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Moradores cobram providências após descarte irregular de materiais na Rua General Marinho da Silva, em Pelotas

Moradores da Rua General Marinho da Silva, em Pelotas, relatam preocupação com o acúmulo de materiais descartados de forma irregular em um ponto da via. Conforme a denúncia encaminhada por moradores, a situação já se estende há mais de 15 dias e tem gerado transtornos para a comunidade local. Nas imagens divulgadas, é possível observar restos de materiais acumulados junto à calçada e próximo a residências. O ponto apresenta entulhos, galhos, folhas e outros resíduos, o que, segundo os moradores, tem causado incômodo e preocupação com a limpeza urbana, a circulação de pedestres e a presença de animais indesejados. De acordo com o relato, a comunidade teme que o acúmulo favoreça a proliferação de ratos e outros vetores, especialmente em um período de chuva e umidade, quando resíduos expostos podem agravar problemas de higiene e saúde pública. Moradores afirmam que a situação prejudica quem vive no entorno e pedem o recolhimento dos materiais. O descarte irregular de lixo e entulhos em vias públicas é um problema recorrente em diferentes regiões da cidade. Além de comprometer o visual urbano, esse tipo de situação pode obstruir calçadas, dificultar a passagem de moradores, atrapalhar a drenagem da água da chuva e contribuir para alagamentos em pontos onde há acúmulo próximo ao meio-fio. Outro fator apontado pelos moradores é a sensação de abandono quando materiais permanecem por muitos dias no mesmo local. Em bairros residenciais, o descarte irregular costuma gerar preocupação porque pode atrair novos descartes, transformando um ponto isolado em um local frequente de depósito de resíduos. A comunidade pede providências para que seja realizada a limpeza do trecho e o recolhimento dos materiais acumulados. A solicitação também serve como alerta para que a população evite o descarte irregular e utilize os canais corretos para destinação de resíduos, entulhos e materiais volumosos. A responsabilidade pela manutenção da limpeza urbana depende tanto da atuação dos órgãos competentes quanto da colaboração da população. Quando resíduos são descartados em locais inadequados, toda a comunidade é afetada. O descarte correto ajuda a preservar os espaços públicos, evita transtornos aos moradores e contribui para a saúde coletiva. Em situações como essa, moradores também podem registrar protocolos junto aos canais oficiais de atendimento do município, informando o endereço completo, ponto de referência e, quando possível, enviando fotos do local. Essas informações ajudam as equipes responsáveis a identificar a demanda e organizar o atendimento. O caso relatado na Rua General Marinho da Silva reforça a importância da fiscalização e da conscientização. A limpeza de vias públicas é essencial, mas a prevenção de novos descartes depende do compromisso de todos. Materiais jogados de forma irregular podem causar prejuízos ao bairro e gerar riscos para a saúde, principalmente quando permanecem acumulados por vários dias. O Pelotas Notícias mantém espaço aberto para manifestação dos órgãos responsáveis e atualização sobre eventuais providências adotadas em relação ao caso. Informações: relato de moradores Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

