
Ação cumpriu cinco mandados de prisão preventiva e 12 de busca e apreensão; celulares, dinheiro e porções de maconha foram apreendidos
A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (DRACO) de Pelotas, deflagrou uma nova operação de combate ao tráfico de entorpecentes e à associação para o tráfico no município.
A ofensiva policial resultou no cumprimento de cinco mandados de prisão preventiva e 12 mandados de busca e apreensão, expedidos no âmbito de investigação que apura a atuação de um grupo suspeito de envolvimento com o comércio de drogas.
Durante as diligências, os agentes localizaram e apreenderam telefones celulares, quantias em dinheiro e porções de maconha. Todo o material recolhido será submetido à análise e deverá auxiliar no aprofundamento das investigações.
Investigação busca desarticular estrutura do grupo
De acordo com a Polícia Civil, o trabalho investigativo não se limita às prisões realizadas durante a operação. A análise dos aparelhos eletrônicos, movimentações financeiras e demais elementos apreendidos deverá contribuir para identificar outros possíveis envolvidos e esclarecer a forma de atuação do grupo.
Um dos objetivos é atingir também a estrutura financeira e operacional utilizada para manter as atividades investigadas, identificando eventuais responsáveis pelo abastecimento, distribuição e circulação de valores relacionados ao tráfico de entorpecentes.
As diligências seguem em andamento e novas medidas poderão ser adotadas conforme o avanço das investigações.
DRACO alcança 200 prisões em 2026
A operação também marcou um número considerado expressivo pela unidade especializada. Com as cinco prisões efetuadas, a DRACO de Pelotas atingiu a marca de 200 pessoas presas durante o ano de 2026.
O número reúne prisões realizadas em diferentes investigações conduzidas ao longo do ano, especialmente em ações voltadas ao enfrentamento ao tráfico de drogas, organizações criminosas e outros delitos considerados de maior complexidade.
Segundo a Polícia Civil, o resultado faz parte de um trabalho contínuo desenvolvido pelas equipes da unidade para combater estruturas criminosas que atuam em Pelotas e na região.
Material apreendido será analisado
Os celulares recolhidos durante as buscas poderão ser submetidos à perícia e análise investigativa, respeitando as autorizações judiciais cabíveis. O objetivo é buscar informações que possam auxiliar na identificação de contatos, movimentações e eventual participação de outras pessoas nos fatos investigados.
O dinheiro e os entorpecentes apreendidos também serão incorporados ao procedimento investigativo.
A Polícia Civil não divulgou, até o momento, detalhes sobre a identidade dos presos ou sobre os locais exatos onde os mandados foram cumpridos.
As investigações permanecem em andamento para o completo esclarecimento dos fatos e apuração das responsabilidades individuais.
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