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Prefeitura e Senar realizam evento sobre empreendedorismo feminino no Mercado Central de Pelotas

A Prefeitura de Pelotas e o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural realizam, nesta quinta-feira (23), uma programação especial voltada à valorização do empreendedorismo feminino no meio rural. O evento ocorrerá das 8h às 17h, no Largo do Mercado Central, com participação de 12 agricultoras integrantes do programa Mulheres em Campo – Empreendedorismo. A iniciativa reunirá trabalhos, produtos e experiências desenvolvidos por mulheres que atuam na zona rural do município. Durante a programação, o público poderá conhecer atividades ligadas à produção agrícola, à gestão das propriedades e à criação de alternativas para ampliar a renda das famílias. A ação é promovida em parceria com a Prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Rural, e o Senar. A proposta é aproximar as agricultoras da comunidade urbana, dar visibilidade ao trabalho feminino no campo e apresentar os resultados das capacitações realizadas ao longo do programa. A participação das 12 agricultoras foi articulada pelas equipes da Secretaria de Desenvolvimento Rural, com apoio de lideranças distritais e das subprefeituras. O trabalho de busca ativa permitiu identificar mulheres interessadas em ampliar seus conhecimentos sobre gestão, organização e planejamento das atividades desenvolvidas nas propriedades. Mulheres em Campo O programa Mulheres em Campo – Empreendedorismo busca fortalecer a participação feminina na administração e no desenvolvimento das propriedades rurais. A formação trabalha conhecimentos que podem ajudar as agricultoras a organizar os custos da produção, identificar oportunidades, planejar investimentos, melhorar a apresentação dos produtos e construir estratégias para alcançar novos consumidores. Além das técnicas relacionadas à gestão, o programa valoriza as experiências acumuladas pelas mulheres que vivem e trabalham no meio rural. Muitas participantes já atuam diretamente na produção, na comercialização e na organização financeira das propriedades, mesmo quando esse trabalho nem sempre recebe reconhecimento adequado. A iniciativa procura transformar conhecimentos práticos em instrumentos para o desenvolvimento de empreendimentos mais sustentáveis e capazes de gerar melhores resultados para as famílias. Valorização da produção rural feminina O evento no Largo do Mercado Central representa uma oportunidade para mostrar à comunidade a diversidade do trabalho desenvolvido pelas mulheres agricultoras de Pelotas. A exposição também contribui para aproximar produtores e consumidores, permitindo que o público conheça a origem dos produtos e as histórias das pessoas responsáveis por cada atividade. A produção rural feminina está presente em diferentes áreas, como cultivo de alimentos, processamento artesanal, criação de animais, administração financeira e comercialização. Em muitas propriedades, as mulheres desempenham várias dessas funções simultaneamente. Além das atividades produtivas, também participam da organização familiar e da manutenção da rotina do campo. Ao oferecer um espaço específico para apresentar os trabalhos e iniciativas liderados por mulheres, o evento amplia a visibilidade dessas contribuições. Capacitação e autonomia O Mulheres em Campo foi estruturado para oferecer ferramentas que auxiliem as participantes na tomada de decisões. A gestão rural exige conhecimento sobre planejamento, custos, mercado, produção e uso dos recursos disponíveis. A capacitação permite que as agricultoras analisem melhor cada etapa e identifiquem caminhos para aprimorar os resultados. O programa também incentiva o desenvolvimento de habilidades empreendedoras. Isso envolve compreender as necessidades dos consumidores, observar oportunidades e avaliar quais mudanças podem ser implementadas dentro da realidade de cada propriedade. A autonomia financeira é outro ponto importante. Quando as mulheres conseguem transformar seus conhecimentos e sua produção em fontes de renda, ampliam sua participação nas decisões familiares e no planejamento do futuro. Esse processo contribui para fortalecer as propriedades e criar novas perspectivas de permanência no meio rural. Desenvolvimento sustentável A iniciativa também busca relacionar empreendedorismo e sustentabilidade. O desenvolvimento das propriedades precisa considerar a preservação dos recursos naturais, a organização da produção e o uso responsável dos materiais disponíveis. Práticas sustentáveis podem reduzir desperdícios, melhorar a utilização da água, do solo e da energia e contribuir para a continuidade das atividades rurais. A diversificação da produção também pode ser uma estratégia importante. Ao desenvolver diferentes produtos, as propriedades diminuem a dependência de uma única fonte de renda e ampliam as possibilidades de comercialização. O programa incentiva as participantes a observarem as características de cada localidade e a construírem alternativas compatíveis com suas condições. Mobilização nos distritos A Secretaria de Desenvolvimento Rural realizou a mobilização das agricultoras por meio das lideranças distritais e das subprefeituras. A estratégia buscou alcançar mulheres que vivem em diferentes regiões rurais do município e que poderiam se beneficiar das atividades oferecidas. A proximidade das equipes com as comunidades permite identificar demandas e encaminhar informações sobre cursos, programas e oportunidades disponíveis. Essa articulação também facilita o acompanhamento das participantes e ajuda a construir ações que considerem as necessidades de cada distrito. O contato permanente com as comunidades é fundamental para que políticas de desenvolvimento rural não fiquem concentradas apenas nas áreas mais próximas da zona urbana. Espaço de troca de experiências Além da exposição ao público, o encontro deverá funcionar como um espaço de troca entre as próprias agricultoras. Cada participante possui conhecimentos construídos a partir da realidade da propriedade em que trabalha. Ao compartilhar essas experiências, o grupo pode conhecer soluções adotadas em outras localidades e adaptar ideias para suas próprias atividades. A troca também contribui para fortalecer redes de apoio. Mulheres que trabalham com produtos semelhantes podem criar parcerias, organizar ações conjuntas e compartilhar informações sobre fornecedores, feiras e formas de comercialização. A criação desses vínculos amplia as possibilidades de continuidade do aprendizado mesmo após o encerramento das atividades formais. Evento aberto à comunidade A programação será realizada das 8h às 17h, no Largo do Mercado Central, e estará aberta à comunidade. Moradores e visitantes poderão conhecer os trabalhos desenvolvidos pelas participantes e prestigiar as iniciativas de empreendedorismo rural feminino. A realização no Mercado Central amplia a circulação de público e aproxima a produção rural de um dos espaços tradicionais de comércio e convivência de Pelotas. O evento também oferece uma oportunidade para que consumidores valorizem produtos locais e compreendam melhor o trabalho necessário para que eles cheguem até a cidade. Serviço Evento: Mulheres em Campo – EmpreendedorismoData: quinta-feira, 23 de julhoHorário: das 8h às 17hLocal: Largo do Mercado Central de PelotasParticipação: 12 agricultoras integrantes

