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CHUVA VOLTA A TRANSFORMAR RUAS DA COLÔNIA Z3 EM LAMA E MORADORES TEMEM ÁGUA DENTRO DAS CASAS

A chuva registrada na tarde deste sábado (1º) voltou a provocar preocupação e revolta entre moradores da Colônia Z3, em Pelotas. Com a água se acumulando rapidamente em ruas já tomadas por buracos e lama, famílias temem que o aumento do volume da precipitação faça a água avançar sobre pátios e invadir residências. Imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias mostram extensos trechos cobertos por água, com dificuldades para o escoamento e formação de lama. Segundo os moradores, o problema não é recente e se repete há meses sempre que chove com maior intensidade. A comunidade afirma que cobra há bastante tempo uma intervenção completa nas vias, com aplicação de material adequado, abertura e limpeza das valetas, instalação de tubos e utilização de maquinário suficiente para permitir o escoamento da água. Apesar das reclamações anteriores, os moradores avaliam que as medidas adotadas até o momento não foram suficientes para solucionar o problema. Moradores relatam desespero com possibilidade de alagamentos Com o início da chuva, famílias que vivem nas áreas mais baixas passaram a acompanhar com preocupação a elevação do nível da água no meio das ruas. Segundo os relatos, quando o volume aumenta, a água não encontra passagem pelas valetas e permanece acumulada junto às casas. Em alguns pontos, a diferença entre o nível da rua e o das residências é pequena, aumentando o temor de invasão. “Começou a chover e já estamos desesperados. A água fica toda no meio da rua e, se continuar, vai entrar nas casas. Não é a primeira vez que isso acontece. Faz meses que estamos pedindo ajuda”, afirmou um morador. A principal cobrança é para que o poder público atue antes que novas residências sejam atingidas. Os moradores afirmam que não querem apenas uma intervenção emergencial após os alagamentos, mas um trabalho preventivo capaz de reduzir os riscos durante os próximos períodos de chuva. Passagem da patrola é considerada insuficiente Na semana passada, uma patrola passou por algumas ruas da Colônia Z3 após a repercussão das reclamações feitas pela comunidade. No entanto, conforme os moradores, o serviço teria ocorrido sem a colocação de aterro, saibro, cascalho ou outro material apropriado para preencher os buracos e dar sustentação ao solo. Eles também relatam que não houve drenagem prévia da água acumulada nem limpeza completa das valetas. Com isso, a passagem do maquinário teria movimentado o barro já existente e deixado determinados trechos ainda mais difíceis para a circulação de veículos e pedestres. Para a comunidade, a patrolagem isolada não consegue resolver o problema quando o solo está encharcado e não existe uma estrutura adequada para o escoamento da água. Falta de drenagem amplia os transtornos Os moradores apontam a falta de drenagem como uma das principais causas do acúmulo de água nas ruas. Valetas obstruídas, ausência de tubos e trechos sem saída adequada para a água fazem com que a chuva permaneça represada no meio das vias. Quando o solo fica completamente encharcado, os buracos aumentam e a lama se espalha com a passagem de carros, ônibus e máquinas. A comunidade defende que o trabalho seja realizado em etapas, começando pela abertura e limpeza das valetas. Também é solicitada a instalação de tubos nos pontos necessários para permitir que a água atravesse as vias e siga até áreas de escoamento. Depois da drenagem, os moradores pedem a aplicação de material adequado, o nivelamento e a compactação das ruas. Trânsito fica prejudicado As condições das vias dificultam o deslocamento de moradores e trabalhadores da Colônia Z3. Carros e motocicletas enfrentam buracos escondidos pela água, aumentando o risco de acidentes e danos mecânicos. Pedestres precisam caminhar pelas laterais ou atravessar áreas cobertas por lama. A passagem de ônibus e veículos de serviço também pode ser comprometida quando a água ocupa uma parte significativa da rua. Os moradores demonstram preocupação especial com situações de emergência. Ambulâncias, viaturas, caminhões de coleta e outros veículos podem enfrentar dificuldades para acessar determinados pontos da comunidade. A lama também aumenta o risco de quedas, principalmente para idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida. Comunidade afirma que problema se arrasta há meses Segundo os relatos, as condições das ruas vêm sendo denunciadas há meses, com o envio de imagens e pedidos de providências aos órgãos municipais. Durante os períodos de tempo seco, a água acumulada demora a desaparecer em alguns trechos. Quando volta a chover, o problema se intensifica rapidamente. Moradores afirmam que vivem em constante preocupação com os prejuízos que podem ser provocados dentro das residências. Móveis, eletrodomésticos, documentos e outros bens podem ser atingidos caso a água ultrapasse os limites das ruas e invada as casas. Além dos danos materiais, a água parada e a lama também geram preocupação com a saúde da população. Moradores cobram ação urgente da Prefeitura A comunidade questiona o que ainda falta para que uma intervenção completa seja realizada na Colônia Z3. Entre as principais reivindicações estão o envio de maquinário, a aplicação de aterro ou saibro, a abertura das valetas, a instalação de tubos e a elaboração de um plano permanente de manutenção das ruas. Os moradores também pedem que os serviços sejam acompanhados por equipes técnicas, para evitar que a passagem das máquinas agrave ainda mais o estado das vias. A cobrança é para que a Prefeitura apresente um cronograma claro de atendimento e informe quais medidas serão adotadas antes da ocorrência de novos alagamentos. Espaço aberto para manifestação do Município As informações desta matéria foram encaminhadas por moradores da Colônia Z3 e refletem a percepção da comunidade sobre as condições das ruas e os serviços realizados até o momento. A Prefeitura de Pelotas e a Secretaria de Desenvolvimento Rural permanecem com espaço aberto para apresentar esclarecimentos, informar quais intervenções foram feitas e detalhar o planejamento para enfrentar os problemas de drenagem e trafegabilidade. O Pelotas Notícias seguirá acompanhando a situação e poderá atualizar a matéria caso sejam encaminhadas novas informações pelos moradores ou pelo poder público. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Envie informações, fotos e vídeos

