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Roubo de hidrômetro provoca desperdício de água e chama atenção no Centro de Pelotas

O furto de um hidrômetro provocou vazamento e desperdício de água na Rua General Argolo, entre as ruas General Osório e Andrade Neves, na região central de Pelotas. A situação foi registrada por pessoas que passavam pelo local e encaminhada ao Pelotas Notícias. As imagens mostram a água saindo diretamente do ponto onde o equipamento estava instalado, atingindo a calçada e se espalhando pela via. A retirada irregular do hidrômetro causou preocupação entre moradores e comerciantes da região, principalmente pelo desperdício de água e pelos possíveis transtornos relacionados ao abastecimento do imóvel atingido. Além do prejuízo causado ao proprietário, o furto desse tipo de equipamento pode provocar danos à estrutura da ligação, perda contínua de água e necessidade de reparos emergenciais até que o hidrômetro seja substituído. Vazamento permanece no local Enquanto o equipamento não é reinstalado e a ligação não recebe o reparo necessário, a água continua sendo desperdiçada. A situação também pode deixar a calçada molhada e escorregadia, aumentando o risco de quedas para pedestres, especialmente idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida. A água acumulada junto ao meio-fio ainda pode causar transtornos para quem circula pela rua, além de contribuir para o desgaste da calçada e do pavimento. Moradores relataram preocupação com a demora na realização do reparo e pedem que o órgão responsável compareça ao local com urgência. Furto causa prejuízo e transtornos O hidrômetro é o equipamento responsável pela medição do consumo de água de um imóvel. Quando ele é retirado de forma irregular, além do furto em si, podem ocorrer danos à tubulação e vazamentos de grande intensidade. A reposição do equipamento depende da avaliação técnica da ligação e da realização dos procedimentos necessários para garantir que o abastecimento seja restabelecido com segurança. O furto também pode gerar prejuízo financeiro ao proprietário do imóvel, que fica temporariamente sem o equipamento e pode enfrentar dificuldades até a normalização da situação. Casos semelhantes devem ser comunicados às autoridades policiais e ao serviço responsável pelo abastecimento, permitindo o registro da ocorrência e o encaminhamento das providências. Comunidade solicita providências A comunidade pede que uma equipe seja enviada ao trecho da Rua General Argolo para interromper o vazamento, avaliar os danos e realizar a substituição do hidrômetro. Também é solicitado que o caso seja apurado pelas autoridades competentes, com o objetivo de identificar os responsáveis pelo furto e evitar novas ocorrências na região. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre suspeitos ou sobre o horário em que o equipamento teria sido retirado. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para manifestação dos órgãos responsáveis e atualizará a matéria caso sejam apresentadas novas informações sobre o reparo ou a investigação. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias — @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA A CÓPIA Envie informações, fotos e vídeos para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Portal oficial: www.portalpelotasnoticias.com.br

Vídeo registra suspeito tentando invadir residências próximo ao Estádio Bento Freitas, em Pelotas

Imagens de câmeras de segurança registraram a movimentação de um homem junto a residências localizadas nas proximidades do Estádio Bento Freitas, em Pelotas, durante o fim de semana. O material foi encaminhado ao Pelotas Notícias por um morador da região e teve sua divulgação autorizada. Conforme o relato recebido, o suspeito teria tentado arrombar imóveis e estaria portando uma faca. Em um dos registros, ele aparece próximo à entrada de uma residência durante a madrugada, movimentando-se pela área externa do imóvel. O morador informou que pessoas presentes no local perceberam a situação e tentaram impedir a possível invasão. O homem teria deixado a área logo depois. Não há confirmação sobre a ocorrência de feridos ou sobre objetos levados das residências. As imagens apresentam baixa resolução e não permitem confirmar de forma segura a identidade do envolvido. Por esse motivo, o Pelotas Notícias não fará qualquer identificação ou associação do suspeito a uma pessoa específica sem manifestação oficial das autoridades. Comunidade deve evitar abordagens A divulgação do vídeo busca alertar os moradores da região, mas não deve ser utilizada para incentivar perseguições, confrontos ou acusações públicas. Caso uma pessoa com características semelhantes seja localizada, a orientação é não realizar uma abordagem direta, especialmente diante da informação de que o suspeito poderia estar portando uma faca. Os moradores devem permanecer em um local seguro, manter portas e portões fechados e acionar a Brigada Militar pelo telefone 190. Informações sobre a localização, as roupas utilizadas e a direção seguida podem auxiliar no atendimento da ocorrência. Também é importante não publicar endereços exatos, rotinas familiares ou outras informações que possam aumentar a exposição dos moradores e dos imóveis atingidos. Imagens podem auxiliar a investigação Registros feitos por câmeras particulares podem contribuir para o trabalho policial. O material original, sem cortes ou alterações, deve ser preservado e entregue às autoridades responsáveis. Além do vídeo, informações sobre horário, local aproximado, possíveis testemunhas e eventuais danos causados às residências podem auxiliar na apuração. Caso algum imóvel tenha sido danificado ou invadido, o responsável deve registrar uma ocorrência policial e informar todos os elementos disponíveis. Fotografias de fechaduras, portões e janelas danificadas também podem ser anexadas ao registro. A identificação de um suspeito deve ser realizada pelas autoridades por meio da análise das imagens, dos relatos e de outros elementos obtidos durante a investigação. Cuidados de segurança Moradores podem adotar medidas preventivas, como verificar o funcionamento de fechaduras, portões, iluminação externa, alarmes e câmeras de monitoramento. Também é recomendado evitar deixar ferramentas, escadas ou objetos que possam facilitar o acesso a janelas e áreas superiores dos imóveis. Vizinhos podem manter contato entre si para comunicar movimentações suspeitas, mas sempre acionando as autoridades e evitando confrontos. Em situações de emergência, a prioridade deve ser preservar a integridade das pessoas. Objetos e danos materiais podem ser recuperados ou reparados, enquanto uma tentativa de abordagem pode provocar consequências graves. Caso ainda não possui confirmação oficial Até a publicação desta matéria, não havia informação oficial sobre a identificação, localização ou prisão do homem registrado nas imagens. Também não foi confirmada a quantidade de residências supostamente atingidas ou se houve registro formal de todas as ocorrências mencionadas. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para manifestação da Brigada Militar, da Polícia Civil e dos demais órgãos responsáveis. A matéria será atualizada caso sejam divulgadas novas informações oficiais sobre o caso. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias — @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA A CÓPIA Envie informações, fotos e vídeos para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Portal oficial: www.portalpelotasnoticias.com.br