Moradores relatam lixo, insegurança e utilização da pista de skate da Praça Palestina como abrigo improvisado

Moradores relatam lixo, insegurança e utilização da pista de skate da Praça Palestina como abrigo improvisado Moradores das proximidades da Praça Palestina, em Pelotas, encaminharam ao Pelotas Notícias fotografias e um relato sobre problemas que estariam sendo registrados na estrutura destinada à prática de skate existente no local. A identidade da pessoa responsável pelo envio das informações será preservada. Conforme o relato, a parte inferior da pista estaria sendo utilizada como abrigo improvisado por pessoas em situação de rua. As imagens mostram cobertores, papelões, roupas, recipientes, embalagens descartáveis e outros materiais espalhados sob a estrutura metálica. Em uma das fotografias, é possível observar pessoas deitadas na área protegida pela pista. Os moradores afirmam que a situação vem gerando preocupação entre quem vive ou circula nas proximidades da praça. Além do acúmulo de resíduos, o relato menciona perturbação do sossego, falta de segurança e suspeita de consumo de substâncias no espaço. Também foram relatadas situações em que pessoas estariam realizando necessidades fisiológicas em área aberta, próxima à estrutura e visível para moradores e pedestres. Segundo a denúncia, o problema tem provocado desconforto e preocupação com as condições de higiene do ambiente público. As informações relacionadas ao consumo de substâncias e às demais condutas relatadas são apresentadas como denúncia de moradores e ainda dependem de confirmação pelos órgãos responsáveis. Estrutura apresenta resíduos e objetos espalhados As fotografias recebidas mostram que a área inferior da pista contém diferentes objetos utilizados aparentemente para improvisar locais de descanso. Cobertores e papelões foram colocados diretamente sobre o piso. Também aparecem roupas, sacolas, copos, embalagens de alimentos e placas de material descartável. Parte da estrutura está exposta à chuva, o que pode favorecer o acúmulo de água e a deterioração dos objetos deixados no local. A combinação de resíduos, umidade e materiais utilizados como abrigo pode prejudicar as condições sanitárias da praça. Os moradores solicitam que seja realizada uma limpeza completa na área, com retirada do lixo e avaliação das condições da estrutura. A comunidade também pede que sejam adotadas medidas para evitar que o espaço volte a acumular resíduos logo após a realização do serviço. Reclamações sobre perturbação e insegurança O relato encaminhado ao portal afirma que moradores próximos enfrentam episódios de perturbação do sossego, especialmente em horários de menor circulação. A presença constante de pessoas sob a estrutura e a suspeita de práticas irregulares estariam aumentando a sensação de insegurança na região. Os moradores destacam que a praça é utilizada por famílias, crianças, jovens e pessoas que circulam diariamente pelo bairro. Por esse motivo, defendem uma presença mais frequente das equipes responsáveis pela fiscalização e pela segurança dos espaços públicos. A comunidade solicita rondas preventivas e acompanhamento do local, principalmente durante a noite e a madrugada. A atuação das autoridades, entretanto, precisa distinguir situações de possível irregularidade da condição de vulnerabilidade enfrentada pelas pessoas que utilizam a estrutura como abrigo. Pessoas em situação de rua precisam de atendimento humanizado Além das reclamações relacionadas à limpeza e à segurança, a situação exige uma resposta da rede municipal de assistência social. Pessoas em situação de rua enfrentam diferentes formas de vulnerabilidade e podem necessitar de acolhimento, alimentação, atendimento de saúde, emissão de documentos, encaminhamento para serviços públicos e apoio para reconstrução dos vínculos familiares e comunitários. A simples retirada das pessoas do espaço, sem oferta de atendimento e alternativas adequadas, não resolve o problema de maneira permanente. Por esse motivo, os moradores defendem que a abordagem seja realizada de forma integrada, reunindo assistência social, saúde, serviços urbanos e segurança pública. Equipes especializadas podem identificar as necessidades individuais, oferecer encaminhamentos e informar sobre os serviços disponíveis no município. O atendimento precisa respeitar os direitos e a dignidade das pessoas abordadas, mesmo quando existem reclamações sobre a utilização inadequada do espaço público. Uso da pista pode ser prejudicado A estrutura foi instalada para práticas esportivas e atividades de lazer. A ocupação da parte inferior, o acúmulo de materiais e a falta de limpeza podem dificultar o uso adequado do equipamento. Os resíduos espalhados também podem oferecer riscos aos frequentadores, especialmente quando existem objetos cortantes, recipientes quebrados ou materiais contaminados. A comunidade solicita uma avaliação para verificar se houve algum dano à estrutura metálica, ao piso ou às partes de madeira da pista. Caso sejam identificados problemas, os moradores defendem que os reparos sejam realizados antes da retomada completa das atividades. A recuperação do espaço deve ser acompanhada de manutenção periódica, iluminação adequada e presença preventiva dos serviços públicos. Necessidades fisiológicas em área aberta Outro ponto citado no relato envolve pessoas que estariam utilizando as proximidades da estrutura para realizar necessidades fisiológicas. A situação representa um problema sanitário e provoca desconforto para quem vive em frente à praça ou passa pelo local. A inexistência de banheiro público acessível em determinados espaços urbanos também pode contribuir para situações semelhantes. Esse aspecto precisa ser considerado pelas autoridades durante a avaliação do problema. Além da higienização imediata, uma solução duradoura pode exigir a análise da disponibilidade de sanitários públicos, serviços de acolhimento e orientação às pessoas que permanecem na praça. Comunidade pede atuação conjunta Os moradores solicitam uma resposta integrada dos órgãos municipais, incluindo limpeza, fiscalização, segurança e assistência social. Entre as medidas defendidas estão a retirada dos resíduos, a higienização da área, a avaliação da estrutura, o reforço da iluminação e o acompanhamento preventivo da praça. Também é solicitado atendimento às pessoas em situação de rua que estão utilizando a pista como abrigo, com oferta de encaminhamento aos serviços disponíveis. A atuação conjunta pode evitar que o problema seja tratado apenas como uma questão policial ou exclusivamente de limpeza urbana. A situação envolve conservação do patrimônio público, saúde, segurança, assistência social e garantia dos direitos de quem utiliza a praça e das pessoas que se encontram em vulnerabilidade. Identidade do denunciante será preservada A pessoa que encaminhou o material solicitou anonimato. O Pelotas Notícias não divulgará informações que possam permitir sua identificação. A preservação da identidade busca evitar exposição ou possíveis conflitos entre moradores e pessoas que frequentam o local. As

