Pelotas contabiliza 75 intervenções em pontes distribuídas pelos nove distritos da zona rural do município desde janeiro de 2025. Os trabalhos realizados pela Secretaria de Desenvolvimento Rural envolvem reformas, serviços de manutenção e construção de novas estruturas, com investimento acumulado de R$ 524.942,55. As ações integram o trabalho de conservação da infraestrutura rural e buscam melhorar as condições de circulação para moradores, trabalhadores, estudantes, produtores e demais pessoas que dependem diariamente das estradas do interior de Pelotas. A Secretaria de Desenvolvimento Rural é responsável pela manutenção de aproximadamente 1.280 quilômetros de malha viária rural. Além das estradas, as equipes também precisam acompanhar as condições das pontes utilizadas para atravessar arroios, canais e áreas de drenagem existentes nas diferentes localidades. Neste momento, os servidores do Departamento de Pontes trabalham na recuperação da Ponte do Telécio, localizada na colônia Santa Áurea, no Rincão da Cruz, 8º Distrito. A estrutura precisou ser interditada devido às condições apresentadas e à necessidade de substituição de partes comprometidas. A intervenção teve início na semana passada. A antiga estrutura foi desmontada com o apoio da equipe da subprefeitura do Rincão da Cruz, permitindo a preparação do local para a instalação de 32 novas vigas. Além da colocação das vigas, o serviço prevê a instalação de tirantes e trilhos necessários para garantir estabilidade e segurança à nova passagem. A previsão é de que a obra seja finalizada até o fim desta semana, desde que as condições climáticas permitam a continuidade das atividades. A Ponte do Telécio é conhecida na região por servir como referência a um antigo morador da localidade. Além da importância histórica para a comunidade, a travessia possui função estratégica para a mobilidade e para a economia rural. Pelo local passam ônibus do transporte coletivo e do transporte escolar, veículos utilizados por moradores, caminhões responsáveis pelo recolhimento de lixo e máquinas ligadas às atividades produtivas. A estrutura também é utilizada para o escoamento da safra de diferentes culturas produzidas na zona rural. Por esse motivo, a interrupção da passagem pode gerar dificuldades para produtores e trabalhadores que precisam transportar mercadorias, insumos e equipamentos. A manutenção das pontes influencia diretamente a rotina das comunidades rurais. Uma estrutura danificada pode aumentar o tempo de deslocamento, obrigar motoristas a utilizar caminhos alternativos e dificultar a prestação de serviços públicos. No caso do transporte escolar, as condições das pontes são fundamentais para garantir que os estudantes consigam chegar às escolas com segurança. O mesmo ocorre com os ônibus do transporte coletivo, utilizados por moradores que precisam se deslocar até outras localidades ou à área urbana de Pelotas. As pontes também precisam permitir a circulação segura de ambulâncias, veículos de atendimento emergencial, equipes de manutenção, caminhões da coleta de resíduos e máquinas utilizadas na recuperação das estradas. De acordo com a administração municipal, o trabalho realizado desde janeiro de 2025 busca enfrentar um cenário marcado pela necessidade de intervenções contínuas e pela ausência, durante anos, de um serviço regular de manutenção em determinados pontos da zona rural. A primeira obra em ponte realizada pela atual gestão ocorreu ainda nos primeiros 15 dias de governo. Na ocasião, as equipes atuaram na ponte do Orlando Sherer, localizada no Cerrito Alegre, 3º Distrito. Desde então, os serviços foram ampliados para diferentes localidades. As 75 intervenções incluem ações de diferentes portes, desde reparos pontuais e substituição de peças até reformas mais amplas e construção de estruturas. Cada ponte exige uma avaliação específica. As condições da madeira, o volume de tráfego, o peso dos veículos, a umidade, o fluxo de água e o desgaste provocado pelo tempo são alguns dos fatores considerados pelas equipes. Em determinadas situações, a recuperação pode ser realizada sem a interrupção total da passagem. Em outros casos, a interdição é necessária para garantir a segurança dos trabalhadores e evitar que veículos utilizem uma estrutura comprometida. Na Ponte do Telécio, a interdição foi adotada por causa das condições encontradas. A retirada da estrutura antiga permitiu que as equipes preparassem a base e organizassem a instalação das novas vigas. A presença de caminhões e equipamentos no local demonstra a complexidade do trabalho. Além do transporte das peças, os servidores precisam posicionar os materiais, realizar os encaixes e garantir que a estrutura suporte o tráfego esperado após a liberação. As condições climáticas também influenciam diretamente o cronograma. Períodos de chuva podem deixar o solo instável, dificultar o acesso de máquinas e aumentar o risco durante a execução dos serviços. Por esse motivo, a previsão de conclusão até o final da semana está condicionada à manutenção de condições adequadas para o trabalho. Caso haja chuva ou algum imprevisto técnico, o prazo poderá sofrer alteração. A Prefeitura destaca que a melhoria da infraestrutura rural é importante para diferentes setores do município. A zona rural de Pelotas possui atividades ligadas à agricultura, pecuária, produção de alimentos e abastecimento de mercados e feiras. Estradas e pontes em condições adequadas reduzem dificuldades no transporte da produção e ajudam a evitar prejuízos causados por atrasos, desvios ou impossibilidade de circulação de veículos pesados. A trafegabilidade também interfere no acesso dos moradores a serviços de saúde, educação, assistência social e outras áreas. Em regiões mais afastadas, uma ponte pode representar o principal caminho entre uma comunidade e as demais localidades. Por isso, a recuperação dessas estruturas possui impacto direto na segurança e na qualidade de vida das famílias que vivem no interior. O investimento de R$ 524.942,55 representa o total aplicado nas 75 intervenções realizadas desde janeiro de 2025. Os recursos foram utilizados para aquisição de materiais, recuperação de estruturas e execução dos serviços necessários nos nove distritos rurais. A Secretaria de Desenvolvimento Rural mantém equipes responsáveis por acompanhar as demandas e realizar vistorias. Os trabalhos são definidos de acordo com o nível de urgência, o risco apresentado pela estrutura e a importância da passagem para cada comunidade. A Ponte do Telécio deverá ser liberada após a conclusão da instalação das novas vigas, dos tirantes, dos trilhos e dos demais ajustes necessários. Antes da reabertura, a estrutura deverá