Moradora denuncia esgoto exposto e acúmulo de lixo próximo a escola no bairro Fragata

Uma moradora do bairro Fragata procurou o Pelotas Notícias para denunciar uma situação envolvendo esgoto exposto e o acúmulo de resíduos na Rua Georgeta Fontini Bardou Bento, nas proximidades do Colégio Antônio Xavier, em Pelotas. Conforme o relato encaminhado à reportagem, o problema já ocorre há algumas semanas e continua causando preocupação entre quem reside ou circula pela região. As imagens enviadas mostram restos de madeira, partes de móveis, materiais descartados e outros resíduos depositados em uma área próxima à via. Em outro ponto, é possível observar um material escuro e úmido espalhado junto à margem da rua, onde teria sido realizado um serviço de desobstrução da rede de esgoto. Segundo a moradora, uma equipe compareceu ao local na última sexta-feira, dia 24 de julho, para realizar o desentupimento da rede. Após a conclusão do trabalho, os responsáveis pelo atendimento teriam informado que retornariam posteriormente para retirar os resíduos e materiais deixados no espaço. Entretanto, até este domingo (26), a limpeza ainda não havia sido realizada, conforme o relato recebido. A moradora afirma que o material permanece exposto e que a situação gera transtornos para as famílias da região. Além do desconforto provocado pelo mau cheiro e pela aparência do local, existe preocupação com possíveis riscos sanitários. O contato com esgoto e resíduos pode favorecer a presença de insetos, ratos e outros animais, principalmente quando o material permanece acumulado durante vários dias. A denunciante informou que reside com crianças e teme que elas possam se aproximar da área ou entrar em contato com a água e os resíduos. A preocupação também se estende aos estudantes que utilizam a rua para chegar ao Colégio Antônio Xavier e a outros moradores que passam diariamente pelo trecho. De acordo com a moradora, o lixo depositado em uma esquina próxima costuma ser recolhido com maior frequência. No entanto, os materiais colocados no ponto mostrado nas imagens permaneceriam acumulados por mais tempo. Ela pede que seja realizada a retirada dos resíduos e que uma equipe retorne ao local para verificar se a rede de esgoto permanece funcionando corretamente. A solicitação também inclui uma limpeza completa da área utilizada durante o serviço de desobstrução. O acúmulo de lixo em áreas próximas a ruas, calçadas e terrenos pode causar diferentes problemas para a comunidade. Além de prejudicar a circulação de pedestres, os resíduos podem bloquear a passagem da água da chuva, atingir bocas de lobo e contribuir para novos entupimentos. Quando o descarte ocorre próximo a pontos com vazamento ou retorno de esgoto, os riscos podem ser ampliados. A água contaminada pode se espalhar pela via, atingir áreas de circulação e permanecer acumulada em locais utilizados por crianças e animais. As fotografias também mostram estruturas de madeira quebradas e outros materiais volumosos. Esse tipo de resíduo exige uma retirada adequada para evitar acidentes, principalmente durante a noite, quando a visibilidade é menor. A situação relatada ocorre em uma área residencial do bairro Fragata. A presença de uma instituição de ensino nas proximidades aumenta a movimentação de estudantes, responsáveis e trabalhadores durante diferentes horários do dia. A comunidade solicita que o trecho receba atenção e que a limpeza seja realizada o mais rapidamente possível. Os moradores também pedem que sejam adotadas medidas para impedir novos descartes irregulares no mesmo ponto. A identidade da moradora que encaminhou a denúncia será preservada. O Pelotas Notícias mantém espaço aberto para eventuais esclarecimentos e atualizações sobre o atendimento no local. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias — @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA A CÓPIA Envie sua notícia para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627Portal oficial: www.portalpelotasnoticias.com.br