Prefeitura intensifica operações de drenagem, limpeza de canais e desobstrução de valetas em Pelotas

Equipes da Prefeitura de Pelotas, do Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas e da Defesa Civil deram continuidade, nesta terça-feira (21), às operações destinadas à recuperação do sistema de drenagem da zona urbana após o período de chuvas registrado no município. Os trabalhos são coordenados pela Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura e ocorrem simultaneamente em diferentes bairros e vilas. As ações envolvem limpeza de canais, retirada de resíduos, desobstrução de valetas, correção de estruturas de drenagem e recuperação de canais coletores. Conforme as informações divulgadas pela administração municipal, os serviços contam com servidores da secretaria, equipes da Mão de Obra Prisional e funcionários da empresa terceirizada responsável pela limpeza urbana. Uma das frentes de trabalho ocorre na Vila Governaço, no bairro Fragata, onde a equipe da Mão de Obra Prisional atua na desobstrução do canal coletor principal da comunidade. No Novo Mundo, na região de Três Vendas, uma escavadeira foi utilizada para a limpeza do canal localizado na Rua Norberto Nogueira Soares. O objetivo é remover materiais que dificultam a passagem da água e ampliar a capacidade de escoamento durante novos períodos de precipitação. As operações também tiveram continuidade na região do Pântano. Equipes municipais trabalham na limpeza e recuperação das estruturas existentes, buscando reduzir pontos de acúmulo de água e evitar o agravamento de processos de erosão próximos às vias. O Sanep manteve equipes nos canais de macrodrenagem da Rua Barão de Mauá e do loteamento Ceval. Os serviços incluem a retirada de vegetação, lixo e outros materiais que podem comprometer o funcionamento do sistema. No Balneário dos Prazeres, conhecido como Barro Duro, as atividades foram concentradas na entrada da localidade, em um canal situado próximo ao cruzamento das avenidas Adolfo Fetter e Amazonas. A região enfrentou problemas de acúmulo de água durante os últimos episódios de chuva. A limpeza do canal busca facilitar o escoamento e impedir que resíduos provoquem novas obstruções. Trabalhos na Zona Norte A Prefeitura também mobilizou máquinas e trabalhadores para atender comunidades da Zona Norte de Pelotas. As ações abrangem a Rua 22 de Maio, a Vila Princesa e o loteamento Sítio Floresta. Para essas localidades, foram disponibilizadas uma escavadeira, quatro retroescavadeiras e seis caçambas, além das equipes da Mão de Obra Prisional e da empresa terceirizada. Na Vila Princesa e no Sítio Floresta, os trabalhos estão voltados à correção do sistema de drenagem. As intervenções buscam melhorar a passagem da água e reduzir o risco de alagamentos próximos às residências e às áreas de circulação. Na Rua 22 de Maio, a Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura coordena a recuperação do canal coletor principal. O serviço pretende restabelecer a capacidade de drenagem da estrutura e evitar que novos volumes de chuva provoquem transtornos aos moradores. Na Vila Princesa, uma retroescavadeira foi utilizada para desobstruir uma valeta. A operação integra o conjunto de medidas adotadas após relatos de acúmulo de água e dificuldades no escoamento. A utilização de máquinas pesadas permite alcançar pontos onde a remoção manual seria insuficiente. Escavadeiras e retroescavadeiras retiram barro, vegetação, lixo e outros materiais acumulados dentro dos canais e valetas. As caçambas são utilizadas para transportar os resíduos retirados durante as operações. O descarte correto é necessário para impedir que o material volte ao sistema de drenagem ou seja depositado em outros pontos inadequados. Casas de bombas permaneceram em funcionamento O Sanep informou que o sistema de macrodrenagem urbana permaneceu em funcionamento durante as chuvas. As sete casas de bombas responsáveis pelo escoamento das águas operaram de forma ininterrupta. Equipes permaneceram nos locais para realizar a limpeza das grades e retirar resíduos que chegavam aos canais. O acúmulo de lixo nessas estruturas pode reduzir a vazão e comprometer o funcionamento das bombas. A autarquia também disponibilizou trabalhadores e caminhão hidrojato para a desobstrução de bueiros. Os serviços foram realizados em locais como as avenidas Dom Joaquim e Ferreira Viana e a Rua Marcílio Dias. O equipamento utiliza água sob pressão para remover sedimentos e materiais acumulados dentro das redes subterrâneas. A operação é utilizada principalmente em pontos onde a limpeza manual não consegue alcançar completamente a obstrução. A Prefeitura reforça que o descarte irregular de lixo em canais, valetas e vias públicas prejudica o sistema de drenagem. Os resíduos podem ser levados pela chuva até as grades, bueiros e casas de bombas, provocando bloqueios e aumentando o risco de alagamentos. Recuperação de ruas não pavimentadas Além dos trabalhos de drenagem, a Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura planeja a recuperação das vias não pavimentadas atingidas pelo período de chuva. As intervenções deverão ser ampliadas assim que as condições do solo permitirem a entrada das máquinas. Em terrenos encharcados, o patrolamento pode provocar novos danos e dificultar a estabilização das ruas. Operações já estão programadas para melhorar os caminhos utilizados pelas linhas de ônibus nos bairros e vilas da zona urbana. A prioridade será garantir condições mínimas de circulação para o transporte coletivo e para os veículos dos moradores. As equipes deverão realizar patrolamento, nivelamento e colocação de material nos pontos mais danificados. A programação poderá sofrer alterações conforme as condições do tempo e a situação de cada localidade. Defesa Civil permanece em plantão A Defesa Civil de Pelotas mantém atendimento durante 24 horas pelo telefone (53) 99700-7575. Segundo o secretário municipal responsável pelo órgão, Milton Martins, o sistema de drenagem respondeu de maneira satisfatória ao volume de chuva, embora tenham sido registrados problemas pontuais de alagamento. De acordo com a avaliação divulgada pela Prefeitura, até o final da tarde de terça-feira a maior parte da água já havia escoado. O Município também informou que não havia registro de pessoas desalojadas ou desabrigadas em razão das precipitações. A Defesa Civil continua acompanhando as condições meteorológicas e permanece disponível para atender situações envolvendo alagamentos, riscos estruturais, quedas de árvores, deslizamentos e outras ocorrências relacionadas ao mau tempo. Moradores que identificarem canais bloqueados, valetas transbordando ou estruturas com risco devem evitar aproximação e comunicar os órgãos responsáveis. Em casos de emergência, a orientação é acionar imediatamente a Defesa Civil ou