Novas imagens aumentam revolta de moradores com as condições das ruas da Colônia Z3

Novas imagens registradas nesta sexta-feira (31) voltaram a provocar indignação entre moradores da Colônia Z3, em Pelotas. Os registros mostram trechos das vias ainda tomados por lama, buracos e água acumulada, mesmo após a passagem de maquinário pela comunidade. De acordo com relatos encaminhados ao Pelotas Notícias, moradores esperavam que a intervenção promovesse uma recuperação mais completa das ruas. No entanto, eles afirmam que a patrola teria passado diretamente sobre os trechos danificados sem a colocação de aterro, saibro ou outro material capaz de melhorar as condições de trafegabilidade. A comunidade também relata que não teria sido realizada uma drenagem prévia da água acumulada. Com isso, a passagem do equipamento teria espalhado barro e deixado determinados pontos ainda mais difíceis para a circulação. As afirmações representam a avaliação dos moradores sobre o serviço realizado. A Prefeitura de Pelotas e a Secretaria de Desenvolvimento Rural permanecem com espaço aberto para apresentar informações técnicas, esclarecer como ocorreu a intervenção e detalhar as próximas medidas previstas para a região. Lama e buracos continuam nas ruas Os vídeos registrados nesta sexta-feira mostram vias com extensas áreas de lama, poças de água e buracos que dificultam o deslocamento diário da população. Moradores afirmam que automóveis, motocicletas, ônibus e veículos utilizados na prestação de serviços continuam enfrentando obstáculos para circular por alguns trechos da Colônia Z3. Em dias de chuva, a situação se agrava devido ao acúmulo de água e à formação de lama. Mesmo quando o tempo permanece firme, a comunidade relata que determinados pontos demoram para secar por causa da falta de escoamento. Os problemas também afetam os pedestres. Para atravessar as ruas, muitas pessoas precisam caminhar pelas laterais ou procurar trechos menos alagados, ficando expostas ao risco de escorregões, quedas e atolamentos. A dificuldade é ainda maior para idosos, crianças, pessoas com deficiência e moradores que precisam sair diariamente para trabalhar, estudar ou buscar atendimento de saúde. Moradores criticam ausência de material Segundo os relatos, a principal reclamação está relacionada à passagem da patrola sem a aplicação de material para reforçar e nivelar as vias. A comunidade esperava que fossem utilizados aterro, saibro, cascalho ou outro produto adequado para preencher os buracos e melhorar a sustentação do solo. Sem esse material, os moradores afirmam que o equipamento apenas movimentou a terra já existente, misturando-a com a água acumulada e formando uma camada ainda maior de barro. “Passaram a patrola, mas sem aterro e sem drenagem. O resultado está aí: barro, água e buracos. Quem mora aqui continua sofrendo todos os dias”, afirmou um morador. A população considera que a medida teve caráter paliativo e não atingiu o resultado esperado. Drenagem é apontada como prioridade Além da recuperação da superfície das ruas, os moradores defendem a limpeza e a abertura das valetas para permitir o escoamento da água. A comunidade afirma que, sem um sistema adequado de drenagem, qualquer intervenção realizada nas vias poderá apresentar resultados limitados, especialmente nos períodos de chuva. Quando a água permanece acumulada, o solo fica encharcado e perde resistência. A passagem de veículos pesados amplia os buracos e forma trilhas profundas na lama. Os moradores defendem que o serviço seja realizado em etapas, começando pela desobstrução das valetas e pela retirada da água parada. Após a drenagem, seria necessária a aplicação de material e a utilização de máquinas para nivelar e compactar as ruas. A cobrança é por uma intervenção que tenha maior durabilidade e permita a circulação com segurança. Situação afeta transporte e serviços As condições das ruas não atingem apenas os veículos particulares. Conforme os relatos, ônibus e veículos utilizados por prestadores de serviços também enfrentam dificuldades para entrar em determinados pontos. A situação pode afetar o transporte coletivo, a coleta de resíduos, entregas, serviços de manutenção e o deslocamento de veículos de emergência. Moradores temem que, em uma situação de urgência, ambulâncias, viaturas ou equipes de atendimento tenham dificuldades para chegar rapidamente a algumas residências. A comunidade também relata preocupação com os custos provocados pelos buracos e pela lama. Motoristas afirmam que precisam realizar manutenções frequentes em pneus, suspensão e outras partes dos veículos. Motociclistas enfrentam riscos adicionais, principalmente em trechos nos quais a lama esconde buracos e torna o pavimento escorregadio. Problema é considerado antigo Os moradores afirmam que os problemas nas vias da Colônia Z3 não começaram recentemente. Conforme a comunidade, as reclamações se repetem há meses e se intensificam nos períodos de maior volume de chuva. A população relata que já encaminhou pedidos de providências e divulgou imagens para mostrar as condições enfrentadas diariamente. Após a repercussão dos registros anteriores, houve a passagem de maquinário em alguns pontos. No entanto, os novos vídeos mostram que os moradores ainda não consideram a situação resolvida. A cobrança agora é pela continuidade do trabalho, com o envio de material e equipamentos suficientes para executar uma recuperação mais abrangente. Comunidade pede solução efetiva Entre as medidas solicitadas estão a colocação de aterro ou saibro, o nivelamento e a compactação das ruas, a limpeza das valetas e a criação de condições para o escoamento da água. Os moradores também defendem que as ações sejam planejadas de acordo com as características de cada trecho, evitando que o serviço realizado seja perdido após uma nova chuva. A comunidade pede ainda uma comunicação mais clara sobre o cronograma de manutenção e sobre quais regiões serão atendidas. Para os moradores, a divulgação dessas informações permitiria acompanhar os trabalhos e entender quais soluções estão sendo preparadas pelo poder público. Prefeitura pode apresentar esclarecimentos A matéria reúne imagens e relatos encaminhados por moradores da Colônia Z3. As críticas refletem a percepção da comunidade sobre as condições das vias e sobre o resultado da intervenção realizada. A Prefeitura de Pelotas e a Secretaria de Desenvolvimento Rural permanecem com espaço aberto para esclarecer quais serviços foram executados, informar se houve aplicação de material e detalhar o planejamento para a continuidade da recuperação das ruas. Eventuais esclarecimentos encaminhados pelos órgãos municipais poderão ser acrescentados à matéria. O Pelotas Notícias seguirá acompanhando a situação e atualizando as