Cachorrinha é atingida por disparo no bairro Eldorado e responsáveis iniciam campanha para custear tratamento

Uma mobilização foi iniciada para auxiliar no tratamento de uma cachorrinha que foi atingida por um disparo no bairro Eldorado, em Pelotas. Conforme as informações repassadas pelos responsáveis pelo animal, o caso ocorreu neste sábado (25), quando a cadela teria sido atingida por um tiro de origem ainda não esclarecida. Após o ocorrido, a cachorrinha foi socorrida e encaminhada imediatamente para atendimento veterinário. Devido à gravidade do ferimento, ela precisou passar por um procedimento e deverá permanecer internada durante os próximos dias, recebendo medicação e acompanhamento profissional. A cadela teria sido retirada das ruas anteriormente e estava sob os cuidados de pessoas que decidiram acolhê-la. Diante da situação, os responsáveis afirmaram que não pretendem interromper o tratamento e estão buscando ajuda da comunidade para garantir todos os cuidados necessários durante o período de recuperação. O atendimento gerou despesas relacionadas ao procedimento, às consultas, aos medicamentos e à internação. Por esse motivo, familiares, amigos e apoiadores iniciaram uma mobilização para arrecadar recursos e ajudar no pagamento dos custos veterinários. Segundo o relato divulgado, o disparo teria atingido a cachorrinha de forma acidental. No entanto, não foram repassadas informações sobre a origem do tiro, sobre a possível autoria ou sobre as circunstâncias exatas em que o animal foi ferido. O caso chama a atenção para os riscos causados por disparos de arma de fogo, que podem atingir pessoas e animais mesmo quando não são o alvo inicial. A orientação é para que situações semelhantes sejam comunicadas às autoridades responsáveis, permitindo o registro e a apuração dos fatos. Enquanto a recuperação segue sendo acompanhada, a prioridade dos responsáveis é manter a cachorrinha internada e garantir que ela receba todos os procedimentos recomendados. O período de observação será importante para avaliar sua evolução e identificar a necessidade de novos atendimentos. As imagens encaminhadas mostram a cadela recebendo cuidados durante o atendimento. Ela aparece deitada sobre uma mesa enquanto profissionais realizam os procedimentos necessários. Apesar da situação delicada, os responsáveis seguem esperançosos com a recuperação. A campanha busca reunir contribuições de qualquer valor. Além do auxílio financeiro, a divulgação do caso também é considerada importante para que o pedido alcance um número maior de pessoas. Os responsáveis reforçam que todo apoio será utilizado para a continuidade do tratamento, incluindo os dias de internação e outros cuidados que possam ser indicados durante a recuperação do animal. As pessoas interessadas em colaborar ou obter mais informações sobre a campanha podem entrar em contato diretamente com Fábio pelo telefone (53) 99713-1980. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias — @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA A CÓPIA Envie sua notícia para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627Portal oficial: www.portalpelotasnoticias.com.br

Passageiros denunciam ônibus que não realizam paradas em linhas do Laranjal durante a noite

