Operação Sangradouro combate abigeato e abate clandestino em Pelotas

Uma grande operação integrada foi realizada nesta quinta-feira (23) em diferentes pontos das regiões do Laranjal, Barro Duro e Colônia Z3, em Pelotas, com o objetivo de combater crimes de abigeato, abate clandestino de animais e comercialização irregular de carne. Denominada Operação Sangradouro, a ação contou com o apoio da Polícia Civil, Brigada Militar e Exército Brasileiro. Durante os trabalhos, as equipes cumpriram mais de cinco mandados de busca e apreensão em endereços relacionados às investigações. Na Colônia Z3, os agentes localizaram uma estrutura que seria utilizada como abatedouro clandestino. No interior do local, foram encontradas grandes quantidades de carne, partes de animais penduradas e equipamentos que, conforme as informações iniciais, seriam utilizados para o corte, armazenamento e preparação dos produtos. Aproximadamente meia tonelada de carne foi apreendida durante a operação. As condições em que o material estava armazenado também deverão ser analisadas pelos órgãos responsáveis, considerando os riscos que produtos sem procedência, inspeção sanitária ou refrigeração adequada podem representar à saúde dos consumidores. As investigações apontam que animais furtados em propriedades rurais das regiões do Laranjal, Barro Duro e Colônia Z3 poderiam estar sendo levados até o local clandestino para o abate. Conforme as informações preliminares, parte do deslocamento seria realizada por meio de embarcações, utilizando os caminhos por água existentes na região. Após o abate, a carne seria preparada e posteriormente distribuída. A investigação busca esclarecer qual seria o destino final dos produtos e se eles estavam sendo comercializados em estabelecimentos da região sem qualquer comprovação de origem ou fiscalização sanitária. Dois estabelecimentos comerciais localizados na Colônia Z3 foram averiguados durante a operação. A eventual responsabilidade dos proprietários ou responsáveis pelos locais ainda será apurada pela Polícia Civil. A fiscalização e a presença das equipes nos comércios não significam, por si só, a confirmação de participação nos crimes investigados. Além da carne, as forças de segurança apreenderam uma arma de fogo, diversas munições, máscaras, roupas, facas, uma balança e outros objetos que poderão auxiliar na apuração dos fatos. Entre os materiais encontrados estavam peças de vestuário que poderiam ser utilizadas para dificultar a identificação dos envolvidos. As máscaras apreendidas também chamaram a atenção das equipes e passarão por análise. A investigação deverá apurar se os objetos teriam sido utilizados na prática de furtos de animais, no transporte da carne ou em outras ações criminosas relacionadas ao grupo investigado. A arma de fogo e as munições foram recolhidas e encaminhadas para perícia. A Polícia Civil deverá verificar a procedência do armamento, a existência de registro e se a arma pode estar relacionada a outros crimes registrados no município ou na zona rural. Durante a Operação Sangradouro, uma pessoa foi presa em flagrante. O preso foi encaminhado para a realização dos procedimentos legais, permanecendo à disposição da Justiça. O crime de abigeato consiste no furto de animais de criação, como bovinos, ovinos e outros rebanhos. Além do prejuízo causado aos produtores rurais, a prática pode alimentar uma cadeia clandestina de abate, transporte e venda de carne sem procedência comprovada. A comercialização de carne proveniente de abate clandestino também representa um risco à saúde pública, pois os animais não passam por inspeção veterinária e os produtos podem ser manipulados e armazenados em condições inadequadas. Todo o material recolhido durante a Operação Sangradouro foi encaminhado para os procedimentos legais. A carne apreendida deverá receber a destinação determinada pelas autoridades sanitárias e pelos responsáveis pela investigação. A Polícia Civil dará continuidade ao trabalho para identificar todas as pessoas envolvidas, esclarecer a origem dos animais, apurar como funcionava o transporte por embarcações e verificar para quais locais a carne era distribuída. Também deverá ser investigado há quanto tempo o possível esquema estava em funcionamento e se existem outros pontos de abate, armazenamento ou comercialização ligados ao grupo. Novas diligências e operações não estão descartadas. A ocorrência permanece em andamento e poderá receber novas atualizações após a conclusão das diligências e a divulgação do balanço oficial da operação. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA
Operação prende dois investigados por furtos de fios e cabos de energia na Praia do Cassino

A Polícia Civil realizou, na manhã desta quarta-feira (22), uma operação voltada ao combate a uma sequência de furtos de fios e cabos de energia elétrica registrados na Praia do Cassino, em Rio Grande. A ação foi conduzida pela Delegacia de Polícia do Cassino, vinculada à 7ª Região Policial, e contou com o apoio da Brigada Militar durante o cumprimento das medidas judiciais. Dois investigados foram presos. As equipes também recuperaram uma grande quantidade de fios e cabos de energia elétrica e apreenderam ferramentas, veículos e outros materiais que poderão contribuir para o avanço das investigações. A operação é resultado de aproximadamente seis meses de apuração. Durante esse período, os policiais buscaram identificar os integrantes do grupo investigado, os locais utilizados para armazenar os materiais e os possíveis destinatários dos fios e cabos retirados da rede elétrica. A Polícia Civil informou que os crimes provocaram prejuízos que ultrapassam o valor dos materiais furtados. As ações causaram interrupções no fornecimento de energia, transtornos para moradores e comerciantes e riscos ao funcionamento de serviços essenciais. Crimes voltaram a crescer em 2026 Em outubro de 2025, a Delegacia de Polícia do Cassino já havia realizado uma operação contra furtos de fios e cabos na região. Na ocasião, foram cumpridas medidas cautelares e efetuadas prisões autorizadas pelo Poder Judiciário. Conforme a avaliação policial, a ação contribuiu para uma redução significativa desse tipo de ocorrência durante mais de cinco meses. Entretanto, os furtos voltaram a ser registrados com maior intensidade no primeiro semestre de 2026. A nova investigação apontou que os suspeitos teriam reorganizado a atuação e passado a praticar os crimes de maneira mais frequente. Os policiais também apuram relatos de ameaças dirigidas a moradores que teriam tentado impedir ou denunciar os furtos. Outro ponto investigado é a utilização de veículos furtados para