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Escola Núcleo Habitacional Dunas divulga nota de repúdio após novo furto em Pelotas

A comunidade escolar da Escola Municipal de Ensino Fundamental Núcleo Habitacional Dunas divulgou uma nota de repúdio após a instituição ser novamente alvo de uma ocorrência em Pelotas. Conforme as informações repassadas, o caso aconteceu durante a madrugada do dia 20 e resultou no desaparecimento de equipamentos utilizados nas atividades escolares. Dois televisores teriam sido levados da instituição. O episódio representa o terceiro furto registrado na escola em aproximadamente um ano e meio, situação que provocou indignação entre direção, professores, funcionários, alunos e familiares. Na manifestação divulgada pela escola, a comunidade escolar afirmou receber o ocorrido com tristeza e preocupação. O texto destaca que não se trata da primeira vez que a instituição enfrenta esse tipo de situação e ressalta que a repetição dos crimes demonstra desrespeito com a educação e com o trabalho desenvolvido diariamente no local. A escola atende crianças e adolescentes da comunidade e utiliza seus equipamentos como apoio para atividades pedagógicas, projetos, apresentações e demais ações realizadas ao longo do ano letivo. A retirada de materiais do ambiente escolar provoca prejuízos que vão além do valor financeiro dos objetos. A ausência de televisores e de outros recursos pode comprometer aulas planejadas pelos professores e limitar o acesso dos estudantes a conteúdos audiovisuais e atividades complementares. Na nota, a comunidade escolar reforçou que a instituição é um espaço de aprendizado, acolhimento e desenvolvimento. Por esse motivo, crimes praticados dentro de uma escola afetam diretamente o funcionamento do ensino e a rotina de todos que frequentam o local. Os episódios também podem causar insegurança entre trabalhadores, estudantes e familiares. A repetição das ocorrências aumenta a preocupação com a proteção do patrimônio público e com as condições necessárias para manter o funcionamento das atividades sem novos prejuízos. De acordo com as informações encaminhadas, três furtos teriam ocorrido no período aproximado de um ano e meio. No caso mais recente, dois televisores foram apontados como os materiais levados. As circunstâncias do acesso ao prédio não foram detalhadas nas informações disponibilizadas. Também não houve divulgação sobre possíveis danos provocados na estrutura da escola ou sobre a existência de imagens que possam auxiliar na identificação dos responsáveis. A comunidade escolar espera que a ocorrência seja investigada e que os equipamentos possam ser recuperados. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre suspeitos ou prisões relacionadas ao caso. A direção também manifestou o desejo de que a escola deixe de ser alvo desse tipo de crime. O pedido busca chamar a atenção para a necessidade de preservação das instituições de ensino e dos materiais destinados aos estudantes. Equipamentos adquiridos para escolas públicas são utilizados coletivamente e fazem parte da estrutura necessária para o desenvolvimento das atividades pedagógicas. Quando esses recursos são furtados, toda a comunidade atendida acaba sendo prejudicada. A reposição de materiais pode depender de procedimentos administrativos e de disponibilidade de recursos públicos. Enquanto isso, professores e funcionários precisam adaptar o planejamento às limitações provocadas pela ausência dos equipamentos. Além do prejuízo material, situações dessa natureza podem gerar desmotivação entre os profissionais que atuam na instituição. A escola destacou que cada recurso retirado do ambiente escolar interfere no esforço realizado diariamente para oferecer ensino e acolhimento aos alunos. A nota de repúdio também reforça a importância da participação da comunidade na proteção dos espaços públicos. Informações que possam auxiliar na identificação dos responsáveis devem ser repassadas aos órgãos de segurança. O caso deverá seguir os procedimentos de registro e investigação. As autoridades poderão verificar as circunstâncias da ocorrência, possíveis imagens de câmeras e outras informações capazes de auxiliar na apuração. A Escola Municipal de Ensino Fundamental Núcleo Habitacional Dunas permanece desenvolvendo suas atividades, apesar dos prejuízos provocados pela nova ocorrência. A comunidade escolar aguarda providências e espera que novas medidas de segurança possam ser avaliadas para reduzir o risco de outros furtos na instituição. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Envie sua notícia pelo WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627.