Usuários do transporte coletivo de Pelotas relatam dificuldades recorrentes para embarcar em ônibus que atendem o Laranjal e outras regiões da cidade durante o período noturno. Conforme uma denúncia encaminhada ao Pelotas Notícias, alguns veículos estariam passando pelos pontos sem parar, mesmo quando há passageiros aguardando. A situação teria sido observada principalmente após as 19h e estaria ocorrendo há aproximadamente uma semana. Uma passageira que trabalha na região do Laranjal afirmou que precisa utilizar o transporte coletivo para retornar ao Centro, mas vem enfrentando longos períodos de espera. Em uma das situações relatadas, ela teria permanecido entre as 19h e as 21h aguardando a passagem de um ônibus. Segundo a usuária, alguns veículos teriam seguido diretamente pela avenida, sem reduzir a velocidade ou realizar o embarque. A passageira informou ainda que determinados ônibus passariam com as luzes internas desligadas ou com o letreiro indicando “garagem”. Em alguns casos, no entanto, ela afirma ter percebido a presença de passageiros dentro dos veículos, apesar de os motoristas não efetuarem a parada. O relato aponta que o problema não estaria restrito a uma única linha. Situações semelhantes teriam sido observadas em itinerários que atendem o Laranjal, Valverde, Barro Duro e Colônia Z3. Diante da dificuldade para embarcar, alguns usuários seriam obrigados a se deslocar por uma distância maior até pontos considerados mais movimentados. Entre os locais citados está a região próxima ao Posto Guga, na Avenida Adolfo Fetter. A necessidade de caminhar até outro ponto causa ainda mais transtornos durante a noite, principalmente para trabalhadores que encerram suas atividades após as 19h. O deslocamento também pode representar risco para pessoas que estão sozinhas ou precisam caminhar por trechos com pouca circulação. Falta de sinalização nas paradas Além das reclamações sobre os ônibus que não realizariam as paradas, passageiros chamam atenção para a falta de identificação e de estrutura em diversos pontos do Laranjal. Conforme os relatos, algumas paradas não possuem placa informando que aquele local faz parte do itinerário do transporte coletivo. Também há pontos sem abrigo, cobertura ou bancos para que os passageiros possam aguardar. Em determinados locais, a estrutura é tão limitada que o espaço pouco se parece com uma parada oficial. Sem sinalização adequada, usuários ficam em dúvida sobre o ponto exato onde devem aguardar o ônibus. A ausência de placas também pode dificultar a identificação do ponto pelos próprios motoristas, especialmente durante a noite. Passageiros afirmam que, em alguns trechos, precisam sinalizar de forma mais intensa para tentar chamar a atenção do condutor. A iluminação insuficiente é outro fator apontado. Em vias escuras, um motorista pode ter dificuldade para perceber que há pessoas esperando junto à calçada, principalmente quando a parada não possui qualquer identificação visual. Apesar disso, os usuários defendem que os veículos devem cumprir integralmente os itinerários e realizar as paradas previstas. A população também solicita que as empresas orientem seus motoristas e fiscalizem o atendimento prestado durante o período noturno. Espera prolongada A espera por até duas horas gera preocupação entre os usuários que dependem exclusivamente do transporte público. Trabalhadores podem chegar mais tarde em casa, perder conexões com outras linhas ou permanecer por longos períodos expostos ao frio e à chuva. A situação também afeta estudantes, idosos e pessoas que precisam se deslocar para atendimentos de saúde ou compromissos em outras regiões da cidade. Os passageiros relatam ainda que a frequência dos ônibus costuma ser menor durante a noite. Quando um veículo não realiza a parada, o usuário pode precisar aguardar por um período ainda maior até a chegada do próximo horário. Por esse motivo, a comunidade solicita uma verificação dos itinerários, dos horários e da conduta adotada pelos motoristas. Também é pedida uma avaliação completa dos pontos existentes no Laranjal e nas regiões atendidas pelas linhas citadas. Pedido de melhorias Entre as providências solicitadas estão a instalação de placas de identificação em todos os pontos oficiais, a colocação de abrigos e bancos e a melhoria da iluminação nas áreas de embarque. Os usuários defendem ainda que as informações sobre itinerários e horários sejam disponibilizadas de maneira clara e atualizada, permitindo que os passageiros saibam exatamente onde e quando os ônibus devem passar. Outra solicitação é a realização de fiscalização durante a noite. A medida poderia verificar se os veículos estão cumprindo os trajetos previstos e realizando o embarque dos passageiros em todos os pontos oficiais. O Pelotas Notícias ressalta que as informações apresentadas são baseadas no relato encaminhado por uma usuária do transporte coletivo. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a existência de orientação para que os veículos deixem de realizar determinadas paradas. O espaço permanece aberto para que a empresa responsável pelo transporte coletivo e a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito esclareçam a situação, informem se houve alteração nos itinerários e apresentem as providências que poderão ser adotadas. A matéria poderá ser atualizada assim que houver retorno oficial. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias — @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA A CÓPIA Envie informações, fotos e vídeos para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Portal oficial: www.portalpelotasnoticias.com.br

Moradores denunciam buracos e remendos recorrentes na Avenida 25 de Julho, em Pelotas