Prefeitura começa a incluir famílias do Vasco Pires no Cadastro Habitacional de Pelotas

Cerca de 40 famílias que passaram a ocupar uma nova área no Vasco Pires, em Pelotas, começaram a ser atendidas pela Secretaria Municipal de Habitação e Regularização Fundiária. A iniciativa tem como objetivo incluir os moradores no Cadastro Habitacional e reunir informações que poderão orientar a elaboração de políticas públicas para a comunidade. Uma equipe da Secretaria esteve no local na manhã de quinta-feira (30) para conversar com os moradores, conhecer as condições da ocupação e agendar o cadastramento das famílias interessadas. A área ainda não possui infraestrutura adequada. As condições observadas durante a visita incluem dificuldades de acesso, acúmulo de lama, ausência de saneamento e instalações improvisadas para o fornecimento de serviços básicos. O Cadastro Habitacional permitirá identificar quem vive no local, quais são as principais necessidades das famílias e quais medidas poderão ser adotadas pelo poder público. Comunidade enfrenta condições precárias Durante a visita, a equipe identificou que os moradores vivem em situação considerada insalubre. Um dos pontos que gerou preocupação foi a instalação improvisada utilizada para o abastecimento de água potável. Conforme as informações apresentadas, uma mangueira passa por dentro de uma área com esgoto. Qualquer rompimento ou dano no material pode provocar a contaminação da água e aumentar o risco de doenças. A situação é considerada ainda mais delicada porque há crianças e idosos vivendo na comunidade. Além dos problemas relacionados à água, as imagens do local mostram vias sem pavimentação, grande quantidade de lama e moradias construídas com materiais simples. A Secretaria deverá utilizar as informações reunidas no cadastro para identificar as vulnerabilidades e avaliar quais melhorias poderão ser realizadas. Moradores relatam insegurança Durante a conversa com a equipe municipal, os moradores demonstraram preocupação em relação à posse da área e ao futuro das famílias. O secretário municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Cassius Baumgarten, informou que a presença do poder público no local busca tranquilizar a comunidade e garantir que os moradores tenham acesso aos seus direitos. Segundo o secretário, independentemente do andamento de processos relacionados à área, as condições atuais das famílias precisam ser avaliadas e atendidas. A intenção é reunir dados para compreender onde estão os principais problemas e quais ações poderão ser adotadas para proporcionar condições mais dignas aos moradores. Parte das famílias aceitou realizar o cadastro Alguns moradores concordaram em agendar o atendimento na Prefeitura para realizar a inclusão no Cadastro Habitacional. Outros afirmaram que pretendem conversar com um advogado antes de fornecer as informações ou participar do cadastramento. A decisão estaria relacionada ao receio de que o procedimento possa resultar na retirada das famílias da área. A Secretaria informou que compreende a preocupação da comunidade, especialmente porque muitos moradores relataram experiências anteriores de violação de direitos. O município deverá continuar dialogando com as famílias para explicar a finalidade do cadastro e buscar alternativas dentro das políticas públicas de habitação. Comunidade não quer ser transferida para condomínios Os moradores encontrados durante a visita afirmaram que não pretendem deixar o local e que não desejam concorrer a imóveis de programas habitacionais em condomínios. Segundo os relatos, muitas famílias trabalham com reciclagem e precisam de espaço para armazenar materiais e manter os equipamentos utilizados na atividade. Parte dos moradores também utiliza carroças e cria animais, como galinhas e porcos. Essas atividades não poderiam ser mantidas em apartamentos ou condomínios habitacionais convencionais. A situação deverá ser considerada durante a avaliação das alternativas disponíveis. O atendimento habitacional poderá exigir soluções adaptadas à realidade social e econômica das famílias. Cadastro deverá orientar políticas públicas O Cadastro Habitacional é uma ferramenta utilizada para reunir informações sobre famílias que necessitam de atendimento na área da moradia. Os dados permitem ao município identificar situações de vulnerabilidade, avaliar a demanda por habitação e planejar projetos de regularização, melhorias habitacionais ou reassentamento, quando necessário. No caso da comunidade do Vasco Pires, o levantamento também deverá auxiliar na avaliação das condições de saneamento, acesso à água, infraestrutura e segurança das moradias. A Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária deverá manter o contato com os moradores e acompanhar o processo de cadastramento. A definição das próximas medidas dependerá da análise das informações, da situação jurídica da área e das possibilidades existentes dentro das políticas habitacionais do município. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Acompanhe as principais notícias de Pelotas e região em www.portalpelotasnoticias.com.br. Envie informações, fotos e vídeos para o WhatsApp oficial do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627.

