Casas ainda não entregues sofrem depredação na Vila Farroupilha, relatam beneficiários

Famílias que aguardam a entrega de unidades habitacionais construídas na Vila Farroupilha, em Pelotas, relatam preocupação com a depredação dos imóveis e cobram esclarecimentos dos órgãos responsáveis pelo empreendimento. A denúncia foi encaminhada de forma anônima ao Pelotas Notícias. Segundo o relato, as casas já teriam sido destinadas aos respectivos beneficiários, mas ainda não foram oficialmente entregues. Enquanto aguardam a liberação e o recebimento das chaves, algumas famílias continuam morando de aluguel. Os moradores afirmam que já procuraram os órgãos responsáveis em busca de informações sobre a demora. Conforme a denúncia, teriam recebido a informação de que pendências envolvendo diferentes esferas do poder público estariam impedindo a conclusão do processo. Até o momento, porém, não foi apresentado à reportagem nenhum documento ou posicionamento oficial que confirme o motivo do atraso ou indique uma nova data para a entrega das unidades. Imóveis apresentam sinais de danos As fotografias enviadas à reportagem mostram sinais de depredação em diferentes partes das casas. Em uma das unidades, uma janela aparece com os vidros completamente quebrados. Outras imagens mostram espaços onde deveriam estar tomadas, interruptores e componentes elétricos, além de uma pia retirada da parede e deixada no lado externo do imóvel. Também há relatos de danos em portas, telhados e instalações internas. Segundo os denunciantes, pessoas estariam entrando irregularmente nas casas, retirando fios elétricos e outros materiais. Os moradores temem que os prejuízos aumentem enquanto as unidades permanecerem vazias, sem ocupação regular e, conforme o relato, sem vigilância suficiente para impedir novas invasões. Famílias continuam pagando aluguel Um dos principais questionamentos apresentados pelos beneficiários é a demora para a entrega de imóveis que, segundo eles, já estariam concluídos e destinados às famílias contempladas. Algumas pessoas afirmam que seguem pagando aluguel enquanto aguardam uma residência que já teria sido atribuída a elas. Para os moradores, além do prejuízo financeiro, existe o risco de receberem casas danificadas e com necessidade de novos reparos antes mesmo da ocupação. A situação também gera insegurança sobre quem ficará responsável pelos custos de recuperação das unidades, caso sejam confirmados furtos de fios, equipamentos, portas, janelas ou outros componentes. Beneficiários pedem respostas As famílias solicitam uma explicação oficial sobre as etapas que ainda precisam ser concluídas, os motivos que impedem a entrega e a previsão para que os beneficiários recebam as chaves. Também é solicitada a adoção de medidas de segurança para impedir novas entradas irregulares e preservar o patrimônio público enquanto o processo não for finalizado. Os moradores defendem que seja realizada uma vistoria completa nas unidades antes da entrega, com a identificação e reparação de todos os danos registrados. A preocupação é que a demora provoque um aumento significativo dos prejuízos e exija a utilização de novos recursos públicos para recuperar estruturas que foram construídas recentemente. Informações ainda precisam ser confirmadas O Pelotas Notícias ressalta que as informações sobre a destinação das casas, o motivo da demora e eventuais pendências administrativas foram apresentadas pelos moradores e ainda precisam ser oficialmente confirmadas pelos órgãos responsáveis. A reportagem mantém o espaço aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas, do Governo do Estado, das secretarias responsáveis pelo programa habitacional e de qualquer instituição envolvida na construção e na entrega das unidades. Os esclarecimentos poderão informar quantas casas fazem parte do empreendimento, quantas famílias foram contempladas, qual é a situação documental das unidades e quando deverá ocorrer a entrega oficial das chaves. Envie sua notícia:WhatsApp Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Acesse: www.portalpelotasnoticias.com.br
Sanep realiza limpeza e retira grande quantidade de lixo de bueiro no Centro de Pelotas

Uma equipe do Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas realizou, durante a manhã desta quinta-feira (6), um trabalho de limpeza e desobstrução de uma estrutura da rede de drenagem localizada no cruzamento das ruas Benjamin Constant e General Osório, na região central do município. A ação foi acompanhada pelo parceiro do Pelotas Notícias, Cristiano Duarte, que registrou em vídeo o trabalho desenvolvido pelos servidores. As imagens mostram uma grande quantidade de lixo já retirada do interior do bueiro e acumulada temporariamente sobre a calçada para posterior recolhimento. Mesmo após a remoção de um volume expressivo de materiais, os trabalhadores continuavam encontrando resíduos no interior da estrutura. A limpeza estava sendo realizada manualmente, com o auxílio de ferramentas utilizadas para alcançar os pontos mais profundos e retirar os objetos que bloqueavam a passagem da água. Entre os materiais observados estavam sacolas plásticas, embalagens