PESQUISA APONTA QUE MAIS DE 900 MIL PESSOAS PRECISARAM MUDAR DE ENDEREÇO APÓS AS ENCHENTES NO RIO GRANDE DO SUL

Uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística revelou o tamanho do impacto das enchentes de 2024 na vida de milhares de famílias no Rio Grande do Sul. De acordo com o levantamento, 14,6% da população atingida pelo desastre climático precisou mudar de endereço depois das inundações. Os dados fazem parte da Pesquisa Especial sobre as Enchentes de 2024 no Rio Grande do Sul, realizada entre setembro de 2025 e fevereiro de 2026. O estudo abrangeu 133 municípios e buscou medir os efeitos das enchentes nas moradias, na mobilidade, na renda e na qualidade de vida da população atingida. Segundo a pesquisa, cerca de 6,33 milhões de pessoas viviam nas áreas mais afetadas pelas enchentes. Desse total, aproximadamente 922 mil moradores precisaram deixar suas casas e mudar de endereço. O número evidencia a dimensão social do desastre, que não provocou apenas perdas materiais, mas também mudanças profundas na rotina de milhares de famílias. Entre as pessoas que precisaram se mudar, 28,3% pertenciam a famílias com renda mensal de até R$ 2 mil. O dado indica que a população de menor renda foi proporcionalmente mais afetada pelos impactos das enchentes. Famílias com menos recursos costumam ter maior dificuldade para recuperar imóveis, repor móveis e eletrodomésticos, reorganizar a vida financeira e encontrar uma nova moradia em condições adequadas. O levantamento também analisou os danos às residências. Nas áreas pesquisadas, havia aproximadamente 2,3 milhões de domicílios. Destes, 81,2 mil foram considerados destruídos, o que representa 3,5% do total. Outros 190,2 mil domicílios, ou 8,2%, foram classificados como muito danificados. Somados, esses números representam 11,7% das residências em situação de grave comprometimento estrutural. Além dos danos diretos às casas, a pesquisa apontou que 68,7% dos entrevistados afirmaram que os bairros ou ruas próximas também sofreram impactos das enchentes. Entre os problemas relatados estão destruição de infraestrutura, prejuízos à mobilidade e dificuldades de circulação após o desastre. Isso mostra que os efeitos das inundações ultrapassaram os limites das residências e atingiram o funcionamento das comunidades como um todo. A percepção sobre a qualidade de vida também foi avaliada. Para 24,9% dos moradores, as condições atuais são piores do que eram antes das enchentes. Outros 56,5% afirmaram que a situação permaneceu a mesma, enquanto 17,3% disseram que houve melhora. Os dados indicam que, mesmo meses após o desastre, parte significativa da população ainda sente os efeitos das perdas e das mudanças causadas pelas inundações. O estudo também mostra que a maioria da população atingida possuía renda mensal de até R$ 5 mil na época das enchentes. Esse grupo representava 66,8% dos moradores das áreas pesquisadas, reforçando que os impactos do desastre atingiram principalmente famílias de menor poder aquisitivo. As enchentes de 2024 marcaram um dos maiores desastres climáticos da história do Rio Grande do Sul. Além das perdas humanas e materiais, o evento provocou deslocamentos, destruição de moradias, interrupção de serviços, danos à infraestrutura urbana e rural e impactos duradouros na vida de comunidades inteiras. Os dados da pesquisa ajudam a dimensionar a necessidade de políticas públicas voltadas à reconstrução, habitação, assistência social, saúde mental, infraestrutura e prevenção de novos desastres. A recuperação das regiões atingidas exige planejamento de longo prazo, especialmente nos locais onde famílias ainda enfrentam dificuldades para retomar a vida em condições semelhantes às anteriores às enchentes. O levantamento também reforça a importância de olhar para os efeitos sociais do desastre. Muitas famílias que deixaram suas casas precisaram reorganizar toda a rotina, mudar crianças de escola, buscar novos locais de trabalho, depender de redes de apoio e enfrentar gastos inesperados em um momento de grande vulnerabilidade. A situação das moradias também segue como um dos pontos centrais da reconstrução. Casas destruídas ou muito danificadas exigem obras, reassentamento ou apoio financeiro para que as famílias possam voltar a viver com segurança. Quando o imóvel é comprometido, o impacto se estende para toda a estrutura familiar, afetando saúde, renda, deslocamento e bem-estar. A pesquisa mostra ainda que os prejuízos à infraestrutura dos bairros tiveram peso importante na avaliação dos moradores. Ruas danificadas, problemas de acesso, perdas em equipamentos públicos e dificuldades de mobilidade podem prolongar os efeitos do desastre mesmo depois da água baixar. Para muitas comunidades, a reconstrução não depende apenas das casas, mas também da recuperação do entorno. Os números divulgados pelo IBGE reforçam a gravidade das enchentes e mostram que o desastre segue produzindo consequências na vida de parte da população gaúcha. A necessidade de acompanhamento, investimento e apoio às famílias atingidas permanece como desafio para os municípios, o Estado e a União. Informações: IBGE Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