Salão de beleza no Centro de Pelotas tem lote de cabelos avaliado em cerca de R$ 60 mil furtado

Um salão de beleza localizado na região central de Pelotas foi alvo de furto na manhã de domingo (26). Conforme as informações registradas em boletim de ocorrência, aproximadamente 40 peças de cabelos foram levadas do interior do estabelecimento. O material furtado foi avaliado em cerca de R$ 60 mil. Além das peças utilizadas em procedimentos capilares, uma quantia em dinheiro que permanecia no local também teria sido levada durante a ocorrência. O caso chamou a atenção pelo valor estimado dos produtos e pela ausência de sinais aparentes de arrombamento no imóvel. Segundo o relato encaminhado às autoridades, portas, janelas e demais pontos de acesso não apresentavam danos visíveis que indicassem a utilização de força para entrar no estabelecimento. Diante dessa circunstância, uma das hipóteses consideradas é de que o responsável tenha conseguido acessar o salão utilizando uma chave ou algum outro meio que permitisse a entrada sem provocar marcas ou danos aparentes. Essa possibilidade, no entanto, ainda deverá ser verificada durante a investigação. Imagens captadas por câmeras de segurança registraram movimentações relacionadas à ocorrência. O material poderá ser analisado pelas autoridades para auxiliar na identificação do responsável e na reconstrução do trajeto realizado antes e depois do furto. O estabelecimento está situado na área central do município, mas o endereço e o nome comercial não foram divulgados. A preservação dessas informações busca evitar a exposição desnecessária do local enquanto o caso permanece sob investigação. As peças furtadas são utilizadas em serviços realizados por salões de beleza e podem possuir valores elevados, dependendo do tipo, do tamanho, da origem e da qualidade do cabelo. No caso registrado, o conjunto de aproximadamente 40 unidades teria sido avaliado em cerca de R$ 60 mil. Além do prejuízo relacionado aos produtos, uma quantia em dinheiro também teria sido retirada do estabelecimento. O valor não foi informado no registro divulgado. A ocorrência foi comunicada por meio da Delegacia Online. A partir do registro, a Polícia Civil deverá realizar os procedimentos necessários para apurar as circunstâncias do crime, identificar o responsável e buscar informações sobre o destino dado ao material. Entre as medidas que poderão fazer parte da investigação estão a análise das imagens de segurança, a verificação de possíveis testemunhas e o levantamento de informações sobre pessoas que tiveram acesso ao estabelecimento ou conhecimento da rotina do local. A ausência de sinais de arrombamento será um dos pontos analisados durante a apuração. Embora exista a possibilidade de acesso por meio de uma chave ou outro mecanismo sem danos aparentes, nenhuma conclusão definitiva foi divulgada até o momento. Também deverá ser investigada a possibilidade de que o material seja oferecido para venda. Em situações desse tipo, produtos furtados podem ser comercializados por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens ou outros canais. A orientação é que pessoas que tenham informações capazes de auxiliar na identificação do responsável procurem os órgãos de segurança. Também é importante que comerciantes e consumidores tenham atenção diante de ofertas de grandes quantidades de cabelos por valores muito abaixo dos praticados normalmente. Comprar ou receber um produto de origem criminosa pode configurar receptação. Por isso, qualquer suspeita relacionada ao material deve ser comunicada às autoridades responsáveis pela investigação. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre prisões, identificação de suspeitos ou recuperação das peças furtadas. O caso permanece sob responsabilidade da Polícia Civil. Novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço da investigação e a análise das imagens registradas pelas câmeras de segurança. Fonte: Diário Popular Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias – @pelotasnoticias. MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA. Envie sua notícia pelo WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627.

Roubo de hidrômetro provoca desperdício de água e chama atenção no Centro de Pelotas