de alimentos, recipientes descartáveis, copos, caixas e diferentes tipos de resíduos urbanos. Lixo compromete funcionamento da drenagem O acúmulo de lixo em bueiros, bocas de lobo e galerias pode prejudicar diretamente o funcionamento do sistema de drenagem urbana. Quando a passagem da água fica obstruída, aumenta o risco de formação de poças, transbordamentos e alagamentos, especialmente durante períodos de chuva intensa. A água que deveria escoar pela rede permanece sobre as ruas e calçadas, podendo afetar o trânsito, a circulação de pedestres e os imóveis próximos. Além dos transtornos provocados no escoamento, o lixo acumulado dentro das estruturas pode gerar mau cheiro, atrair animais e dificultar os trabalhos de manutenção realizados pelas equipes responsáveis. A situação encontrada no cruzamento demonstra a quantidade de resíduos que pode ficar escondida abaixo do nível da rua até que seja realizada uma limpeza mais ampla. Trabalho dos servidores Os registros mostram os trabalhadores do Sanep retirando os materiais acumulados e verificando o interior da estrutura para garantir a desobstrução da passagem. O serviço exige esforço físico e contato direto com resíduos descartados irregularmente. Por isso, a colaboração da população é considerada fundamental para evitar que o problema volte a ocorrer pouco tempo após a conclusão da limpeza. O Pelotas Notícias reconhece o trabalho realizado pela equipe que atuou no local, retirando uma grande quantidade de lixo e buscando restabelecer o funcionamento adequado da drenagem. Descarte irregular agrava o problema Grande parte dos resíduos encontrados nas redes de drenagem chega aos bueiros após ser descartada nas ruas ou deixada em locais inadequados. Com a chuva ou com a movimentação da água durante a limpeza das vias, embalagens, sacolas e outros objetos são arrastados até as entradas do sistema. Aos poucos, o material se acumula e forma barreiras que dificultam ou impedem o escoamento. Por esse motivo, além das ações de manutenção realizadas pelo poder público, é necessário que moradores, pedestres e estabelecimentos comerciais façam o descarte correto dos resíduos. Não jogar lixo nas ruas é uma medida simples, mas essencial para preservar o sistema de drenagem e reduzir os riscos de alagamentos em diferentes pontos da cidade. O Pelotas Notícias continuará acompanhando as ações de limpeza e manutenção realizadas nas vias do município. Imagens: Cristiano Duarte/Pelotas Notícias. Envie sua notícia:WhatsApp Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Acesse: www.portalpelotasnoticias.com.br
Grande quantidade de lixo se acumula na Travessa Sturbelle, esquina com a Avenida Juscelino, em Pelotas

Resíduos ocupam a calçada, o gramado e parte da sarjeta, dificultando a circulação e gerando preocupação entre moradores Uma grande quantidade de lixo acumulado na Travessa Sturbelle, esquina com a Avenida Juscelino, voltou a gerar reclamações de moradores em Pelotas. Imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias mostram um contêiner completamente cheio e dezenas de resíduos espalhados ao redor do equipamento. Entre os materiais encontrados estão roupas, cobertores, caixas de papelão, sacolas plásticas, embalagens, objetos domésticos e outros itens descartados diretamente sobre a calçada e o gramado. Parte dos resíduos também está próxima à sarjeta e a uma área de escoamento da água. A situação preocupa moradores porque o material pode ser levado pela chuva, provocando obstruções na drenagem e ampliando os riscos de alagamentos. O volume de lixo ocupa uma área extensa e prejudica a circulação de pedestres. Para atravessar o trecho, as pessoas precisam desviar dos resíduos e caminhar mais próximas da rua. Nas imagens, é possível observar que o contêiner possui uma placa orientando a população a não descartar lixo limpo naquele ponto. Mesmo assim, diversos materiais foram deixados ao redor do equipamento. O descarte irregular de resíduos em vias públicas compromete a limpeza urbana e pode provocar mau cheiro, proliferação de insetos, presença de animais e contaminação do solo e da água acumulada. A situação também gera preocupação por estar próxima a uma parada de ônibus e a uma área utilizada diariamente por moradores, passageiros e demais pessoas que circulam pela região. A comunidade solicita a retirada urgente dos materiais, a higienização do espaço e a verificação das condições do contêiner instalado no local. Moradores também defendem que sejam adotadas medidas para impedir que o ponto volte a receber descartes inadequados após a realização da limpeza. Entre as providências sugeridas estão o reforço na fiscalização, a orientação à população e a identificação das pessoas responsáveis pelo depósito irregular dos resíduos. A limpeza do local é considerada necessária para restabelecer a circulação segura de pedestres e evitar que os materiais sejam levados para a rede de drenagem. O Pelotas Notícias seguirá acompanhando a situação e aguarda providências dos setores responsáveis pela limpeza e fiscalização urbana. Envie sua notícia para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.