Moradores denunciam acúmulo de lixo, mau cheiro e situação de insalubridade em área central de Pelotas

Uma denúncia encaminhada ao Pelotas Notícias chama atenção para uma situação considerada preocupante por moradores da região central de Pelotas. O caso envolve um ponto localizado na esquina das ruas Voluntários da Pátria e Almirante Barroso, onde, segundo relatos, a presença constante de lixo acumulado, forte mau cheiro e sujeira na calçada tem causado indignação entre moradores, comerciantes e pedestres que circulam diariamente pelo local. Conforme as informações recebidas pela reportagem, um pequeno espaço da área estaria sendo utilizado por pessoas em situação de rua, realidade que, segundo a comunidade, vem sendo acompanhada de problemas relacionados à falta de higiene, descarte irregular de resíduos e deterioração das condições do passeio público. O morador que procurou a reportagem afirma que a situação tem se agravado a cada dia e que o local já se tornou motivo frequente de reclamação por parte da vizinhança. De acordo com o relato, o acúmulo de lixo é visível e o odor forte tem sido um dos principais motivos de insatisfação. Além disso, a denúncia aponta que pedestres precisam desviar de fezes e de resíduos espalhados na calçada, o que compromete a circulação de quem passa pelo trecho. O problema também teria reflexos diretos na limpeza urbana da região, já que lixeiras estariam sendo reviradas com frequência, resultando em ainda mais sujeira espalhada pela via. A situação denunciada também reacende um debate importante sobre a presença crescente de pessoas em situação de rua em diferentes pontos da cidade. Para os moradores, além do impacto urbano e sanitário, é necessário que a resposta do poder público considere o aspecto humano e social da questão, com encaminhamentos que garantam assistência, acolhimento e acompanhamento adequado às pessoas em vulnerabilidade. A cobrança da comunidade é para que haja uma ação mais ampla e coordenada, envolvendo limpeza do local, retirada de resíduos, fiscalização das condições da área e atuação da rede de assistência social. Segundo a denúncia, a ausência de providências concretas tem ampliado a sensação de abandono no Centro e gerado desconforto a quem vive e trabalha nas proximidades. Moradores relatam que a situação não é pontual, mas recorrente, e que o cenário já se arrasta há algum tempo. A percepção da vizinhança é de que o problema vem aumentando gradativamente, tanto pelo acúmulo de lixo quanto pela permanência de condições consideradas insalubres no local. A principal reclamação é que, até agora, não teria havido uma resposta eficaz capaz de amenizar a situação. A comunidade pede que a Prefeitura de Pelotas, por meio dos setores competentes, avalie o caso com urgência. Entre as providências apontadas como necessárias estão a limpeza urbana intensificada, o recolhimento frequente de resíduos, a atenção da assistência social e medidas que possam devolver melhores condições de circulação, higiene e segurança para a área. O Pelotas Notícias ressalta que o tema envolve não apenas uma questão de limpeza pública, mas também de saúde, dignidade e assistência social. Em casos como esse, moradores defendem que a solução não passe apenas pela retirada de materiais acumulados, mas por uma política articulada que contemple atendimento social e acompanhamento das pessoas que se encontram em situação de vulnerabilidade. Até o momento, esta matéria foi elaborada com base em denúncia encaminhada à reportagem. O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas, da Secretaria de Assistência Social, dos serviços de limpeza urbana e demais órgãos responsáveis, caso queiram apresentar esclarecimentos sobre a situação registrada no local. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias.MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.Envie sua notícia pelo WhatsApp oficial do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627.

