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Passageiros denunciam ônibus que não realizam paradas em linhas do Laranjal durante a noite

Usuários do transporte coletivo de Pelotas relatam dificuldades recorrentes para embarcar em ônibus que atendem o Laranjal e outras regiões da cidade durante o período noturno. Conforme uma denúncia encaminhada ao Pelotas Notícias, alguns veículos estariam passando pelos pontos sem parar, mesmo quando há passageiros aguardando. A situação teria sido observada principalmente após as 19h e estaria ocorrendo há aproximadamente uma semana. Uma passageira que trabalha na região do Laranjal afirmou que precisa utilizar o transporte coletivo para retornar ao Centro, mas vem enfrentando longos períodos de espera. Em uma das situações relatadas, ela teria permanecido entre as 19h e as 21h aguardando a passagem de um ônibus. Segundo a usuária, alguns veículos teriam seguido diretamente pela avenida, sem reduzir a velocidade ou realizar o embarque. A passageira informou ainda que determinados ônibus passariam com as luzes internas desligadas ou com o letreiro indicando “garagem”. Em alguns casos, no entanto, ela afirma ter percebido a presença de passageiros dentro dos veículos, apesar de os motoristas não efetuarem a parada. O relato aponta que o problema não estaria restrito a uma única linha. Situações semelhantes teriam sido observadas em itinerários que atendem o Laranjal, Valverde, Barro Duro e Colônia Z3. Diante da dificuldade para embarcar, alguns usuários seriam obrigados a se deslocar por uma distância maior até pontos considerados mais movimentados. Entre os locais citados está a região próxima ao Posto Guga, na Avenida Adolfo Fetter. A necessidade de caminhar até outro ponto causa ainda mais transtornos durante a noite, principalmente para trabalhadores que encerram suas atividades após as 19h. O deslocamento também pode representar risco para pessoas que estão sozinhas ou precisam caminhar por trechos com pouca circulação. Falta de sinalização nas paradas Além das reclamações sobre os ônibus que não realizariam as paradas, passageiros chamam atenção para a falta de identificação e de estrutura em diversos pontos do Laranjal. Conforme os relatos, algumas paradas não possuem placa informando que aquele local faz parte do itinerário do transporte coletivo. Também há pontos sem abrigo, cobertura ou bancos para que os passageiros possam aguardar. Em determinados locais, a estrutura é tão limitada que o espaço pouco se parece com uma parada oficial. Sem sinalização adequada, usuários ficam em dúvida sobre o ponto exato onde devem aguardar o ônibus. A ausência de placas também pode dificultar a identificação do ponto pelos próprios motoristas, especialmente durante a noite. Passageiros afirmam que, em alguns trechos, precisam sinalizar de forma mais intensa para tentar chamar a atenção do condutor. A iluminação insuficiente é outro fator apontado. Em vias escuras, um motorista pode ter dificuldade para perceber que há pessoas esperando junto à calçada, principalmente quando a parada não possui qualquer identificação visual. Apesar disso, os usuários defendem que os veículos devem cumprir integralmente os itinerários e realizar as paradas previstas. A população também solicita que as empresas orientem seus motoristas e fiscalizem o atendimento prestado durante o período noturno. Espera prolongada A espera por até duas horas gera preocupação entre os usuários que dependem exclusivamente do transporte público. Trabalhadores podem chegar mais tarde em casa, perder conexões com outras linhas ou permanecer por longos períodos expostos ao frio e à chuva. A situação também afeta estudantes, idosos e pessoas que precisam se deslocar para atendimentos de saúde ou compromissos em outras regiões da cidade. Os passageiros relatam ainda que a frequência dos ônibus costuma ser menor durante a noite. Quando um veículo não realiza a parada, o usuário pode precisar aguardar por um período ainda maior até a chegada do próximo horário. Por esse motivo, a comunidade solicita uma verificação dos itinerários, dos horários e da conduta adotada pelos motoristas. Também é pedida uma avaliação completa dos pontos existentes no Laranjal e nas regiões atendidas pelas linhas citadas. Pedido de melhorias Entre as providências solicitadas estão a instalação de placas de identificação em todos os pontos oficiais, a colocação de abrigos e bancos e a melhoria da iluminação nas áreas de embarque. Os usuários defendem ainda que as informações sobre itinerários e horários sejam disponibilizadas de maneira clara e atualizada, permitindo que os passageiros saibam exatamente onde e quando os ônibus devem passar. Outra solicitação é a realização de fiscalização durante a noite. A medida poderia verificar se os veículos estão cumprindo os trajetos previstos e realizando o embarque dos passageiros em todos os pontos oficiais. O Pelotas Notícias ressalta que as informações apresentadas são baseadas no relato encaminhado por uma usuária do transporte coletivo. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a existência de orientação para que os veículos deixem de realizar determinadas paradas. O espaço permanece aberto para que a empresa responsável pelo transporte coletivo e a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito esclareçam a situação, informem se houve alteração nos itinerários e apresentem as providências que poderão ser adotadas. A matéria poderá ser atualizada assim que houver retorno oficial. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias — @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA A CÓPIA Envie informações, fotos e vídeos para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Portal oficial: www.portalpelotasnoticias.com.br

Moradores denunciam buracos e remendos recorrentes na Avenida 25 de Julho, em Pelotas