Aluno de Medicina da UFPel realiza campanha para substituir baterias de cadeira de rodas motorizada

O estudante Lizandro Botelho, aluno do curso de Medicina da Universidade Federal de Pelotas (UFPel), está mobilizando a comunidade em uma campanha solidária para conseguir adquirir duas novas baterias para sua cadeira de rodas motorizada. O equipamento é fundamental para sua mobilidade, autonomia e participação nas atividades acadêmicas, especialmente nas aulas práticas previstas ao longo da graduação. Lizandro ingressou no curso de Medicina em 2019 e possui artrogripose congênita, condição que reduz sua mobilidade e torna necessário o uso de uma cadeira motorizada adaptada. O modelo utilizado pelo estudante possui o sistema Stand Up, recurso que permite mudanças de posição e contribui para que ele consiga realizar diferentes tarefas durante sua rotina pessoal e universitária. Segundo o relato apresentado pelo próprio estudante, as baterias atualmente instaladas na cadeira perderam força e capacidade de armazenamento de energia após anos de utilização. A redução no desempenho passou a comprometer o funcionamento adequado do equipamento, dificultando os deslocamentos e podendo impedir a participação de Lizandro em atividades práticas que exigem maior tempo de uso da cadeira. A cadeira motorizada depende de duas baterias específicas para funcionar. Conforme as informações encaminhadas à reportagem, cada unidade custa aproximadamente R$ 1.700. Dessa forma, são necessários cerca de R$ 3.400 para a compra das duas baterias e a recuperação da autonomia do equipamento. O objetivo da campanha é conseguir o valor antes do reinício das atividades acadêmicas do próximo semestre, previsto para agosto. Para Lizandro, a substituição das baterias não representa apenas a manutenção de um equipamento, mas a possibilidade de continuar frequentando as aulas, participando das práticas do curso e avançando em sua formação universitária com maior segurança e independência. A cadeira de rodas motorizada é utilizada diariamente e exerce um papel essencial na rotina do estudante. Quando as baterias deixam de manter a carga necessária, o usuário pode enfrentar dificuldades para realizar deslocamentos simples, permanecer durante longos períodos fora de casa ou frequentar ambientes acadêmicos. No caso de Lizandro, o problema também afeta diretamente a continuidade das atividades exigidas durante o curso de Medicina. Diante do custo elevado das peças, que está fora das possibilidades financeiras atuais da família, o estudante decidiu pedir o apoio da comunidade. Pessoas interessadas em colaborar podem contribuir com qualquer valor por meio da chave PIX divulgada pela família. A chave PIX é o número 53 99181-9292, registrada em nome de Vilberto Domingues Botelho. Quem desejar obter mais informações, confirmar os dados ou conversar diretamente com o estudante pode entrar em contato com Lizandro pelo telefone e WhatsApp (53) 98115-8938. A família destaca que não existe valor mínimo para participação na campanha. Pequenas contribuições, quando somadas, podem ajudar a alcançar o total necessário para a compra das duas baterias. Quem não tiver condições de contribuir financeiramente também pode colaborar compartilhando a mobilização com amigos, familiares, colegas de trabalho e integrantes de grupos comunitários. Lizandro espera que a campanha possibilite a aquisição das baterias dentro do prazo necessário para o retorno das aulas. A mobilização reforça a importância da acessibilidade e da existência de recursos adequados para que pessoas com deficiência possam permanecer nos espaços educacionais e desenvolver suas atividades com dignidade, segurança e autonomia. A formação universitária exige deslocamentos frequentes, participação em aulas teóricas e práticas, realização de avaliações e presença em diferentes ambientes. Para estudantes que utilizam equipamentos de mobilidade, a manutenção desses recursos é indispensável. Sem as baterias em condições adequadas, Lizandro corre o risco de enfrentar limitações ainda maiores justamente no momento de retomada do semestre. O estudante agradece antecipadamente a todas as pessoas que puderem contribuir ou ajudar na divulgação. A expectativa é de que a união da comunidade permita alcançar os R$ 3.400 necessários e garantir que a cadeira volte a funcionar com a autonomia adequada. Dados para contribuição PIX: 53 99181-9292Titular da chave: Vilberto Domingues BotelhoValor necessário: R$ 3.400Contato com Lizandro: (53) 98115-8938 A publicação desta reportagem, o uso das imagens, a divulgação dos dados de contato e as informações relacionadas à campanha foram expressamente autorizados por Lizandro Botelho. Os dados apresentados foram fornecidos pelo estudante e por sua família. Pessoas que desejarem colaborar poderão entrar em contato diretamente com Lizandro para esclarecer dúvidas e confirmar as informações antes de realizar a contribuição. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com