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Polícia investiga morte de homem encontrado com ferimento na cabeça no interior de Canguçu

A Polícia Civil deverá investigar as circunstâncias da morte de um homem encontrado no início da noite desta sexta-feira (24), na localidade de Fortaleza, situada no 4º Distrito do município de Canguçu. A vítima foi identificada como Cleimar Pereira Vieira. Segundo as informações preliminares divulgadas sobre a ocorrência, o homem foi localizado por um vizinho nos fundos de uma residência, em uma área próxima à divisa da propriedade. Após encontrar a vítima, o morador acionou os serviços de emergência para que a situação fosse verificada. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado e enviou uma equipe ao endereço. Após a avaliação realizada no local, os profissionais constataram que o homem já estava morto. A vítima apresentava um ferimento na região da cabeça. A origem e as características dessa lesão ainda deverão ser esclarecidas por meio dos exames periciais. Entre as possibilidades consideradas inicialmente está a de que o ferimento possa ter sido provocado por um disparo de arma de fogo. Apesar dessa suspeita inicial, a causa da morte ainda não havia sido oficialmente confirmada. A definição dependerá do trabalho realizado pelo Instituto-Geral de Perícias e das demais diligências conduzidas pela Polícia Civil ao longo da investigação. A Brigada Militar foi acionada e realizou o isolamento da área onde o corpo foi encontrado. O procedimento é adotado para preservar possíveis vestígios e impedir que pessoas não autorizadas circulem pelo local antes da conclusão do trabalho pericial. Os policiais militares permaneceram na propriedade até a chegada das equipes da Polícia Civil e do Instituto-Geral de Perícias. Após o levantamento inicial, o corpo de Cleimar Pereira Vieira foi recolhido ainda durante a noite desta sexta-feira. Os exames deverão auxiliar na identificação da causa exata da morte, do tipo de ferimento apresentado pela vítima e das circunstâncias em que o fato ocorreu. O resultado da perícia poderá indicar se houve a utilização de alguma arma e fornecer outros elementos importantes para a apuração. A Polícia Civil também deverá ouvir moradores, familiares e outras pessoas que possam contribuir com informações sobre os últimos momentos da vítima. A investigação poderá buscar esclarecer quando Cleimar foi visto pela última vez, se alguém esteve na propriedade e se houve alguma movimentação considerada suspeita na região. Por se tratar de uma área localizada no interior do município, as equipes também poderão analisar as condições de acesso ao local e verificar eventuais registros ou relatos de moradores próximos. Todas essas informações poderão ser reunidas no inquérito policial. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre a identificação de suspeitos ou a existência de prisões relacionadas à ocorrência. Também não há confirmação oficial sobre a dinâmica da morte. A informação de que o ferimento possa ter sido causado por disparo de arma de fogo permanece como uma hipótese preliminar. A confirmação somente poderá ocorrer após a conclusão dos exames e a análise dos vestígios recolhidos no local. O caso deverá permanecer sob investigação da Polícia Civil, que será responsável por reunir os depoimentos, os laudos periciais e os demais elementos necessários para esclarecer o ocorrido. Novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades conforme o avanço das apurações. Até lá, as circunstâncias da morte de Cleimar Pereira Vieira permanecem sendo investigadas. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias — @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA A CÓPIA Envie informações, fotos e vídeos para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Portal oficial: www.portalpelotasnoticias.com.br

Investigação da Draco prende cinco suspeitos e desarticula grupo envolvido em roubo em Pelotas