Moradores da Avenida 25 de Julho, em Pelotas, procuraram o Pelotas Notícias para relatar problemas recorrentes no pavimento da via. Conforme as informações encaminhadas, diferentes trechos apresentam buracos, desníveis, remendos deteriorados e acúmulo de água, situação que ficaria ainda mais evidente após períodos de chuva. A insatisfação levou moradores a apelidarem popularmente o local de “Avenida 25 Buracos” e também de “25 Remendos”. As expressões são utilizadas como forma de protesto contra o que a comunidade considera uma sequência de reparos provisórios que não resolveriam definitivamente os danos existentes no pavimento. De acordo com os relatos, equipes realizariam intervenções pontuais nos locais mais danificados. No entanto, após novas chuvas e a circulação diária de veículos, os remendos voltariam a apresentar desgaste, provocando novamente o surgimento de buracos e irregularidades na pista. Imagens enviadas ao portal mostram um dos pontos mais críticos da avenida. No trecho registrado, é possível observar uma área extensa com água acumulada, pavimento deteriorado e obstáculos posicionados para chamar a atenção dos motoristas. A situação reduz o espaço disponível para a passagem dos veículos e exige cuidado redobrado dos condutores. Moradores afirmam que, em determinados momentos, motoristas precisam desviar dos buracos e circular próximos ao sentido contrário da pista. Além do risco de colisões, a condição da via também pode provocar danos em pneus, rodas, suspensão e outros componentes dos veículos. Um dos pontos citados fica próximo a um quebra-molas. Segundo os moradores, a deterioração do pavimento é tão significativa que os condutores já precisam reduzir consideravelmente a velocidade para passar pelos buracos antes mesmo de chegar ao redutor instalado na avenida. A comunidade avalia que somente novos remendos não serão suficientes para solucionar o problema. A principal reivindicação é pela recuperação completa dos trechos mais comprometidos, com retirada do pavimento deteriorado e aplicação de uma nova camada de asfalto. Os moradores também solicitam uma avaliação do sistema de drenagem. A presença frequente de água acumulada sobre a pista pode acelerar a deterioração do asfalto, especialmente quando existem fissuras ou reparos antigos. Com a circulação dos veículos, a água pode penetrar nas camadas inferiores do pavimento e ampliar os danos. Além de ser utilizada pelos moradores da região, a Avenida 25 de Julho recebe circulação diária de automóveis, motocicletas, bicicletas e veículos de serviços. As condições relatadas podem afetar diretamente a mobilidade e aumentar o risco para quem utiliza a via. A moradora que enviou a reclamação afirmou que o problema ocorre repetidamente. Segundo ela, após a realização de reparos, basta um novo período de chuva para que os buracos voltem a surgir. A comunidade pede que seja realizada uma obra mais duradoura, evitando gastos sucessivos com intervenções emergenciais. Outro ponto de preocupação é a sinalização. Em alguns trechos, objetos colocados pelos próprios moradores são utilizados para alertar os motoristas sobre a existência de buracos. Embora a iniciativa busque evitar acidentes, a população considera necessária uma sinalização oficial enquanto o reparo definitivo não for executado. A situação também se torna mais perigosa durante a noite ou em dias de chuva intensa, quando a água pode esconder a profundidade dos buracos. Motoristas que não conhecem a região podem atingir os pontos danificados sem conseguir reduzir a velocidade ou realizar o desvio com antecedência. Os moradores aguardam uma vistoria das equipes responsáveis e um posicionamento sobre a possibilidade de recuperação completa da avenida. A expectativa é de que o local seja incluído em uma programação de manutenção ou recapeamento, com atenção especial aos trechos onde ocorre acúmulo de água. Até a realização dos reparos, a orientação é para que os condutores diminuam a velocidade e mantenham atenção ao circular pela Avenida 25 de Julho, principalmente nos pontos onde há buracos, poças e irregularidades no pavimento. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias@pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.

Moradores relatam ocupação irregular e acúmulo de resíduos próximo a valão na região da Balsa

Moradores da região da Balsa, nas proximidades do Anglo, em Pelotas, relatam preocupação com a instalação de barracas e estruturas improvisadas às margens de um valão. A comunidade afirma que o espaço passou a concentrar grande quantidade de materiais, entulhos e resíduos, situação que estaria provocando sujeira, mau cheiro e insegurança para quem vive nas proximidades. De acordo com os relatos encaminhados ao Pelotas Notícias, algumas estruturas foram montadas no local após a retirada ou destruição de pequenas construções que existiam anteriormente na área. Desde então, pessoas que trabalham com a coleta de materiais recicláveis teriam passado a utilizar o espaço para armazenar objetos recolhidos em diferentes pontos da cidade. Imagens registradas no local mostram barracas construídas com lonas, madeiras, tecidos e outros materiais. Ao redor das estruturas, também é possível observar resíduos espalhados pelo terreno, próximo à rua e às margens do valão. A principal preocupação dos moradores está relacionada às condições sanitárias e ambientais da área. Conforme os relatos, o acúmulo de lixo pode favorecer a presença de ratos, insetos e outros animais, além de contribuir para a contaminação do solo e da água. Os residentes também demonstram preocupação com a possibilidade de parte dos materiais ser carregada para dentro do valão em dias de chuva. O descarte irregular pode dificultar o escoamento da água, provocar obstruções e agravar pontos de alagamento na região. Outro problema mencionado pela comunidade é a sensação de insegurança. Moradores afirmam que a rua possui grande número de pessoas idosas e que algumas delas passaram a evitar circular pelo local em determinados horários ou deixar as residências abertas, principalmente durante a noite. Apesar das reclamações, a comunidade destaca a necessidade de que qualquer intervenção seja realizada de forma integrada, garantindo não apenas a limpeza e a fiscalização da área, mas também atendimento adequado às pessoas que estão ocupando o espaço. Os moradores solicitam que equipes da assistência social realizem uma abordagem para identificar as necessidades das pessoas instaladas no local e verificar se elas possuem acesso a programas sociais, acolhimento ou outras formas de acompanhamento oferecidas pelo município. Também é solicitada uma vistoria dos setores responsáveis pela limpeza urbana, fiscalização ambiental, drenagem e vigilância sanitária. A intenção é verificar a situação do terreno, avaliar os riscos existentes e recolher os resíduos que estejam sendo armazenados ou descartados de maneira inadequada. A área próxima ao valão exige atenção especial, principalmente porque qualquer obstrução pode comprometer o sistema de drenagem. Durante períodos de chuva intensa, materiais como móveis, madeiras, plásticos e sacolas podem ser arrastados pela água, bloqueando a passagem e aumentando os riscos para toda a comunidade. Os moradores ainda defendem que sejam adotadas medidas para impedir novos descartes irregulares depois da realização da limpeza. Entre as providências sugeridas estão o acompanhamento periódico da área, a instalação de sinalização e o reforço da fiscalização. A comunidade espera que a situação seja avaliada pelos órgãos competentes e que uma solução seja construída com responsabilidade, preservando a segurança dos moradores, as condições ambientais do local e a dignidade das pessoas que estão vivendo nas estruturas improvisadas. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA

Rua alagada obriga moradores a caminhar com água na altura da canela no Cedrinho

Rua alagada obriga moradores a caminhar com água na altura da canela no Cedrinho Moradores do Cedrinho, localizado no interior da Colônia Z3, em Pelotas, enfrentam dificuldades para sair de casa e circular pela comunidade devido ao alagamento de uma das ruas da localidade. Imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias mostram a via completamente tomada pela água, formando grandes pontos de alagamento em frente às residências. Para conseguir passar pelo local, moradores precisam caminhar com água na altura da canela, enfrentando ainda lama, buracos e a falta de condições adequadas de acesso. O problema afeta diretamente a rotina das famílias que vivem na região. Crianças, idosos, trabalhadores e moradores com dificuldades de locomoção precisam atravessar a água para chegar às suas casas ou sair da comunidade. Além dos transtornos para pedestres, o alagamento também dificulta a passagem de veículos e pode comprometer o acesso de serviços essenciais, como ambulâncias, transporte escolar, coleta de resíduos e equipes de manutenção. Os moradores relatam preocupação com a permanência da água sobre a rua e pedem providências para melhorar o sistema de drenagem da localidade. A comunidade solicita uma avaliação técnica e a realização de serviços que possam permitir o escoamento da água e recuperar as condições de circulação. A situação registrada no Cedrinho reforça as reclamações recorrentes de moradores da Colônia Z3 sobre dificuldades de drenagem, acúmulo de água e problemas de infraestrutura nas vias internas da região. A população espera que o local seja vistoriado e que sejam adotadas medidas para reduzir os transtornos enfrentados por quem precisa circular diariamente pela rua alagada. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA

Prefeitura e Senar realizam evento sobre empreendedorismo feminino no Mercado Central de Pelotas

A Prefeitura de Pelotas e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural realizam, nesta quinta-feira (23), uma programação especial voltada à valorização do empreendedorismo feminino no meio rural. O evento ocorrerá das 8h às 17h, no Largo do Mercado Central, com participação de 12 agricultoras integrantes do programa Mulheres em Campo – Empreendedorismo. A iniciativa reunirá trabalhos, produtos e experiências desenvolvidos por mulheres que atuam na zona rural do município. Durante a programação, o público poderá conhecer atividades ligadas à produção agrícola, à gestão das propriedades e à criação de alternativas para ampliar a renda das famílias. A ação é promovida em parceria com a Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural, e o Senar. A proposta é aproximar as agricultoras da comunidade urbana, dar visibilidade ao trabalho feminino no campo e apresentar os resultados das capacitações realizadas ao longo do programa. A participação das 12 agricultoras foi articulada pelas equipes da Secretaria de Desenvolvimento Rural, com apoio de lideranças distritais e das subprefeituras. O trabalho de busca ativa permitiu identificar mulheres interessadas em ampliar seus conhecimentos sobre gestão, organização e planejamento das atividades desenvolvidas nas propriedades. Mulheres em Campo O programa Mulheres em Campo – Empreendedorismo busca fortalecer a participação feminina na administração e no desenvolvimento das propriedades rurais. A formação trabalha conhecimentos que podem ajudar as agricultoras a organizar os custos da produção, identificar oportunidades, planejar investimentos, melhorar a apresentação dos produtos e construir estratégias para alcançar novos consumidores. Além das técnicas relacionadas à gestão, o programa valoriza as experiências acumuladas pelas mulheres que vivem e trabalham no meio rural. Muitas participantes já atuam diretamente na produção, na comercialização e na organização financeira das propriedades, mesmo quando esse trabalho nem sempre recebe reconhecimento adequado. A iniciativa procura transformar conhecimentos práticos em instrumentos para o desenvolvimento de empreendimentos mais sustentáveis e capazes de gerar melhores resultados para as famílias. Valorização da produção rural feminina O evento no Largo do Mercado Central representa uma oportunidade para mostrar à comunidade a diversidade do trabalho desenvolvido pelas mulheres agricultoras de Pelotas. A exposição também contribui para aproximar produtores e consumidores, permitindo que o público conheça a origem dos produtos e as histórias das pessoas responsáveis por cada atividade. A produção rural feminina está presente em diferentes áreas, como cultivo de alimentos, processamento artesanal, criação de animais, administração financeira e comercialização. Em muitas propriedades, as mulheres desempenham várias dessas funções simultaneamente. Além das atividades produtivas, também participam da organização familiar e da manutenção da rotina do campo. Ao oferecer um espaço específico para apresentar os trabalhos e iniciativas liderados por mulheres, o evento amplia a visibilidade dessas contribuições. Capacitação e autonomia O Mulheres em Campo foi estruturado para oferecer ferramentas que auxiliem as participantes na tomada de decisões. A gestão rural exige conhecimento sobre planejamento, custos, mercado, produção e uso dos recursos disponíveis. A capacitação permite que as agricultoras analisem melhor cada etapa e identifiquem caminhos para aprimorar os resultados. O programa também incentiva o desenvolvimento de habilidades empreendedoras. Isso envolve compreender as necessidades dos consumidores, observar oportunidades e avaliar quais mudanças podem ser implementadas dentro da realidade de cada propriedade. A autonomia financeira é outro ponto importante. Quando as mulheres conseguem transformar seus conhecimentos e sua produção em fontes de renda, ampliam sua participação nas decisões familiares e no planejamento do futuro. Esse processo contribui para fortalecer as propriedades e criar novas perspectivas de permanência no meio rural. Desenvolvimento sustentável A iniciativa também busca relacionar empreendedorismo e sustentabilidade. O desenvolvimento das propriedades precisa considerar a preservação dos recursos naturais, a organização da produção e o uso responsável dos materiais disponíveis. Práticas sustentáveis podem reduzir desperdícios, melhorar a utilização da água, do solo e da energia e contribuir para a continuidade das atividades rurais. A diversificação da produção também pode ser uma estratégia importante. Ao desenvolver diferentes produtos, as propriedades diminuem a dependência de uma única fonte de renda e ampliam as possibilidades de comercialização. O programa incentiva as participantes a observarem as características de cada localidade e a construírem alternativas compatíveis com suas condições. Mobilização nos distritos A Secretaria de Desenvolvimento Rural realizou a mobilização das agricultoras por meio das lideranças distritais e das subprefeituras. A estratégia buscou alcançar mulheres que vivem em diferentes regiões rurais do município e que poderiam se beneficiar das atividades oferecidas. A proximidade das equipes com as comunidades permite identificar demandas e encaminhar informações sobre cursos, programas e oportunidades disponíveis. Essa articulação também facilita o acompanhamento das participantes e ajuda a construir ações que considerem as necessidades de cada distrito. O contato permanente com as comunidades é fundamental para que políticas de desenvolvimento rural não fiquem concentradas apenas nas áreas mais próximas da zona urbana. Espaço de troca de experiências Além da exposição ao público, o encontro deverá funcionar como um espaço de troca entre as próprias agricultoras. Cada participante possui conhecimentos construídos a partir da realidade da propriedade em que trabalha. Ao compartilhar essas experiências, o grupo pode conhecer soluções adotadas em outras localidades e adaptar ideias para suas próprias atividades. A troca também contribui para fortalecer redes de apoio. Mulheres que trabalham com produtos semelhantes podem criar parcerias, organizar ações conjuntas e compartilhar informações sobre fornecedores, feiras e formas de comercialização. A criação desses vínculos amplia as possibilidades de continuidade do aprendizado mesmo após o encerramento das atividades formais. Evento aberto à comunidade A programação será realizada das 8h às 17h, no Largo do Mercado Central, e estará aberta à comunidade. Moradores e visitantes poderão conhecer os trabalhos desenvolvidos pelas participantes e prestigiar as iniciativas de empreendedorismo rural feminino. A realização no Mercado Central amplia a circulação de público e aproxima a produção rural de um dos espaços tradicionais de comércio e convivência de Pelotas. O evento também oferece uma oportunidade para que consumidores valorizem produtos locais e compreendam melhor o trabalho necessário para que eles cheguem até a cidade. Serviço Evento: Mulheres em Campo – EmpreendedorismoData: quinta-feira, 23 de julhoHorário: das 8h às 17hLocal: Largo do Mercado Central de PelotasParticipação: 12 agricultoras integrantes