transportar os materiais retirados de postes, redes e instalações elétricas. Essas circunstâncias levaram a Polícia Civil a aprofundar as diligências e solicitar novas medidas cautelares ao Poder Judiciário. Dois investigados foram presos Com base nos elementos reunidos durante a investigação, a autoridade policial apresentou os pedidos de prisão e de busca e apreensão. Após a autorização judicial, as equipes foram mobilizadas para o cumprimento dos mandados nesta quarta-feira. Dois investigados foram localizados e presos. Eles foram conduzidos para a realização dos procedimentos legais e permanecem à disposição da Justiça. As prisões realizadas durante a investigação possuem natureza cautelar e não representam condenação definitiva. A responsabilidade criminal dependerá da conclusão do inquérito e das decisões posteriores do Ministério Público e do Poder Judiciário. A Polícia Civil não informou todos os endereços onde as medidas foram cumpridas, nem detalhou a função que seria atribuída a cada investigado. Fios e cabos foram recuperados Durante a operação, os policiais localizaram uma quantidade considerada expressiva de fios e cabos de energia elétrica. As fotografias divulgadas mostram rolos de cabos transportados no compartimento de carga de um veículo, além de ferramentas que poderão ser analisadas para verificar uma eventual utilização nos furtos. O material recuperado deverá passar por verificação para determinar sua origem, identificar possíveis proprietários e estabelecer se está relacionado às ocorrências investigadas. Os policiais também deverão analisar objetos, registros e outros elementos apreendidos durante o cumprimento das buscas. Caso sejam encontrados aparelhos eletrônicos, o acesso ao conteúdo dependerá das autorizações judiciais correspondentes e dos limites estabelecidos pela legislação. Investigação apura receptação Uma das principais linhas de investigação busca identificar quem recebia e comprava os fios e cabos furtados. A retirada desses materiais costuma estar relacionada à comercialização do cobre e de outros componentes presentes na estrutura dos cabos. A existência de compradores pode estimular a continuidade dos furtos, criando uma cadeia que envolve quem retira o material, quem realiza o transporte e quem adquire ou revende o produto. Por esse motivo, a responsabilização dos receptadores é considerada uma etapa importante para interromper esse tipo de crime. A investigação conseguiu identificar locais para onde parte dos fios e cabos seria encaminhada. Novas medidas poderão ser solicitadas conforme o avanço das análises. Prejuízos atingem toda a comunidade O furto de fios e cabos não provoca apenas prejuízo financeiro às empresas responsáveis pelas redes. Quando um trecho é retirado ou danificado, moradores podem permanecer sem energia elétrica por várias horas. Estabelecimentos comerciais também podem perder produtos, interromper atendimentos e enfrentar dificuldades para manter equipamentos em funcionamento. A falta de energia pode comprometer iluminação pública, sistemas de segurança, serviços de comunicação e equipamentos utilizados por pessoas que necessitam de cuidados médicos. Os reparos exigem o deslocamento de equipes técnicas, substituição dos materiais e, em determinadas situações, interrupção temporária da circulação em vias públicas. Além disso, a manipulação clandestina da rede elétrica representa risco de choque, incêndio e morte para os próprios autores e para pessoas que estejam nas proximidades. Ameaças a moradores serão apuradas A Polícia Civil também apura informações de que moradores teriam sido ameaçados por integrantes do grupo investigado. As possíveis intimidações teriam ocorrido após pessoas da comunidade presenciarem movimentações suspeitas ou demonstrarem intenção de comunicar os fatos às autoridades. Esses relatos serão analisados individualmente. Testemunhas poderão ser ouvidas, e eventuais registros de mensagens, chamadas ou imagens poderão ser reunidos ao inquérito. A preservação da identidade de denunciantes é importante para evitar exposição e garantir a continuidade das investigações. Informações sobre furtos de fios e cabos, veículos utilizados ou locais de armazenamento podem ser encaminhadas diretamente aos órgãos de segurança. Operação teve apoio da Brigada Militar A Brigada Militar auxiliou a Polícia Civil durante o cumprimento das medidas judiciais. A atuação conjunta possibilitou o deslocamento das equipes, a segurança dos locais e o acompanhamento das diligências realizadas durante a operação. As imagens mostram viaturas da Polícia Civil e do Departamento Estadual de Investigações do Narcotráfico durante as ações em ruas da região. A presença de diferentes equipes permite que vários mandados sejam cumpridos em um mesmo período, reduzindo a possibilidade de fuga ou retirada dos materiais investigados. Inquérito permanece em andamento A investigação continuará para identificar todos os participantes do grupo, esclarecer a dinâmica dos crimes
Polícia Civil prende dois investigados por agressão que terminou com a morte de jovem em Rio Grande

A Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa de Rio Grande realizou, nesta quarta-feira (22), uma operação policial para cumprir mandados de prisão temporária e de busca e apreensão relacionados à investigação de um crime de lesão corporal seguida de morte. A ação foi realizada no bairro Hidráulica e resultou na prisão temporária de dois homens, de 44 e 23 anos. Conforme as informações divulgadas sobre a operação, ambos são investigados por possível participação na agressão que provocou a morte de um homem de 25 anos. Um terceiro investigado também teve a prisão temporária decretada pelo Poder Judiciário. Ele, entretanto, já estava recolhido ao sistema prisional em outra cidade do Rio Grande do Sul, em razão de uma prisão anterior relacionada ao tráfico de entorpecentes. Os mandados foram solicitados pela Polícia Civil após o avanço das diligências e a reunião de elementos considerados relevantes para o esclarecimento do caso. A prisão temporária é uma medida cautelar utilizada durante a investigação e não representa uma condenação definitiva. A eventual responsabilidade criminal de cada investigado dependerá da conclusão do inquérito, da análise do Ministério Público e de decisão do Poder Judiciário. Vítima foi agredida e abandonada em via pública O crime investigado ocorreu no dia 7 de maio de 2026. Segundo a apuração, a vítima, um homem de 25 anos, foi violentamente agredida e abandonada em uma via pública. Após ser localizada, a vítima recebeu atendimento e foi encaminhada para uma unidade hospitalar. Devido à gravidade