Descarte irregular de lixo agrava entupimento de valeta no Jardim Europa

Moradores do bairro Jardim Europa, em Pelotas, relatam problemas provocados pelo descarte irregular de lixo e entulhos na esquina da Rua João Haical com a Rua 21. A situação foi encaminhada ao Pelotas Notícias por um morador, que solicitou atenção para o acúmulo de materiais e para a obstrução da valeta localizada junto à via. As imagens enviadas mostram uma grande quantidade de resíduos espalhada às margens da rua e sobre a área destinada à drenagem. Entre os materiais encontrados estão colchões, pedaços de madeira, móveis danificados, telhas, restos de obras, fios, plásticos, tijolos e outros objetos de grande volume. Parte dos resíduos ocupa a borda da rua e outra parte está diretamente sobre a valeta, dificultando o escoamento da água. Também é possível observar água parada em meio à vegetação e aos materiais descartados, demonstrando que o sistema de drenagem não está funcionando adequadamente naquele trecho. Segundo o relato recebido, a valeta está entupida há mais de um ano. O morador afirma que o descarte frequente de lixo por pessoas que utilizam o ponto como depósito irregular acaba agravando uma situação que já se prolonga há vários meses. Com a obstrução, a água permanece acumulada na área e encontra dificuldades para seguir pelo canal de drenagem. Em dias de chuva, o volume pode aumentar e alcançar outros pontos da rua, ampliando o risco de alagamentos e prejudicando a circulação de moradores, veículos, pedestres e ciclistas. Além dos problemas relacionados à drenagem, o acúmulo de lixo causa impacto direto na limpeza e na organização do bairro. Objetos de grande porte, como colchões e restos de móveis, permanecem expostos ao tempo e se deterioram, espalhando partes menores pela rua e pela valeta. A água parada misturada aos resíduos também preocupa os moradores devido aos riscos sanitários. O local pode favorecer a proliferação de mosquitos, insetos e animais, além de provocar mau cheiro e aumentar a possibilidade de contaminação do ambiente. A situação se torna ainda mais grave porque alguns dos materiais descartados apresentam pontas, fios, pedaços de madeira e fragmentos de telhas. Esses objetos podem representar perigo para crianças, animais e pessoas que transitam pelo trecho, especialmente em períodos de pouca visibilidade. O descarte irregular também compromete o trabalho de limpeza e manutenção. Enquanto os resíduos continuarem sendo depositados no mesmo local, qualquer intervenção realizada poderá ter resultado apenas temporário, sem resolver definitivamente o problema enfrentado pela comunidade. Os moradores pedem que seja realizada a retirada completa dos materiais, seguida da limpeza e da desobstrução da valeta. A solicitação também inclui a avaliação do sistema de drenagem para verificar se existem outros pontos bloqueados ou danificados ao longo do trecho. Outra medida solicitada é o reforço da fiscalização, com o objetivo de identificar e impedir novos descartes irregulares. A comunidade considera importante que o ponto seja acompanhado após a limpeza, evitando que volte a ser utilizado como depósito de lixo e entulhos. O problema registrado no Jardim Europa reforça a necessidade de conscientização da população sobre o destino correto dos resíduos. Materiais de construção, móveis, colchões e objetos de grande volume não devem ser abandonados em vias públicas, terrenos, valetas ou canais de drenagem. Quando descartados nesses espaços, os resíduos podem bloquear a passagem da água, provocar alagamentos e gerar consequências para toda a comunidade. A manutenção da limpeza das ruas depende tanto das ações dos órgãos responsáveis quanto da colaboração dos próprios moradores. A comunidade aguarda providências para a retirada do lixo, a recuperação da valeta e a normalização do escoamento da água na esquina da Rua João Haical com a Rua 21. Até a realização dos serviços, os resíduos permanecem acumulados e a água continua parada no local. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA Envie notícias, denúncias, sugestões e informações pelo WhatsApp oficial do Pelotas Notícias:+55 53 99705-1627 Acesse:www.portalpelotasnoticias.com.br

Colônia Z3 pede socorro: buracos gigantes comprometem trânsito, transporte coletivo e revoltam moradores

Colônia Z3 pede socorro: buracos gigantes comprometem trânsito, transporte coletivo e revoltam moradores A precariedade das ruas da Colônia Z3 voltou a ser alvo de reclamações da comunidade. Depois das chuvas registradas nos últimos dias, diversos buracos aumentaram de tamanho e passaram a comprometer ainda mais a circulação de veículos, principalmente na principal linha utilizada pelo transporte coletivo. Segundo moradores e comerciantes, o problema não começou com as recentes precipitações. As crateras já existiam antes da mudança no tempo e, com o grande volume de água, acabaram se tornando ainda mais profundas, aumentando os riscos de acidentes e prejuízos para quem precisa utilizar as vias diariamente. Conforme os relatos encaminhados ao Pelotas Notícias, existem mais de dez pontos críticos distribuídos ao longo da via. Motoristas de veículos de passeio precisam realizar manobras para evitar os buracos, enquanto ônibus reduzem a velocidade para conseguir passar pelos trechos mais danificados. A situação também afeta diretamente o comércio local. Proprietários de estabelecimentos afirmam que, quando os ônibus e caminhões atravessam as áreas alagadas, lama e barro são lançados para dentro dos imóveis, obrigando comerciantes e moradores a realizar limpezas constantes e enfrentando prejuízos provocados pelas condições da estrada. Os moradores destacam que o problema exige uma intervenção definitiva. Segundo a comunidade, apenas realizar o patrolamento não resolverá a situação, sendo necessária a aplicação de material de qualidade, capaz de suportar o tráfego intenso e as condições climáticas da região. A população pede que a Prefeitura de Pelotas priorize a recuperação das ruas da Colônia Z3, especialmente nos trechos utilizados diariamente pelo transporte coletivo e por veículos que garantem o abastecimento da comunidade. O Pelotas Notícias continuará acompanhando o caso e buscará um posicionamento oficial da Prefeitura sobre as providências previstas para a recuperação das vias. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO – PROIBIDA A CÓPIA 📲 Informações, fotos, vídeos e denúncias podem ser enviadas ao WhatsApp oficial do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 🌐 www.portalpelotasnoticias.com.br