Moradores relatam lixo, insegurança e utilização da pista de skate da Praça Palestina como abrigo improvisado

Moradores relatam lixo, insegurança e utilização da pista de skate da Praça Palestina como abrigo improvisado Moradores das proximidades da Praça Palestina, em Pelotas, encaminharam ao Pelotas Notícias fotografias e um relato sobre problemas que estariam sendo registrados na estrutura destinada à prática de skate existente no local. A identidade da pessoa responsável pelo envio das informações será preservada. Conforme o relato, a parte inferior da pista estaria sendo utilizada como abrigo improvisado por pessoas em situação de rua. As imagens mostram cobertores, papelões, roupas, recipientes, embalagens descartáveis e outros materiais espalhados sob a estrutura metálica. Em uma das fotografias, é possível observar pessoas deitadas na área protegida pela pista. Os moradores afirmam que a situação vem gerando preocupação entre quem vive ou circula nas proximidades da praça. Além do acúmulo de resíduos, o relato menciona perturbação do sossego, falta de segurança e suspeita de consumo de substâncias no espaço. Também foram relatadas situações em que pessoas estariam realizando necessidades fisiológicas em área aberta, próxima à estrutura e visível para moradores e pedestres. Segundo a denúncia, o problema tem provocado desconforto e preocupação com as condições de higiene do ambiente público. As informações relacionadas ao consumo de substâncias e às demais condutas relatadas são apresentadas como denúncia de moradores e ainda dependem de confirmação pelos órgãos responsáveis. Estrutura apresenta resíduos e objetos espalhados As fotografias recebidas mostram que a área inferior da pista contém diferentes objetos utilizados aparentemente para improvisar locais de descanso. Cobertores e papelões foram colocados diretamente sobre o piso. Também aparecem roupas, sacolas, copos, embalagens de alimentos e placas de material descartável. Parte da estrutura está exposta à chuva, o que pode favorecer o acúmulo de água e a deterioração dos objetos deixados no local. A combinação de resíduos, umidade e materiais utilizados como abrigo pode prejudicar as condições sanitárias da praça. Os moradores solicitam que seja realizada uma limpeza completa na área, com retirada do lixo e avaliação das condições da estrutura. A comunidade também pede que sejam adotadas medidas para evitar que o espaço volte a acumular resíduos logo após a realização do serviço. Reclamações sobre perturbação e insegurança O relato encaminhado ao portal afirma que moradores próximos enfrentam episódios de perturbação do sossego, especialmente em horários de menor circulação. A presença constante de pessoas sob a estrutura e a suspeita de práticas irregulares estariam aumentando a sensação de insegurança na região. Os moradores destacam que a praça é utilizada por famílias, crianças, jovens e pessoas que circulam diariamente pelo bairro. Por esse motivo, defendem uma presença mais frequente das equipes responsáveis pela fiscalização e pela segurança dos espaços públicos. A comunidade solicita rondas preventivas e acompanhamento do local, principalmente durante a noite e a madrugada. A atuação das autoridades, entretanto, precisa distinguir situações de possível irregularidade da condição de vulnerabilidade enfrentada pelas pessoas que utilizam a estrutura como abrigo. Pessoas em situação de rua precisam de atendimento humanizado Além das reclamações relacionadas à limpeza e à segurança, a situação exige uma resposta da rede municipal de assistência social. Pessoas em situação de rua enfrentam diferentes formas de vulnerabilidade e podem necessitar de acolhimento, alimentação, atendimento de saúde, emissão de documentos, encaminhamento para serviços públicos e apoio para reconstrução dos vínculos familiares e comunitários. A simples retirada das pessoas do espaço, sem oferta de atendimento e alternativas adequadas, não resolve o problema de maneira permanente. Por esse motivo, os moradores defendem que a abordagem seja realizada de forma integrada, reunindo assistência social, saúde, serviços urbanos e segurança pública. Equipes especializadas podem identificar as necessidades individuais, oferecer encaminhamentos e informar sobre os serviços disponíveis no município. O atendimento precisa respeitar os direitos e a dignidade das pessoas abordadas, mesmo quando existem reclamações sobre a utilização inadequada do espaço público. Uso da pista pode ser prejudicado A estrutura foi instalada para práticas esportivas e atividades de lazer. A ocupação da parte inferior, o acúmulo de materiais e a falta de limpeza podem dificultar o uso adequado do equipamento. Os resíduos espalhados também podem oferecer riscos aos frequentadores, especialmente quando existem objetos cortantes, recipientes quebrados ou materiais contaminados. A comunidade solicita uma avaliação para verificar se houve algum dano à estrutura metálica, ao piso ou às partes de madeira da pista. Caso sejam identificados problemas, os moradores defendem que os reparos sejam realizados antes da retomada completa das atividades. A recuperação do espaço deve ser acompanhada de manutenção periódica, iluminação adequada e presença preventiva dos serviços públicos. Necessidades fisiológicas em área aberta Outro ponto citado no relato envolve pessoas que estariam utilizando as proximidades da estrutura para realizar necessidades fisiológicas. A situação representa um problema sanitário e provoca desconforto para quem vive em frente à praça ou passa pelo local. A inexistência de banheiro público acessível em determinados espaços urbanos também pode contribuir para situações semelhantes. Esse aspecto precisa ser considerado pelas autoridades durante a avaliação do problema. Além da higienização imediata, uma solução duradoura pode exigir a análise da disponibilidade de sanitários públicos, serviços de acolhimento e orientação às pessoas que permanecem na praça. Comunidade pede atuação conjunta Os moradores solicitam uma resposta integrada dos órgãos municipais, incluindo limpeza, fiscalização, segurança e assistência social. Entre as medidas defendidas estão a retirada dos resíduos, a higienização da área, a avaliação da estrutura, o reforço da iluminação e o acompanhamento preventivo da praça. Também é solicitado atendimento às pessoas em situação de rua que estão utilizando a pista como abrigo, com oferta de encaminhamento aos serviços disponíveis. A atuação conjunta pode evitar que o problema seja tratado apenas como uma questão policial ou exclusivamente de limpeza urbana. A situação envolve conservação do patrimônio público, saúde, segurança, assistência social e garantia dos direitos de quem utiliza a praça e das pessoas que se encontram em vulnerabilidade. Identidade do denunciante será preservada A pessoa que encaminhou o material solicitou anonimato. O Pelotas Notícias não divulgará informações que possam permitir sua identificação. A preservação da identidade busca evitar exposição ou possíveis conflitos entre moradores e pessoas que frequentam o local. As

Prefeitura intensifica operações de drenagem, limpeza de canais e desobstrução de valetas em Pelotas