Moradores da Avenida 25 de Julho, em Pelotas, procuraram o Pelotas Notícias para relatar problemas recorrentes no pavimento da via. Conforme as informações encaminhadas, diferentes trechos apresentam buracos, desníveis, remendos deteriorados e acúmulo de água, situação que ficaria ainda mais evidente após períodos de chuva. A insatisfação levou moradores a apelidarem popularmente o local de “Avenida 25 Buracos” e também de “25 Remendos”. As expressões são utilizadas como forma de protesto contra o que a comunidade considera uma sequência de reparos provisórios que não resolveriam definitivamente os danos existentes no pavimento. De acordo com os relatos, equipes realizariam intervenções pontuais nos locais mais danificados. No entanto, após novas chuvas e a circulação diária de veículos, os remendos voltariam a apresentar desgaste, provocando novamente o surgimento de buracos e irregularidades na pista. Imagens enviadas ao portal mostram um dos pontos mais críticos da avenida. No trecho registrado, é possível observar uma área extensa com água acumulada, pavimento deteriorado e obstáculos posicionados para chamar a atenção dos motoristas. A situação reduz o espaço disponível para a passagem dos veículos e exige cuidado redobrado dos condutores. Moradores afirmam que, em determinados momentos, motoristas precisam desviar dos buracos e circular próximos ao sentido contrário da pista. Além do risco de colisões, a condição da via também pode provocar danos em pneus, rodas, suspensão e outros componentes dos veículos. Um dos pontos citados fica próximo a um quebra-molas. Segundo os moradores, a deterioração do pavimento é tão significativa que os condutores já precisam reduzir consideravelmente a velocidade para passar pelos buracos antes mesmo de chegar ao redutor instalado na avenida. A comunidade avalia que somente novos remendos não serão suficientes para solucionar o problema. A principal reivindicação é pela recuperação completa dos trechos mais comprometidos, com retirada do pavimento deteriorado e aplicação de uma nova camada de asfalto. Os moradores também solicitam uma avaliação do sistema de drenagem. A presença frequente de água acumulada sobre a pista pode acelerar a deterioração do asfalto, especialmente quando existem fissuras ou reparos antigos. Com a circulação dos veículos, a água pode penetrar nas camadas inferiores do pavimento e ampliar os danos. Além de ser utilizada pelos moradores da região, a Avenida 25 de Julho recebe circulação diária de automóveis, motocicletas, bicicletas e veículos de serviços. As condições relatadas podem afetar diretamente a mobilidade e aumentar o risco para quem utiliza a via. A moradora que enviou a reclamação afirmou que o problema ocorre repetidamente. Segundo ela, após a realização de reparos, basta um novo período de chuva para que os buracos voltem a surgir. A comunidade pede que seja realizada uma obra mais duradoura, evitando gastos sucessivos com intervenções emergenciais. Outro ponto de preocupação é a sinalização. Em alguns trechos, objetos colocados pelos próprios moradores são utilizados para alertar os motoristas sobre a existência de buracos. Embora a iniciativa busque evitar acidentes, a população considera necessária uma sinalização oficial enquanto o reparo definitivo não for executado. A situação também se torna mais perigosa durante a noite ou em dias de chuva intensa, quando a água pode esconder a profundidade dos buracos. Motoristas que não conhecem a região podem atingir os pontos danificados sem conseguir reduzir a velocidade ou realizar o desvio com antecedência. Os moradores aguardam uma vistoria das equipes responsáveis e um posicionamento sobre a possibilidade de recuperação completa da avenida. A expectativa é de que o local seja incluído em uma programação de manutenção ou recapeamento, com atenção especial aos trechos onde ocorre acúmulo de água. Até a realização dos reparos, a orientação é para que os condutores diminuam a velocidade e mantenham atenção ao circular pela Avenida 25 de Julho, principalmente nos pontos onde há buracos, poças e irregularidades no pavimento. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias@pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.

Moradores relatam ocupação irregular e acúmulo de resíduos próximo a valão na região da Balsa

Moradores da região da Balsa, nas proximidades do Anglo, em Pelotas, relatam preocupação com a instalação de barracas e estruturas improvisadas às margens de um valão. A comunidade afirma que o espaço passou a concentrar grande quantidade de materiais, entulhos e resíduos, situação que estaria provocando sujeira, mau cheiro e insegurança para quem vive nas proximidades. De acordo com os relatos encaminhados ao Pelotas Notícias, algumas estruturas foram montadas no local após a retirada ou destruição de pequenas construções que existiam anteriormente na área. Desde então, pessoas que trabalham com a coleta de materiais recicláveis teriam passado a utilizar o espaço para armazenar objetos recolhidos em diferentes pontos da cidade. Imagens registradas no local mostram barracas construídas com lonas, madeiras, tecidos e outros materiais. Ao redor das estruturas, também é possível observar resíduos espalhados pelo terreno, próximo à rua e às margens do valão. A principal preocupação dos moradores está relacionada às condições sanitárias e ambientais da área. Conforme os relatos, o acúmulo de lixo pode favorecer a presença de ratos, insetos e outros animais, além de contribuir para a contaminação do solo e da água. Os residentes também demonstram preocupação com a possibilidade de parte dos materiais ser carregada para dentro do valão em dias de chuva. O descarte irregular pode dificultar o escoamento da água, provocar obstruções e agravar pontos de alagamento na região. Outro problema mencionado pela comunidade é a sensação de insegurança. Moradores afirmam que a rua possui grande número de pessoas idosas e que algumas delas passaram a evitar circular pelo local em determinados horários ou deixar as residências abertas, principalmente durante a noite. Apesar das reclamações, a comunidade destaca a necessidade de que qualquer intervenção seja realizada de forma integrada, garantindo não apenas a limpeza e a fiscalização da área, mas também atendimento adequado às pessoas que estão ocupando o espaço. Os moradores solicitam que equipes da assistência social realizem uma abordagem para identificar as necessidades das pessoas instaladas no local e verificar se elas possuem acesso a programas sociais, acolhimento ou outras formas de acompanhamento oferecidas pelo município. Também é solicitada uma vistoria dos setores responsáveis pela limpeza urbana, fiscalização ambiental, drenagem e vigilância sanitária. A intenção é verificar a situação do terreno, avaliar os riscos existentes e recolher os resíduos que estejam sendo armazenados ou descartados de maneira inadequada. A área próxima ao valão exige atenção especial, principalmente porque qualquer obstrução pode comprometer o sistema de drenagem. Durante períodos de chuva intensa, materiais como móveis, madeiras, plásticos e sacolas podem ser arrastados pela água, bloqueando a passagem e aumentando os riscos para toda a comunidade. Os moradores ainda defendem que sejam adotadas medidas para impedir novos descartes irregulares depois da realização da limpeza. Entre as providências sugeridas estão o acompanhamento periódico da área, a instalação de sinalização e o reforço da fiscalização. A comunidade espera que a situação seja avaliada pelos órgãos competentes e que uma solução seja construída com responsabilidade, preservando a segurança dos moradores, as condições ambientais do local e a dignidade das pessoas que estão vivendo nas estruturas improvisadas. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA

Rua alagada obriga moradores a caminhar com água na altura da canela no Cedrinho

Rua alagada obriga moradores a caminhar com água na altura da canela no Cedrinho Moradores do Cedrinho, localizado no interior da Colônia Z3, em Pelotas, enfrentam dificuldades para sair de casa e circular pela comunidade devido ao alagamento de uma das ruas da localidade. Imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias mostram a via completamente tomada pela água, formando grandes pontos de alagamento em frente às residências. Para conseguir passar pelo local, moradores precisam caminhar com água na altura da canela, enfrentando ainda lama, buracos e a falta de condições adequadas de acesso. O problema afeta diretamente a rotina das famílias que vivem na região. Crianças, idosos, trabalhadores e moradores com dificuldades de locomoção precisam atravessar a água para chegar às suas casas ou sair da comunidade. Além dos transtornos para pedestres, o alagamento também dificulta a passagem de veículos e pode comprometer o acesso de serviços essenciais, como ambulâncias, transporte escolar, coleta de resíduos e equipes de manutenção. Os moradores relatam preocupação com a permanência da água sobre a rua e pedem providências para melhorar o sistema de drenagem da localidade. A comunidade solicita uma avaliação técnica e a realização de serviços que possam permitir o escoamento da água e recuperar as condições de circulação. A situação registrada no Cedrinho reforça as reclamações recorrentes de moradores da Colônia Z3 sobre dificuldades de drenagem, acúmulo de água e problemas de infraestrutura nas vias internas da região. A população espera que o local seja vistoriado e que sejam adotadas medidas para reduzir os transtornos enfrentados por quem precisa circular diariamente pela rua alagada. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA

Prefeitura e Senar realizam evento sobre empreendedorismo feminino no Mercado Central de Pelotas