MORADOR RELATA FALTA DE ILUMINAÇÃO HÁ MAIS DE DOIS MESES EM TRAVESSA NA SANGA FUNDA

Morador da Sanga Funda, em Pelotas, relata que uma travessa da região segue enfrentando problemas de iluminação pública há mais de dois meses. A situação ocorre na Travessa 4, também chamada por alguns moradores de Travessa 7, onde, segundo o relato encaminhado ao Pelotas Notícias, dois postes estariam sem lâmpadas, deixando parte da via no escuro durante a noite. A imagem enviada mostra um trecho da rua com pouca iluminação, onde a claridade aparece apenas em pontos mais distantes. Para quem mora no local, a falta de luz gera preocupação, principalmente no período noturno, quando a circulação de pedestres e veículos fica mais difícil e a sensação de insegurança aumenta. De acordo com o morador, a situação já teria sido informada anteriormente, mas ainda não houve solução. Ele afirma que a resposta recebida seria de que não havia lâmpadas disponíveis para realizar a substituição nos postes. A comunidade cobra providências e pede que o problema seja resolvido, especialmente porque a falta de iluminação afeta diretamente a rotina de quem precisa sair ou chegar em casa à noite. A iluminação pública é considerada essencial para garantir mais segurança nas ruas, melhorar a visibilidade e reduzir riscos para pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas. Em vias com pouca luz, buracos, desníveis e obstáculos ficam menos visíveis, aumentando a possibilidade de acidentes. Além disso, ruas escuras costumam ampliar a preocupação dos moradores com furtos, abordagens e outros problemas de segurança. Segundo o relato, moradores acompanham serviços de troca de lâmpadas sendo realizados em outras regiões da cidade e questionam por que a travessa ainda não recebeu atendimento. A reclamação é de que, mesmo após semanas de espera, o trecho continua sem a manutenção necessária. O problema também afeta a qualidade de vida da comunidade. Em bairros e localidades com trechos escuros, moradores evitam circular à noite, crianças e idosos ficam mais expostos a riscos e trabalhadores que saem cedo ou retornam tarde para casa enfrentam dificuldades no deslocamento. A falta de iluminação adequada compromete a sensação de segurança e aumenta a preocupação das famílias. A comunidade pede que os órgãos responsáveis verifiquem a situação dos postes e realizem a substituição das lâmpadas. O pedido é para que a demanda seja atendida com urgência, já que, conforme o relato, o problema se arrasta há mais de dois meses. Moradores reforçam que a solicitação não se trata apenas de conforto, mas de segurança pública e mobilidade. Uma via bem iluminada contribui para a circulação mais segura, facilita a identificação de situações suspeitas e melhora as condições de acesso para todos que dependem do local diariamente. O caso registrado na Sanga Funda reforça uma demanda comum em diferentes pontos de Pelotas: a necessidade de manutenção constante da iluminação pública, especialmente em ruas mais afastadas, travessas e áreas residenciais com menor movimento. A expectativa dos moradores é de que a situação seja avaliada e resolvida o quanto antes. Informações: moradores Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