Equipes da Prefeitura de Pelotas, do Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas e da Defesa Civil deram continuidade, nesta terça-feira (21), às operações destinadas à recuperação do sistema de drenagem da zona urbana após o período de chuvas registrado no município. Os trabalhos são coordenados pela Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura e ocorrem simultaneamente em diferentes bairros e vilas. As ações envolvem limpeza de canais, retirada de resíduos, desobstrução de valetas, correção de estruturas de drenagem e recuperação de canais coletores. Conforme as informações divulgadas pela administração municipal, os serviços contam com servidores da secretaria, equipes da Mão de Obra Prisional e funcionários da empresa terceirizada responsável pela limpeza urbana. Uma das frentes de trabalho ocorre na Vila Governaço, no bairro Fragata, onde a equipe da Mão de Obra Prisional atua na desobstrução do canal coletor principal da comunidade. No Novo Mundo, na região de Três Vendas, uma escavadeira foi utilizada para a limpeza do canal localizado na Rua Norberto Nogueira Soares. O objetivo é remover materiais que dificultam a passagem da água e ampliar a capacidade de escoamento durante novos períodos de precipitação. As operações também tiveram continuidade na região do Pântano. Equipes municipais trabalham na limpeza e recuperação das estruturas existentes, buscando reduzir pontos de acúmulo de água e evitar o agravamento de processos de erosão próximos às vias. O Sanep manteve equipes nos canais de macrodrenagem da Rua Barão de Mauá e do loteamento Ceval. Os serviços incluem a retirada de vegetação, lixo e outros materiais que podem comprometer o funcionamento do sistema. No Balneário dos Prazeres, conhecido como Barro Duro, as atividades foram concentradas na entrada da localidade, em um canal situado próximo ao cruzamento das avenidas Adolfo Fetter e Amazonas. A região enfrentou problemas de acúmulo de água durante os últimos episódios de chuva. A limpeza do canal busca facilitar o escoamento e impedir que resíduos provoquem novas obstruções. Trabalhos na Zona Norte A Prefeitura também mobilizou máquinas e trabalhadores para atender comunidades da Zona Norte de Pelotas. As ações abrangem a Rua 22 de Maio, a Vila Princesa e o loteamento Sítio Floresta. Para essas localidades, foram disponibilizadas uma escavadeira, quatro retroescavadeiras e seis caçambas, além das equipes da Mão de Obra Prisional e da empresa terceirizada. Na Vila Princesa e no Sítio Floresta, os trabalhos estão voltados à correção do sistema de drenagem. As intervenções buscam melhorar a passagem da água e reduzir o risco de alagamentos próximos às residências e às áreas de circulação. Na Rua 22 de Maio, a Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura coordena a recuperação do canal coletor principal. O serviço pretende restabelecer a capacidade de drenagem da estrutura e evitar que novos volumes de chuva provoquem transtornos aos moradores. Na Vila Princesa, uma retroescavadeira foi utilizada para desobstruir uma valeta. A operação integra o conjunto de medidas adotadas após relatos de acúmulo de água e dificuldades no escoamento. A utilização de máquinas pesadas permite alcançar pontos onde a remoção manual seria insuficiente. Escavadeiras e retroescavadeiras retiram barro, vegetação, lixo e outros materiais acumulados dentro dos canais e valetas. As caçambas são utilizadas para transportar os resíduos retirados durante as operações. O descarte correto é necessário para impedir que o material volte ao sistema de drenagem ou seja depositado em outros pontos inadequados. Casas de bombas permaneceram em funcionamento O Sanep informou que o sistema de macrodrenagem urbana permaneceu em funcionamento durante as chuvas. As sete casas de bombas responsáveis pelo escoamento das águas operaram de forma ininterrupta. Equipes permaneceram nos locais para realizar a limpeza das grades e retirar resíduos que chegavam aos canais. O acúmulo de lixo nessas estruturas pode reduzir a vazão e comprometer o funcionamento das bombas. A autarquia também disponibilizou trabalhadores e caminhão hidrojato para a desobstrução de bueiros. Os serviços foram realizados em locais como as avenidas Dom Joaquim e Ferreira Viana e a Rua Marcílio Dias. O equipamento utiliza água sob pressão para remover sedimentos e materiais acumulados dentro das redes subterrâneas. A operação é utilizada principalmente em pontos onde a limpeza manual não consegue alcançar completamente a obstrução. A Prefeitura reforça que o descarte irregular de lixo em canais, valetas e