A Prefeitura de Pelotas e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural realizam, nesta quinta-feira (23), uma programação especial voltada à valorização do empreendedorismo feminino no meio rural. O evento ocorrerá das 8h às 17h, no Largo do Mercado Central, com participação de 12 agricultoras integrantes do programa Mulheres em Campo – Empreendedorismo. A iniciativa reunirá trabalhos, produtos e experiências desenvolvidos por mulheres que atuam na zona rural do município. Durante a programação, o público poderá conhecer atividades ligadas à produção agrícola, à gestão das propriedades e à criação de alternativas para ampliar a renda das famílias. A ação é promovida em parceria com a Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural, e o Senar. A proposta é aproximar as agricultoras da comunidade urbana, dar visibilidade ao trabalho feminino no campo e apresentar os resultados das capacitações realizadas ao longo do programa. A participação das 12 agricultoras foi articulada pelas equipes da Secretaria de Desenvolvimento Rural, com apoio de lideranças distritais e das subprefeituras. O trabalho de busca ativa permitiu identificar mulheres interessadas em ampliar seus conhecimentos sobre gestão, organização e planejamento das atividades desenvolvidas nas propriedades. Mulheres em Campo O programa Mulheres em Campo – Empreendedorismo busca fortalecer a participação feminina na administração e no desenvolvimento das propriedades rurais. A formação trabalha conhecimentos que podem ajudar as agricultoras a organizar os custos da produção, identificar oportunidades, planejar investimentos, melhorar a apresentação dos produtos e construir estratégias para alcançar novos consumidores. Além das técnicas relacionadas à gestão, o programa valoriza as experiências acumuladas pelas mulheres que vivem e trabalham no meio rural. Muitas participantes já atuam diretamente na produção, na comercialização e na organização financeira das propriedades, mesmo quando esse trabalho nem sempre recebe reconhecimento adequado. A iniciativa procura transformar conhecimentos práticos em instrumentos para o desenvolvimento de empreendimentos mais sustentáveis e capazes de gerar melhores resultados para as famílias. Valorização da produção rural feminina O evento no Largo do Mercado Central representa uma oportunidade para mostrar à comunidade a diversidade do trabalho desenvolvido pelas mulheres agricultoras de Pelotas. A exposição também contribui para aproximar produtores e consumidores, permitindo que o público conheça a origem dos produtos e as histórias das pessoas responsáveis por cada atividade. A produção rural feminina está presente em diferentes áreas, como cultivo de alimentos, processamento artesanal, criação de animais, administração financeira e comercialização. Em muitas propriedades, as mulheres desempenham várias dessas funções simultaneamente. Além das atividades produtivas, também participam da organização familiar e da manutenção da rotina do campo. Ao oferecer um espaço específico para apresentar os trabalhos e iniciativas liderados por mulheres, o evento amplia a visibilidade dessas contribuições. Capacitação e autonomia O Mulheres em Campo foi estruturado para oferecer ferramentas que auxiliem as participantes na tomada de decisões. A gestão rural exige conhecimento sobre planejamento, custos, mercado, produção e uso dos recursos disponíveis. A capacitação permite que as agricultoras analisem melhor cada etapa e identifiquem caminhos para aprimorar os resultados. O programa também incentiva o desenvolvimento de habilidades empreendedoras. Isso envolve compreender as necessidades dos consumidores, observar oportunidades e avaliar quais mudanças podem ser implementadas dentro da realidade de cada propriedade. A autonomia financeira é outro ponto importante. Quando as mulheres conseguem transformar seus conhecimentos e sua produção em fontes de renda, ampliam sua participação nas decisões familiares e no planejamento do futuro. Esse processo contribui para fortalecer as propriedades e criar novas perspectivas de permanência no meio rural. Desenvolvimento sustentável A iniciativa também busca relacionar empreendedorismo e sustentabilidade. O desenvolvimento das propriedades precisa considerar a preservação dos recursos naturais, a organização da produção e o uso responsável dos materiais disponíveis. Práticas sustentáveis podem reduzir desperdícios, melhorar a utilização da água, do solo e da energia e contribuir para a continuidade das atividades rurais. A diversificação da produção também pode ser uma estratégia importante. Ao desenvolver diferentes produtos, as propriedades diminuem a dependência de uma única fonte de renda e ampliam as possibilidades de comercialização. O programa incentiva as participantes a observarem as características de cada localidade e a construírem alternativas compatíveis com suas condições. Mobilização nos distritos A Secretaria de Desenvolvimento Rural realizou a mobilização das agricultoras por meio das lideranças distritais e das subprefeituras. A estratégia buscou alcançar mulheres que vivem em diferentes regiões rurais do município e que poderiam se beneficiar das atividades oferecidas. A proximidade das equipes com as comunidades permite identificar demandas e encaminhar informações sobre cursos, programas e oportunidades disponíveis. Essa articulação também facilita o acompanhamento das participantes e ajuda a construir ações que considerem as necessidades de cada distrito. O contato permanente com as comunidades é fundamental para que políticas de desenvolvimento rural não fiquem concentradas apenas nas áreas mais próximas da zona urbana. Espaço de troca de experiências Além da exposição ao público, o encontro deverá funcionar como um espaço de troca entre as próprias agricultoras. Cada participante possui conhecimentos construídos a partir da realidade da propriedade em que trabalha. Ao compartilhar essas experiências, o grupo pode conhecer soluções adotadas em outras localidades e adaptar ideias para suas próprias atividades. A troca também contribui para fortalecer redes de apoio. Mulheres que trabalham com produtos semelhantes podem criar parcerias, organizar ações conjuntas e compartilhar informações sobre fornecedores, feiras e formas de comercialização. A criação desses vínculos amplia as possibilidades de continuidade do aprendizado mesmo após o encerramento das atividades formais. Evento aberto à comunidade A programação será realizada das 8h às 17h, no Largo do Mercado Central, e estará aberta à comunidade. Moradores e visitantes poderão conhecer os trabalhos desenvolvidos pelas participantes e prestigiar as iniciativas de empreendedorismo rural feminino. A realização no Mercado Central amplia a circulação de público e aproxima a produção rural de um dos espaços tradicionais de comércio e convivência de Pelotas. O evento também oferece uma oportunidade para que consumidores valorizem produtos locais e compreendam melhor o trabalho necessário para que eles cheguem até a cidade. Serviço Evento: Mulheres em Campo – EmpreendedorismoData: quinta-feira, 23 de julhoHorário: das 8h às 17hLocal: Largo do Mercado Central de PelotasParticipação: 12 agricultoras integrantes

Moradores relatam lixo, insegurança e utilização da pista de skate da Praça Palestina como abrigo improvisado