O furto de um hidrômetro provocou vazamento e desperdício de água na Rua General Argolo, entre as ruas General Osório e Andrade Neves, na região central de Pelotas. A situação foi registrada por pessoas que passavam pelo local e encaminhada ao Pelotas Notícias. As imagens mostram a água saindo diretamente do ponto onde o equipamento estava instalado, atingindo a calçada e se espalhando pela via. A retirada irregular do hidrômetro causou preocupação entre moradores e comerciantes da região, principalmente pelo desperdício de água e pelos possíveis transtornos relacionados ao abastecimento do imóvel atingido. Além do prejuízo causado ao proprietário, o furto desse tipo de equipamento pode provocar danos à estrutura da ligação, perda contínua de água e necessidade de reparos emergenciais até que o hidrômetro seja substituído. Vazamento permanece no local Enquanto o equipamento não é reinstalado e a ligação não recebe o reparo necessário, a água continua sendo desperdiçada. A situação também pode deixar a calçada molhada e escorregadia, aumentando o risco de quedas para pedestres, especialmente idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida. A água acumulada junto ao meio-fio ainda pode causar transtornos para quem circula pela rua, além de contribuir para o desgaste da calçada e do pavimento. Moradores relataram preocupação com a demora na realização do reparo e pedem que o órgão responsável compareça ao local com urgência. Furto causa prejuízo e transtornos O hidrômetro é o equipamento responsável pela medição do consumo de água de um imóvel. Quando ele é retirado de forma irregular, além do furto em si, podem ocorrer danos à tubulação e vazamentos de grande intensidade. A reposição do equipamento depende da avaliação técnica da ligação e da realização dos procedimentos necessários para garantir que o abastecimento seja restabelecido com segurança. O furto também pode gerar prejuízo financeiro ao proprietário do imóvel, que fica temporariamente sem o equipamento e pode enfrentar dificuldades até a normalização da situação. Casos semelhantes devem ser comunicados às autoridades policiais e ao serviço responsável pelo abastecimento, permitindo o registro da ocorrência e o encaminhamento das providências. Comunidade solicita providências A comunidade pede que uma equipe seja enviada ao trecho da Rua General Argolo para interromper o vazamento, avaliar os danos e realizar a substituição do hidrômetro. Também é solicitado que o caso seja apurado pelas autoridades competentes, com o objetivo de identificar os responsáveis pelo furto e evitar novas ocorrências na região. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre suspeitos ou sobre o horário em que o equipamento teria sido retirado. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para manifestação dos órgãos responsáveis e atualizará a matéria caso sejam apresentadas novas informações sobre o reparo ou a investigação. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias — @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA A CÓPIA Envie informações, fotos e vídeos para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Portal oficial: www.portalpelotasnoticias.com.br

Vídeo registra suspeito tentando invadir residências próximo ao Estádio Bento Freitas, em Pelotas

Imagens de câmeras de segurança registraram a movimentação de um homem junto a residências localizadas nas proximidades do Estádio Bento Freitas, em Pelotas, durante o fim de semana. O material foi encaminhado ao Pelotas Notícias por um morador da região e teve sua divulgação autorizada. Conforme o relato recebido, o suspeito teria tentado arrombar imóveis e estaria portando uma faca. Em um dos registros, ele aparece próximo à entrada de uma residência durante a madrugada, movimentando-se pela área externa do imóvel. O morador informou que pessoas presentes no local perceberam a situação e tentaram impedir a possível invasão. O homem teria deixado a área logo depois. Não há confirmação sobre a ocorrência de feridos ou sobre objetos levados das residências. As imagens apresentam baixa resolução e não permitem confirmar de forma segura a identidade do envolvido. Por esse motivo, o Pelotas Notícias não fará qualquer identificação ou associação do suspeito a uma pessoa específica sem manifestação oficial das autoridades. Comunidade deve evitar abordagens A divulgação do vídeo busca alertar os moradores da região, mas não deve ser utilizada para incentivar perseguições, confrontos ou acusações públicas. Caso uma pessoa com características semelhantes seja localizada, a orientação é não realizar uma abordagem direta, especialmente diante da informação de que o suspeito poderia estar portando uma faca. Os moradores devem permanecer em um local seguro, manter portas e portões fechados e acionar a Brigada Militar pelo telefone 190. Informações sobre a localização, as roupas utilizadas e a direção seguida podem auxiliar no atendimento da ocorrência. Também é importante não publicar endereços exatos, rotinas familiares ou outras informações que possam aumentar a exposição dos moradores e dos imóveis atingidos. Imagens podem auxiliar a investigação Registros feitos por câmeras particulares podem contribuir para o trabalho policial. O material original, sem cortes ou alterações, deve ser preservado e entregue às autoridades responsáveis. Além do vídeo, informações sobre horário, local aproximado, possíveis testemunhas e eventuais danos causados às residências podem auxiliar na apuração. Caso algum imóvel tenha sido danificado ou invadido, o responsável deve registrar uma ocorrência policial e informar todos os elementos disponíveis. Fotografias de fechaduras, portões e janelas danificadas também podem ser anexadas ao registro. A identificação de um suspeito deve ser realizada pelas autoridades por meio da análise das imagens, dos relatos e de outros elementos obtidos durante a investigação. Cuidados de segurança Moradores podem adotar medidas preventivas, como verificar o funcionamento de fechaduras, portões, iluminação externa, alarmes e câmeras de monitoramento. Também é recomendado evitar deixar ferramentas, escadas ou objetos que possam facilitar o acesso a janelas e áreas superiores dos imóveis. Vizinhos podem manter contato entre si para comunicar movimentações suspeitas, mas sempre acionando as autoridades e evitando confrontos. Em situações de emergência, a prioridade deve ser preservar a integridade das pessoas. Objetos e danos materiais podem ser recuperados ou reparados, enquanto uma tentativa de abordagem pode provocar consequências graves. Caso ainda não possui confirmação oficial Até a publicação desta matéria, não havia informação oficial sobre a identificação, localização ou prisão do homem registrado nas imagens. Também não foi confirmada a quantidade de residências supostamente atingidas ou se houve registro formal de todas as ocorrências mencionadas. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para manifestação da Brigada Militar, da Polícia Civil e dos demais órgãos responsáveis. A matéria será atualizada caso sejam divulgadas novas informações oficiais sobre o caso. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias — @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA A CÓPIA Envie informações, fotos e vídeos para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Portal oficial: www.portalpelotasnoticias.com.br