vias públicas prejudica o sistema de drenagem. Os resíduos podem ser levados pela chuva até as grades, bueiros e casas de bombas, provocando bloqueios e aumentando o risco de alagamentos. Recuperação de ruas não pavimentadas Além dos trabalhos de drenagem, a Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura planeja a recuperação das vias não pavimentadas atingidas pelo período de chuva. As intervenções deverão ser ampliadas assim que as condições do solo permitirem a entrada das máquinas. Em terrenos encharcados, o patrolamento pode provocar novos danos e dificultar a estabilização das ruas. Operações já estão programadas para melhorar os caminhos utilizados pelas linhas de ônibus nos bairros e vilas da zona urbana. A prioridade será garantir condições mínimas de circulação para o transporte coletivo e para os veículos dos moradores. As equipes deverão realizar patrolamento, nivelamento e colocação de material nos pontos mais danificados. A programação poderá sofrer alterações conforme as condições do tempo e a situação de cada localidade. Defesa Civil permanece em plantão A Defesa Civil de Pelotas mantém atendimento durante 24 horas pelo telefone (53) 99700-7575. Segundo o secretário municipal responsável pelo órgão, Milton Martins, o sistema de drenagem respondeu de maneira satisfatória ao volume de chuva, embora tenham sido registrados problemas pontuais de alagamento. De acordo com a avaliação divulgada pela Prefeitura, até o final da tarde de terça-feira a maior parte da água já havia escoado. O Município também informou que não havia registro de pessoas desalojadas ou desabrigadas em razão das precipitações. A Defesa Civil continua acompanhando as condições meteorológicas e permanece disponível para atender situações envolvendo alagamentos, riscos estruturais, quedas de árvores, deslizamentos e outras ocorrências relacionadas ao mau tempo. Moradores que identificarem canais bloqueados, valetas transbordando ou estruturas com risco devem evitar aproximação e comunicar os órgãos responsáveis. Em casos de emergência, a orientação é acionar imediatamente a Defesa Civil ou

Vídeo registra briga durante a tarde na região central de Pelotas

Vídeo registra briga durante a tarde na região central de Pelotas Uma briga envolvendo dois homens foi registrada durante a tarde desta terça-feira (21), na região central de Pelotas. O momento foi gravado por uma pessoa que passava pelo local e encaminhado ao Pelotas Notícias. As imagens mostram os envolvidos em frente a um estabelecimento comercial, enquanto outras pessoas acompanham a movimentação nas proximidades. Conforme o relato recebido, os dois teriam iniciado uma discussão e, em seguida, entrado em confronto. Não foi possível determinar, apenas por meio do vídeo, o que teria provocado o desentendimento. Também não há confirmação sobre a existência de conflitos anteriores entre os envolvidos. Até o momento, o Pelotas Notícias não recebeu informações oficiais sobre pessoas feridas ou sobre a necessidade de atendimento médico após a ocorrência. Também não foi confirmado se a Brigada Militar, a Guarda Municipal ou outro órgão de segurança foi acionado para atender a situação. As identidades dos envolvidos não foram divulgadas. Por esse motivo, o portal preserva as imagens e evita qualquer afirmação sobre responsabilidade ou participação individual além do que aparece no registro recebido. A confusão chamou a atenção de pessoas que estavam na região central durante a tarde. O trecho possui circulação intensa de pedestres e presença de diferentes estabelecimentos comerciais. Em situações de briga em locais públicos, a orientação é que as pessoas mantenham distância e acionem as autoridades, evitando tentar intervir diretamente e aumentar o risco de ferimentos. O registro encaminhado possui curta duração e não mostra o início nem a conclusão completa da ocorrência. Dessa forma, não é possível afirmar se os envolvidos deixaram o local por conta própria ou se receberam algum tipo de atendimento. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para manifestação das autoridades de segurança e de pessoas que possuam informações confirmadas sobre o ocorrido. Caso sejam divulgados detalhes sobre a motivação, a identificação dos envolvidos, possíveis feridos ou o registro de ocorrência policial, esta matéria poderá ser atualizada. Imagens: enviadas por leitor Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA Envie sua notícia: (53) 99705-1627pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Figueira centenária cai e comunidade lamenta perda de símbolo histórico da Colônia Z3