Moradores relatam lixo, insegurança e utilização da pista de skate da Praça Palestina como abrigo improvisado Moradores das proximidades da Praça Palestina, em Pelotas, encaminharam ao Pelotas Notícias fotografias e um relato sobre problemas que estariam sendo registrados na estrutura destinada à prática de skate existente no local. A identidade da pessoa responsável pelo envio das informações será preservada. Conforme o relato, a parte inferior da pista estaria sendo utilizada como abrigo improvisado por pessoas em situação de rua. As imagens mostram cobertores, papelões, roupas, recipientes, embalagens descartáveis e outros materiais espalhados sob a estrutura metálica. Em uma das fotografias, é possível observar pessoas deitadas na área protegida pela pista. Os moradores afirmam que a situação vem gerando preocupação entre quem vive ou circula nas proximidades da praça. Além do acúmulo de resíduos, o relato menciona perturbação do sossego, falta de segurança e suspeita de consumo de substâncias no espaço. Também foram relatadas situações em que pessoas estariam realizando necessidades fisiológicas em área aberta, próxima à estrutura e visível para moradores e pedestres. Segundo a denúncia, o problema tem provocado desconforto e preocupação com as condições de higiene do ambiente público. As informações relacionadas ao consumo de substâncias e às demais condutas relatadas são apresentadas como denúncia de moradores e ainda dependem de confirmação pelos órgãos responsáveis. Estrutura apresenta resíduos e objetos espalhados As fotografias recebidas mostram que a área inferior da pista contém diferentes objetos utilizados aparentemente para improvisar locais de descanso. Cobertores e papelões foram colocados diretamente sobre o piso. Também aparecem roupas, sacolas, copos, embalagens de alimentos e placas de material descartável. Parte da estrutura está exposta à chuva, o que pode favorecer o acúmulo de água e a deterioração dos objetos deixados no local. A combinação de resíduos, umidade e materiais utilizados como abrigo pode prejudicar as condições sanitárias da praça. Os moradores solicitam que seja realizada uma limpeza completa na área, com retirada do lixo e avaliação das condições da estrutura. A comunidade também pede que sejam adotadas medidas para evitar que o espaço volte a acumular resíduos logo após a realização do serviço. Reclamações sobre perturbação e insegurança O relato encaminhado ao portal afirma que moradores próximos enfrentam episódios de perturbação do sossego, especialmente em horários de menor circulação. A presença constante de pessoas sob a estrutura e a suspeita de práticas irregulares estariam aumentando a sensação de insegurança na região. Os moradores destacam que a praça é utilizada por famílias, crianças, jovens e pessoas que circulam diariamente pelo bairro. Por esse motivo, defendem uma presença mais frequente das equipes responsáveis pela fiscalização e pela segurança dos espaços públicos. A comunidade solicita rondas preventivas e acompanhamento do local, principalmente durante a noite e a madrugada. A atuação das autoridades, entretanto, precisa distinguir situações de possível irregularidade da condição de vulnerabilidade enfrentada pelas pessoas que utilizam a estrutura como abrigo. Pessoas em situação de rua precisam de atendimento humanizado Além das reclamações relacionadas à limpeza e à segurança, a situação exige uma resposta da rede municipal de assistência social. Pessoas em situação de rua enfrentam diferentes formas de vulnerabilidade e podem necessitar de acolhimento, alimentação, atendimento de saúde, emissão de documentos, encaminhamento para serviços públicos e apoio para reconstrução dos vínculos familiares e comunitários. A simples retirada das pessoas do espaço, sem oferta de atendimento e alternativas adequadas, não resolve o problema de maneira permanente. Por esse motivo, os moradores defendem que a abordagem seja realizada de forma integrada, reunindo assistência social, saúde, serviços urbanos e segurança pública. Equipes especializadas podem identificar as necessidades individuais, oferecer encaminhamentos e informar sobre os serviços disponíveis no município. O atendimento precisa respeitar os direitos e a dignidade das pessoas abordadas, mesmo quando existem reclamações sobre a utilização inadequada do espaço público. Uso da pista pode ser prejudicado A estrutura foi instalada para práticas esportivas e atividades de lazer. A ocupação da parte inferior, o acúmulo de materiais e a falta de limpeza podem dificultar o uso adequado do equipamento. Os resíduos espalhados também podem oferecer riscos aos frequentadores, especialmente quando existem objetos cortantes, recipientes quebrados ou materiais contaminados. A comunidade solicita uma avaliação para verificar se houve algum dano à estrutura metálica, ao piso ou às partes de madeira da pista. Caso sejam identificados problemas, os moradores defendem que os reparos sejam realizados antes da retomada completa das atividades. A recuperação do espaço deve ser acompanhada de manutenção periódica, iluminação adequada e presença preventiva dos serviços públicos. Necessidades fisiológicas em área aberta Outro ponto citado no relato envolve pessoas que estariam utilizando as proximidades da estrutura para realizar necessidades fisiológicas. A situação representa um problema sanitário e provoca desconforto para quem vive em frente à praça ou passa pelo local. A inexistência de banheiro público acessível em determinados espaços urbanos também pode contribuir para situações semelhantes. Esse aspecto precisa ser considerado pelas autoridades durante a avaliação do problema. Além da higienização imediata, uma solução duradoura pode exigir a análise da disponibilidade de sanitários públicos, serviços de acolhimento e orientação às pessoas que permanecem na praça. Comunidade pede atuação conjunta Os moradores solicitam uma resposta integrada dos órgãos municipais, incluindo limpeza, fiscalização, segurança e assistência social. Entre as medidas defendidas estão a retirada dos resíduos, a higienização da área, a avaliação da estrutura, o reforço da iluminação e o acompanhamento preventivo da praça. Também é solicitado atendimento às pessoas em situação de rua que estão utilizando a pista como abrigo, com oferta de encaminhamento aos serviços disponíveis. A atuação conjunta pode evitar que o problema seja tratado apenas como uma questão policial ou exclusivamente de limpeza urbana. A situação envolve conservação do patrimônio público, saúde, segurança, assistência social e garantia dos direitos de quem utiliza a praça e das pessoas que se encontram em vulnerabilidade. Identidade do denunciante será preservada A pessoa que encaminhou o material solicitou anonimato. O Pelotas Notícias não divulgará informações que possam permitir sua identificação. A preservação da identidade busca evitar exposição ou possíveis conflitos entre moradores e pessoas que frequentam o local. As

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