Moradora denuncia esgoto exposto e acúmulo de lixo próximo a escola no bairro Fragata

Uma moradora do bairro Fragata procurou o Pelotas Notícias para denunciar uma situação envolvendo esgoto exposto e o acúmulo de resíduos na Rua Georgeta Fontini Bardou Bento, nas proximidades do Colégio Antônio Xavier, em Pelotas. Conforme o relato encaminhado à reportagem, o problema já ocorre há algumas semanas e continua causando preocupação entre quem reside ou circula pela região. As imagens enviadas mostram restos de madeira, partes de móveis, materiais descartados e outros resíduos depositados em uma área próxima à via. Em outro ponto, é possível observar um material escuro e úmido espalhado junto à margem da rua, onde teria sido realizado um serviço de desobstrução da rede de esgoto. Segundo a moradora, uma equipe compareceu ao local na última sexta-feira, dia 24 de julho, para realizar o desentupimento da rede. Após a conclusão do trabalho, os responsáveis pelo atendimento teriam informado que retornariam posteriormente para retirar os resíduos e materiais deixados no espaço. Entretanto, até este domingo (26), a limpeza ainda não havia sido realizada, conforme o relato recebido. A moradora afirma que o material permanece exposto e que a situação gera transtornos para as famílias da região. Além do desconforto provocado pelo mau cheiro e pela aparência do local, existe preocupação com possíveis riscos sanitários. O contato com esgoto e resíduos pode favorecer a presença de insetos, ratos e outros animais, principalmente quando o material permanece acumulado durante vários dias. A denunciante informou que reside com crianças e teme que elas possam se aproximar da área ou entrar em contato com a água e os resíduos. A preocupação também se estende aos estudantes que utilizam a rua para chegar ao Colégio Antônio Xavier e a outros moradores que passam diariamente pelo trecho. De acordo com a moradora, o lixo depositado em uma esquina próxima costuma ser recolhido com maior frequência. No entanto, os materiais colocados no ponto mostrado nas imagens permaneceriam acumulados por mais tempo. Ela pede que seja realizada a retirada dos resíduos e que uma equipe retorne ao local para verificar se a rede de esgoto permanece funcionando corretamente. A solicitação também inclui uma limpeza completa da área utilizada durante o serviço de desobstrução. O acúmulo de lixo em áreas próximas a ruas, calçadas e terrenos pode causar diferentes problemas para a comunidade. Além de prejudicar a circulação de pedestres, os resíduos podem bloquear a passagem da água da chuva, atingir bocas de lobo e contribuir para novos entupimentos. Quando o descarte ocorre próximo a pontos com vazamento ou retorno de esgoto, os riscos podem ser ampliados. A água contaminada pode se espalhar pela via, atingir áreas de circulação e permanecer acumulada em locais utilizados por crianças e animais. As fotografias também mostram estruturas de madeira quebradas e outros materiais volumosos. Esse tipo de resíduo exige uma retirada adequada para evitar acidentes, principalmente durante a noite, quando a visibilidade é menor. A situação relatada ocorre em uma área residencial do bairro Fragata. A presença de uma instituição de ensino nas proximidades aumenta a movimentação de estudantes, responsáveis e trabalhadores durante diferentes horários do dia. A comunidade solicita que o trecho receba atenção e que a limpeza seja realizada o mais rapidamente possível. Os moradores também pedem que sejam adotadas medidas para impedir novos descartes irregulares no mesmo ponto. A identidade da moradora que encaminhou a denúncia será preservada. O Pelotas Notícias mantém espaço aberto para eventuais esclarecimentos e atualizações sobre o atendimento no local. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias — @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA A CÓPIA Envie sua notícia para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627Portal oficial: www.portalpelotasnoticias.com.br