Uma figueira considerada um dos símbolos históricos e culturais da Colônia Z3, em Pelotas, caiu na tarde de segunda-feira (20), por volta das 16h. A árvore estava localizada nas proximidades do salão da comunidade e fazia parte da paisagem e da memória de diferentes gerações de moradores e pescadores da região. Segundo relatos encaminhados ao Pelotas Notícias, a figueira teria mais de 150 anos. A idade exata não foi oficialmente confirmada, mas moradores antigos afirmam que a árvore já estava no local muito antes da formação de diversas estruturas existentes atualmente na comunidade. A queda provocou comoção entre os moradores, principalmente pelo valor afetivo, histórico e religioso atribuído à figueira. Para muitas famílias da Colônia Z3, a árvore não representava apenas um elemento da natureza, mas um ponto de encontro, convivência e preservação da memória local. Pescadores relatam que a primeira Festa de Nossa Senhora dos Navegantes realizada na comunidade teria ocorrido sob a figueira. A celebração religiosa está profundamente ligada à identidade das famílias que vivem da pesca e ao cotidiano da Colônia Z3. A informação faz com que a árvore seja lembrada como parte importante da tradição dos Navegantes na localidade. Durante décadas, o espaço teria servido para encontros, conversas, descanso e atividades comunitárias. A figueira também estava situada junto a uma passagem utilizada com frequência pelos pescadores. O trajeto fazia parte da rotina de moradores que circulavam pela área para acessar diferentes pontos da comunidade. Com a queda da árvore, a passagem ficou comprometida. As imagens mostram o tronco de grande porte atravessado sobre o local, além de galhos, raízes expostas e acúmulo de água e barro nas proximidades. Moradores afirmam que não havia vento forte no momento em que a árvore caiu. Conforme os relatos, a figueira teria tombado repentinamente durante a tarde. Apesar das informações repassadas pela comunidade, a causa da queda ainda não foi oficialmente determinada. Somente uma avaliação técnica poderá verificar se houve enfraquecimento das raízes, desgaste natural, excesso de umidade no solo ou outro fator relacionado à estrutura da árvore. As chuvas registradas nos últimos dias podem ter deixado o terreno encharcado, mas não existe, até o momento, confirmação de que essa condição tenha provocado diretamente a queda. A dimensão do tronco e a quantidade de raízes expostas demonstram o porte da figueira. A árvore se destacava na paisagem da Colônia Z3 e era reconhecida por moradores mais antigos e por pessoas que frequentavam o local. Para a comunidade, a perda vai além da necessidade de retirar os galhos e liberar a passagem. Moradores afirmam que será difícil substituir o valor simbólico e emocional construído ao longo de mais de um século. A árvore acompanhou diferentes momentos da história da Colônia Z3. Ao redor dela, teriam ocorrido celebrações, encontros familiares, manifestações religiosas e atividades ligadas à vida dos pescadores. Relatos locais indicam que muitas pessoas utilizavam a sombra da figueira para descansar, conversar e acompanhar o movimento da comunidade. O local também era uma referência para moradores e visitantes. A tradição da Festa de Nossa Senhora dos Navegantes possui forte ligação com comunidades pesqueiras. Na Colônia Z3, a celebração reúne fé, cultura e a relação das famílias com as águas e com o trabalho da pesca. Por esse motivo, a informação de que uma das primeiras celebrações teria ocorrido sob a figueira aumenta a importância histórica atribuída à árvore. Moradores defendem que essa memória seja preservada mesmo após a queda. Uma das possibilidades mencionadas pela comunidade é o registro da história da figueira por meio de fotografias, relatos de moradores antigos e documentos relacionados às festas realizadas no local. Também existe a expectativa de que parte da madeira possa ser preservada e utilizada em algum memorial ou homenagem. A proposta, no entanto, ainda não foi oficialmente apresentada aos órgãos responsáveis. Antes de qualquer definição, será necessário avaliar as condições do tronco, das raízes e da área atingida. A retirada deverá considerar a segurança dos trabalhadores e das pessoas que circulam nas proximidades. A queda também exige atenção em relação à passagem utilizada pelos pescadores. A comunidade solicita que o local seja liberado e que sejam verificadas possíveis consequências para o terreno e para as estruturas próximas. As fotografias mostram que a figueira caiu ao lado de um muro e de uma área com circulação de moradores. O tronco ocupa uma parte considerável do espaço e poderá exigir o uso de máquinas e equipamentos adequados para a remoção. Além do trabalho de retirada, moradores esperam que seja realizada uma avaliação das demais árvores antigas existentes na região. A medida poderia identificar exemplares que necessitem de cuidados, poda técnica ou acompanhamento. A Colônia Z3 possui uma história diretamente ligada à pesca artesanal, à religiosidade e à organização comunitária. Elementos naturais como a figueira acabam se tornando parte dessa identidade ao permanecerem por décadas no mesmo local. A perda de uma árvore centenária modifica a paisagem e também desperta lembranças entre moradores que cresceram vendo a figueira junto ao salão da comunidade. Para os pescadores, a árvore era uma referência cotidiana. Para as famílias mais antigas, representava uma ligação com os antepassados e com as primeiras manifestações culturais e religiosas da localidade. A comunidade lamenta que um patrimônio natural e afetivo tenha sido perdido de forma repentina. Muitos moradores afirmam que a figueira fará falta e que o local não será mais o mesmo após a sua retirada. O episódio também reforça a importância de registrar e preservar a história oral da Colônia Z3. Grande parte das informações sobre a árvore, sua idade e sua participação nas primeiras festas é transmitida entre gerações pelos próprios moradores e pescadores. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para novos relatos, fotografias antigas e informações que possam ajudar a reconstruir a história da figueira e sua relação com a comunidade. O espaço também permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas e dos setores responsáveis sobre a avaliação da área, a retirada da árvore e a liberação da passagem utilizada pelos moradores. Postado por Portal Oficial do