Pessoas em situação de rua voltam a ocupar área da Praça Palestina após intervenção anterior

Moradores relatam que o problema havia sido solucionado temporariamente, mas objetos, resíduos e uma barraca improvisada voltaram a ser encontrados no espaço público Moradores voltaram a procurar o Pelotas Notícias para relatar a ocupação de áreas da Praça Palestina por pessoas em situação de rua. A denúncia foi encaminhada após o registro de objetos pessoais, caixas, sacolas, materiais acumulados e uma barraca improvisada em diferentes pontos do espaço público. Segundo o relato recebido pelo portal, uma intervenção havia sido realizada depois de uma reportagem anterior sobre a situação. Durante alguns dias, a área permaneceu desocupada e apresentou melhores condições de utilização. No entanto, moradores afirmam que o problema voltou a ocorrer pouco tempo depois. As imagens enviadas mostram materiais armazenados sob uma estrutura coberta utilizada para atividades esportivas e de lazer. No mesmo ponto, também aparece um cachorro próximo aos objetos acumulados. Em outra área da praça, uma estrutura feita com lonas foi instalada entre a vegetação, nas proximidades de uma lixeira. O local apresenta sinais de permanência e utilização como abrigo improvisado. A reclamação dos moradores está relacionada à falta de continuidade das medidas adotadas. Conforme o relato, a primeira intervenção produziu resultado apenas temporário, sem impedir que a ocupação voltasse a acontecer. A comunidade solicita uma atuação permanente e integrada entre os diferentes setores do poder público. Entre as providências defendidas estão a abordagem por equipes de assistência social, o encaminhamento das pessoas para serviços de acolhimento, a limpeza da área, a retirada segura dos resíduos e o acompanhamento posterior da situação. O atendimento a pessoas em situação de rua exige uma abordagem que considere a vulnerabilidade social e a necessidade de garantia de direitos. Ao mesmo tempo, moradores defendem que os espaços públicos sejam preservados e permaneçam disponíveis para a utilização da comunidade. A Praça Palestina conta com áreas verdes, estruturas esportivas e locais destinados à convivência. Por isso, a população solicita que sejam asseguradas condições adequadas de limpeza, segurança e utilização dos equipamentos existentes. O acúmulo de objetos sob a cobertura esportiva pode dificultar a utilização do espaço por crianças, adolescentes e demais frequentadores. Além disso, a presença de resíduos e materiais expostos gera preocupação quanto à conservação da área. Moradores também demonstram preocupação com o cachorro registrado nas imagens. A comunidade pede que a situação do animal seja verificada, garantindo que tenha acesso a alimentação, água, proteção e atendimento adequado, caso seja necessário. A pessoa que encaminhou a denúncia afirma que o retorno da ocupação poucos dias após a intervenção demonstra a necessidade de um acompanhamento contínuo. Na avaliação apresentada ao portal, ações isoladas não seriam suficientes para solucionar a situação. A demanda envolve diferentes áreas da administração pública. A assistência social pode realizar a abordagem e oferecer encaminhamentos, enquanto as equipes de limpeza e manutenção são responsáveis pelas condições físicas da praça. Também pode ser necessária a participação dos setores ligados à proteção animal, dependendo da situação encontrada no local. A atuação conjunta permitiria atender tanto as pessoas em vulnerabilidade quanto as necessidades de preservação do espaço público. A legislação e as políticas públicas voltadas à população em situação de rua estabelecem que o atendimento deve ser realizado de maneira humanizada. O acolhimento, no entanto, geralmente depende da aceitação da pessoa abordada, o que torna necessária a realização de acompanhamento frequente. Os moradores reconhecem a complexidade da situação, mas cobram medidas que não se limitem à retirada momentânea dos objetos. A principal solicitação é que sejam criadas condições para evitar o retorno contínuo do problema. Outra preocupação está relacionada à circulação de pessoas nas proximidades da cobertura e da vegetação. O acúmulo de materiais pode reduzir a visibilidade e dificultar o acesso a partes da praça. A manutenção regular do espaço também é apontada como necessária para impedir que áreas pouco utilizadas se tornem pontos de ocupação permanente. Limpeza, iluminação e acompanhamento das equipes municipais são algumas das medidas solicitadas pela comunidade. A Praça Palestina é utilizada por moradores de diferentes regiões da cidade. A preservação do local é considerada importante para garantir opções de esporte, lazer e convivência para a população. Até o momento do relato, não havia informação sobre uma nova abordagem realizada no espaço. Os moradores aguardam uma posição dos órgãos responsáveis e a adoção de providências que apresentem resultados mais duradouros. O Pelotas Notícias preservará a identidade da pessoa que encaminhou as imagens e seguirá acompanhando a situação. Envie sua notícia para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.
Concentração de pessoas em situação de rua na área central de Pelotas gera preocupação entre moradores

Moradores da região central de Pelotas relatam preocupação com a concentração recorrente de pessoas em situação de rua na Avenida Bento Gonçalves, em frente a uma agência bancária e nas proximidades do prédio do INSS e da Avenida Barroso. Uma imagem encaminhada ao Pelotas Notícias mostra ao menos três pessoas instaladas na calçada durante o período noturno, acompanhadas de colchões, cobertores, sacolas e outros pertences pessoais. Conforme o relato recebido, o número de pessoas reunidas no ponto pode ser maior em determinados horários. A situação estaria sendo registrada há algum tempo e, segundo moradores, transformou parte da calçada em um espaço utilizado para permanência e pernoite. O denunciante afirma que a ocupação estaria dificultando a circulação de pedestres, especialmente durante a noite e no início da manhã. Também foram relatados restos de alimentos, acúmulo de gordura no piso e forte odor nas proximidades. Morador procurou atendimento do município De acordo com o relato, a Guarda Municipal foi acionada para verificar a situação. O morador afirma ter sido informado de que o acompanhamento das pessoas em situação de rua seria atribuição dos serviços municipais de assistência e acolhimento. No entanto, as equipes responsáveis pela abordagem social não podem obrigar uma pessoa adulta a aceitar encaminhamento para uma unidade de