das lesões, permaneceu internada sob cuidados médicos. Mesmo com o atendimento, o jovem não resistiu aos ferimentos e morreu no dia 9 de maio, dois dias depois da agressão. A partir da confirmação da morte, o caso passou a ser investigado pela Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa de Rio Grande. Os policiais passaram a buscar informações sobre a dinâmica da agressão, as pessoas que estiveram com a vítima antes do crime e os acontecimentos registrados no local onde ela foi encontrada. Diligências permitiram identificar os suspeitos Durante a investigação, a Polícia Civil realizou diligências para identificar os possíveis envolvidos e reunir elementos que permitissem solicitar medidas cautelares ao Poder Judiciário. O trabalho pode envolver a análise de depoimentos, imagens de câmeras de segurança, registros de comunicação, informações repassadas por testemunhas e outros elementos relacionados ao caso. Com o avanço das apurações, três pessoas foram identificadas como investigadas pela possível participação na agressão. Diante dos elementos reunidos, a Polícia Civil representou pela prisão temporária dos suspeitos e pela expedição de mandados de busca e apreensão. As medidas foram analisadas e autorizadas pelo Poder Judiciário. Nesta quarta-feira, as equipes foram mobilizadas para cumprir as ordens judiciais. Dois homens foram presos no bairro Hidráulica Durante a operação no bairro Hidráulica, os policiais localizaram e prenderam temporariamente dois dos investigados. Os homens, de 44 e 23 anos, foram conduzidos para os procedimentos legais e deverão permanecer à disposição da Justiça durante o período estabelecido nas decisões judiciais. A Polícia Civil não detalhou os pontos exatos onde os mandados foram cumpridos, os objetos eventualmente apreendidos ou a versão apresentada pelos suspeitos. Essas informações poderão integrar o inquérito e ser analisadas juntamente com os demais elementos reunidos ao longo da investigação. O terceiro investigado não precisou ser localizado durante a operação, pois já estava preso em outro município do Estado devido a uma ocorrência relacionada ao tráfico de drogas. Com a nova decisão judicial, a prisão temporária relacionada ao caso investigado pela DHPP também deverá ser formalmente cumprida. Buscas podem auxiliar no esclarecimento do crime Além das prisões temporárias, a operação também envolveu o cumprimento de mandados de busca e apreensão. Esse tipo de medida permite que os policiais procurem objetos, documentos, aparelhos eletrônicos, roupas ou outros materiais que possam contribuir para a investigação. Caso tenham sido recolhidos celulares ou outros dispositivos, qualquer acesso ao conteúdo deverá respeitar as autorizações e os limites estabelecidos judicialmente. Os materiais eventualmente apreendidos poderão ser encaminhados para análise técnica e confrontados com as informações já existentes no inquérito. A Polícia Civil não informou se algum objeto diretamente relacionado à agressão foi localizado durante as buscas. Investigação busca esclarecer participação de cada envolvido A continuidade do inquérito deverá estabelecer o papel atribuído a cada investigado na agressão. Os policiais buscarão esclarecer quem participou diretamente das agressões, se houve divisão de tarefas, qual teria sido a motivação e de que forma a vítima foi abandonada na via pública. Também deverá ser apurado se outras pessoas presenciaram o crime, prestaram algum tipo de auxílio ou tiveram conhecimento dos fatos sem comunicar às autoridades. Os investigados poderão ser ouvidos, assim como novas testemunhas que forem identificadas durante as diligências. Os depoimentos deverão ser confrontados com laudos, imagens, registros e demais provas reunidas. Laudos ajudam a definir a dinâmica da agressão Os documentos médicos e periciais relacionados ao atendimento e à morte da vítima deverão integrar a investigação. Os laudos podem indicar a natureza das lesões, a gravidade dos ferimentos e a relação entre a agressão sofrida no dia 7 de maio e a morte ocorrida dois dias depois. Essas informações são importantes para a definição jurídica do caso e para a análise da conduta atribuída aos investigados. O crime de lesão corporal seguida de morte ocorre quando existe a intenção de agredir, mas o resultado provoca a morte da vítima. A classificação definitiva, entretanto, dependerá da avaliação das autoridades com base nos elementos do inquérito. O Ministério Público poderá manter esse entendimento, solicitar novas diligências ou avaliar outra tipificação conforme as provas reunidas. Prisões são temporárias As prisões cumpridas nesta quarta-feira possuem caráter temporário e foram autorizadas para auxiliar no andamento da investigação. Durante esse período, a Polícia Civil poderá concluir depoimentos, analisar materiais apreendidos e realizar novas diligências sem o risco de interferência dos investigados na coleta das provas. Ao término do prazo, a autoridade policial poderá solicitar a prorrogação da medida ou representar pela prisão preventiva, caso entenda que os requisitos legais estão presentes. O Poder Judiciário também poderá determinar a soltura dos
Morte de homem em imóvel na Rua Santa Tecla é investigada em Pelotas

A morte de um homem registrada na tarde desta quarta-feira (22), em um imóvel localizado na Rua Santa Tecla, próximo ao Pronto Socorro, em Pelotas, será investigada pela Polícia Civil. As informações disponíveis até o momento são preliminares e ainda não permitem estabelecer em quais circunstâncias ocorreu a morte. Não existe confirmação oficial se o caso envolve homicídio, suicídio ou outra situação. Equipes foram acionadas para atender a ocorrência e o local foi preservado para a realização dos procedimentos necessários. O trabalho deverá incluir o levantamento dos vestígios existentes no imóvel e a análise das condições em que o homem foi localizado. Até a publicação desta matéria, não haviam sido divulgadas informações oficiais sobre a identidade ou a idade da vítima. Também não foi informado se havia outras pessoas no imóvel no momento da ocorrência. A investigação deverá aguardar os exames periciais antes de definir uma linha principal de apuração. Qualquer conclusão antecipada poderia comprometer a correta compreensão dos fatos. Nenhuma hipótese foi confirmada A ocorrência ainda está em fase inicial de apuração. Por esse motivo, não é possível afirmar se houve a participação de outra pessoa ou se a morte ocorreu em circunstâncias diferentes. As autoridades deverão analisar todos os elementos disponíveis antes de confirmar a natureza do caso. Entre os pontos que precisam ser esclarecidos