MORADORES RELATAM TRANSTORNOS COM LAMA, POÇAS D’ÁGUA E DIFICULDADE DE CIRCULAÇÃO NA RUA VÍTOR FRANCISCO NEI, NO LINDÓIA

Moradores da Rua Vítor Francisco Nei, na região do Toussante, no bairro Lindóia, em Pelotas, relatam transtornos causados pelas condições da via. Imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias mostram um trecho com acúmulo de água, lama, irregularidades no solo e sinalização instalada no local, situação que tem gerado preocupação para quem mora e circula pela região. De acordo com o relato recebido, o problema afeta a rotina dos moradores, principalmente em dias de chuva ou após períodos de instabilidade. Nas imagens, é possível observar poças d’água em diferentes pontos da rua, além de trechos com barro e dificuldade de passagem. A situação exige atenção de pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas que precisam transitar pelo local. A via aparece com sinalização no trecho, indicando a necessidade de cuidado para quem passa pela rua. Para os moradores, no entanto, a condição atual ainda representa transtorno e risco, especialmente porque a circulação fica prejudicada quando há acúmulo de água. Em ruas com solo irregular e lama, o deslocamento se torna mais difícil, principalmente para idosos, crianças, pessoas com mobilidade reduzida e trabalhadores que dependem do acesso diário. Segundo moradores, a preocupação aumenta porque o problema interfere diretamente na mobilidade da comunidade. Além do desconforto causado pela lama e pelas poças, há receio de quedas, danos a veículos e dificuldade no acesso de serviços essenciais. Em alguns casos, vias em más condições também podem dificultar a passagem de ambulâncias, veículos de entrega, transporte escolar e demais atendimentos que dependem de deslocamento rápido e seguro. A situação registrada na Rua Vítor Francisco Nei também chama atenção para a necessidade de manutenção constante nas vias dos bairros. Em períodos de chuva, problemas de drenagem, buracos e trechos sem boas condições de trafegabilidade ficam mais evidentes, provocando reclamações de moradores e aumentando a demanda por intervenções do poder público. Moradores afirmam que a rua precisa de atenção e melhorias para garantir condições adequadas de circulação. A comunidade pede que o trecho seja avaliado e que sejam adotadas medidas para reduzir o acúmulo de água, melhorar o escoamento e oferecer mais segurança para quem utiliza a via diariamente. O problema também impacta a qualidade de vida de quem vive na região. Quando uma rua apresenta lama constante, poças e dificuldade de passagem, os moradores enfrentam transtornos para sair de casa, levar crianças à escola, ir ao trabalho ou acessar serviços básicos. A situação se torna ainda mais complicada em dias frios e chuvosos, quando o barro e a umidade aumentam. As imagens enviadas mostram o cenário enfrentado pela comunidade e reforçam o pedido por providências. A reivindicação dos moradores é por melhorias que possam resolver o problema de forma efetiva, evitando que a situação volte a se repetir a cada período de chuva. A Rua Vítor Francisco Nei, na região do Toussante, no Lindóia, é mais um ponto da cidade onde moradores relatam dificuldades relacionadas à infraestrutura urbana. O pedido é para que o trecho receba atenção, garantindo mais segurança, mobilidade e dignidade para a população que depende da via todos os dias. Informações: moradores Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