acolhimento. Em geral, o serviço oferece orientação, atendimento e convite para utilização da estrutura disponível, respeitando a decisão da pessoa abordada. Essa limitação faz com que algumas situações permaneçam sem solução definitiva, especialmente quando há recusa ao acolhimento ou retorno ao mesmo ponto após o atendimento. O morador também questiona quem seria responsável pela limpeza e pela manutenção da calçada em frente ao imóvel, além de solicitar uma atuação mais efetiva dos órgãos públicos e da instituição responsável pelo prédio. Situação exige atuação integrada A presença de pessoas em situação de rua envolve questões sociais, econômicas, familiares, de saúde física, saúde mental, dependência química e ausência de moradia. Por isso, especialistas e serviços públicos costumam destacar que o problema não pode ser tratado apenas como uma ocorrência de segurança ou de fiscalização urbana. Uma resposta efetiva depende da articulação entre assistência social, saúde, serviços de acolhimento, limpeza urbana, fiscalização, Guarda Municipal e demais órgãos responsáveis. Ao mesmo tempo, é necessário garantir condições adequadas de circulação para pedestres, higiene do espaço público e atendimento aos moradores e trabalhadores que utilizam diariamente a região. A abordagem precisa ocorrer de forma humanizada, preservando a dignidade das pessoas em situação de rua e oferecendo possibilidades reais de acolhimento, tratamento, documentação, reinserção social e acesso a políticas públicas. Área possui grande circulação de pessoas O trecho mencionado está localizado em uma área de intenso movimento, com agências bancárias, serviços públicos, estabelecimentos comerciais, pontos de transporte e circulação diária de trabalhadores, aposentados e usuários do INSS. Por essa razão, moradores defendem que o município realize acompanhamento permanente, evitando que a resposta ocorra somente após denúncias pontuais. A preocupação apresentada não deve ser interpretada como uma tentativa de criminalização das pessoas em situação de rua. O objetivo é cobrar uma solução que considere tanto o direito da população de utilizar os espaços públicos quanto a necessidade de proteção e assistência às pessoas que vivem em condição de vulnerabilidade. O Pelotas Notícias procurará esclarecimentos sobre as abordagens realizadas na região, a quantidade de pessoas acompanhadas e as medidas previstas para o local. O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas, da Secretaria Municipal de Assistência Social, da Guarda Municipal, dos serviços de acolhimento e da instituição mencionada no relato. Envie sua notícia:WhatsApp Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.
Moradores denunciam buracos, lama e alagamentos na Rua Rudi Bonow e cobram solução em Pelotas

Moradores da Rua Rudi Bonow, em Pelotas, procuraram o Pelotas Notícias para denunciar as condições precárias da via e solicitar providências dos órgãos responsáveis. Fotografias e um vídeo encaminhados à reportagem mostram diferentes trechos tomados por água, lama e buracos, dificultando a circulação de veículos, bicicletas e pedestres. De acordo com o relato recebido, a rua está praticamente intransitável. Em alguns pontos, a água acumulada ocupa grande parte da largura da via e impede que moradores identifiquem a profundidade dos buracos antes de passar pelo local. Um dos pontos registrados nas imagens apresenta uma abertura considerada profunda pela comunidade. Além do risco de danos aos veículos, os moradores temem quedas de ciclistas, motociclistas e pedestres, especialmente durante a noite ou em períodos de chuva, quando a visibilidade fica reduzida. A preocupação aumenta porque a Rua Rudi Bonow não possui saída. Dessa forma, as famílias que vivem no local não contam com uma rota alternativa e precisam enfrentar diariamente os mesmos pontos danificados para entrar ou sair de suas residências. Moradores afirmam que protocolo permanece em aberto Segundo a pessoa que encaminhou a denúncia, os moradores já entraram em contato com a Secretaria responsável e abriram protocolo solicitando uma intervenção na via. A comunidade afirma que também buscou ajuda por outros canais, mas, até o momento, nenhuma obra ou manutenção teria sido realizada. Conforme o relato, o protocolo continua em aberto enquanto as condições da rua seguem se agravando. Os moradores não cobram apenas o preenchimento dos buracos. Eles solicitam uma avaliação mais ampla das condições de drenagem, pois a água permanece acumulada em diferentes trechos mesmo depois da chuva. Em alguns pontos, o material da rua se mistura com a água, formando áreas extensas de barro. A passagem contínua dos veículos amplia as valas e espalha a lama pelas entradas das residências. A ausência de escoamento adequado também pode acelerar a deterioração da via. Quando a água permanece parada, o solo perde estabilidade e os buracos tendem a aumentar com o tráfego de carros e veículos mais pesados. Volta às aulas aumenta preocupação das famílias Com a retomada das atividades escolares, a situação passou a preocupar ainda mais as famílias que precisam circular diariamente pela Rua Rudi Bonow. Uma moradora relatou que leva o filho para a escola de bicicleta e precisa atravessar áreas com barro, poças e buracos encobertos pela água. O trajeto, que deveria fazer parte da rotina da família, tornou-se uma passagem considerada perigosa. Para ciclistas, a água acumulada dificulta a identificação dos pontos mais profundos. Uma roda pode entrar repentinamente em um buraco e provocar uma queda, colocando adultos e crianças em risco. Pedestres também enfrentam dificuldades. Em alguns trechos, a água ocupa a área próxima às residências e reduz o espaço disponível para circulação fora da parte mais danificada. Nos dias de chuva, moradores podem ter os calçados e as roupas atingidos pela água e pela lama antes mesmo de saírem da rua. A condição afeta principalmente crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Motoristas de aplicativo evitariam entrar na rua Outro problema relatado pela comunidade envolve o acesso de motoristas de aplicativo. Segundo os moradores, alguns profissionais estariam recusando entrar na Rua Rudi Bonow devido ao risco de danos aos veículos e à dificuldade para realizar manobras nos pontos tomados pela água. A situação prejudica famílias que dependem desse tipo de transporte para trabalhar, comparecer a consultas médicas, levar crianças à escola ou resolver outras atividades essenciais. Como a rua não possui saída, os motoristas precisam percorrer o trecho danificado novamente para deixar o