estão a causa da morte, o horário aproximado em que ela ocorreu e a movimentação registrada no imóvel. A posição em que o homem foi localizado, as condições do ambiente e os objetos encontrados no local poderão contribuir para a reconstrução dos acontecimentos. Caso algum material seja considerado relevante, ele poderá ser recolhido e encaminhado para análise técnica. Perícia será fundamental para esclarecer o caso Os exames periciais terão papel essencial na investigação. Somente os laudos poderão indicar oficialmente a causa da morte e as características de possíveis lesões identificadas no corpo. A análise técnica também poderá apontar se os vestígios encontrados no imóvel são compatíveis com a presença de outra pessoa ou com outra dinâmica. O trabalho dos peritos busca documentar o ambiente antes que qualquer elemento seja alterado. Fotografias, medições, coleta de materiais e observação da disposição dos objetos podem integrar os procedimentos realizados. Após os levantamentos iniciais, o corpo deverá ser encaminhado para os exames legais. Os resultados serão anexados ao procedimento conduzido pela Polícia Civil. A conclusão dos laudos pode exigir tempo, conforme a complexidade das análises solicitadas. Polícia Civil deverá reunir depoimentos e imagens A Polícia Civil deverá ouvir pessoas que possam contribuir com informações sobre o ocorrido. Moradores, vizinhos e pessoas que estiveram na Rua Santa Tecla durante o período da ocorrência poderão ser procurados para prestar esclarecimentos. Câmeras de segurança existentes em imóveis, estabelecimentos comerciais ou veículos próximos também poderão auxiliar na investigação. As imagens podem mostrar a entrada ou a saída de pessoas do local e ajudar a estabelecer uma sequência aproximada dos acontecimentos. Os investigadores também deverão verificar quem manteve contato com o homem antes da morte e se houve alguma movimentação considerada incomum nas proximidades. Essas diligências serão realizadas sem descartar nenhuma possibilidade até que os elementos técnicos permitam uma conclusão mais segura. Identidade ainda não foi divulgada O nome do homem ainda não havia sido divulgado oficialmente até a publicação desta matéria. A identificação deve ser confirmada antes de qualquer divulgação, especialmente para que os familiares sejam comunicados pelos canais adequados. O Pelotas Notícias preservará a identidade enquanto não houver confirmação oficial. Também não foram divulgadas informações sobre profissão, endereço ou relação da vítima com o imóvel onde a ocorrência foi registrada. Imóvel fica próximo ao Pronto Socorro A ocorrência foi registrada em um imóvel na Rua Santa Tecla, próximo ao Pronto Socorro de Pelotas. A localização gerou inicialmente informações imprecisas de que o homem teria sido encontrado nas imediações da unidade de atendimento. A apuração posterior indica que o caso ocorreu dentro de um imóvel situado na mesma região. A ocorrência não foi registrada dentro do Pronto Socorro. Essa distinção é importante para evitar interpretações incorretas sobre o local exato do atendimento. Investigação deve evitar conclusões antecipadas Casos dessa natureza exigem cautela na divulgação das informações. Enquanto os laudos não forem concluídos e os depoimentos não forem reunidos, não é possível definir se houve crime ou outra circunstância. A Polícia Civil deverá trabalhar com diferentes possibilidades e eliminar hipóteses conforme as evidências forem analisadas. Ainda não existem informações oficiais sobre suspeitos, prisões ou buscas relacionadas à ocorrência. Também não há confirmação sobre a presença de algum objeto específico no imóvel ou sobre a forma como a morte aconteceu. A divulgação de informações sem confirmação pode prejudicar a investigação, atingir familiares e provocar interpretações equivocadas. Caso permanece em atualização A ocorrência segue em andamento e novas informações poderão ser divulgadas ao longo das próximas horas. O avanço da investigação dependerá dos resultados da perícia, da identificação formal do homem e dos depoimentos colhidos. Somente depois da reunião desses elementos será possível estabelecer a causa da morte e determinar se houve ou não participação de outra pessoa. O Pelotas Notícias seguirá acompanhando o caso e atualizará a matéria quando houver novas informações confirmadas pelas autoridades responsáveis. Matéria em atualização. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA Envie sua notícia: (53) 99705-1627pelotasnoticias.comercial@gmail.com me
Homem é preso em flagrante após homicídio com golpes de machado no interior de Rio Grande

Um homem foi preso em flagrante após um homicídio ocorrido na tarde de segunda-feira (20), dentro de uma residência situada no Corredor do Pesqueiro, nas proximidades da localidade do Povo Novo, no interior do município de Rio Grande. As informações foram divulgadas pela Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa de Rio Grande, responsável pela continuidade da investigação. A vítima foi identificada pelas iniciais R.M.S.S. Conforme a nota encaminhada pela Polícia Civil, as equipes receberam informações sobre o crime e se deslocaram até o endereço indicado. No local, foi confirmado o óbito da vítima. As diligências preliminares apontam que o morador do imóvel, identificado pelas iniciais A.J.M., teria desferido diversos golpes de machado contra a vítima. A dinâmica completa da ocorrência, contudo, ainda depende da análise dos vestígios, dos depoimentos e dos demais elementos reunidos durante a investigação. O suspeito foi localizado e conduzido pela Brigada Militar até a Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Rio Grande. Após a apresentação da ocorrência, a autoridade policial analisou os elementos reunidos e deliberou pela prisão em flagrante pelo crime de homicídio. A prisão em flagrante representa uma medida inicial adotada durante a investigação. O suspeito possui direito à defesa, e eventual responsabilidade criminal definitiva dependerá do andamento do inquérito, da análise do Ministério Público e de decisão do Poder Judiciário. Desavença entre vizinhos é investigada As informações iniciais indicam que o homicídio pode ter sido motivado por uma desavença entre vizinhos. Conforme a DHPP, os envolvidos já teriam registrado conflitos anteriores. A existência desses desentendimentos passa a integrar uma das linhas de investigação, mas a motivação ainda não é considerada definitivamente esclarecida. Os policiais deverão buscar informações sobre os acontecimentos que antecederam o crime, a relação entre a vítima e o suspeito e a possível existência de ameaças ou discussões