Moradores denunciam queima recorrente de fios na Avenida Manoel Antônio Peres, em Pelotas

População afirma que episódios semelhantes ocorrem frequentemente nas proximidades da esquina com a Rua Darcy Ribeiro Moradores denunciaram uma situação de queima irregular de fios e outros materiais registrada na tarde desta terça-feira (28), em uma área localizada na Avenida Manoel Antônio Peres, próximo à esquina com a Rua Darcy Ribeiro, em Pelotas. Vídeos encaminhados ao Pelotas Notícias mostram chamas em meio a materiais depositados no local e uma grande quantidade de fumaça se espalhando pela região. Nas imagens, também é possível observar pessoas próximas ao ponto onde o fogo foi iniciado. Conforme os relatos recebidos, a suspeita dos moradores é de que os fios sejam queimados para a retirada do revestimento externo e posterior aproveitamento ou comercialização do metal existente no interior dos cabos. A origem dos materiais e a identidade dos responsáveis, no entanto, não foram confirmadas. A população afirma que esse tipo de situação não seria isolado. Segundo os moradores, episódios semelhantes são registrados com frequência nas proximidades, fazendo com que a queima irregular de materiais esteja se tornando quase uma rotina na região. Além do incômodo provocado pelo forte cheiro, a fumaça preocupa quem vive ou trabalha nas proximidades. Dependendo do material queimado, podem ser liberadas substâncias prejudiciais à saúde, principalmente para crianças, idosos e pessoas com doenças respiratórias. Os moradores relatam que, durante as ocorrências, a fumaça se espalha rapidamente pelas casas e ruas próximas. Em dias com vento, o material produzido pela queima pode atingir uma área ainda maior e permanecer no ambiente por um período prolongado. Risco de propagação do fogo Outro motivo de preocupação é o risco de as chamas atingirem a vegetação, resíduos acumulados, construções ou redes instaladas nas proximidades. Mesmo um foco aparentemente pequeno pode se espalhar rapidamente quando há materiais inflamáveis ao redor. A presença de galhos, lixo e outros objetos próximos ao ponto da queima aumenta o risco de propagação. Caso o fogo saia de controle, moradores e imóveis da região podem ser colocados em perigo. A população pede que os órgãos responsáveis realizem fiscalização no endereço e adotem providências para impedir que novos episódios ocorram. Os moradores também solicitam acompanhamento mais frequente da área, já que as ocorrências seriam repetidas. A queima de fios, cabos, plásticos, lixo ou outros resíduos em espaços abertos é uma prática irregular e pode causar danos ambientais. O plástico que reveste os fios, quando queimado, produz fumaça escura e pode liberar gases e partículas tóxicas. Além dos impactos à qualidade do ar, as cinzas e os resíduos deixados após a queima podem contaminar o solo e alcançar valetas, canais e sistemas de drenagem durante períodos de chuva. Material pode ter origem desconhecida Os moradores também demonstram preocupação com a procedência dos fios queimados. Como a origem do material não foi esclarecida, não é possível afirmar se os cabos foram descartados, recolhidos irregularmente ou retirados de alguma instalação. Casos envolvendo fios e cabos de origem suspeita devem ser investigados pelas autoridades competentes. O furto desse tipo de material pode provocar interrupções em serviços de energia elétrica, telefonia, internet e iluminação pública. Até o momento, não há confirmação oficial de que os materiais registrados nas imagens tenham origem criminosa. A ocorrência foi relatada por moradores, e a situação deverá ser verificada pelos órgãos responsáveis. A população pode colaborar repassando informações, imagens e horários em que as queimadas costumam acontecer. Os registros podem auxiliar na identificação dos responsáveis e na adoção de medidas para evitar a continuidade da prática. Orientações à comunidade Ao encontrar uma queima irregular, a orientação é não se aproximar das chamas nem confrontar as pessoas envolvidas. O ideal é manter distância, registrar a situação com segurança e comunicar os órgãos responsáveis. Em caso de fogo fora de controle, risco para residências, vegetação, postes ou redes elétricas, o Corpo de Bombeiros deve ser acionado imediatamente pelo telefone 193. A população também deve evitar tocar em fios ou cabos abandonados, pois o material pode estar energizado ou apresentar riscos de cortes e outros acidentes. Moradores da Avenida Manoel Antônio Peres e das proximidades da Rua Darcy Ribeiro esperam que a situação seja fiscalizada e que medidas sejam adotadas para impedir novas queimadas. Segundo os relatos, o problema já ultrapassou o caráter pontual e passou a causar insegurança e preocupação frequente na comunidade. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias@pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA Envie sua notícia para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627Acesse: www.portalpelotasnoticias.com.br

Lixo volta a se acumular em canais que haviam recebido serviços de limpeza em Pelotas