local. Os moradores acreditam que essa característica contribui para a recusa de algumas corridas. Também há preocupação com a eventual necessidade de entrada de ambulâncias, viaturas, caminhões de coleta ou outros veículos de serviço. A comunidade teme que as condições da via possam atrasar atendimentos ou dificultar a passagem em situações de emergência. Comunidade pede vistoria e solução definitiva Os moradores solicitam que a Prefeitura de Pelotas envie uma equipe técnica até a Rua Rudi Bonow para avaliar as condições da via. Entre as medidas esperadas estão a correção dos buracos, a recuperação dos pontos mais danificados, a melhoria do escoamento da água e a colocação de material adequado para garantir condições mínimas de trafegabilidade. A comunidade também pede que o protocolo já aberto seja analisado e que os moradores recebam uma resposta sobre a previsão de atendimento. Intervenções apenas paliativas podem não resolver o problema caso a origem do acúmulo de água esteja relacionada à falta de drenagem ou ao nivelamento inadequado da rua. Por isso, os moradores defendem uma avaliação que identifique as causas e indique uma solução duradoura. As imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias mostram grandes poças, trechos cobertos por lama e irregularidades próximas às entradas das residências. Em um dos registros, a água ocupa praticamente toda a área de circulação. A pessoa que enviou a denúncia afirma que a intenção da divulgação é dar visibilidade ao problema e sensibilizar os órgãos responsáveis para que a comunidade receba atendimento. A identidade da moradora será preservada. O Pelotas Notícias deixa o espaço aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas e para a divulgação de atualizações sobre possíveis serviços na Rua Rudi Bonow. 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Incêndio destrói residência na Vila das Corujas e suspeita de ação criminosa será investigada em Pelotas

Uma residência foi completamente destruída por um incêndio registrado na madrugada desta segunda-feira (3), na Rua Luciano Gallet, localizada na Vila das Corujas, em Pelotas. Apesar da intensidade das chamas e dos danos provocados no imóvel, não houve registro de pessoas feridas. O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado após receber a informação de que uma casa estava em chamas e que existia risco de o fogo se espalhar para outras residências próximas. Quando a primeira equipe chegou ao endereço, encontrou o imóvel completamente tomado pelo incêndio. A quantidade de material em combustão e a proximidade de outras construções exigiram uma atuação rápida para evitar que as chamas avançassem pelo terreno. Antes de iniciar o combate direto ao fogo, os bombeiros retiraram, por segurança, um morador que estava em uma residência localizada nos fundos do mesmo terreno. A medida foi adotada devido ao risco de propagação das chamas e à grande quantidade de fumaça produzida pelo incêndio. Após a retirada do morador, a equipe iniciou o trabalho de combate e resfriamento da estrutura. Uma guarnição do quartel das Três Vendas prestou apoio no abastecimento de água, permitindo a continuidade da operação até que o fogo fosse controlado. A Brigada Militar também esteve no local e realizou o isolamento da área, impedindo a aproximação de moradores e curiosos enquanto os bombeiros trabalhavam. Fogo não atingiu residências vizinhas A principal preocupação durante o atendimento era impedir que o incêndio alcançasse as casas próximas. A localização do imóvel, em uma área com outras residências construídas nas imediações, aumentava o risco de propagação. Com a atuação conjunta das equipes, as chamas foram controladas antes que atingissem os imóveis vizinhos. Os bombeiros também realizaram o rescaldo da área para eliminar pontos de calor que poderiam provocar uma nova ignição. Apesar do controle da ocorrência, a casa onde o incêndio começou ficou completamente destruída. A estrutura e os bens que estavam no interior do imóvel foram consumidos pelo fogo, resultando em perda total. Até o momento, não foi informado se a residência estava ocupada no instante em que as chamas começaram. Também não foram divulgados detalhes sobre a quantidade de pessoas que moravam no local ou sobre os prejuízos materiais estimados. Nenhuma pessoa ficou ferida Mesmo com a proporção do incêndio, não houve registro de feridos. O morador retirado da residência dos fundos conseguiu deixar o local em segurança antes do início do combate às chamas. Não foi necessária a remoção de vítimas para atendimento hospitalar. As equipes concentraram o trabalho no controle do fogo, na proteção das residências próximas e na segurança das pessoas que estavam na área. A ocorrência mobilizou bombeiros, policiais militares e moradores, que acompanharam o trabalho durante a madrugada. Suspeita ainda não foi confirmada Conforme informações preliminares relatadas por moradores, existe a suspeita de que o incêndio tenha sido provocado de forma criminosa. A informação, entretanto, não foi confirmada oficialmente pelo Corpo de Bombeiros Militar. As circunstâncias do início do fogo ainda dependem de apuração técnica e policial. A existência de suspeita não significa que a causa criminosa já esteja comprovada. A investigação deverá analisar os vestígios encontrados no imóvel, ouvir moradores e possíveis testemunhas e verificar se existem imagens de câmeras de segurança nas proximidades. Somente após a conclusão das diligências será possível determinar se o incêndio ocorreu de maneira acidental, por falha elétrica, ação humana intencional ou outra causa. Caso sejam encontrados elementos que indiquem a prática de crime, a Polícia Civil poderá instaurar os procedimentos necessários para identificar possíveis responsáveis e esclarecer a motivação. Área ficou isolada durante atendimento Durante o combate ao incêndio, a Brigada Militar manteve o trecho isolado para permitir o trabalho seguro das equipes e evitar que outras pessoas se aproximassem da estrutura comprometida. Mesmo depois da extinção das chamas, imóveis atingidos por incêndios podem apresentar risco de desabamento, queda de materiais e novos focos de fogo. Por esse motivo, a orientação é que moradores não entrem na área antes de uma avaliação adequada. A ocorrência deverá ser encaminhada aos órgãos responsáveis para os procedimentos de investigação e avaliação dos danos. O caso permanece em apuração, e novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço do trabalho das autoridades. Envie sua notícia:WhatsApp Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.