anteriores. Testemunhas que tenham conhecimento sobre a convivência entre os envolvidos poderão ser ouvidas. Registros de mensagens, ligações, imagens e outros elementos também poderão ser analisados caso sejam considerados relevantes para o esclarecimento dos fatos. A investigação deverá determinar se houve uma discussão imediatamente antes do ataque, se outras pessoas estavam no local e em quais circunstâncias a vítima entrou na residência. Também será necessário esclarecer a origem do objeto que teria sido utilizado e se ele foi localizado e apreendido durante o atendimento da ocorrência. Perícia foi realizada no local O Instituto-Geral de Perícias compareceu à residência e realizou os exames periciais necessários. O trabalho técnico busca preservar e identificar vestígios que possam contribuir para a reconstrução da ocorrência. Entre os procedimentos podem estar o levantamento do local, o registro de marcas, a coleta de materiais e a análise da posição em que a vítima foi encontrada. Os resultados da perícia serão encaminhados às autoridades responsáveis e poderão ser utilizados juntamente com os depoimentos e demais provas reunidas no inquérito. O corpo da vítima também deverá passar pelos exames legais, que poderão determinar as causas e características das lesões. Somente após a conclusão dos laudos será possível estabelecer tecnicamente informações como a quantidade de ferimentos, a direção dos golpes e outros detalhes relacionados à morte. A perícia possui papel fundamental em investigações de homicídio, pois permite confrontar as versões apresentadas com os vestígios encontrados no local. Inquérito será conduzido pela DHPP O inquérito policial foi instaurado e será conduzido pela Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa de Rio Grande. A unidade deverá reunir os documentos produzidos durante o atendimento inicial, os registros da Brigada Militar, os laudos periciais, os depoimentos e eventuais outros materiais relacionados ao caso. O suspeito poderá ser novamente ouvido durante o procedimento, assim como testemunhas e pessoas que conheciam a vítima. A investigação também deverá verificar o histórico dos conflitos mencionados na apuração preliminar e se houve algum registro anterior envolvendo os dois homens. Após a conclusão das diligências, o inquérito será encaminhado ao Ministério Público, que poderá solicitar novas providências, oferecer denúncia ou adotar outra medida conforme os elementos reunidos. A decisão sobre a manutenção da prisão e os próximos atos processuais caberá às autoridades judiciais competentes. Identidades são preservadas A Polícia Civil divulgou apenas as iniciais da vítima e do suspeito. O Pelotas Notícias mantém a mesma forma de identificação, preservando os nomes enquanto a investigação permanece em andamento. A medida também evita exposição indevida de familiares e de pessoas que não possuem relação direta com o crime. Até o momento, não foram divulgadas informações adicionais sobre a idade dos envolvidos, o vínculo exato entre eles ou a existência de outras pessoas dentro da residência no momento da ocorrência. A versão apresentada inicialmente pelo suspeito também não foi detalhada na nota oficial. Essas informações poderão ser incluídas no inquérito e avaliadas em conjunto com os demais elementos. Caso permanece em apuração A DHPP de Rio Grande dará continuidade às diligências para esclarecer completamente a motivação, a sequência dos acontecimentos e as circunstâncias do homicídio. Embora exista uma indicação inicial de que o crime esteja relacionado a conflitos entre vizinhos, essa hipótese ainda precisa ser confirmada. A investigação deverá estabelecer como a discussão começou, em qual momento ocorreu a agressão e se houve alguma tentativa de intervenção ou pedido de socorro. Também será necessário determinar se o ataque ocorreu de forma imediata após uma discussão ou se houve algum planejamento anterior. O caso permanece sob responsabilidade da Polícia Civil. Novas informações poderão ser divulgadas após a conclusão dos laudos e o avanço das oitivas. O Pelotas Notícias seguirá acompanhando os desdobramentos da investigação e as decisões relacionadas ao suspeito preso em flagrante. Fonte: Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa de Rio Grande/Polícia Civil Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA Envie sua notícia: (53) 99705-1627 pelotasnoticias.comercial@gmail.com
Homem de 23 anos é preso por porte ilegal de arma de fogo no bairro Parque Marinha, em Rio Grande

Um homem de 23 anos foi preso pela Brigada Militar por porte ilegal de arma de fogo durante uma ação realizada na noite de domingo (19), no bairro Parque Marinha, em Rio Grande. Conforme as informações divulgadas pela corporação, a ocorrência foi atendida por policiais militares do 5º Batalhão de Polícia de Choque. Durante a abordagem, as equipes localizaram um revólver calibre .38 em posse do suspeito. Além da arma, foram apreendidas cinco munições intactas calibre .38 e uma munição do mesmo calibre já deflagrada. Todo o material foi recolhido pelos policiais e apresentado juntamente com o homem para o registro da ocorrência. A Brigada Militar não detalhou no comunicado as circunstâncias que levaram à abordagem, o ponto exato do bairro onde a ocorrência foi registrada ou se o suspeito tentou fugir ao perceber a aproximação das equipes. Também não foram divulgadas informações sobre a origem da arma, a existência de registro ou autorização para seu porte e se o revólver será submetido a exames periciais. Após a prisão, o homem foi encaminhado para os procedimentos legais. A autoridade policial responsável pelo atendimento deverá analisar os elementos apresentados pelos policiais militares e adotar as medidas previstas na legislação. Arma e munições apreendidas A fotografia divulgada pela Brigada Militar mostra o revólver e as seis munições recolhidas durante a ação. Cinco aparecem intactas, enquanto uma já havia sido deflagrada. A presença de uma munição deflagrada poderá ser considerada durante a investigação, mas, por si só, não permite afirmar quando, onde ou em quais circunstâncias ocorreu o disparo. A arma poderá passar por exame de funcionamento para verificar suas condições e se possui capacidade para efetuar disparos. Dependendo da apuração, também poderão ser solicitadas análises destinadas a identificar eventual relação com outras ocorrências. As autoridades poderão verificar ainda a numeração do revólver e consultar os sistemas disponíveis para determinar sua procedência, seu histórico e a possível existência de registro de furto, roubo ou extravio. A investigação também poderá analisar como a arma