Uma grande quantidade de lixo, entulhos e materiais descartados irregularmente foi encontrada em canais e valetas de diferentes regiões de Pelotas. Os registros foram realizados durante a madrugada desta terça-feira (28), após a passagem da Defesa Civil pelos locais na segunda-feira (27). Entre os pontos verificados estão trechos próximos à Avenida Bahia, no Laranjal, e à Rua 3, na região das Três Vendas. As imagens mostram resíduos domésticos, caixas, pedaços de madeira, móveis, sacolas, restos de vegetação e outros objetos depositados nas margens e dentro das estruturas responsáveis pelo escoamento da água. Os canais haviam recebido serviços de limpeza, mas voltaram a apresentar acúmulo de materiais descartados irregularmente. Em um dos locais, uma grande barreira de lixo ocupa parte da passagem da água, enquanto objetos de maior porte permanecem sobre as margens e próximos à via pública. Durante a passagem realizada na segunda-feira, a Defesa Civil observou que havia uma quantidade expressiva de lixo acumulado. A situação gera preocupação diante da possibilidade de novas chuvas, pois os resíduos podem impedir ou reduzir o escoamento da água, contribuindo para transbordamentos e alagamentos. A manutenção dos canais, valetas e sistemas de drenagem é fundamental para reduzir os impactos provocados pelas chuvas. No entanto, o descarte irregular compromete rapidamente os serviços realizados pelas equipes públicas, além de aumentar os riscos para moradores das áreas próximas. Materiais como colchões, móveis, madeiras, caixas e sacolas plásticas não devem ser abandonados em canais ou nas margens das ruas. Além de bloquear a drenagem, esses resíduos podem ser levados pela água para outros pontos, atingir tubulações e formar novas barreiras durante períodos de chuva intensa. O problema também representa riscos sanitários. A água parada junto ao lixo pode favorecer a presença de insetos, roedores e outros animais, além de provocar mau cheiro e contaminação do ambiente. Materiais cortantes ou quebrados ainda podem causar acidentes com moradores e trabalhadores que atuam na limpeza das áreas. Os registros evidenciam que a limpeza dos canais precisa ser acompanhada pela colaboração da comunidade. Quando o descarte irregular ocorre logo após a retirada dos resíduos, o resultado do serviço é prejudicado e novas equipes precisam ser mobilizadas para atender ao mesmo ponto. Moradores devem utilizar os serviços adequados de coleta e buscar orientação dos órgãos municipais para o descarte de objetos de grande porte. Também é importante comunicar situações de acúmulo de lixo antes que os materiais bloqueiem completamente os canais. A situação encontrada nos locais deverá ser encaminhada aos setores responsáveis para avaliação e retirada dos resíduos. A Defesa Civil segue acompanhando pontos considerados vulneráveis, especialmente durante períodos de instabilidade e aumento do volume de água. A preservação dos canais é uma responsabilidade coletiva. Manter essas estruturas livres de lixo contribui para o funcionamento da drenagem, reduz o risco de alagamentos e ajuda a proteger as residências e vias públicas das comunidades próximas. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias@pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA Envie sua notícia para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627Acesse: www.portalpelotasnoticias.com.br

Escola Núcleo Habitacional Dunas divulga nota de repúdio após novo furto em Pelotas

A comunidade escolar da Escola Municipal de Ensino Fundamental Núcleo Habitacional Dunas divulgou uma nota de repúdio após a instituição ser novamente alvo de uma ocorrência em Pelotas. Conforme as informações repassadas, o caso aconteceu durante a madrugada do dia 20 e resultou no desaparecimento de equipamentos utilizados nas atividades escolares. Dois televisores teriam sido levados da instituição. O episódio representa o terceiro furto registrado na escola em aproximadamente um ano e meio, situação que provocou indignação entre direção, professores, funcionários, alunos e familiares. Na manifestação divulgada pela escola, a comunidade escolar afirmou receber o ocorrido com tristeza e preocupação. O texto destaca que não se trata da primeira vez que a instituição enfrenta esse tipo de situação e ressalta que a repetição dos crimes demonstra desrespeito com a educação e com o trabalho desenvolvido diariamente no local. A escola atende crianças e adolescentes da comunidade e utiliza seus equipamentos como apoio para atividades pedagógicas, projetos, apresentações e demais ações realizadas ao longo do ano letivo. A retirada de materiais do ambiente escolar provoca prejuízos que vão além do valor financeiro dos objetos. A ausência de televisores e de outros recursos pode comprometer aulas planejadas pelos professores e limitar o acesso dos estudantes a conteúdos audiovisuais e atividades complementares. Na nota, a comunidade escolar reforçou que a instituição é um espaço de aprendizado, acolhimento e desenvolvimento. Por esse motivo, crimes praticados dentro de uma escola afetam diretamente o funcionamento do ensino e a rotina de todos que frequentam o local. Os episódios também podem causar insegurança entre trabalhadores, estudantes e familiares. A repetição das ocorrências aumenta a preocupação com a proteção do patrimônio público e com as condições necessárias para manter o funcionamento das atividades sem novos prejuízos. De acordo com as informações encaminhadas, três furtos teriam ocorrido no período aproximado de um ano e meio. No caso mais recente, dois televisores foram apontados como os materiais levados. As circunstâncias do acesso ao prédio não foram detalhadas nas informações disponibilizadas. Também não houve divulgação sobre possíveis danos provocados na estrutura da escola ou sobre a existência de imagens que possam auxiliar na identificação dos responsáveis. A comunidade escolar espera que a ocorrência seja investigada e que os equipamentos possam ser recuperados. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre suspeitos ou prisões relacionadas ao caso. A direção também manifestou o desejo de que a escola deixe de ser alvo desse tipo de crime. O pedido busca chamar a atenção para a necessidade de preservação das instituições de ensino e dos materiais destinados aos estudantes. Equipamentos adquiridos para escolas públicas são utilizados coletivamente e fazem parte da estrutura necessária para o desenvolvimento das atividades pedagógicas. Quando esses recursos são furtados, toda a comunidade atendida acaba sendo prejudicada. A reposição de materiais pode depender de procedimentos administrativos e de disponibilidade de recursos públicos. Enquanto isso, professores e funcionários precisam adaptar o planejamento às limitações provocadas pela ausência dos equipamentos. Além do prejuízo material, situações dessa natureza podem gerar desmotivação entre os profissionais que atuam na instituição. A escola destacou que cada recurso retirado do ambiente escolar interfere no esforço realizado diariamente para oferecer ensino e acolhimento aos alunos. A nota de repúdio também reforça a importância da participação da comunidade na proteção dos espaços públicos. Informações que possam auxiliar na identificação dos responsáveis devem ser repassadas aos órgãos de segurança. O caso deverá seguir os procedimentos de registro e investigação. As autoridades poderão verificar as circunstâncias da ocorrência, possíveis imagens de câmeras e outras informações capazes de auxiliar na apuração. A Escola Municipal de Ensino Fundamental Núcleo Habitacional Dunas permanece desenvolvendo suas atividades, apesar dos prejuízos provocados pela nova ocorrência. A comunidade escolar aguarda providências e espera que novas medidas de segurança possam ser avaliadas para reduzir o risco de outros furtos na instituição. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Envie sua notícia pelo WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627.