Chuva provoca alagamentos em diferentes bairros e atinge cruzamento no Centro de Pelotas

A chuva registrada nesta segunda-feira (20) provocou pontos de alagamento em diferentes regiões de Pelotas. Ao longo do dia, moradores entraram em contato com o Pelotas Notícias para encaminhar imagens de ruas tomadas pela água e relatar dificuldades de circulação, problemas de acesso às residências e falhas no escoamento. Entre os locais atingidos está o bairro Jardim Europa, onde uma grande quantidade de água barrenta se acumulou sobre a via e avançou pelas áreas próximas às casas. Como o nome da rua não foi informado pela moradora, a localização é apresentada apenas pelo bairro. As imagens mostram a água ocupando uma área extensa, cobrindo parte da rua, terrenos e pontos de vegetação. Em alguns trechos, fica difícil identificar os limites da via e as condições do solo, incluindo buracos, desníveis e outros obstáculos encobertos pelo alagamento. Outro registro foi feito no Centro de Pelotas, no cruzamento das ruas Voluntários da Pátria e Professor Araújo. A fotografia mostra diversos veículos estacionados e circulando em meio à água acumulada sobre a pista. O volume cobriu uma parte significativa do cruzamento e obrigou os condutores a atravessarem o trecho com atenção redobrada. Quando a água encobre o pavimento, não é possível identificar com segurança buracos, desníveis ou outros obstáculos existentes na via. Além do Jardim Europa e da região central, o Pelotas Notícias recebeu registros de alagamentos nos bairros Lindóia, Getúlio Vargas, Simões Lopes, Navegantes II e Sítio Floresta, na região das Três Vendas. As imagens encaminhadas pela população mostram ruas alagadas, água chegando aos portões de residências, áreas tomadas pelo barro e valetas aparentemente sem capacidade para absorver o volume recebido. Moradores de alguns pontos afirmam que o problema se repete sempre que chove. Segundo os relatos, valetas entupidas, vegetação acumulada e resíduos descartados próximos aos locais de escoamento estariam dificultando a passagem da água. Essas informações representam as versões apresentadas pela comunidade e ainda dependem de verificação técnica. Não é possível confirmar somente pelas imagens que todos os alagamentos tenham sido provocados por valetas obstruídas. Outros fatores também podem contribuir para o acúmulo, como insuficiência da rede de drenagem, desníveis nas ruas, ausência de estruturas adequadas, grande volume de chuva em um curto período e obstrução de bocas de lobo, canais ou tubulações. Mesmo assim, a limpeza das valetas e dos pontos de drenagem aparece como uma das principais solicitações encaminhadas pelos moradores. A população pede que equipes sejam direcionadas às áreas afetadas para realizar vistorias e identificar quais serviços precisam ser executados. Em locais onde o escoamento ocorre por valetas abertas, o crescimento da vegetação e o acúmulo de terra podem reduzir o espaço disponível para a passagem da água. A presença de lixo, galhos e outros resíduos aumenta o risco de transbordamento. Quando não encontra um caminho adequado, a água permanece acumulada sobre as ruas e pode avançar em direção aos pátios, garagens e entradas dos imóveis. A situação também causa transtornos para a mobilidade. Pedestres encontram dificuldades para atravessar as áreas afetadas, principalmente pessoas idosas, crianças e cidadãos com mobilidade reduzida. Motoristas, motociclistas e ciclistas precisam redobrar os cuidados, pois os alagamentos podem esconder buracos, valetas abertas e erosões. A orientação é evitar a travessia quando não for possível verificar a profundidade e as condições do trecho. Outro risco envolve o contato direto com a água acumulada. O material pode estar misturado com barro, resíduos e substâncias carregadas de outros locais durante a chuva. Após a diminuição do nível, muitas ruas podem permanecer com lama e danos provocados pela água. O tráfego de veículos sobre o solo encharcado pode aumentar as irregularidades e dificultar ainda mais o acesso dos moradores. A população cobra também medidas preventivas. Conforme os relatos, a limpeza e a manutenção precisam ser realizadas antes dos períodos de chuva, evitando que os serviços ocorram somente depois que as ruas já estiverem alagadas. Uma avaliação técnica mais ampla poderá identificar se existem falhas estruturais, necessidade de abertura de novos caminhos para o escoamento, recuperação de valetas, implantação de tubulações ou correções no nivelamento das vias. Os registros recebidos mostram que o problema atingiu diferentes regiões e também pontos do Centro. No cruzamento das ruas Voluntários da Pátria e Professor Araújo, a água acumulada afetou diretamente o trânsito em uma área de grande circulação. Até o momento da publicação, não havia sido divulgado um levantamento oficial completo com todos os locais atingidos ou uma programação detalhada de atendimento. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas, do Sanep e dos demais órgãos responsáveis pela drenagem, limpeza e manutenção das vias. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

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