Cachorrinha é atingida por disparo no bairro Eldorado e responsáveis iniciam campanha para custear tratamento

Uma mobilização foi iniciada para auxiliar no tratamento de uma cachorrinha que foi atingida por um disparo no bairro Eldorado, em Pelotas. Conforme as informações repassadas pelos responsáveis pelo animal, o caso ocorreu neste sábado (25), quando a cadela teria sido atingida por um tiro de origem ainda não esclarecida. Após o ocorrido, a cachorrinha foi socorrida e encaminhada imediatamente para atendimento veterinário. Devido à gravidade do ferimento, ela precisou passar por um procedimento e deverá permanecer internada durante os próximos dias, recebendo medicação e acompanhamento profissional. A cadela teria sido retirada das ruas anteriormente e estava sob os cuidados de pessoas que decidiram acolhê-la. Diante da situação, os responsáveis afirmaram que não pretendem interromper o tratamento e estão buscando ajuda da comunidade para garantir todos os cuidados necessários durante o período de recuperação. O atendimento gerou despesas relacionadas ao procedimento, às consultas, aos medicamentos e à internação. Por esse motivo, familiares, amigos e apoiadores iniciaram uma mobilização para arrecadar recursos e ajudar no pagamento dos custos veterinários. Segundo o relato divulgado, o disparo teria atingido a cachorrinha de forma acidental. No entanto, não foram repassadas informações sobre a origem do tiro, sobre a possível autoria ou sobre as circunstâncias exatas em que o animal foi ferido. O caso chama a atenção para os riscos causados por disparos de arma de fogo, que podem atingir pessoas e animais mesmo quando não são o alvo inicial. A orientação é para que situações semelhantes sejam comunicadas às autoridades responsáveis, permitindo o registro e a apuração dos fatos. Enquanto a recuperação segue sendo acompanhada, a prioridade dos responsáveis é manter a cachorrinha internada e garantir que ela receba todos os procedimentos recomendados. O período de observação será importante para avaliar sua evolução e identificar a necessidade de novos atendimentos. As imagens encaminhadas mostram a cadela recebendo cuidados durante o atendimento. Ela aparece deitada sobre uma mesa enquanto profissionais realizam os procedimentos necessários. Apesar da situação delicada, os responsáveis seguem esperançosos com a recuperação. A campanha busca reunir contribuições de qualquer valor. Além do auxílio financeiro, a divulgação do caso também é considerada importante para que o pedido alcance um número maior de pessoas. Os responsáveis reforçam que todo apoio será utilizado para a continuidade do tratamento, incluindo os dias de internação e outros cuidados que possam ser indicados durante a recuperação do animal. As pessoas interessadas em colaborar ou obter mais informações sobre a campanha podem entrar em contato diretamente com Fábio pelo telefone (53) 99713-1980. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias — @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA A CÓPIA Envie sua notícia para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627Portal oficial: www.portalpelotasnoticias.com.br

Passageiros denunciam ônibus que não realizam paradas em linhas do Laranjal durante a noite