Smop utiliza 12,45 toneladas de asfalto frio em reparos emergenciais em mais de 20 vias de Pelotas

A Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação utilizou 12,45 toneladas de asfalto frio em duas grandes operações emergenciais de tapa-buracos realizadas entre os dias 28 e 31 de julho, em Pelotas. Os serviços abrangeram mais de 20 ruas, avenidas, cruzamentos e pontos considerados prioritários nas regiões do Fragata, Laranjal, Centro, Três Vendas e Areal. De acordo com a Prefeitura, as ações foram organizadas para recuperar trechos danificados, melhorar as condições de trafegabilidade e contribuir para a segurança dos usuários das vias públicas. O trabalho foi realizado com asfalto frio, material que possui características diferentes do asfalto convencional e pode ser utilizado em situações nas quais o pavimento está úmido ou durante períodos de instabilidade climática. Segundo o secretário municipal de Obras e Pavimentação, Rogério Salazar, essa tecnologia permite maior agilidade e continuidade dos serviços de manutenção, inclusive em dias de chuva. A utilização do material possibilitou que as equipes realizassem intervenções emergenciais em diferentes regiões da cidade durante quatro dias de trabalho. Primeira etapa utilizou cerca de cinco toneladas Nos dias 28 e 29 de julho, aproximadamente cinco toneladas de asfalto frio foram utilizadas em serviços de tapa-buracos realizados nas regiões do Areal, Centro, Fragata e Três Vendas. As equipes atuaram em pontos que apresentavam necessidade de recuperação do pavimento e dificuldades para a circulação dos veículos. Entre os locais atendidos esteve a Avenida Ildefonso Simões Lopes, nas proximidades da Lorenzetti, além do cruzamento da mesma avenida com a Avenida Ulysses Guimarães. A Rua Gomes Carneiro recebeu intervenções nas esquinas com as ruas Félix da Cunha e Marechal Deodoro. Também foram realizados reparos na Avenida Pinheiro Machado, no cruzamento com a Rua Theodoro Müller, e na Avenida Domingos de Almeida, em frente ao Guanabara. Outros pontos contemplados foram a Rua Barão de Tramandaí, a Rua Marcílio Dias, na altura do número 3299, e a Rua Jacob Bainy, próximo ao número 565. A operação ainda passou pela Avenida 25 de Julho, na altura do número 928, pela Rua General Neto e pelo cruzamento da Avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira com a Rua Bento Gonçalves. Outras 7,45 toneladas foram aplicadas em três regiões Nos dias 30 e 31 de julho, a Smop utilizou outras 7,45 toneladas de asfalto frio em vias das regiões das Três Vendas, Laranjal e Fragata. Os serviços contemplaram trechos das avenidas 25 de Julho, Adolfo Fetter e Rio Grande do Sul. Na Avenida Leopoldo Brod, as intervenções ocorreram nas proximidades dos números 4625 e 4770. Também foram atendidas as avenidas Ildefonso Simões Lopes, Prefeito Ari Alcântara, Salgado Filho e Pinheiro Machado. As ruas São Paulo e Paulo Zanotta completaram a relação de vias que receberam reparos emergenciais durante a segunda etapa da operação. A Secretaria não detalhou a extensão exata recuperada em cada endereço, mas informou que mais de 20 vias foram contempladas nas duas ações. Material permite reparos com o pavimento úmido O asfalto frio é utilizado principalmente em operações emergenciais e manutenções pontuais, especialmente quando há necessidade de resposta rápida diante de buracos ou danos que representam risco para a circulação. Uma das vantagens destacadas pela Secretaria é a possibilidade de aplicação mesmo quando o pavimento está úmido. Essa característica permite que os serviços continuem durante períodos de chuva ou logo após a ocorrência de precipitações, quando o uso de outros materiais poderia ser prejudicado pelas condições climáticas. Segundo o secretário Rogério Salazar, as ações tiveram como objetivo recuperar os pontos danificados, melhorar a trafegabilidade e contribuir para a segurança e a qualidade da circulação nas vias atendidas. Reparos emergenciais não substituem recuperação completa As operações de tapa-buracos são intervenções pontuais utilizadas para reduzir riscos e recuperar temporariamente trechos danificados. Em locais com problemas estruturais mais amplos, desgaste profundo ou falhas recorrentes, podem ser necessárias obras de maior porte, como fresagem, recapeamento, reconstrução da base ou recuperação completa do pavimento. A manutenção emergencial, no entanto, pode evitar o aumento dos buracos e reduzir o risco de danos aos veículos enquanto soluções definitivas não são executadas. Buracos e desníveis também representam riscos para motociclistas e ciclistas, principalmente em períodos de chuva, quando os pontos danificados podem ficar encobertos pela água. A Prefeitura informa que as equipes da Smop continuam trabalhando na manutenção das vias municipais de acordo com as demandas identificadas e o planejamento da Secretaria. Moradores podem encaminhar informações sobre problemas em ruas e avenidas aos canais oficiais do município ou ao Pelotas Notícias, com imagens, localização aproximada e descrição da situação. Envie sua notícia:WhatsApp Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias.