Vídeo registra briga durante a tarde na região central de Pelotas

Vídeo registra briga durante a tarde na região central de Pelotas Uma briga envolvendo dois homens foi registrada durante a tarde desta terça-feira (21), na região central de Pelotas. O momento foi gravado por uma pessoa que passava pelo local e encaminhado ao Pelotas Notícias. As imagens mostram os envolvidos em frente a um estabelecimento comercial, enquanto outras pessoas acompanham a movimentação nas proximidades. Conforme o relato recebido, os dois teriam iniciado uma discussão e, em seguida, entrado em confronto. Não foi possível determinar, apenas por meio do vídeo, o que teria provocado o desentendimento. Também não há confirmação sobre a existência de conflitos anteriores entre os envolvidos. Até o momento, o Pelotas Notícias não recebeu informações oficiais sobre pessoas feridas ou sobre a necessidade de atendimento médico após a ocorrência. Também não foi confirmado se a Brigada Militar, a Guarda Municipal ou outro órgão de segurança foi acionado para atender a situação. As identidades dos envolvidos não foram divulgadas. Por esse motivo, o portal preserva as imagens e evita qualquer afirmação sobre responsabilidade ou participação individual além do que aparece no registro recebido. A confusão chamou a atenção de pessoas que estavam na região central durante a tarde. O trecho possui circulação intensa de pedestres e presença de diferentes estabelecimentos comerciais. Em situações de briga em locais públicos, a orientação é que as pessoas mantenham distância e acionem as autoridades, evitando tentar intervir diretamente e aumentar o risco de ferimentos. O registro encaminhado possui curta duração e não mostra o início nem a conclusão completa da ocorrência. Dessa forma, não é possível afirmar se os envolvidos deixaram o local por conta própria ou se receberam algum tipo de atendimento. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para manifestação das autoridades de segurança e de pessoas que possuam informações confirmadas sobre o ocorrido. Caso sejam divulgados detalhes sobre a motivação, a identificação dos envolvidos, possíveis feridos ou o registro de ocorrência policial, esta matéria poderá ser atualizada. Imagens: enviadas por leitor Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA Envie sua notícia: (53) 99705-1627pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Figueira centenária cai e comunidade lamenta perda de símbolo histórico da Colônia Z3