Usuários do transporte coletivo de Pelotas relatam dificuldades recorrentes para embarcar em ônibus que atendem o Laranjal e outras regiões da cidade durante o período noturno. Conforme uma denúncia encaminhada ao Pelotas Notícias, alguns veículos estariam passando pelos pontos sem parar, mesmo quando há passageiros aguardando. A situação teria sido observada principalmente após as 19h e estaria ocorrendo há aproximadamente uma semana. Uma passageira que trabalha na região do Laranjal afirmou que precisa utilizar o transporte coletivo para retornar ao Centro, mas vem enfrentando longos períodos de espera. Em uma das situações relatadas, ela teria permanecido entre as 19h e as 21h aguardando a passagem de um ônibus. Segundo a usuária, alguns veículos teriam seguido diretamente pela avenida, sem reduzir a velocidade ou realizar o embarque. A passageira informou ainda que determinados ônibus passariam com as luzes internas desligadas ou com o letreiro indicando “garagem”. Em alguns casos, no entanto, ela afirma ter percebido a presença de passageiros dentro dos veículos, apesar de os motoristas não efetuarem a parada. O relato aponta que o problema não estaria restrito a uma única linha. Situações semelhantes teriam sido observadas em itinerários que atendem o Laranjal, Valverde, Barro Duro e Colônia Z3. Diante da dificuldade para embarcar, alguns usuários seriam obrigados a se deslocar por uma distância maior até pontos considerados mais movimentados. Entre os locais citados está a região próxima ao Posto Guga, na Avenida Adolfo Fetter. A necessidade de caminhar até outro ponto causa ainda mais transtornos durante a noite, principalmente para trabalhadores que encerram suas atividades após as 19h. O deslocamento também pode representar risco para pessoas que estão sozinhas ou precisam caminhar por trechos com pouca circulação. Falta de sinalização nas paradas Além das reclamações sobre os ônibus que não realizariam as paradas, passageiros chamam atenção para a falta de identificação e de estrutura em diversos pontos do Laranjal. Conforme os relatos, algumas paradas não possuem placa informando que aquele local faz parte do itinerário do transporte coletivo. Também há pontos sem abrigo, cobertura ou bancos para que os passageiros possam aguardar. Em determinados locais, a estrutura é tão limitada que o espaço pouco se parece com uma parada oficial. Sem sinalização adequada, usuários ficam em dúvida sobre o ponto exato onde devem aguardar o ônibus. A ausência de placas também pode dificultar a identificação do ponto pelos próprios motoristas, especialmente durante a noite. Passageiros afirmam que, em alguns trechos, precisam sinalizar de forma mais intensa para tentar chamar a atenção do condutor. A iluminação insuficiente é outro fator apontado. Em vias escuras, um motorista pode ter dificuldade para perceber que há pessoas esperando junto à calçada, principalmente quando a parada não possui qualquer identificação visual. Apesar disso, os usuários defendem que os veículos devem cumprir integralmente os itinerários e realizar as paradas previstas. A população também solicita que as empresas orientem seus motoristas e fiscalizem o atendimento prestado durante o período noturno. Espera prolongada A espera por até duas horas gera preocupação entre os usuários que dependem exclusivamente do transporte público. Trabalhadores podem chegar mais tarde em casa, perder conexões com outras linhas ou permanecer por longos períodos expostos ao frio e à chuva. A situação também afeta estudantes, idosos e pessoas que precisam se deslocar para atendimentos de saúde ou compromissos em outras regiões da cidade. Os passageiros relatam ainda que a frequência dos ônibus costuma ser menor durante a noite. Quando um veículo não realiza a parada, o usuário pode precisar aguardar por um período ainda maior até a chegada do próximo horário. Por esse motivo, a comunidade solicita uma verificação dos itinerários, dos horários e da conduta adotada pelos motoristas. Também é pedida uma avaliação completa dos pontos existentes no Laranjal e nas regiões atendidas pelas linhas citadas. Pedido de melhorias Entre as providências solicitadas estão a instalação de placas de identificação em todos os pontos oficiais, a colocação de abrigos e bancos e a melhoria da iluminação nas áreas de embarque. Os usuários defendem ainda que as informações sobre itinerários e horários sejam disponibilizadas de maneira clara e atualizada, permitindo que os passageiros saibam exatamente onde e quando os ônibus devem passar. Outra solicitação é a realização de fiscalização durante a noite. A medida poderia verificar se os veículos estão cumprindo os trajetos previstos e realizando o embarque dos passageiros em todos os pontos oficiais. O Pelotas Notícias ressalta que as informações apresentadas são baseadas no relato encaminhado por uma usuária do transporte coletivo. Até o momento, não há confirmação oficial sobre a existência de orientação para que os veículos deixem de realizar determinadas paradas. O espaço permanece aberto para que a empresa responsável pelo transporte coletivo e a Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito esclareçam a situação, informem se houve alteração nos itinerários e apresentem as providências que poderão ser adotadas. A matéria poderá ser atualizada assim que houver retorno oficial. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias — @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA A CÓPIA Envie informações, fotos e vídeos para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Portal oficial: www.portalpelotasnoticias.com.br

Moradores denunciam buracos e remendos recorrentes na Avenida 25 de Julho, em Pelotas