Crianças enfrentarão lama e alagamentos no retorno às aulas na Colônia Z3

Com a volta às aulas da rede municipal prevista para esta segunda-feira (3), famílias que vivem na Colônia Z3, em Pelotas, demonstram preocupação com as condições que as crianças e os adolescentes terão que enfrentar para chegar às escolas. Imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias mostram diversos trechos das ruas da comunidade cobertos por lama e grandes pontos de água acumulada. Em alguns locais, praticamente não há espaço seco para a passagem dos moradores, obrigando pedestres a atravessarem áreas alagadas ou caminharem pelas laterais das vias. Para as famílias, a situação se torna ainda mais preocupante com o retorno das atividades escolares. Crianças poderão sair de casa e precisar atravessar a água e o barro, correndo o risco de chegar às escolas com calçados, uniformes e outros pertences molhados. Os registros foram realizados na principal rua utilizada pelo ônibus dentro da Colônia Z3. Mesmo sendo uma das vias mais importantes para a circulação dos moradores e do transporte coletivo, o trecho apresenta poças extensas, buracos e grande quantidade de lama. Segundo relatos encaminhados ao portal, as demais ruas internas da comunidade estariam em condições ainda mais graves. Moradores afirmam que existem locais onde o acesso se torna extremamente difícil após períodos de chuva, tanto para quem está a pé quanto para motoristas, ciclistas e motociclistas. A situação também gera preocupação entre as famílias que dependem do transporte escolar. Mesmo quando o ônibus consegue circular pela via principal, muitas crianças precisam caminhar por ruas internas até chegar aos pontos de embarque. Esse trajeto, conforme relatado pelos moradores, poderá ser realizado em meio à lama e à água parada. Além do desconforto, a comunidade aponta riscos de quedas, acidentes e danos aos materiais escolares transportados pelos estudantes. As famílias afirmam que o problema não surgiu apenas com as últimas chuvas. A falta de drenagem adequada, as valetas obstruídas, os buracos e a ausência de material em determinados trechos são reclamações recorrentes dentro da Colônia Z3. Moradores pedem uma ação urgente dos órgãos municipais responsáveis. Entre as medidas solicitadas estão a colocação de material adequado nas vias, o nivelamento das ruas, a limpeza das valetas e a criação de condições para o escoamento da água. A comunidade também pede que os trabalhos sejam realizados de forma completa. Conforme os relatos, apenas passar máquinas sem colocar material pode revolver o solo e aumentar a quantidade de barro, agravando as dificuldades de circulação depois das chuvas. Para os moradores, o retorno das aulas reforça a urgência da situação. Eles destacam que as crianças não deveriam precisar atravessar trechos alagados ou chegar à escola com roupas e calçados molhados por falta de condições mínimas nas ruas. As imagens mostram que a água ocupa áreas extensas da via e encobre parte dos buracos. Durante a noite e no início da manhã, quando há menor visibilidade, os riscos para quem circula pelo local podem ser ainda maiores. Além dos estudantes, a situação afeta trabalhadores, idosos e moradores que precisam sair diariamente para consultas, compras e outras atividades. A passagem de veículos também pode lançar água e barro sobre pedestres e residências próximas. A comunidade espera que equipes da Prefeitura realizem uma vistoria e apresentem uma solução para os pontos mais críticos. Os moradores pedem prioridade para a principal rota do ônibus e para as ruas utilizadas pelas crianças no deslocamento até as escolas e pontos de embarque. O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas e dos órgãos municipais responsáveis pela manutenção das vias e pela infraestrutura da Colônia Z3. Envie sua notícia:WhatsApp Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.