COMÉRCIO NO AREAL VOLTA A REGISTRAR FURTO DE TAMPA DE ESGOTO DURANTE A MADRUGADA EM PELOTAS

Um estabelecimento comercial localizado no bairro Areal, em Pelotas, voltou a registrar um caso de furto de tampa de esgoto durante a madrugada desta quarta-feira, 1º de julho. A situação foi flagrada por câmeras de segurança e reforça a preocupação de comerciantes e moradores com a insegurança na região. De acordo com o relato encaminhado ao Pelotas Notícias, esta não seria a primeira vez que o comércio enfrenta esse tipo de problema. Mesmo com medidas adotadas para dificultar a remoção das tampas, como a fixação e o chumbamento do material no chão, pessoas seguem agindo durante a madrugada para levar as peças. As imagens de segurança mostram a movimentação por volta das 3h11. A ação ocorreu em frente a uma concessionária de veículos no Areal. Por orientação da fonte, o nome do estabelecimento não será divulgado. O furto de tampas de esgoto causa prejuízo direto aos comerciantes e moradores, mas também representa risco à segurança de quem circula pela via. Quando uma tampa é retirada, o local fica exposto e pode provocar acidentes envolvendo pedestres, ciclistas, motociclistas e motoristas, principalmente durante a noite ou em dias de chuva, quando a visibilidade é reduzida. Moradores da região relatam preocupação com a repetição desse tipo de ocorrência. Segundo o relato recebido, mesmo com câmeras instaladas no local, os suspeitos não demonstram receio de agir. A sensação entre quem trabalha e mora no bairro é de insegurança, especialmente durante a madrugada, quando o movimento nas ruas é menor. Além do transtorno para o comércio, a retirada de tampas de esgoto também gera um problema urbano. Esses materiais fazem parte da estrutura de drenagem e saneamento das vias. Quando são removidos, deixam buracos abertos, comprometem a segurança do entorno e exigem reposição ou reparo para evitar novos riscos. A situação também chama atenção para a necessidade de fiscalização e de medidas para coibir a receptação desse tipo de material. Em muitos casos, furtos de tampas, grades, fios e outros itens metálicos estão ligados à venda irregular de materiais. O combate a esse tipo de prática depende tanto da identificação de quem furta quanto do controle sobre quem compra ou recebe esses objetos. Comerciantes do Areal cobram mais atenção para a região e reforçam que os prejuízos acabam sendo constantes. Mesmo quando não há invasão ao estabelecimento, a retirada de estruturas externas causa danos, exige reposição e aumenta a preocupação com a segurança no entorno. A orientação é que qualquer movimentação suspeita seja comunicada às autoridades. Imagens de câmeras de segurança também podem auxiliar na apuração dos fatos e na identificação dos envolvidos. O caso reforça o alerta para uma situação recorrente em diferentes pontos da cidade: furtos de materiais urbanos que geram prejuízo, insegurança e risco de acidentes. No Areal, comerciantes esperam que as ocorrências sejam investigadas e que novas ações ajudem a evitar a repetição do problema. Informações: relato encaminhado ao Pelotas Notícias Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Passageiros denunciam superlotação em ônibus da linha Bacchini, próximo a Santa Silvana

Passageiros entraram em contato com o Pelotas Notícias para relatar uma situação de superlotação em um ônibus da empresa Santa Cruz, na linha Bacchini. Segundo a denúncia, o caso ocorreu nesta terça-feira, dia 30, no horário das 16h, em um coletivo que saiu do Centro em direção ao interior, passando pela BR-116, próximo à região de Santa Silvana. De acordo com o relato enviado de forma anônima à reportagem, o ônibus estaria circulando com excesso de passageiros, deixando usuários apertados durante o trajeto. Em vídeo encaminhado ao Pelotas Notícias, é possível observar passageiros em pé e com pouco espaço de circulação dentro do veículo. A denunciante afirma que a situação gerou desconforto e preocupação entre os passageiros. Conforme o relato, além da superlotação, teria havido dificuldade no embarque de novos usuários em razão da falta de espaço dentro do coletivo. A passageira também relatou insatisfação com o atendimento durante a viagem e pediu fiscalização sobre as condições oferecidas pela empresa na linha. Por se tratar de uma denúncia de usuária, o Pelotas Notícias preserva a identidade da pessoa que encaminhou o material. A situação relatada reacende a discussão sobre a qualidade do transporte coletivo em linhas que atendem regiões do interior e localidades mais afastadas. Para muitos moradores, o ônibus é a principal forma de deslocamento para trabalho, estudo, atendimento de saúde, compras e compromissos no Centro da cidade. Quando há superlotação, os impactos são sentidos diretamente pelos passageiros. Além do desconforto, a falta de espaço pode gerar insegurança, dificuldade de locomoção dentro do veículo, problemas no embarque e desembarque e maior desgaste para quem depende diariamente do transporte. Moradores que utilizam linhas do interior afirmam que o serviço precisa ser acompanhado de perto pelos órgãos responsáveis. A cobrança é por mais fiscalização, avaliação dos horários de maior movimento e, se necessário, reforço na frota ou adequação dos veículos utilizados nos trajetos. A denunciante também afirmou que a empresa teria realizado mudanças na frota, mas que, segundo ela, os veículos disponibilizados para a linha não estariam atendendo adequadamente à demanda dos passageiros. A comunidade pede que a situação seja verificada para garantir melhores condições de transporte. O trecho próximo a Santa Silvana e à BR-116 atende moradores de áreas que dependem do transporte coletivo para acessar diferentes pontos de Pelotas. Por isso, qualquer falha no serviço acaba afetando diretamente a rotina de trabalhadores, estudantes, idosos e demais usuários. A reclamação dos passageiros envolve não apenas conforto, mas também respeito e dignidade no transporte público. Usuários defendem que o serviço precisa garantir condições mínimas de segurança, espaço adequado e atendimento correto a todos que pagam e dependem da linha. A fiscalização do transporte coletivo é considerada essencial para verificar se os horários, a lotação e as condições dos veículos estão de acordo com as necessidades da população. A presença de passageiros em excesso, quando confirmada, exige análise dos responsáveis e possível adoção de medidas para evitar que o problema se repita. Em situações como essa, a comunidade pede respostas rápidas. A expectativa dos usuários é que a denúncia seja apurada e que a linha receba atenção, especialmente nos horários de maior movimento, quando o número de passageiros costuma ser mais elevado. O Pelotas Notícias segue abrindo espaço para relatos da população e reforça a importância de que demandas envolvendo transporte coletivo sejam encaminhadas aos setores competentes. A mobilidade urbana e rural precisa ser tratada como serviço essencial, garantindo segurança e qualidade para quem depende do ônibus todos os dias. A denúncia foi enviada de forma anônima por passageira que utilizava o coletivo. O pedido principal é por fiscalização e providências para que a situação não volte a ocorrer, garantindo melhores condições para os usuários da linha Bacchini. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Moradores cobram manutenção urgente na avenida Adolfo Fetter, entre o Laranjal e o Balneário dos Prazeres