Moradores da Avenida 25 de Julho, em Pelotas, procuraram o Pelotas Notícias para relatar problemas recorrentes no pavimento da via. Conforme as informações encaminhadas, diferentes trechos apresentam buracos, desníveis, remendos deteriorados e acúmulo de água, situação que ficaria ainda mais evidente após períodos de chuva. A insatisfação levou moradores a apelidarem popularmente o local de “Avenida 25 Buracos” e também de “25 Remendos”. As expressões são utilizadas como forma de protesto contra o que a comunidade considera uma sequência de reparos provisórios que não resolveriam definitivamente os danos existentes no pavimento. De acordo com os relatos, equipes realizariam intervenções pontuais nos locais mais danificados. No entanto, após novas chuvas e a circulação diária de veículos, os remendos voltariam a apresentar desgaste, provocando novamente o surgimento de buracos e irregularidades na pista. Imagens enviadas ao portal mostram um dos pontos mais críticos da avenida. No trecho registrado, é possível observar uma área extensa com água acumulada, pavimento deteriorado e obstáculos posicionados para chamar a atenção dos motoristas. A situação reduz o espaço disponível para a passagem dos veículos e exige cuidado redobrado dos condutores. Moradores afirmam que, em determinados momentos, motoristas precisam desviar dos buracos e circular próximos ao sentido contrário da pista. Além do risco de colisões, a condição da via também pode provocar danos em pneus, rodas, suspensão e outros componentes dos veículos. Um dos pontos citados fica próximo a um quebra-molas. Segundo os moradores, a deterioração do pavimento é tão significativa que os condutores já precisam reduzir consideravelmente a velocidade para passar pelos buracos antes mesmo de chegar ao redutor instalado na avenida. A comunidade avalia que somente novos remendos não serão suficientes para solucionar o problema. A principal reivindicação é pela recuperação completa dos trechos mais comprometidos, com retirada do pavimento deteriorado e aplicação de uma nova camada de asfalto. Os moradores também solicitam uma avaliação do sistema de drenagem. A presença frequente de água acumulada sobre a pista pode acelerar a deterioração do asfalto, especialmente quando existem fissuras ou reparos antigos. Com a circulação dos veículos, a água pode penetrar nas camadas inferiores do pavimento e ampliar os danos. Além de ser utilizada pelos moradores da região, a Avenida 25 de Julho recebe circulação diária de automóveis, motocicletas, bicicletas e veículos de serviços. As condições relatadas podem afetar diretamente a mobilidade e aumentar o risco para quem utiliza a via. A moradora que enviou a reclamação afirmou que o problema ocorre repetidamente. Segundo ela, após a realização de reparos, basta um novo período de chuva para que os buracos voltem a surgir. A comunidade pede que seja realizada uma obra mais duradoura, evitando gastos sucessivos com intervenções emergenciais. Outro ponto de preocupação é a sinalização. Em alguns trechos, objetos colocados pelos próprios moradores são utilizados para alertar os motoristas sobre a existência de buracos. Embora a iniciativa busque evitar acidentes, a população considera necessária uma sinalização oficial enquanto o reparo definitivo não for executado. A situação também se torna mais perigosa durante a noite ou em dias de chuva intensa, quando a água pode esconder a profundidade dos buracos. Motoristas que não conhecem a região podem atingir os pontos danificados sem conseguir reduzir a velocidade ou realizar o desvio com antecedência. Os moradores aguardam uma vistoria das equipes responsáveis e um posicionamento sobre a possibilidade de recuperação completa da avenida. A expectativa é de que o local seja incluído em uma programação de manutenção ou recapeamento, com atenção especial aos trechos onde ocorre acúmulo de água. Até a realização dos reparos, a orientação é para que os condutores diminuam a velocidade e mantenham atenção ao circular pela Avenida 25 de Julho, principalmente nos pontos onde há buracos, poças e irregularidades no pavimento. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias@pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.