chegou até o suspeito e se havia outra pessoa envolvida na posse, guarda ou circulação do armamento. Porte ilegal de arma de fogo A prisão por porte ilegal ocorre quando uma pessoa é encontrada transportando ou carregando uma arma de fogo sem a autorização exigida pela legislação. A definição jurídica do caso dependerá das características do armamento, das condições em que foi localizado e das informações reunidas durante o procedimento policial. Após o registro da ocorrência, os fatos são encaminhados para análise das autoridades competentes. O suspeito permanece sujeito às decisões adotadas no decorrer do processo e possui direito à defesa. A prisão em flagrante representa uma medida inicial e não equivale a uma condenação definitiva. A responsabilidade criminal somente poderá ser estabelecida após o andamento dos procedimentos legais. Atuação do 5º Batalhão de Polícia de Choque A ocorrência foi atendida por policiais militares do 5º Batalhão de Polícia de Choque. A unidade participa de ações ostensivas, abordagens, operações de reforço e atividades de apoio em diferentes municípios da região. Operações desse tipo buscam retirar armas irregulares de circulação, prevenir crimes violentos e ampliar a presença policial em áreas consideradas estratégicas. A apreensão de armamentos também pode contribuir para outras investigações. Por esse motivo, as armas recolhidas são preservadas e encaminhadas para os procedimentos técnicos e administrativos necessários. O material apreendido poderá permanecer sob custódia até a conclusão das análises e do processo relacionado à ocorrência. Investigação deverá esclarecer circunstâncias Até o momento, não foi informado se o homem apresentou alguma versão sobre a posse do revólver ou se permaneceu em silêncio durante o atendimento na delegacia. Também não há confirmação de que a munição deflagrada esteja relacionada a algum disparo recente ou a uma ocorrência investigada na região. Essas questões dependerão das diligências policiais, de possíveis depoimentos e dos resultados das análises realizadas no armamento. Caso existam testemunhas, imagens de câmeras ou outros elementos relacionados à abordagem, esse material também poderá ser incluído no procedimento. A Brigada Militar não divulgou o nome do homem preso. O Pelotas Notícias preserva sua identificação enquanto o caso permanece em apuração e não existe decisão judicial definitiva. Novas informações poderão ser divulgadas pelas autoridades após o avanço da investigação e a conclusão dos procedimentos relacionados à arma e às munições. Fonte e imagem: Brigada Militar Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA Envie sua notícia: (53) 99705-1627pelotasnoticias.comercial@gmail.com
Homem é preso em flagrante após homicídio com golpes de machado no interior de Rio Grande

Um homem foi preso em flagrante após um homicídio ocorrido na tarde de segunda-feira (20), em uma residência localizada no Corredor do Pesqueiro, nas proximidades da localidade do Povo Novo, no interior do município de Rio Grande. A ocorrência está sendo investigada pela Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa de Rio Grande. Conforme as informações divulgadas pela Polícia Civil, a equipe recebeu a comunicação sobre o crime e se deslocou até o endereço indicado para iniciar as primeiras diligências. No local, os policiais confirmaram a morte da vítima, identificada oficialmente apenas pelas iniciais R.M.S.S. A preservação da identidade segue o padrão adotado pelas autoridades enquanto o caso permanece em investigação e os familiares são atendidos. As diligências preliminares indicam que o morador do imóvel, identificado pelas iniciais A.J.M., seria o principal suspeito do homicídio. Segundo a apuração inicial, ele teria desferido diversos golpes de machado contra a vítima. A dinâmica completa dos acontecimentos, entretanto, ainda não foi esclarecida. A investigação deverá verificar como a vítima chegou ao imóvel, o que ocorreu antes das agressões e se outras pessoas presenciaram ou possuem informações relevantes sobre o caso. O suspeito foi localizado e conduzido pela Brigada Militar à Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento de Rio Grande. Após a análise das circunstâncias apresentadas, a autoridade policial deliberou pela prisão em flagrante pelo crime de homicídio. A prisão em flagrante representa uma medida adotada na fase inicial da investigação e não equivale a uma condenação definitiva. O suspeito permanecerá à disposição da Justiça enquanto o inquérito reúne os elementos necessários para esclarecer o crime. Conforme as informações iniciais da Polícia Civil, a principal linha de investigação aponta que o homicídio pode ter sido motivado por uma desavença entre vizinhos. Os envolvidos já manteriam conflitos anteriores, segundo os primeiros levantamentos realizados pela equipe policial. A natureza dessas divergências e a existência de registros anteriores ainda deverão ser verificadas ao longo da investigação. A DHPP ressalta que a motivação não está definitivamente estabelecida. Depoimentos, perícias e outras diligências serão necessários para confirmar ou descartar as hipóteses consideradas nesta etapa. O Instituto-Geral de Perícias compareceu ao endereço e realizou os exames técnicos necessários. A perícia no local é fundamental para documentar a posição dos objetos, identificar possíveis vestígios e auxiliar na reconstrução da sequência dos acontecimentos. O instrumento que teria sido utilizado no crime também deverá ser submetido à análise, caso tenha sido apreendido durante o atendimento da ocorrência. Os resultados poderão ser comparados com as lesões identificadas pelos peritos. Além dos exames realizados na residência, o caso poderá depender de laudos complementares, incluindo a necropsia da vítima e outros procedimentos técnicos considerados necessários pelas autoridades. A investigação também deverá ouvir moradores da região, possíveis testemunhas e pessoas que conheciam os envolvidos. Esses relatos poderão ajudar a esclarecer o histórico de desentendimentos mencionado nas diligências preliminares. A Polícia Civil poderá ainda verificar registros de chamadas, mensagens, ocorrências policiais anteriores e outros elementos que permitam compreender a relação entre o suspeito e a vítima. O homicídio ocorreu em uma área do interior de Rio Grande, onde as distâncias entre as residências e as características do local podem exigir diligências específicas para a localização de testemunhas e a coleta de informações. O inquérito policial já foi instaurado e será conduzido pela Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa. A unidade ficará