Uma investigação conduzida pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco) resultou na prisão de cinco integrantes de um grupo suspeito de envolvimento em um roubo praticado contra um estabelecimento comercial de Pelotas. O trabalho investigativo teve duração aproximada de cinco meses e buscou esclarecer a participação de cada suspeito, a forma de atuação do grupo e a origem das ordens utilizadas para organizar a ação criminosa. O roubo ocorreu em janeiro. A partir do registro da ocorrência, as equipes da Polícia Civil iniciaram diligências, reuniram informações, analisaram elementos relacionados ao crime e passaram a identificar os possíveis envolvidos. Conforme a investigação, o grupo teria uma estrutura organizada, com divisão de funções entre os participantes. Cada investigado desempenharia uma atividade específica no planejamento, financiamento ou execução do roubo. As apurações apontaram ainda que a ação teria sido coordenada de dentro do sistema prisional. Um detento seria responsável por organizar a operação e repassar orientações aos comparsas que estavam em liberdade. Segundo a Polícia Civil, esse investigado também teria participado do financiamento da ação. Os recursos seriam utilizados para viabilizar a execução do roubo e garantir a atuação dos demais integrantes do grupo. Outro ponto considerado importante foi a possível participação de um ex-funcionário do estabelecimento. A investigação indica que ele teria fornecido informações privilegiadas sobre a rotina e a estrutura do local. Esses dados teriam sido utilizados pelo grupo durante o planejamento. A Polícia Civil considera que o acesso a informações internas pode ter sido determinante para a execução da ação criminosa. Durante os cinco meses de apuração, os agentes buscaram esclarecer como os suspeitos se comunicavam, quais tarefas eram atribuídas a cada um e de que maneira as ordens eram transmitidas de dentro do sistema prisional. A investigação também procurou identificar possíveis vínculos entre os envolvidos e verificar se o grupo poderia estar relacionado a outros crimes praticados no município ou na região. Prisões formalizadas Dos cinco investigados identificados pela Draco, quatro já estavam presos por outros crimes. As prisões deles foram formalizadas também no inquérito que apura o roubo ao estabelecimento comercial. O quinto suspeito ainda estava em liberdade. Ele foi localizado pelos agentes da Draco em seu local de trabalho e preso no início da noite. Após a abordagem, o investigado foi conduzido para a realização dos procedimentos legais. Em seguida, foi encaminhado ao Presídio Regional de Pelotas, onde ficará à disposição da Justiça. A formalização das prisões permite que os cinco suspeitos respondam pela participação atribuída a eles neste inquérito. A responsabilidade individual de cada um será analisada ao longo do processo judicial. Desarticulação do grupo Conforme a Polícia Civil, a operação resultou na prisão dos cinco investigados e na desarticulação da estrutura utilizada pelo grupo para planejar e executar o roubo. A identificação das funções atribuídas a cada suspeito foi considerada fundamental para o esclarecimento do crime. O trabalho permitiu reconstruir a forma de organização e a dinâmica empregada pelos envolvidos. A investigação indica que havia comunicação entre pessoas que estavam no sistema prisional e integrantes que atuavam em liberdade. Esse tipo de articulação exige o cruzamento de diferentes informações e a realização de diligências ao longo de vários meses. Além da prisão dos suspeitos, a Polícia Civil buscou reunir elementos que possam comprovar a participação de cada investigado e sustentar as medidas adotadas no decorrer da apuração. O inquérito deverá reunir depoimentos, documentos e outros elementos obtidos durante o trabalho policial. O material será encaminhado ao Poder Judiciário e ao Ministério Público para as providências cabíveis. Continuidade das apurações Apesar da prisão dos cinco investigados, a Polícia Civil poderá continuar realizando diligências para verificar a existência de outros participantes ou possíveis conexões com crimes semelhantes. Novas informações poderão ser acrescentadas ao inquérito caso surjam elementos durante a análise dos dados já recolhidos ou a partir dos depoimentos prestados pelos envolvidos. As autoridades também poderão aprofundar a apuração sobre a origem dos recursos utilizados no crime, a comunicação entre os suspeitos e o eventual destino de bens ou valores obtidos durante o roubo. A prisão de uma pessoa durante a investigação não representa condenação definitiva. Todos os suspeitos possuem direito à defesa e deverão responder aos procedimentos previstos na legislação. A definição sobre a responsabilidade criminal caberá à Justiça, após a análise das provas reunidas pela Polícia Civil e das manifestações das partes envolvidas. O caso permanece sob responsabilidade da Draco, que atua no combate a grupos organizados e crimes considerados de maior complexidade em Pelotas. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias — @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA A CÓPIA Envie informações, fotos e vídeos para o WhatsApp do Pelotas Notícias: +55 53 99705-1627 Portal oficial: www.portalpelotasnoticias.com.br

Guarda Municipal de Pelotas inicia testes com câmera corporal durante a 32ª Fenadoce

A Guarda Municipal de Pelotas iniciou, durante a realização da 32ª Fenadoce, um período de testes com uma câmera corporal utilizada por um dos agentes escalados para atuar no evento. A iniciativa integra o processo de avaliação da tecnologia antes da aquisição de 20 equipamentos que deverão ser destinados à corporação municipal. A utilização da câmera em uma situação real de trabalho permitirá que a Secretaria Municipal de Segurança Pública acompanhe o funcionamento do equipamento durante o atendimento ao público, as abordagens realizadas pelos agentes e as demais ocorrências registradas no espaço do evento. As câmeras corporais, também conhecidas como bodycams, são equipamentos instalados no uniforme dos agentes e utilizados para produzir registros em áudio e vídeo durante o serviço. A tecnologia já é empregada por instituições de segurança em diferentes regiões e tem como objetivo documentar as ações realizadas pelos profissionais. Entre as principais finalidades do equipamento está a ampliação da transparência durante as abordagens. As imagens podem registrar tanto a atuação dos agentes quanto o comportamento das pessoas envolvidas nas ocorrências, oferecendo um material que poderá ser consultado posteriormente, caso seja necessário esclarecer alguma situação. Os registros também podem contribuir para a proteção dos próprios guardas municipais e dos cidadãos. Em casos de questionamentos sobre uma abordagem, denúncia de abuso, resistência, desacato ou outra situação ocorrida durante o atendimento, as imagens poderão ajudar na reconstrução dos fatos. Além disso, as gravações poderão servir como elementos de apoio em inquéritos policiais, processos judiciais e procedimentos administrativos. Para que isso ocorra, entretanto, o Município deverá estabelecer regras relacionadas ao armazenamento, à preservação, ao acesso e ao compartilhamento dos arquivos produzidos pelos equipamentos. Segundo o secretário municipal de Segurança Pública, Márcio Medeiros, o período de testes será importante para avaliar o funcionamento das câmeras em situações reais. A experiência durante a Fenadoce permitirá observar o desempenho da tecnologia em um ambiente com grande circulação de pessoas e diferentes tipos de atendimento. A avaliação poderá considerar aspectos como qualidade das imagens, captação de áudio, duração da bateria, resistência física do equipamento, capacidade de armazenamento e facilidade de utilização pelos agentes durante o serviço. Também será possível identificar eventuais necessidades de treinamento antes da implantação definitiva da tecnologia. A escolha da Fenadoce como espaço para o início dos testes permite que o equipamento seja utilizado em um evento de grande porte, com presença constante da Guarda Municipal e intenso movimento de visitantes. Durante a feira, os agentes atuam em atividades de orientação, prevenção, fiscalização e apoio às demais forças de segurança. A administração municipal pretende adquirir 20 câmeras corporais para a Guarda Municipal de Pelotas. Os equipamentos deverão ser distribuídos conforme a organização interna da corporação e as necessidades identificadas pela Secretaria de Segurança Pública. Os recursos para a aquisição são provenientes de valores arrecadados por meio de multas aplicadas durante a pandemia de Covid-19. Conforme a legislação municipal, metade do montante arrecadado foi destinada ao Fundo Municipal de Saúde. Os outros 50% permaneceram vinculados a investimentos na área da segurança pública. Parte desse recurso deverá ser utilizada para a aquisição das câmeras corporais e para a implantação da estrutura necessária ao funcionamento do sistema. Além da compra dos aparelhos, a utilização das câmeras exige planejamento para o armazenamento das gravações. Os arquivos produzidos durante as atividades poderão ocupar um volume significativo de espaço, especialmente quando os equipamentos forem utilizados diariamente por vários agentes. O Município também deverá definir por quanto tempo as imagens serão mantidas, quais profissionais terão autorização para acessá-las e em quais situações os registros poderão ser compartilhados com a Polícia Civil, o Ministério Público, o Poder Judiciário ou outros órgãos. Outra questão a ser regulamentada é o momento em que a gravação deverá ser iniciada. Protocolos específicos costumam estabelecer se o equipamento deve permanecer ligado durante todo o turno ou ser acionado apenas quando o agente iniciar uma abordagem ou atendimento. A implantação da tecnologia também deverá respeitar a legislação relacionada à proteção de dados e à preservação da imagem das pessoas. Os registros não poderão ser utilizados de forma indiscriminada ou divulgados sem justificativa, especialmente quando envolverem vítimas, crianças, adolescentes ou situações de vulnerabilidade. A expectativa é de que o período de testes ajude a administração municipal a identificar as necessidades técnicas e operacionais antes da aquisição definitiva dos 20 equipamentos. A experiência deverá servir de base para a elaboração dos protocolos que orientarão os agentes no uso das câmeras. O treinamento dos profissionais será outra etapa necessária. Os guardas deverão receber orientações sobre acionamento, conservação, armazenamento das imagens, comunicação às pessoas abordadas e procedimentos em caso de falha ou dano no equipamento. O uso de câmeras corporais também poderá contribuir para a produção de provas em ocorrências atendidas pela Guarda Municipal. Em situações de flagrante, dano ao patrimônio público, ameaça ou agressão, os registros poderão auxiliar na identificação dos envolvidos e na comprovação das circunstâncias. As imagens também poderão ser utilizadas internamente para avaliação de procedimentos e aperfeiçoamento das equipes. A análise de ocorrências reais pode ajudar na identificação de falhas e na melhoria dos protocolos adotados pela corporação. Até o momento, não foram divulgados o valor estimado para a compra das 20 câmeras, a empresa responsável pelo equipamento utilizado nos testes ou o prazo para a conclusão do processo de aquisição. Também não foi informado se outros agentes participarão do período de testes após o encerramento da Fenadoce. A continuidade da avaliação deverá depender dos resultados observados durante a primeira experiência. O início da utilização representa um passo na modernização da estrutura da Guarda Municipal de Pelotas. A implantação definitiva, entretanto, dependerá da conclusão das análises técnicas, da definição dos protocolos e da aquisição dos equipamentos. A Secretaria de Segurança Pública deverá acompanhar o desempenho da câmera durante o evento e reunir informações que auxiliem na tomada de decisão. Após a avaliação, poderão ser definidos os próximos procedimentos relacionados à compra e à distribuição das unidades. A 32ª Fenadoce reúne diariamente um grande número de visitantes e conta com a atuação integrada de diferentes órgãos