Uma figueira considerada um dos símbolos históricos e culturais da Colônia Z3, em Pelotas, caiu na tarde de segunda-feira (20), por volta das 16h. A árvore estava localizada nas proximidades do salão da comunidade e fazia parte da paisagem e da memória de diferentes gerações de moradores e pescadores da região. Segundo relatos encaminhados ao Pelotas Notícias, a figueira teria mais de 150 anos. A idade exata não foi oficialmente confirmada, mas moradores antigos afirmam que a árvore já estava no local muito antes da formação de diversas estruturas existentes atualmente na comunidade. A queda provocou comoção entre os moradores, principalmente pelo valor afetivo, histórico e religioso atribuído à figueira. Para muitas famílias da Colônia Z3, a árvore não representava apenas um elemento da natureza, mas um ponto de encontro, convivência e preservação da memória local. Pescadores relatam que a primeira Festa de Nossa Senhora dos Navegantes realizada na comunidade teria ocorrido sob a figueira. A celebração religiosa está profundamente ligada à identidade das famílias que vivem da pesca e ao cotidiano da Colônia Z3. A informação faz com que a árvore seja lembrada como parte importante da tradição dos Navegantes na localidade. Durante décadas, o espaço teria servido para encontros, conversas, descanso e atividades comunitárias. A figueira também estava situada junto a uma passagem utilizada com frequência pelos pescadores. O trajeto fazia parte da rotina de moradores que circulavam pela área para acessar diferentes pontos da comunidade. Com a queda da árvore, a passagem ficou comprometida. As imagens mostram o tronco de grande porte atravessado sobre o local, além de galhos, raízes expostas e acúmulo de água e barro nas proximidades. Moradores afirmam que não havia vento forte no momento em que a árvore caiu. Conforme os relatos, a figueira teria tombado repentinamente durante a tarde. Apesar das informações repassadas pela comunidade, a causa da queda ainda não foi oficialmente determinada. Somente uma avaliação técnica poderá verificar se houve enfraquecimento das raízes, desgaste natural, excesso de umidade no solo ou outro fator relacionado à estrutura da árvore. As chuvas registradas nos últimos dias podem ter deixado o terreno encharcado, mas não existe, até o momento, confirmação de que essa condição tenha provocado diretamente a queda. A dimensão do tronco e a quantidade de raízes expostas demonstram o porte da figueira. A árvore se destacava na paisagem da Colônia Z3 e era reconhecida por moradores mais antigos e por pessoas que frequentavam o local. Para a comunidade, a perda vai além da necessidade de retirar os galhos e liberar a passagem. Moradores afirmam que será difícil substituir o valor simbólico e emocional construído ao longo de mais de um século. A árvore acompanhou diferentes momentos da história da Colônia Z3. Ao redor dela, teriam ocorrido celebrações, encontros familiares, manifestações religiosas e atividades ligadas à vida dos pescadores. Relatos locais indicam que muitas pessoas utilizavam a sombra da figueira para descansar, conversar e acompanhar o movimento da comunidade. O local também era uma referência para moradores e visitantes. A tradição da Festa de Nossa Senhora dos Navegantes possui forte ligação com comunidades pesqueiras. Na Colônia Z3, a celebração reúne fé, cultura e a relação das famílias com as águas e com o trabalho da pesca. Por esse motivo, a informação de que uma das primeiras celebrações teria ocorrido sob a figueira aumenta a importância histórica atribuída à árvore. Moradores defendem que essa memória seja preservada mesmo após a queda. Uma das possibilidades mencionadas pela comunidade é o registro da história da figueira por meio de fotografias, relatos de moradores antigos e documentos relacionados às festas realizadas no local. Também existe a expectativa de que parte da madeira possa ser preservada e utilizada em algum memorial ou homenagem. A proposta, no entanto, ainda não foi oficialmente apresentada aos órgãos responsáveis. Antes de qualquer definição, será necessário avaliar as condições do tronco, das raízes e da área atingida. A retirada deverá considerar a segurança dos trabalhadores e das pessoas que circulam nas proximidades. A queda também exige atenção em relação à passagem utilizada pelos pescadores. A comunidade solicita que o local seja liberado e que sejam verificadas possíveis consequências para o terreno e para as estruturas próximas. As fotografias mostram que a figueira caiu ao lado de um muro e de uma área com circulação de moradores. O tronco ocupa uma parte considerável do espaço e poderá exigir o uso de máquinas e equipamentos adequados para a remoção. Além do trabalho de retirada, moradores esperam que seja realizada uma avaliação das demais árvores antigas existentes na região. A medida poderia identificar exemplares que necessitem de cuidados, poda técnica ou acompanhamento. A Colônia Z3 possui uma história diretamente ligada à pesca artesanal, à religiosidade e à organização comunitária. Elementos naturais como a figueira acabam se tornando parte dessa identidade ao permanecerem por décadas no mesmo local. A perda de uma árvore centenária modifica a paisagem e também desperta lembranças entre moradores que cresceram vendo a figueira junto ao salão da comunidade. Para os pescadores, a árvore era uma referência cotidiana. Para as famílias mais antigas, representava uma ligação com os antepassados e com as primeiras manifestações culturais e religiosas da localidade. A comunidade lamenta que um patrimônio natural e afetivo tenha sido perdido de forma repentina. Muitos moradores afirmam que a figueira fará falta e que o local não será mais o mesmo após a sua retirada. O episódio também reforça a importância de registrar e preservar a história oral da Colônia Z3. Grande parte das informações sobre a árvore, sua idade e sua participação nas primeiras festas é transmitida entre gerações pelos próprios moradores e pescadores. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para novos relatos, fotografias antigas e informações que possam ajudar a reconstruir a história da figueira e sua relação com a comunidade. O espaço também permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas e dos setores responsáveis sobre a avaliação da área, a retirada da árvore e a liberação da passagem utilizada pelos moradores. Postado por Portal Oficial do

Chuva provoca alagamentos em diferentes bairros e atinge cruzamento no Centro de Pelotas