responsável pela continuidade das investigações e pelo encaminhamento do procedimento ao Ministério Público e ao Poder Judiciário após a conclusão das apurações. Nesta fase, a prioridade é esclarecer a motivação, reconstruir a dinâmica do crime e identificar todos os elementos relacionados à ocorrência. A Polícia Civil não informou se o suspeito apresentou uma versão formal sobre o caso ou se permaneceu em silêncio durante os procedimentos na delegacia. Também não foram divulgados detalhes sobre a relação entre os envolvidos além da informação inicial de que seriam vizinhos e já teriam mantido conflitos anteriores. A divulgação de informações adicionais dependerá do avanço das diligências e da preservação do inquérito. Determinados dados podem permanecer sob sigilo para não prejudicar a investigação. O caso seguirá sendo acompanhado pelas autoridades policiais. Novas informações poderão ser divulgadas após a conclusão dos laudos periciais, das oitivas e das demais medidas previstas no procedimento. Fonte: Delegacia de Homicídios e de Proteção à Pessoa de Rio Grande Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA Envie sua notícia: (53) 99705-1627pelotasnoticias.comercial@gmail.com
Justiça Militar anula provas extraídas de celulares em investigação sobre morte de agricultor em Pelotas

Justiça Militar anula provas extraídas de celulares em investigação sobre morte de agricultor em Pelotas A Justiça Militar do Rio Grande do Sul anulou as provas obtidas por meio da extração de dados de celulares apreendidos durante a investigação da operação policial que terminou com a morte do agricultor Marcos Nörnberg, em janeiro deste ano, na zona rural de Pelotas. A decisão foi tomada de forma unânime. Conforme as informações divulgadas sobre o julgamento, os magistrados entenderam que a autorização judicial concedida para o acesso ao conteúdo dos aparelhos abrangia um período excessivamente amplo, sem uma delimitação temporal considerada adequada. Diante desse entendimento, todo o material extraído dos celulares com base naquela autorização perdeu a validade para utilização no processo. A medida alcança mensagens, registros de chamadas, fotografias, vídeos, arquivos e outros dados acessados durante a análise dos aparelhos. A decisão, no entanto, não representa o encerramento das investigações e também não impede que o conteúdo dos celulares volte a ser solicitado pelas autoridades responsáveis pela apuração. O Ministério Público poderá apresentar um novo pedido de quebra de sigilo, desde que estabeleça limites mais específicos. A nova solicitação deverá indicar o período que pretende examinar, os dados considerados necessários e a relação dessas informações com os fatos investigados. A exigência de uma delimitação mais restrita busca garantir que o acesso ao conteúdo pessoal dos aparelhos esteja diretamente relacionado ao objeto da investigação. Medidas de quebra de sigilo precisam observar critérios de necessidade, proporcionalidade e fundamentação. A decisão trata especificamente da forma como os dados foram obtidos. Ela não estabelece uma conclusão sobre as circunstâncias da morte de Marcos Nörnberg e não define eventual responsabilidade das pessoas envolvidas na operação. O caso permanece sendo analisado em diferentes procedimentos. Uma das apurações foi conduzida pela Corregedoria da Brigada Militar, responsável por investigar o planejamento da ação, as informações utilizadas pelas equipes e a atuação dos policiais envolvidos. Conforme a investigação interna, a operação teria sido iniciada a partir de informações repassadas por um homem que estava preso no estado do Paraná. A Corregedoria identificou falhas no planejamento, na análise das informações de inteligência e na condução da operação. Os apontamentos envolveram os procedimentos adotados antes da ação e as decisões tomadas durante o atendimento da ocorrência. Apesar das falhas registradas, o inquérito conduzido na esfera militar não apontou a prática de crime militar por parte dos policiais que participaram da operação. Essa conclusão não impede que outros aspectos sejam examinados por órgãos diferentes. As investigações administrativa, militar e criminal possuem objetivos próprios e podem avaliar condutas e responsabilidades em esferas distintas. Paralelamente, a Polícia Civil continua investigando as circunstâncias da morte do agricultor. O inquérito busca esclarecer a dinâmica completa da ocorrência, os acontecimentos que antecederam a operação e a atuação de todas as pessoas envolvidas. A investigação civil ainda aguarda a conclusão de laudos periciais considerados importantes para a análise técnica do caso. Esses documentos poderão auxiliar na reconstrução dos fatos e na verificação das evidências reunidas ao longo da apuração. Entre os elementos que podem ser examinados estão os laudos relacionados ao local da ocorrência, exames de balística, registros de comunicação, depoimentos, imagens e demais materiais reunidos pelas autoridades. A anulação das provas obtidas dos celulares afeta somente o conteúdo acessado por meio da autorização judicial considerada excessivamente ampla. Os demais elementos reunidos durante as investigações continuam sendo analisados normalmente. Caso o Ministério Público entenda que o conteúdo dos aparelhos é indispensável para o esclarecimento dos fatos, uma nova solicitação poderá ser apresentada à Justiça Militar. O novo pedido deverá demonstrar quais informações são procuradas e por que elas possuem relação direta com a investigação. Caberá à Justiça avaliar novamente a necessidade e a extensão do acesso solicitado. A morte de Marcos Nörnberg provocou repercussão em Pelotas e levantou questionamentos sobre a origem das informações que motivaram a operação, o planejamento realizado e os procedimentos adotados pelas equipes policiais. A decisão da Justiça Militar representa um novo desdobramento do caso, mas não encerra as apurações em andamento. A investigação da Polícia Civil ainda depende da conclusão dos laudos periciais para que o inquérito seja finalizado e encaminhado às autoridades competentes. Até o encerramento de todos os procedimentos, não existe uma definição definitiva sobre eventuais responsabilidades na esfera criminal comum. O Pelotas Notícias seguirá acompanhando o andamento das investigações, a conclusão dos laudos, possíveis novos pedidos de quebra de sigilo e demais decisões judiciais relacionadas ao caso. Fonte: Vítor Rosa – Grupo RBS / g1 RS Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA Envie sua notícia: (53) 99705-1627pelotasnoticias.comercial@gmail.com
Mulher investigada pela morte do companheiro é presa preventivamente em Santa Vitória do Palmar