Homem é encontrado morto dentro de veículo em frente à UBS Navegantes, em Pelotas

Um homem, com idade aproximada de 30 anos, foi encontrado morto dentro de um veículo na manhã desta sexta-feira (24), na Rua Darcy Vargas, em frente à Unidade Básica de Saúde Navegantes, em Pelotas. A Brigada Militar foi acionada para atender a ocorrência e realizou o isolamento da área, garantindo a preservação do local até a realização dos procedimentos necessários. O veículo permaneceu estacionado na via enquanto as equipes responsáveis trabalhavam no atendimento. De acordo com as informações iniciais, o homem foi localizado sem vida no interior do automóvel. Até o momento, não foram divulgados detalhes oficiais sobre a causa da morte ou sobre as circunstâncias que antecederam o ocorrido. A identidade da vítima também não havia sido informada oficialmente. A divulgação deverá ocorrer somente após a confirmação e a comunicação aos familiares. A ocorrência mobilizou as autoridades na região da Unidade Básica de Saúde Navegantes. O isolamento do local foi necessário para evitar alterações na área e permitir que os levantamentos fossem realizados adequadamente. As circunstâncias da morte serão investigadas pelos órgãos competentes. Somente após os procedimentos técnicos será possível confirmar o que provocou o óbito e se existem elementos que indiquem alguma situação criminosa ou outra causa. Até a conclusão da análise, não é possível afirmar como a morte aconteceu. Informações preliminares devem ser tratadas com cautela, especialmente enquanto não houver um posicionamento oficial das autoridades responsáveis pela ocorrência. O caso permanece em atendimento e novas informações poderão ser divulgadas ao longo do dia. A matéria será atualizada caso sejam confirmados novos detalhes sobre a identificação da vítima, a causa da morte e o andamento da apuração. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias@pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA.

Homem apontado como líder de organização criminosa do Amapá é preso em Porto Alegre