Salão de beleza no Centro de Pelotas tem lote de cabelos avaliado em cerca de R$ 60 mil furtado

Um salão de beleza localizado na região central de Pelotas foi alvo de furto na manhã de domingo (26). Conforme as informações registradas em boletim de ocorrência, aproximadamente 40 peças de cabelos foram levadas do interior do estabelecimento. O material furtado foi avaliado em cerca de R$ 60 mil. Além das peças utilizadas em procedimentos capilares, uma quantia em dinheiro que permanecia no local também teria sido levada durante a ocorrência. O caso chamou a atenção pelo valor estimado dos produtos e pela ausência de sinais aparentes de arrombamento no imóvel. Segundo o relato encaminhado às autoridades, portas, janelas e demais pontos de acesso não apresentavam danos visíveis que indicassem a utilização de força para entrar no estabelecimento. Diante dessa circunstância, uma das hipóteses consideradas é de que o responsável tenha conseguido acessar o salão utilizando uma chave ou algum outro meio que permitisse a entrada sem provocar marcas ou danos aparentes. Essa possibilidade, no entanto, ainda deverá ser verificada durante a investigação. Imagens captadas por câmeras de segurança registraram movimentações relacionadas à ocorrência. O material poderá ser analisado pelas autoridades para auxiliar na identificação do responsável e na reconstrução do trajeto realizado antes e depois do furto. O estabelecimento está situado na área central do município, mas o endereço e o nome comercial não foram divulgados. A preservação dessas informações busca evitar a exposição desnecessária do local enquanto o caso permanece sob investigação. As peças furtadas são utilizadas em serviços realizados por salões de beleza e podem possuir valores elevados, dependendo do tipo, do tamanho, da origem e da qualidade do cabelo. No caso registrado, o conjunto de aproximadamente 40 unidades teria sido avaliado em cerca de R$ 60 mil. Além do prejuízo relacionado aos produtos, uma quantia em dinheiro também teria sido retirada do estabelecimento. O valor não foi informado no registro divulgado. A ocorrência foi comunicada por meio da Delegacia Online. A partir do registro, a Polícia Civil deverá realizar os procedimentos necessários para apurar as circunstâncias do crime, identificar o responsável e buscar informações sobre o destino dado ao material. Entre as medidas que poderão fazer parte da investigação estão a análise das imagens de segurança, a verificação de possíveis testemunhas e o levantamento de informações sobre pessoas que tiveram acesso ao estabelecimento ou conhecimento da rotina do local. A ausência de sinais de arrombamento será um dos pontos analisados durante a apuração. Embora exista a possibilidade de acesso por meio de uma chave ou outro mecanismo sem danos aparentes, nenhuma conclusão definitiva foi divulgada até o momento. Também deverá ser investigada a possibilidade de que o material seja oferecido para venda. Em situações desse tipo, produtos furtados podem ser comercializados por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens ou outros canais. A orientação é que pessoas que tenham informações capazes de auxiliar na identificação do responsável procurem os órgãos de segurança. Também é importante que comerciantes e consumidores tenham atenção diante de ofertas de grandes quantidades de cabelos por valores muito abaixo dos praticados normalmente. Comprar ou receber um produto de origem criminosa pode configurar receptação. Por isso, qualquer suspeita relacionada ao material deve ser comunicada às autoridades responsáveis pela investigação. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre prisões, identificação de suspeitos ou recuperação das peças furtadas. O caso permanece sob responsabilidade da Polícia Civil. Novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço da investigação e a análise das imagens registradas pelas câmeras de segurança. Fonte: Diário Popular Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Envie sua notícia pelo WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627.

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