A chuva registrada nesta segunda-feira (20) provocou pontos de alagamento em diferentes regiões de Pelotas. Ao longo do dia, moradores entraram em contato com o Pelotas Notícias para encaminhar imagens de ruas tomadas pela água e relatar dificuldades de circulação, problemas de acesso às residências e falhas no escoamento. Entre os locais atingidos está o bairro Jardim Europa, onde uma grande quantidade de água barrenta se acumulou sobre a via e avançou pelas áreas próximas às casas. Como o nome da rua não foi informado pela moradora, a localização é apresentada apenas pelo bairro. As imagens mostram a água ocupando uma área extensa, cobrindo parte da rua, terrenos e pontos de vegetação. Em alguns trechos, fica difícil identificar os limites da via e as condições do solo, incluindo buracos, desníveis e outros obstáculos encobertos pelo alagamento. Outro registro foi feito no Centro de Pelotas, no cruzamento das ruas Voluntários da Pátria e Professor Araújo. A fotografia mostra diversos veículos estacionados e circulando em meio à água acumulada sobre a pista. O volume cobriu uma parte significativa do cruzamento e obrigou os condutores a atravessarem o trecho com atenção redobrada. Quando a água encobre o pavimento, não é possível identificar com segurança buracos, desníveis ou outros obstáculos existentes na via. Além do Jardim Europa e da região central, o Pelotas Notícias recebeu registros de alagamentos nos bairros Lindóia, Getúlio Vargas, Simões Lopes, Navegantes II e Sítio Floresta, na região das Três Vendas. As imagens encaminhadas pela população mostram ruas alagadas, água chegando aos portões de residências, áreas tomadas pelo barro e valetas aparentemente sem capacidade para absorver o volume recebido. Moradores de alguns pontos afirmam que o problema se repete sempre que chove. Segundo os relatos, valetas entupidas, vegetação acumulada e resíduos descartados próximos aos locais de escoamento estariam dificultando a passagem da água. Essas informações representam as versões apresentadas pela comunidade e ainda dependem de verificação técnica. Não é possível confirmar somente pelas imagens que todos os alagamentos tenham sido provocados por valetas obstruídas. Outros fatores também podem contribuir para o acúmulo, como insuficiência da rede de drenagem, desníveis nas ruas, ausência de estruturas adequadas, grande volume de chuva em um curto período e obstrução de bocas de lobo, canais ou tubulações. Mesmo assim, a limpeza das valetas e dos pontos de drenagem aparece como uma das principais solicitações encaminhadas pelos moradores. A população pede que equipes sejam direcionadas às áreas afetadas para realizar vistorias e identificar quais serviços precisam ser executados. Em locais onde o escoamento ocorre por valetas abertas, o crescimento da vegetação e o acúmulo de terra podem reduzir o espaço disponível para a passagem da água. A presença de lixo, galhos e outros resíduos aumenta o risco de transbordamento. Quando não encontra um caminho adequado, a água permanece acumulada sobre as ruas e pode avançar em direção aos pátios, garagens e entradas dos imóveis. A situação também causa transtornos para a mobilidade. Pedestres encontram dificuldades para atravessar as áreas afetadas, principalmente pessoas idosas, crianças e cidadãos com mobilidade reduzida. Motoristas, motociclistas e ciclistas precisam redobrar os cuidados, pois os alagamentos podem esconder buracos, valetas abertas e erosões. A orientação é evitar a travessia quando não for possível verificar a profundidade e as condições do trecho. Outro risco envolve o contato direto com a água acumulada. O material pode estar misturado com barro, resíduos e substâncias carregadas de outros locais durante a chuva. Após a diminuição do nível, muitas ruas podem permanecer com lama e danos provocados pela água. O tráfego de veículos sobre o solo encharcado pode aumentar as irregularidades e dificultar ainda mais o acesso dos moradores. A população cobra também medidas preventivas. Conforme os relatos, a limpeza e a manutenção precisam ser realizadas antes dos períodos de chuva, evitando que os serviços ocorram somente depois que as ruas já estiverem alagadas. Uma avaliação técnica mais ampla poderá identificar se existem falhas estruturais, necessidade de abertura de novos caminhos para o escoamento, recuperação de valetas, implantação de tubulações ou correções no nivelamento das vias. Os registros recebidos mostram que o problema atingiu diferentes regiões e também pontos do Centro. No cruzamento das ruas Voluntários da Pátria e Professor Araújo, a água acumulada afetou diretamente o trânsito em uma área de grande circulação. Até o momento da publicação, não havia sido divulgado um levantamento oficial completo com todos os locais atingidos ou uma programação detalhada de atendimento. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas, do Sanep e dos demais órgãos responsáveis pela drenagem, limpeza e manutenção das vias. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Chuva deixa Passagem 6 Porto alagada no bairro Navegantes II, em Pelotas

Um registro encaminhado ao Pelotas Notícias mostra uma grande quantidade de água acumulada na Passagem 6 Porto, localizada no bairro Navegantes II, em Pelotas. A situação foi registrada durante a chuva desta segunda-feira (20) e causa preocupação entre os moradores da região. Na imagem, a água barrenta ocupa praticamente toda a largura da via e alcança as áreas próximas aos portões e acessos das residências. O nível acumulado dificulta a identificação das condições do solo, incluindo possíveis buracos, desníveis e outros obstáculos encobertos pelo alagamento. O cenário também compromete a circulação de pedestres, motoristas, motociclistas e ciclistas. Para atravessar o trecho, os moradores precisam redobrar a atenção, já que não é possível avaliar com segurança a profundidade da água ou as condições existentes sob a superfície. Além dos transtornos relacionados à mobilidade, existe preocupação com a possibilidade de a água avançar para os pátios e áreas internas dos imóveis. Caso a chuva continue ou aumente de intensidade, os pontos mais baixos da rua poderão receber um volume ainda maior. O morador que encaminhou o registro solicita que uma equipe seja enviada ao bairro Navegantes II para avaliar as condições da Passagem 6 Porto. A comunidade pede uma análise do sistema de drenagem e dos caminhos utilizados para o escoamento da água da chuva. Uma vistoria técnica poderá verificar se existem valetas, bocas de lobo ou tubulações obstruídas no trecho. Também será necessário observar se o nivelamento da via contribui para a concentração da água diante das residências. Quando a drenagem não consegue absorver o volume recebido, a água permanece acumulada sobre a rua e pode avançar em direção aos imóveis. O problema também pode ser agravado pela presença de terra, vegetação, folhas, lixo ou outros resíduos nos pontos de escoamento. As condições registradas exigem atenção principalmente de crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. A água próxima aos acessos dificulta a entrada e a saída das residências e aumenta o risco de quedas. O contato direto com a água do alagamento também deve ser evitado sempre que possível. O material pode estar misturado com barro, resíduos e substâncias carregadas de outros pontos da região durante a chuva. Para os condutores, a orientação é não atravessar áreas alagadas quando não for possível identificar a profundidade. Buracos e erosões podem estar escondidos, causando danos aos veículos ou provocando acidentes. Mesmo após a redução do nível da água, a rua poderá permanecer com lama e irregularidades. A passagem de veículos sobre o solo encharcado pode aumentar os danos e tornar o acesso ainda mais difícil para os moradores. A situação registrada na Passagem 6 Porto reforça a necessidade de manutenção preventiva da drenagem urbana. A limpeza periódica das estruturas responsáveis pelo escoamento pode reduzir os impactos das chuvas e impedir a formação de grandes áreas alagadas. Os moradores esperam que o local seja vistoriado e que sejam adotadas providências para evitar a repetição do problema. A solicitação é por uma solução que permita o escoamento adequado da água e ofereça melhores condições de segurança e acesso à comunidade. Até o momento da publicação, o Pelotas Notícias não havia recebido informações oficiais sobre atendimento ou previsão de serviços no trecho. O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas e dos demais órgãos responsáveis pela drenagem e manutenção da Passagem 6 Porto, no bairro Navegantes II. Novas informações poderão ser acrescentadas à matéria caso sejam anunciadas providências ou realizadas intervenções no local. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA Envie sua notícia: (53) 99705-1627 Contato comercial: pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Chuva provoca alagamento e água chega aos portões de residências na Rua Afonso Arino