Um homem apontado pelas investigações como um dos líderes de uma organização criminosa com atuação no Amapá foi preso nesta quinta-feira (23), em Porto Alegre. A captura ocorreu durante o cumprimento de mandados judiciais relacionados a um desdobramento da Operação Convergência Nacional – Amapá. A ação contou com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio Grande do Sul e da Brigada Militar. As equipes atuaram no cumprimento das ordens de prisão, busca e apreensão expedidas no decorrer da investigação. Segundo as informações divulgadas sobre a operação, o homem preso seria integrante da liderança de um grupo investigado por crimes como tráfico de drogas, comércio ilegal de armas e homicídios. A presença do investigado em Porto Alegre passou a ser acompanhada pelas autoridades responsáveis pelo caso. Após a identificação do local onde ele se encontrava, as equipes organizaram a operação para o cumprimento da ordem judicial. Durante a ação, agentes apreenderam equipamentos eletrônicos, documentos e outros materiais que poderão ser analisados. Os objetos recolhidos podem contribuir para esclarecer a estrutura do grupo, identificar outros integrantes e verificar possíveis conexões da organização criminosa fora do Amapá. A investigação deverá analisar celulares, computadores e documentos encontrados durante o cumprimento das medidas judiciais. O material também poderá auxiliar na identificação de movimentações financeiras, contatos e possíveis ordens transmitidas entre integrantes do grupo. A Operação Convergência Nacional – Amapá tem como objetivo combater organizações criminosas envolvidas em delitos considerados de elevada gravidade. O trabalho reúne informações produzidas por diferentes órgãos de investigação e segurança pública. A cooperação entre instituições de estados distintos é necessária principalmente em casos nos quais os investigados deixam a região onde os crimes teriam sido praticados e passam a permanecer em outras unidades da Federação. O apoio prestado pelas forças de segurança do Rio Grande do Sul permitiu o cumprimento das determinações judiciais em Porto Alegre. A ação ocorreu de maneira integrada, com participação de agentes especializados no enfrentamento ao crime organizado. Após a prisão, o investigado foi encaminhado para os procedimentos legais. Ele permanecerá à disposição da Justiça e poderá ser transferido conforme as decisões adotadas pelas autoridades responsáveis pelo processo. A prisão não encerra as investigações. Os órgãos envolvidos deverão continuar a apuração para identificar outros participantes, reunir provas e verificar a possível prática de novos crimes relacionados ao grupo. Também será analisada a atuação do investigado dentro da organização criminosa. A responsabilidade individual de cada pessoa envolvida deverá ser definida ao longo do processo, garantindo o direito à defesa e o cumprimento das etapas previstas na legislação. Os materiais apreendidos poderão passar por perícia técnica. A análise busca recuperar dados, mensagens, arquivos e registros que possam estar relacionados às atividades investigadas. A operação representa mais uma etapa do trabalho de combate ao crime organizado e demonstra a integração entre instituições de diferentes estados para localizar investigados e cumprir decisões judiciais. Novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das investigações e a autorização dos órgãos responsáveis. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias@pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA

Suspeito é registrado em dois condomínios durante ocorrências de furto na área central de Pelotas

Um homem foi registrado por câmeras de segurança entrando em dois condomínios localizados em endereços diferentes da área central de Pelotas durante a tarde de terça-feira (21). Conforme relatos encaminhados ao Pelotas Notícias, as duas situações aconteceram em horários muito próximos, por volta das 16h, e as imagens mostram indivíduos com características semelhantes. Uma das ocorrências foi registrada em um condomínio situado na Rua Santa Cruz, entre as ruas Dom Pedro II e General Teles. Segundo as informações recebidas, o suspeito teria conseguido acessar o prédio e entrado em dois apartamentos. Em um dos imóveis, a moradora estava dentro da residência quando se deparou com o homem em sua sala. Após ser percebido, ele teria deixado o apartamento e saído do prédio demonstrando tranquilidade, como se nada tivesse acontecido. O segundo apartamento localizado no mesmo condomínio também teria sido acessado. Conforme o relato, o homem entrou no imóvel, vasculhou diferentes espaços e procurou objetos de valor. Ainda não foram divulgadas informações detalhadas sobre os itens eventualmente levados. Os moradores levantaram a possibilidade de o suspeito ter utilizado algum tipo de chave falsa, instrumento conhecido como chave micha ou outro mecanismo para abrir as portas. Essa hipótese, no entanto, ainda deverá ser verificada durante a investigação policial. Câmeras de segurança instaladas nas proximidades registraram a movimentação do homem na calçada e no acesso ao prédio. As imagens mostram o suspeito chegando ao local durante o dia, entrando no condomínio e deixando o endereço pouco tempo depois. Outra gravação recebida pelo Pelotas Notícias mostra um homem com características semelhantes circulando em frente a outro condomínio, também localizado na área central da cidade. Essa segunda situação teria ocorrido no mesmo dia e em horário próximo ao primeiro registro. Os endereços são diferentes, mas ambos ficam na região central. Diante da proximidade dos horários e das semelhanças observadas nas imagens, existe a suspeita de que o mesmo homem possa ter entrado nos dois condomínios. Apesar disso, a confirmação de que se trata da mesma pessoa dependerá da análise das gravações e dos demais elementos reunidos pelas autoridades. A investigação também deverá esclarecer de que maneira o suspeito conseguiu acessar os prédios e se houve participação de outras pessoas. Em uma das imagens, o homem aparece usando roupas escuras na parte superior, calça clara, boné e calçados em tom alaranjado. A descrição é apresentada apenas para auxiliar na compreensão dos registros, sem representar uma identificação definitiva. As vítimas e os responsáveis pelos imóveis reuniram vídeos, horários, relatos e outras informações relacionadas às duas ocorrências. Todo o material foi encaminhado à Polícia Civil, que poderá comparar as imagens e verificar a existência de outros registros semelhantes na região. Os vídeos também poderão contribuir para a identificação do trajeto percorrido pelo suspeito antes e depois das entradas nos condomínios. Imagens de estabelecimentos comerciais, residências e equipamentos de monitoramento existentes nas ruas próximas poderão ser solicitadas durante a apuração. A identidade dos moradores será preservada por questões de segurança. Também não serão divulgados os números dos prédios, nomes de estabelecimentos próximos ou outros detalhes que possam expor as vítimas e facilitar a localização dos imóveis. O caso reforça a importância de os condomínios revisarem os sistemas de acesso, fechaduras, portões e equipamentos de videomonitoramento. Moradores também devem evitar permitir a entrada de desconhecidos sem confirmação e comunicar imediatamente qualquer movimentação suspeita. Em situações semelhantes, a orientação é preservar as imagens originais, anotar os horários aproximados e não editar os vídeos antes de entregá-los às autoridades. Esses registros podem ser importantes para a identificação de pessoas, veículos e possíveis rotas de fuga. Também é recomendado que moradores não tentem abordar diretamente suspeitos dentro dos condomínios. Ao perceber uma invasão ou movimentação anormal, a prioridade deve ser buscar um local seguro e acionar as forças de segurança. A Polícia Civil deverá analisar as informações encaminhadas para verificar se os registros estão relacionados e se o homem aparece em outras ocorrências semelhantes. Até a conclusão da investigação, não é possível afirmar oficialmente que o mesmo suspeito tenha praticado os dois crimes. O Pelotas Notícias seguirá acompanhando o caso e poderá atualizar as informações após novos esclarecimentos das autoridades responsáveis. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA

Operação Sangradouro combate abigeato e abate clandestino em Pelotas

Uma grande operação integrada foi realizada nesta quinta-feira (23) em diferentes pontos das regiões do Laranjal, Barro Duro e Colônia Z3, em Pelotas, com o objetivo de combater crimes de abigeato, abate clandestino de animais e comercialização irregular de carne. Denominada Operação Sangradouro, a ação contou com o apoio da Polícia Civil, Brigada Militar e Exército Brasileiro. Durante os trabalhos, as equipes cumpriram mais de cinco mandados de busca e apreensão em endereços relacionados às investigações. Na Colônia Z3, os agentes localizaram uma estrutura que seria utilizada como abatedouro clandestino. No interior do local, foram encontradas grandes quantidades de carne, partes de animais penduradas e equipamentos que, conforme as informações iniciais, seriam utilizados para o corte, armazenamento e preparação dos produtos. Aproximadamente meia tonelada de carne foi apreendida durante a operação. As condições em que o material estava armazenado também deverão ser analisadas pelos órgãos responsáveis, considerando os riscos que produtos sem procedência, inspeção sanitária ou refrigeração adequada podem representar à saúde dos consumidores. As investigações apontam que animais furtados em propriedades rurais das regiões do Laranjal, Barro Duro e Colônia Z3 poderiam estar sendo levados até o local clandestino para o abate. Conforme as informações preliminares, parte do deslocamento seria realizada por meio de embarcações, utilizando os caminhos por água existentes na região. Após o abate, a carne seria preparada e posteriormente distribuída. A investigação busca esclarecer qual seria o destino final dos produtos e se eles estavam sendo comercializados em estabelecimentos da região sem qualquer comprovação de origem ou fiscalização sanitária. Dois estabelecimentos comerciais localizados na Colônia Z3 foram averiguados durante a operação. A eventual responsabilidade dos proprietários ou responsáveis pelos locais ainda será apurada pela Polícia Civil. A fiscalização e a presença das equipes nos comércios não significam, por si só, a confirmação de participação nos crimes investigados. Além da carne, as forças de segurança apreenderam uma arma de fogo, diversas munições, máscaras, roupas, facas, uma balança e outros objetos que poderão auxiliar na apuração dos fatos. Entre os materiais encontrados estavam peças de vestuário que poderiam ser utilizadas para dificultar a identificação dos envolvidos. As máscaras apreendidas também chamaram a atenção das equipes e passarão por análise. A investigação deverá apurar se os objetos teriam sido utilizados na prática de furtos de animais, no transporte da carne ou em outras ações criminosas relacionadas ao grupo investigado. A arma de fogo e as munições foram recolhidas e encaminhadas para perícia. A Polícia Civil deverá verificar a procedência do armamento, a existência de registro e se a arma pode estar relacionada a outros crimes registrados no município ou na zona rural. Durante a Operação Sangradouro, uma pessoa foi presa em flagrante. O preso foi encaminhado para a realização dos procedimentos legais, permanecendo à disposição da Justiça. O crime de abigeato consiste no furto de animais de criação, como bovinos, ovinos e outros rebanhos. Além do prejuízo causado aos produtores rurais, a prática pode alimentar uma cadeia clandestina de abate, transporte e venda de carne sem procedência comprovada. A comercialização de carne proveniente de abate clandestino também representa um risco à saúde pública, pois os animais não passam por inspeção veterinária e os produtos podem ser manipulados e armazenados em condições inadequadas. Todo o material recolhido durante a Operação Sangradouro foi encaminhado para os procedimentos legais. A carne apreendida deverá receber a destinação determinada pelas autoridades sanitárias e pelos responsáveis pela investigação. A Polícia Civil dará continuidade ao trabalho para identificar todas as pessoas envolvidas, esclarecer a origem dos animais, apurar como funcionava o transporte por embarcações e verificar para quais locais a carne era distribuída. Também deverá ser investigado há quanto tempo o possível esquema estava em funcionamento e se existem outros pontos de abate, armazenamento ou comercialização ligados ao grupo. Novas diligências e operações não estão descartadas. A ocorrência permanece em andamento e poderá receber novas atualizações após a conclusão das diligências e a divulgação do balanço oficial da operação. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA

Operação prende dois investigados por furtos de fios e cabos de energia na Praia do Cassino