Moradores relatam ocupação irregular e acúmulo de resíduos próximo a valão na região da Balsa

Moradores da região da Balsa, nas proximidades do Anglo, em Pelotas, relatam preocupação com a instalação de barracas e estruturas improvisadas às margens de um valão. A comunidade afirma que o espaço passou a concentrar grande quantidade de materiais, entulhos e resíduos, situação que estaria provocando sujeira, mau cheiro e insegurança para quem vive nas proximidades. De acordo com os relatos encaminhados ao Pelotas Notícias, algumas estruturas foram montadas no local após a retirada ou destruição de pequenas construções que existiam anteriormente na área. Desde então, pessoas que trabalham com a coleta de materiais recicláveis teriam passado a utilizar o espaço para armazenar objetos recolhidos em diferentes pontos da cidade. Imagens registradas no local mostram barracas construídas com lonas, madeiras, tecidos e outros materiais. Ao redor das estruturas, também é possível observar resíduos espalhados pelo terreno, próximo à rua e às margens do valão. A principal preocupação dos moradores está relacionada às condições sanitárias e ambientais da área. Conforme os relatos, o acúmulo de lixo pode favorecer a presença de ratos, insetos e outros animais, além de contribuir para a contaminação do solo e da água. Os residentes também demonstram preocupação com a possibilidade de parte dos materiais ser carregada para dentro do valão em dias de chuva. O descarte irregular pode dificultar o escoamento da água, provocar obstruções e agravar pontos de alagamento na região. Outro problema mencionado pela comunidade é a sensação de insegurança. Moradores afirmam que a rua possui grande número de pessoas idosas e que algumas delas passaram a evitar circular pelo local em determinados horários ou deixar as residências abertas, principalmente durante a noite. Apesar das reclamações, a comunidade destaca a necessidade de que qualquer intervenção seja realizada de forma integrada, garantindo não apenas a limpeza e a fiscalização da área, mas também atendimento adequado às pessoas que estão ocupando o espaço. Os moradores solicitam que equipes da assistência social realizem uma abordagem para identificar as necessidades das pessoas instaladas no local e verificar se elas possuem acesso a programas sociais, acolhimento ou outras formas de acompanhamento oferecidas pelo município. Também é solicitada uma vistoria dos setores responsáveis pela limpeza urbana, fiscalização ambiental, drenagem e vigilância sanitária. A intenção é verificar a situação do terreno, avaliar os riscos existentes e recolher os resíduos que estejam sendo armazenados ou descartados de maneira inadequada. A área próxima ao valão exige atenção especial, principalmente porque qualquer obstrução pode comprometer o sistema de drenagem. Durante períodos de chuva intensa, materiais como móveis, madeiras, plásticos e sacolas podem ser arrastados pela água, bloqueando a passagem e aumentando os riscos para toda a comunidade. Os moradores ainda defendem que sejam adotadas medidas para impedir novos descartes irregulares depois da realização da limpeza. Entre as providências sugeridas estão o acompanhamento periódico da área, a instalação de sinalização e o reforço da fiscalização. A comunidade espera que a situação seja avaliada pelos órgãos competentes e que uma solução seja construída com responsabilidade, preservando a segurança dos moradores, as condições ambientais do local e a dignidade das pessoas que estão vivendo nas estruturas improvisadas. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA

Rua alagada obriga moradores a caminhar com água na altura da canela no Cedrinho

Rua alagada obriga moradores a caminhar com água na altura da canela no Cedrinho Moradores do Cedrinho, localizado no interior da Colônia Z3, em Pelotas, enfrentam dificuldades para sair de casa e circular pela comunidade devido ao alagamento de uma das ruas da localidade. Imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias mostram a via completamente tomada pela água, formando grandes pontos de alagamento em frente às residências. Para conseguir passar pelo local, moradores precisam caminhar com água na altura da canela, enfrentando ainda lama, buracos e a falta de condições adequadas de acesso. O problema afeta diretamente a rotina das famílias que vivem na região. Crianças, idosos, trabalhadores e moradores com dificuldades de locomoção precisam atravessar a água para chegar às suas casas ou sair da comunidade. Além dos transtornos para pedestres, o alagamento também dificulta a passagem de veículos e pode comprometer o acesso de serviços essenciais, como ambulâncias, transporte escolar, coleta de resíduos e equipes de manutenção. Os moradores relatam preocupação com a permanência da água sobre a rua e pedem providências para melhorar o sistema de drenagem da localidade. A comunidade solicita uma avaliação técnica e a realização de serviços que possam permitir o escoamento da água e recuperar as condições de circulação. A situação registrada no Cedrinho reforça as reclamações recorrentes de moradores da Colônia Z3 sobre dificuldades de drenagem, acúmulo de água e problemas de infraestrutura nas vias internas da região. A população espera que o local seja vistoriado e que sejam adotadas medidas para reduzir os transtornos enfrentados por quem precisa circular diariamente pela rua alagada. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA

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