Moradores da Rua Afonso Arino, localizada no bairro Simões Lopes, em Pelotas, registraram um grande acúmulo de água durante a chuva desta segunda-feira. As imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias mostram a via praticamente tomada pelo alagamento, com a água alcançando a frente dos portões e dificultando o acesso às residências. Em um dos registros, a água cobre grande parte da rua e chega muito próxima da entrada de um imóvel. A partir do interior da residência, é possível observar que o nível ocupa praticamente toda a largura da via, tornando difícil identificar as condições do pavimento e possíveis obstáculos escondidos. A situação causa preocupação entre os moradores, principalmente porque a continuidade da chuva pode elevar ainda mais o nível da água. O receio é de que o alagamento avance sobre as calçadas, pátios e áreas internas das casas, provocando prejuízos materiais e transtornos para as famílias. Além do risco de entrada de água nos imóveis, o cenário compromete a mobilidade na Rua Afonso Arino. Pedestres encontram dificuldades para atravessar o trecho, enquanto motoristas, motociclistas e ciclistas precisam redobrar a atenção ao passar pela área. Quando a água cobre a via, buracos, desníveis, pedras e outros obstáculos deixam de ser visíveis. Essa condição aumenta o risco de quedas, acidentes e danos aos veículos, principalmente quando não é possível avaliar a profundidade do alagamento. Os moradores solicitam que uma equipe técnica seja encaminhada ao bairro Simões Lopes para avaliar as condições da drenagem no trecho. A comunidade espera que sejam identificadas as causas do acúmulo e definidas medidas capazes de melhorar o escoamento da água da chuva. Entre os pontos que podem ser verificados estão as condições das bocas de lobo, tubulações, valetas e demais estruturas responsáveis pela drenagem. Também poderá ser necessário avaliar o nivelamento da rua e identificar se existem obstruções impedindo a passagem adequada da água. O problema registrado na Rua Afonso Arino demonstra a importância da manutenção preventiva dos sistemas de drenagem. Durante períodos de chuva intensa ou prolongada, qualquer obstrução pode reduzir a capacidade de escoamento e provocar acúmulos em áreas mais baixas. Folhas, terra, lixo e outros resíduos podem se concentrar nas entradas da rede e impedir que o volume de água seja absorvido. Por esse motivo, a limpeza periódica e a fiscalização dos pontos de drenagem são fundamentais para reduzir os riscos de alagamentos. A água acumulada em frente às residências também pode dificultar a saída de moradores em situações de emergência. Pessoas idosas, crianças e cidadãos com mobilidade reduzida são especialmente afetados quando as calçadas e acessos ficam encobertos. Outro risco envolve o contato com a água do alagamento. O material pode estar misturado com barro, resíduos e substâncias provenientes da rede de drenagem, motivo pelo qual a recomendação é evitar o contato direto sempre que possível. Os registros mostram ainda que o nível da água se estende por uma área considerável da rua. A situação não parece restrita a uma pequena poça, mas a um alagamento que ocupa o trecho diante de diferentes imóveis. A comunidade afirma que espera providências antes que novas chuvas agravem o problema. Uma intervenção preventiva pode evitar que a água alcance o interior das casas e reduzir os transtornos enfrentados pelos moradores. Até o momento da publicação, o Pelotas Notícias não havia recebido informações oficiais sobre atendimento ou previsão de vistoria no local. O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas e dos órgãos responsáveis pela manutenção e drenagem da Rua Afonso Arino. O Pelotas Notícias seguirá acompanhando a situação e poderá atualizar a matéria caso sejam divulgadas informações oficiais ou realizadas intervenções no bairro Simões Lopes. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA Envie sua notícia: (53) 99705-1627 Contato comercial: pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Moradora denuncia alagamentos e valetas entupidas na Rua 14, no bairro Getúlio Vargas

Uma moradora entrou em contato com o Pelotas Notícias para denunciar os alagamentos registrados na Rua 14, localizada no bairro Getúlio Vargas, em Pelotas. Segundo o relato encaminhado à reportagem, o problema ocorre sempre que chove e estaria relacionado à falta de escoamento adequado e à obstrução das valetas existentes no trecho. As imagens enviadas mostram diferentes pontos da rua com água acumulada, incluindo áreas próximas às calçadas, terrenos e entradas das residências. Em alguns locais, as poças ocupam uma parte significativa da via, dificultando a circulação dos moradores e deixando o acesso comprometido durante os períodos de chuva. Conforme a denunciante, a situação se repete frequentemente. A moradora afirma que, quando começa a chover, a água rapidamente se espalha pela rua e permanece acumulada devido às condições das valetas. Os registros também mostram barro, vegetação e resíduos próximos aos pontos de drenagem. Esses materiais podem dificultar a passagem da água e aumentar o risco de transbordamento durante chuvas mais intensas ou prolongadas. A principal solicitação da comunidade é pela limpeza e desobstrução das valetas da Rua 14. Os moradores também pedem que uma equipe técnica avalie as condições do sistema de drenagem e identifique se outros serviços são necessários para solucionar o problema. Em vias onde o escoamento é feito por valetas abertas, a manutenção periódica é fundamental. O crescimento da vegetação, o acúmulo de terra e o descarte de resíduos podem reduzir o espaço destinado à passagem da água. Quando as valetas ficam obstruídas, a água procura outros caminhos e pode avançar sobre a rua, calçadas, pátios e entradas de imóveis. Além dos transtornos para a mobilidade, o problema pode causar erosões e ampliar os danos na via. As imagens encaminhadas pela moradora mostram que a água também se concentra em pontos mais baixos do terreno. Em um dos registros, uma grande área aparece alagada e com resíduos boiando, indicando dificuldade para a drenagem do volume acumulado. A situação pode representar risco principalmente para crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. O solo encharcado e irregular aumenta a possibilidade de quedas, enquanto a água acumulada pode esconder buracos e outros obstáculos. Motoristas, motociclistas e ciclistas também precisam redobrar a atenção. Quando a água cobre partes da rua, não é possível avaliar com segurança a profundidade das poças ou as condições do solo. Outro problema relatado é a formação de lama após a diminuição da chuva. Mesmo quando a água baixa, o trecho pode permanecer em condições inadequadas para circulação, especialmente em áreas sem pavimentação ou com desgaste do terreno. A moradora afirma que o alagamento não é uma situação isolada. Segundo ela, o mesmo cenário se repete sempre que chove, causando preocupação entre os moradores que aguardam uma solução definitiva. A comunidade pede que seja realizada uma vistoria em toda a extensão da Rua 14. A avaliação poderá verificar se o problema está relacionado exclusivamente às valetas entupidas ou se também existem falhas no nivelamento da rua e na estrutura de drenagem. A limpeza dos pontos de escoamento pode representar uma medida emergencial, mas os moradores defendem que também seja analisada a necessidade de intervenções permanentes para impedir que a água continue se acumulando. Além da atuação do poder público, é importante que a população evite descartar lixo, restos de materiais e resíduos de poda nas valetas. O descarte irregular prejudica o funcionamento da drenagem e afeta toda a comunidade. O relato encaminhado ao Pelotas Notícias representa a versão apresentada pela moradora. Até o momento da publicação, não havia sido informado oficialmente se existe uma programação de limpeza ou manutenção para a Rua 14. A Prefeitura de Pelotas poderá esclarecer se o local já foi incluído em alguma programação de serviços e quais medidas poderão ser adotadas para melhorar as condições da via e das valetas. Os moradores esperam que uma equipe seja encaminhada ao bairro Getúlio Vargas antes que novas chuvas agravem a situação. A solicitação é para que o problema seja avaliado e que os serviços necessários sejam realizados o quanto antes. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para manifestação dos órgãos responsáveis e seguirá acompanhando a situação relatada pela comunidade da Rua 14. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Chuva provoca alagamento na Rua Doutor Carlos Alberto de Souza Vianna, no bairro Lindóia