A Polícia Civil realizou, na manhã desta quarta-feira (22), uma operação voltada ao combate a uma sequência de furtos de fios e cabos de energia elétrica registrados na Praia do Cassino, em Rio Grande. A ação foi conduzida pela Delegacia de Polícia do Cassino, vinculada à 7ª Região Policial, e contou com o apoio da Brigada Militar durante o cumprimento das medidas judiciais. Dois investigados foram presos. As equipes também recuperaram uma grande quantidade de fios e cabos de energia elétrica e apreenderam ferramentas, veículos e outros materiais que poderão contribuir para o avanço das investigações. A operação é resultado de aproximadamente seis meses de apuração. Durante esse período, os policiais buscaram identificar os integrantes do grupo investigado, os locais utilizados para armazenar os materiais e os possíveis destinatários dos fios e cabos retirados da rede elétrica. A Polícia Civil informou que os crimes provocaram prejuízos que ultrapassam o valor dos materiais furtados. As ações causaram interrupções no fornecimento de energia, transtornos para moradores e comerciantes e riscos ao funcionamento de serviços essenciais. Crimes voltaram a crescer em 2026 Em outubro de 2025, a Delegacia de Polícia do Cassino já havia realizado uma operação contra furtos de fios e cabos na região. Na ocasião, foram cumpridas medidas cautelares e efetuadas prisões autorizadas pelo Poder Judiciário. Conforme a avaliação policial, a ação contribuiu para uma redução significativa desse tipo de ocorrência durante mais de cinco meses. Entretanto, os furtos voltaram a ser registrados com maior intensidade no primeiro semestre de 2026. A nova investigação apontou que os suspeitos teriam reorganizado a atuação e passado a praticar os crimes de maneira mais frequente. Os policiais também apuram relatos de ameaças dirigidas a moradores que teriam tentado impedir ou denunciar os furtos. Outro ponto investigado é a utilização de veículos furtados para transportar os materiais retirados de postes, redes e instalações elétricas. Essas circunstâncias levaram a Polícia Civil a aprofundar as diligências e solicitar novas medidas cautelares ao Poder Judiciário. Dois investigados foram presos Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a autoridade policial apresentou os pedidos de prisão e de busca e apreensão. Após a autorização judicial, as equipes foram mobilizadas para o cumprimento dos mandados nesta quarta-feira. Dois investigados foram localizados e presos. Eles foram conduzidos para a realização dos procedimentos legais e permanecem à disposição da Justiça. As prisões realizadas durante a investigação possuem natureza cautelar e não representam condenação definitiva. A responsabilidade criminal dependerá da conclusão do inquérito e das decisões posteriores do Ministério Público e do Poder Judiciário. A Polícia Civil não informou todos os endereços onde as medidas foram cumpridas, nem detalhou a função que seria atribuída a cada investigado. Fios e cabos foram recuperados Durante a operação, os policiais localizaram uma quantidade considerada expressiva de fios e cabos de energia elétrica. As fotografias divulgadas mostram rolos de cabos transportados no compartimento de carga de um veículo, além de ferramentas que poderão ser analisadas para verificar uma eventual utilização nos furtos. O material recuperado deverá passar por verificação para determinar sua origem, identificar possíveis proprietários e estabelecer se está relacionado às ocorrências investigadas. Os policiais também deverão analisar objetos, registros e outros elementos apreendidos durante o cumprimento das buscas. Caso sejam encontrados aparelhos eletrônicos, o acesso ao conteúdo dependerá das autorizações judiciais correspondentes e dos limites estabelecidos pela legislação. Investigação apura receptação Uma das principais linhas de investigação busca identificar quem recebia e comprava os fios e cabos furtados. A retirada desses materiais costuma estar relacionada à comercialização do cobre e de outros componentes presentes na estrutura dos cabos. A existência de compradores pode estimular a continuidade dos furtos, criando uma cadeia que envolve quem retira o material, quem realiza o transporte e quem adquire ou revende o produto. Por esse motivo, a responsabilização dos receptadores é considerada uma etapa importante para interromper esse tipo de crime. A investigação conseguiu identificar locais para onde parte dos fios e cabos seria encaminhada. Novas medidas poderão ser solicitadas conforme o avanço das análises. Prejuízos atingem toda a comunidade O furto de fios e cabos não provoca apenas prejuízo financeiro às empresas responsáveis pelas redes. Quando um trecho é retirado ou danificado, moradores podem permanecer sem energia elétrica por várias horas. Estabelecimentos comerciais também podem perder produtos, interromper atendimentos e enfrentar dificuldades para manter equipamentos em funcionamento. A falta de energia pode comprometer iluminação pública, sistemas de segurança, serviços de comunicação e equipamentos utilizados por pessoas que necessitam de cuidados médicos. Os reparos exigem o deslocamento de equipes técnicas, substituição dos materiais e, em determinadas situações, interrupção temporária da circulação em vias públicas. Além disso, a manipulação clandestina da rede elétrica representa risco de choque, incêndio e morte para os próprios autores e para pessoas que estejam nas proximidades. Ameaças a moradores serão apuradas A Polícia Civil também apura informações de que moradores teriam sido ameaçados por integrantes do grupo investigado. As possíveis intimidações teriam ocorrido após pessoas da comunidade presenciarem movimentações suspeitas ou demonstrarem intenção de comunicar os fatos às autoridades. Esses relatos serão analisados individualmente. Testemunhas poderão ser ouvidas, e eventuais registros de mensagens, chamadas ou imagens poderão ser reunidos ao inquérito. A preservação da identidade de denunciantes é importante para evitar exposição e garantir a continuidade das investigações. Informações sobre furtos de fios e cabos, veículos utilizados ou locais de armazenamento podem ser encaminhadas diretamente aos órgãos de segurança. Operação teve apoio da Brigada Militar A Brigada Militar auxiliou a Polícia Civil durante o cumprimento das medidas judiciais. A atuação conjunta possibilitou o deslocamento das equipes, a segurança dos locais e o acompanhamento das diligências realizadas durante a operação. As imagens mostram viaturas da Polícia Civil e do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico durante as ações em ruas da região. A presença de diferentes equipes permite que vários mandados sejam cumpridos em um mesmo período, reduzindo a possibilidade de fuga ou retirada dos materiais investigados. Inquérito permanece em andamento A investigação continuará para identificar todos os participantes do grupo, esclarecer a dinâmica dos crimes

Polícia Civil prende dois investigados por agressão que terminou com a morte de jovem em Rio Grande

A Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa de Rio Grande realizou, nesta quarta-feira (22), uma operação policial para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão relacionados à investigação de um crime de lesão corporal seguida de morte. A ação foi realizada no bairro Hidráulica e resultou na prisão temporária de dois homens, de 44 e 23 anos. Conforme as informações divulgadas sobre a operação, ambos são investigados por possível participação na agressão que provocou a morte de um homem de 25 anos. Um terceiro investigado também teve a prisão temporária decretada pelo Poder Judiciário. Ele, entretanto, já estava recolhido ao sistema prisional em outra cidade do Rio Grande do Sul, em razão de uma prisão anterior relacionada ao tráfico de entorpecentes. Os mandados foram solicitados pela Polícia Civil após o avanço das diligências e a reunião de elementos considerados relevantes para o esclarecimento do caso. A prisão temporária é uma medida cautelar utilizada durante a investigação e não representa uma condenação definitiva. A eventual responsabilidade criminal de cada investigado dependerá da conclusão do inquérito, da análise do Ministério Público e de decisão do Poder Judiciário. Vítima foi agredida e abandonada em via pública O crime investigado ocorreu no dia 7 de maio de 2026. Segundo a apuração, a vítima, um homem de 25 anos, foi violentamente agredida e abandonada em uma via pública. Após ser localizada, a vítima recebeu atendimento e foi encaminhada para uma unidade hospitalar. Devido à gravidade das lesões, permaneceu internada sob cuidados médicos. Mesmo com o atendimento, o jovem não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 9 de maio, dois dias depois da agressão. A partir da confirmação da morte, o caso passou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa de Rio Grande. Os policiais passaram a buscar informações sobre a dinâmica da agressão, as pessoas que estiveram com a vítima antes do crime e os acontecimentos registrados no local onde ela foi encontrada. Diligências permitiram identificar os suspeitos Durante a investigação, a Polícia Civil realizou diligências para identificar os possíveis envolvidos e reunir elementos que permitissem solicitar medidas cautelares ao Poder Judiciário. O trabalho pode envolver a análise de depoimentos, imagens de câmeras de segurança, registros de comunicação, informações repassadas por testemunhas e outros elementos relacionados ao caso. Com o avanço das apurações, três pessoas foram identificadas como investigadas pela possível participação na agressão. Diante dos elementos reunidos, a Polícia Civil representou pela prisão temporária dos suspeitos e pela expedição de mandados de busca e apreensão. As medidas foram analisadas e autorizadas pelo Poder Judiciário. Nesta quarta-feira, as equipes foram mobilizadas para cumprir as ordens judiciais. Dois homens foram presos no bairro Hidráulica Durante a operação no bairro Hidráulica, os policiais localizaram e prenderam temporariamente dois dos investigados. Os homens, de 44 e 23 anos, foram conduzidos para os procedimentos legais e deverão permanecer à disposição da Justiça durante o período estabelecido nas decisões judiciais. A Polícia Civil não detalhou os pontos exatos onde os mandados foram cumpridos, os objetos eventualmente apreendidos ou a versão apresentada pelos suspeitos. Essas informações poderão integrar o inquérito e ser analisadas juntamente com os demais elementos reunidos ao longo da investigação. O terceiro investigado não precisou ser localizado durante a operação, pois já estava preso em outro município do Estado devido a uma ocorrência relacionada ao tráfico de drogas. Com a nova decisão judicial, a prisão temporária relacionada ao caso investigado pela DHPP também deverá ser formalmente cumprida. Buscas podem auxiliar no esclarecimento do crime Além das prisões temporárias, a operação também envolveu o cumprimento de mandados de busca e apreensão. Esse tipo de medida permite que os policiais procurem objetos, documentos, aparelhos eletrônicos, roupas ou outros materiais que possam contribuir para a investigação. Caso tenham sido recolhidos celulares ou outros dispositivos, qualquer acesso ao conteúdo deverá respeitar as autorizações e os limites estabelecidos judicialmente. Os materiais eventualmente apreendidos poderão ser encaminhados para análise técnica e confrontados com as informações já existentes no inquérito. A Polícia Civil não informou se algum objeto diretamente relacionado à agressão foi localizado durante as buscas. Investigação busca esclarecer participação de cada envolvido A continuidade do inquérito deverá estabelecer o papel atribuído a cada investigado na agressão. Os policiais buscarão esclarecer quem participou diretamente das agressões, se houve divisão de tarefas, qual teria sido a motivação e de que forma a vítima foi abandonada na via pública. Também deverá ser apurado se outras pessoas presenciaram o crime, prestaram algum tipo de auxílio ou tiveram conhecimento dos fatos sem comunicar às autoridades. Os investigados poderão ser ouvidos, assim como novas testemunhas que forem identificadas durante as diligências. Os depoimentos deverão ser confrontados com laudos, imagens, registros e demais provas reunidas. Laudos ajudam a definir a dinâmica da agressão Os documentos médicos e periciais relacionados ao atendimento e à morte da vítima deverão integrar a investigação. Os laudos podem indicar a natureza das lesões, a gravidade dos ferimentos e a relação entre a agressão sofrida no dia 7 de maio e a morte ocorrida dois dias depois. Essas informações são importantes para a definição jurídica do caso e para a análise da conduta atribuída aos investigados. O crime de lesão corporal seguida de morte ocorre quando existe a intenção de agredir, mas o resultado provoca a morte da vítima. A classificação definitiva, entretanto, dependerá da avaliação das autoridades com base nos elementos do inquérito. O Ministério Público poderá manter esse entendimento, solicitar novas diligências ou avaliar outra tipificação conforme as provas reunidas. Prisões são temporárias As prisões cumpridas nesta quarta-feira possuem caráter temporário e foram autorizadas para auxiliar no andamento da investigação. Durante esse período, a Polícia Civil poderá concluir depoimentos, analisar materiais apreendidos e realizar novas diligências sem o risco de interferência dos investigados na coleta das provas. Ao término do prazo, a autoridade policial poderá solicitar a prorrogação da medida ou representar pela prisão preventiva, caso entenda que os requisitos legais estão presentes. O Poder Judiciário também poderá determinar a soltura dos