Prefeitura conclui demolição de sete imóveis em área de risco às margens do Canal do Pepino

A Prefeitura de Pelotas concluiu, na manhã desta sexta-feira (31), a demolição de sete imóveis localizados em uma área considerada de risco às margens do Canal do Pepino, no início da Avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira, na região do Porto. A operação foi realizada de forma integrada pela Secretaria Municipal de Proteção e Defesa Civil e pelo Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas. Cinco das sete residências atingidas já haviam desabado em junho deste ano. Conforme as informações divulgadas, não houve registro de vítimas. As estruturas que ainda permaneciam no local começaram a ser removidas na quinta-feira (30), com a conclusão dos serviços no dia seguinte. A intervenção teve como finalidade eliminar riscos para moradores e pessoas que circulam pela área, além de permitir o início das obras necessárias para a recuperação das margens do canal. Área apresentava risco de novos desabamentos Os imóveis estavam construídos em uma região próxima ao Canal do Pepino e apresentavam comprometimento estrutural. Após os desabamentos registrados anteriormente, técnicos avaliaram que a permanência das estruturas restantes poderia representar riscos para a população. A demolição foi definida como medida necessária para impedir novos acidentes e permitir o acesso seguro das equipes responsáveis pelos serviços de recuperação. O trecho continua interditado e não deve ser acessado por pessoas sem autorização. A recomendação é que moradores e pedestres respeitem a sinalização instalada no local durante o andamento dos trabalhos. Famílias foram encaminhadas para atendimento Segundo a Prefeitura, as famílias afetadas foram encaminhadas para a Casa de Passagem. Os moradores também foram incluídos no cadastro habitacional do Município e deverão ter acesso ao benefício de aluguel social enquanto aguardam a definição do processo de reassentamento. O atendimento busca garantir uma alternativa temporária de moradia para as famílias que não podem retornar aos imóveis demolidos. A administração municipal deverá acompanhar cada caso e avaliar a possibilidade de inclusão dos moradores em programas habitacionais. O reassentamento definitivo dependerá da disponibilidade de imóveis, dos critérios definidos pelos programas públicos e da situação de cada núcleo familiar. Sanep fará recuperação do trecho Após a retirada das construções, o Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas deverá iniciar as medidas de recuperação da área. As intervenções previstas incluem a reconstrução da encosta, a recuperação dos taludes e o reforço ou reconstrução do muro de contenção. Essas estruturas são importantes para estabilizar o terreno e reduzir o risco de novos deslizamentos ou desabamentos nas proximidades do canal. O Sanep informou que os serviços neste trecho serão realizados com recursos próprios. O cronograma detalhado para a execução das obras não foi divulgado. A área deverá permanecer isolada enquanto houver movimentação de máquinas e risco para a circulação. Outros oito pontos deverão receber obras Além do trecho onde ocorreu a demolição, outros oito pontos ao longo do Canal do Pepino deverão passar por intervenções. Os serviços serão realizados com recursos da Defesa Civil Nacional, em um investimento estimado em aproximadamente R$ 1 milhão. As obras deverão abranger áreas consideradas vulneráveis e com necessidade de recuperação das margens, taludes ou estruturas de contenção. Os pontos exatos e o cronograma das intervenções ainda deverão ser detalhados pelos órgãos responsáveis. A recuperação do canal é considerada importante para melhorar as condições de drenagem e reduzir o risco de alagamentos, erosões e desmoronamentos. Imóveis próximos aos canais serão avaliados De acordo com o secretário municipal de Proteção e Defesa Civil, Milton Martins, moradores de imóveis situados a menos de 10,5 metros do eixo de mananciais ou macrodrenagens deverão ser notificados. A medida pretende identificar residências construídas em áreas que possam representar risco para os ocupantes ou dificultar os trabalhos de manutenção dos canais. Após a notificação, a Prefeitura deverá dialogar com as famílias para avaliar alternativas de reassentamento e inclusão em programas habitacionais. Cada situação deverá ser analisada individualmente, levando em consideração as condições do imóvel, os riscos existentes e a realidade da família. Faixa livre permitirá manutenção dos canais A retirada de construções instaladas muito próximas aos canais também busca garantir uma faixa adequada para a circulação de máquinas. Essa área é necessária para que as equipes possam executar serviços de limpeza, retirada de resíduos, desassoreamento, recuperação de margens e manutenção das estruturas de drenagem. Quando não existe espaço para a passagem dos equipamentos, os serviços ficam prejudicados ou deixam de ser realizados em determinados pontos. Segundo a Defesa Civil, a manutenção regular dos canais é uma das medidas importantes para prevenir alagamentos e cheias. A faixa de segurança também pode reduzir os riscos para moradores que vivem próximos às margens. Trabalho envolve diferentes órgãos A ação no Canal do Pepino exige a participação de setores relacionados à Defesa Civil, saneamento, assistência social, habitação e fiscalização urbana. A Defesa Civil atua na avaliação dos riscos e na definição das medidas emergenciais. O Sanep é responsável pelos serviços de saneamento, drenagem e recuperação das estruturas do canal. As equipes de assistência social e habitação ficam responsáveis pelo acompanhamento das famílias atingidas e pelos encaminhamentos para benefícios e programas de moradia. A integração entre os órgãos é necessária para que a retirada das famílias e a recuperação da área ocorram de forma coordenada. Prevenção de novos acidentes A demolição dos imóveis busca impedir que estruturas comprometidas desabem de maneira inesperada. Construções localizadas em áreas sujeitas à erosão, movimentação do solo ou avanço da água podem apresentar perda de sustentação ao longo do tempo. Em períodos de chuva intensa, o risco pode aumentar devido à saturação do terreno e à elevação do nível dos canais. Por esse motivo, as equipes técnicas realizam vistorias e podem recomendar a interdição ou remoção dos imóveis quando existe risco para os moradores. A Prefeitura reforça que qualquer sinal de rachadura, movimentação do solo ou instabilidade deve ser comunicado aos órgãos responsáveis. Trecho segue interditado Mesmo com a conclusão da demolição, o local continuará interditado durante a preparação e a execução das obras de recuperação. A presença de entulhos, máquinas e áreas de solo instável impede a liberação imediata do trecho. As equipes deverão remover os resíduos e