Uma mulher investigada por homicídio qualificado foi presa preventivamente por agentes da Polícia Civil em Santa Vitória do Palmar. A investigação apura a morte do companheiro da suspeita, que teria sido encontrado gravemente ferido dentro da própria residência. Segundo as informações divulgadas pela Polícia Civil, o mandado de prisão preventiva foi cumprido por agentes da Delegacia de Polícia do município. A medida havia sido solicitada pela autoridade policial responsável pela apuração e posteriormente autorizada pelo Poder Judiciário. A prisão preventiva é uma medida cautelar aplicada durante o andamento de uma investigação ou processo criminal. Ela não representa uma condenação definitiva, mas pode ser determinada judicialmente quando são identificados os requisitos previstos na legislação. Conforme o relato policial, a vítima foi socorrida em sua residência apresentando ferimentos graves. O homem estava com as duas pernas fraturadas e possuía diversos ferimentos provocados por arma branca. Apesar do atendimento recebido, ele não resistiu à gravidade dos ferimentos e morreu. A Polícia Civil não divulgou informações adicionais sobre a data do crime, a identidade da vítima ou as circunstâncias exatas em que as agressões teriam ocorrido. A mulher passou a ser investigada pela possível prática de homicídio qualificado contra o companheiro. A classificação jurídica mencionada pela Polícia Civil ainda deverá ser analisada durante o processo, com base nas provas reunidas, nos depoimentos, nos laudos periciais e nos demais elementos constantes na investigação. Após o cumprimento da ordem judicial, a investigada foi levada à Delegacia de Polícia de Santa Vitória do Palmar. No local, foram realizados os procedimentos administrativos e legais relacionados ao mandado de prisão. Na sequência, ela foi encaminhada ao sistema prisional, onde permanecerá à disposição da Justiça enquanto a investigação e o processo seguem em andamento. A apuração deverá buscar esclarecer a dinâmica dos fatos, a origem dos ferimentos apresentados pela vítima, a possível motivação do crime e a participação da investigada. Também deverão ser considerados os resultados das perícias e os depoimentos obtidos durante o trabalho policial. O uso da expressão “investigada” é necessário porque o caso ainda não possui decisão judicial definitiva. A mulher terá direito à defesa e ao contraditório durante todas as etapas do processo. A prisão preventiva poderá ser mantida, revogada ou substituída por outra medida cautelar, conforme as decisões que forem adotadas pelo Poder Judiciário durante o andamento do caso. A Polícia Civil não informou se outras pessoas são investigadas ou se existem novas diligências previstas. Também não foram divulgados detalhes sobre a existência de testemunhas ou sobre os objetos eventualmente recolhidos durante a investigação. O caso permanece sob responsabilidade das autoridades competentes de Santa Vitória do Palmar. Novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das apurações e das decisões judiciais. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.co
Brigada Militar apreende cerca de 46,7 quilos de maconha durante ação no bairro Getúlio Vargas

Uma ação policial realizada na tarde desta segunda-feira (20), no bairro Getúlio Vargas, em Pelotas, resultou na apreensão de aproximadamente 46,7 quilos de maconha. O material estava dividido em 70 tijolos e foi localizado durante diligências realizadas por equipes da Força Tática e das Rondas Ostensivas com Apoio de Motocicletas, a ROCAM. De acordo com as informações da ocorrência, os policiais realizavam uma ação na região quando um suspeito percebeu a aproximação das equipes e abandonou parte do material. Em seguida, ele fugiu do local. Os agentes realizaram buscas nas proximidades, mas o homem não foi localizado. A identidade do suspeito não foi divulgada e, até o encerramento do atendimento inicial, nenhuma prisão relacionada à apreensão havia sido informada. Durante a continuidade das diligências, os policiais encontraram outros pacotes contendo a mesma substância. Após a reunião e pesagem de todo o material, foi contabilizado o total aproximado de 46,7 quilos de maconha, distribuídos em 70 tijolos. Além da droga, as equipes também apreenderam uma balança de precisão. Esse tipo de equipamento costuma ser recolhido em ocorrências relacionadas ao fracionamento e à preparação de entorpecentes para distribuição, mas a finalidade específica do objeto deverá ser analisada durante a investigação. A quantidade apreendida foi apresentada na unidade policial juntamente com a balança. Todo o material foi encaminhado à Delegacia de Polícia para o registro da ocorrência e para a realização dos demais procedimentos previstos em lei. A investigação deverá apurar a origem da droga, o local para onde ela seria levada e a possível participação de outras pessoas no armazenamento ou na distribuição do entorpecente. Também deverá ser analisado se o material apreendido possui relação com outros casos investigados na região. A apreensão ocorreu no bairro Getúlio Vargas, uma das áreas atendidas pelas equipes de policiamento ostensivo de Pelotas. A atuação conjunta da Força Tática e da ROCAM permite a realização de abordagens, patrulhamentos e diligências em diferentes pontos da cidade, especialmente em situações que exigem deslocamento rápido e reforço operacional. Conforme o relato da ocorrência, a primeira parte da droga foi abandonada pelo suspeito durante a tentativa de fuga. A localização dos demais tijolos aconteceu posteriormente, após os policiais ampliarem as buscas na área. O material apreendido deverá passar pelos exames periciais necessários para a confirmação oficial de sua composição e do peso total. A pesagem preliminar realizada durante o atendimento apontou aproximadamente 46,7 quilos. Apesar da quantidade expressiva de entorpecente retirada de circulação, o responsável pelo material não havia sido localizado. As informações obtidas durante a ocorrência poderão ser utilizadas para auxiliar na identificação do suspeito e no prosseguimento das investigações. Não foram divulgados detalhes sobre o ponto exato em que a droga foi encontrada, preservando o andamento dos trabalhos policiais. Também não foram informadas possíveis características do suspeito ou a existência de veículos relacionados ao caso. Após a apresentação da apreensão na Delegacia de Polícia, caberá à Polícia Civil dar continuidade às apurações. Novas informações poderão ser divulgadas conforme o avanço das investigações e a identificação dos envolvidos. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com