Um registro feito na manhã desta segunda-feira (20) mostra uma extensa área alagada na Rua Doutor Carlos Alberto de Souza Vianna, localizada no bairro Lindóia, em Pelotas. A imagem foi produzida por volta das 9h45 e apresenta grande parte da via coberta pela água da chuva. O trecho registrado não possui pavimentação e aparece tomado por água barrenta, dificultando a visualização das condições do solo. Em alguns pontos, apenas as laterais da rua permanecem parcialmente descobertas, enquanto a área central está praticamente encoberta pelo acúmulo. A situação pode provocar dificuldades para moradores que precisam entrar ou sair de suas residências, além de representar um obstáculo para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres que utilizam diariamente a via. Em ruas sem pavimentação, a chuva pode causar a formação de lama, buracos, valetas e erosões. Quando a água permanece acumulada por um período prolongado, os danos ao leito da rua podem aumentar e tornar o deslocamento ainda mais complicado após a diminuição do nível. O registro também chama atenção para a necessidade de avaliação das condições de drenagem no trecho. O acúmulo pode estar relacionado à ausência ou insuficiência de estruturas adequadas para o escoamento, a desníveis na via, à obstrução de valetas ou a outros fatores que precisam ser verificados por uma equipe técnica. Durante períodos de chuva intensa, vias localizadas em áreas mais baixas podem receber água de diferentes pontos do entorno. Sem um escoamento eficiente, o volume permanece sobre a rua e pode avançar em direção às calçadas, terrenos e entradas das residências. Além dos transtornos relacionados à mobilidade, a água acumulada pode esconder buracos, pedras, resíduos e irregularidades do solo. A falta de visibilidade aumenta o risco de veículos ficarem atolados ou sofrerem danos e também pode causar quedas de pedestres. A imagem encaminhada ao Pelotas Notícias mostra veículos estacionados nas proximidades e residências ao longo do trecho atingido. A quantidade de água ocupa uma área considerável da rua, demonstrando que a passagem exige atenção redobrada. A orientação é para que os condutores evitem atravessar áreas alagadas quando não for possível identificar a profundidade ou as condições do solo. Mesmo em ruas aparentemente rasas, podem existir buracos ou erosões encobertos pela água. Os pedestres também devem ter cautela, pois o contato com água acumulada em vias públicas pode representar riscos. Além da possibilidade de quedas, a água pode estar misturada com barro, lixo ou resíduos provenientes de valetas e redes de escoamento. A situação registrada no bairro Lindóia reforça a importância da manutenção preventiva das ruas e dos sistemas de drenagem. A limpeza de valetas, o nivelamento do solo e a criação de caminhos adequados para o escoamento podem reduzir os impactos das chuvas. Moradores da região esperam que o local seja vistoriado e que sejam adotadas medidas para recuperar as condições de acesso. A solicitação é para que o trecho receba atenção antes que novas precipitações ampliem os danos e deixem a via ainda mais difícil de ser utilizada. Após a redução da água, também será necessário avaliar se a chuva provocou abertura de novos buracos ou agravou problemas já existentes. A passagem de veículos sobre o solo encharcado pode aumentar as deformações e espalhar ainda mais a lama. O registro foi feito na Rua Doutor Carlos Alberto de Souza Vianna, no bairro Lindóia, em Pelotas. A imagem apresenta a situação observada na manhã desta segunda-feira e não permite determinar, isoladamente, a causa exata do alagamento. Uma análise técnica poderá apontar se o problema está relacionado à drenagem, ao nivelamento da via ou a outros fatores. A partir dessa avaliação, poderão ser definidos os serviços necessários para melhorar o escoamento e recuperar o trecho. Até o momento da publicação, o Pelotas Notícias não havia recebido informações oficiais sobre atendimento ou previsão de intervenção no local. O espaço permanece aberto para manifestação da Prefeitura de Pelotas e dos órgãos responsáveis pela drenagem e manutenção da via. Novas informações poderão ser acrescentadas caso sejam anunciadas providências para a Rua Doutor Carlos Alberto de Souza Vianna. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

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