Morte de homem em imóvel na Rua Santa Tecla é investigada em Pelotas

A morte de um homem registrada na tarde desta quarta-feira (22), em um imóvel localizado na Rua Santa Tecla, próximo ao Pronto Socorro, em Pelotas, será investigada pela Polícia Civil. As informações disponíveis até o momento são preliminares e ainda não permitem estabelecer em quais circunstâncias ocorreu a morte. Não existe confirmação oficial se o caso envolve homicídio, suicídio ou outra situação. Equipes foram acionadas para atender a ocorrência e o local foi preservado para a realização dos procedimentos necessários. O trabalho deverá incluir o levantamento dos vestígios existentes no imóvel e a análise das condições em que o homem foi localizado. Até a publicação desta matéria, não haviam sido divulgadas informações oficiais sobre a identidade ou a idade da vítima. Também não foi informado se havia outras pessoas no imóvel no momento da ocorrência. A investigação deverá aguardar os exames periciais antes de definir uma linha principal de apuração. Qualquer conclusão antecipada poderia comprometer a correta compreensão dos fatos. Nenhuma hipótese foi confirmada A ocorrência ainda está em fase inicial de apuração. Por esse motivo, não é possível afirmar se houve a participação de outra pessoa ou se a morte ocorreu em circunstâncias diferentes. As autoridades deverão analisar todos os elementos disponíveis antes de confirmar a natureza do caso. Entre os pontos que precisam ser esclarecidos estão a causa da morte, o horário aproximado em que ela ocorreu e a movimentação registrada no imóvel. A posição em que o homem foi localizado, as condições do ambiente e os objetos encontrados no local poderão contribuir para a reconstrução dos acontecimentos. Caso algum material seja considerado relevante, ele poderá ser recolhido e encaminhado para análise técnica. Perícia será fundamental para esclarecer o caso Os exames periciais terão papel essencial na investigação. Somente os laudos poderão indicar oficialmente a causa da morte e as características de possíveis lesões identificadas no corpo. A análise técnica também poderá apontar se os vestígios encontrados no imóvel são compatíveis com a presença de outra pessoa ou com outra dinâmica. O trabalho dos peritos busca documentar o ambiente antes que qualquer elemento seja alterado. Fotografias, medições, coleta de materiais e observação da disposição dos objetos podem integrar os procedimentos realizados. Após os levantamentos iniciais, o corpo deverá ser encaminhado para os exames legais. Os resultados serão anexados ao procedimento conduzido pela Polícia Civil. A conclusão dos laudos pode exigir tempo, conforme a complexidade das análises solicitadas. Polícia Civil deverá reunir depoimentos e imagens A Polícia Civil deverá ouvir pessoas que possam contribuir com informações sobre o ocorrido. Moradores, vizinhos e pessoas que estiveram na Rua Santa Tecla durante o período da ocorrência poderão ser procurados para prestar esclarecimentos. Câmeras de segurança existentes em imóveis, estabelecimentos comerciais ou veículos próximos também poderão auxiliar na investigação. As imagens podem mostrar a entrada ou a saída de pessoas do local e ajudar a estabelecer uma sequência aproximada dos acontecimentos. Os investigadores também deverão verificar quem manteve contato com o homem antes da morte e se houve alguma movimentação considerada incomum nas proximidades. Essas diligências serão realizadas sem descartar nenhuma possibilidade até que os elementos técnicos permitam uma conclusão mais segura. Identidade ainda não foi divulgada O nome do homem ainda não havia sido divulgado oficialmente até a publicação desta matéria. A identificação deve ser confirmada antes de qualquer divulgação, especialmente para que os familiares sejam comunicados pelos canais adequados. O Pelotas Notícias preservará a identidade enquanto não houver confirmação oficial. Também não foram divulgadas informações sobre profissão, endereço ou relação da vítima com o imóvel onde a ocorrência foi registrada. Imóvel fica próximo ao Pronto Socorro A ocorrência foi registrada em um imóvel na Rua Santa Tecla, próximo ao Pronto Socorro de Pelotas. A localização gerou inicialmente informações imprecisas de que o homem teria sido encontrado nas imediações da unidade de atendimento. A apuração posterior indica que o caso ocorreu dentro de um imóvel situado na mesma região. A ocorrência não foi registrada dentro do Pronto Socorro. Essa distinção é importante para evitar interpretações incorretas sobre o local exato do atendimento. Investigação deve evitar conclusões antecipadas Casos dessa natureza exigem cautela na divulgação das informações. Enquanto os laudos não forem concluídos e os depoimentos não forem reunidos, não é possível definir se houve crime ou outra circunstância. A Polícia Civil deverá trabalhar com diferentes possibilidades e eliminar hipóteses conforme as evidências forem analisadas. Ainda não existem informações oficiais sobre suspeitos, prisões ou buscas relacionadas à ocorrência. Também não há confirmação sobre a presença de algum objeto específico no imóvel ou sobre a forma como a morte aconteceu. A divulgação de informações sem confirmação pode prejudicar a investigação, atingir familiares e provocar interpretações equivocadas. Caso permanece em atualização A ocorrência segue em andamento e novas informações poderão ser divulgadas ao longo das próximas horas. O avanço da investigação dependerá dos resultados da perícia, da identificação formal do homem e dos depoimentos colhidos. Somente depois da reunião desses elementos será possível estabelecer a causa da morte e determinar se houve ou não participação de outra pessoa. O Pelotas Notícias seguirá acompanhando o caso e atualizará a matéria quando houver novas informações confirmadas pelas autoridades responsáveis. Matéria em atualização. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA Envie sua notícia: (53) 99705-1627pelotasnoticias.comercial@gmail.com me

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