Moradores voltaram a relatar problemas na avenida Adolfo Fetter, no trecho entre o Laranjal e o Balneário dos Prazeres, em Pelotas. A reclamação envolve buracos na pista, acúmulo de água, barro, areia, falhas na ciclofaixa e falta de estrutura adequada para quem depende do transporte coletivo na região. De acordo com relatos enviados ao Pelotas Notícias, a situação não é recente. Moradores afirmam que os problemas se arrastam há anos e que o trecho precisa de uma intervenção mais completa, não apenas de reparos pontuais. Nas imagens encaminhadas, é possível observar buracos no asfalto, pontos com desgaste na pista, água acumulada na lateral da via e trechos da ciclofaixa tomados por barro, areia e vegetação. A avenida Adolfo Fetter é uma das ligações mais importantes entre a região do Laranjal e o Balneário dos Prazeres. O fluxo de veículos é intenso, especialmente em horários de deslocamento de trabalhadores, moradores, estudantes e usuários do transporte coletivo. Por isso, as condições da via preocupam quem utiliza o trecho diariamente. Uma das principais reclamações envolve a ciclofaixa. Segundo moradores, o espaço que deveria garantir mais segurança para ciclistas e pedestres apresenta buracos, acúmulo de areia, barro e pontos de difícil circulação. Em dias de chuva, a situação se agrava, já que a água fica acumulada nas laterais da via, tornando o deslocamento ainda mais complicado. A comunidade afirma que a ciclofaixa precisaria passar por uma recuperação completa, com limpeza, correção dos buracos, melhoria no escoamento da água e manutenção permanente. Para quem utiliza bicicleta ou caminha pelo trecho, os problemas representam risco de quedas, dificuldade de passagem e insegurança, principalmente nos pontos em que há água acumulada e desníveis. Outro ponto de preocupação é a parada de ônibus existente no trecho. Moradores relatam que o local não conta com cobertura adequada, fazendo com que passageiros precisem esperar o transporte expostos à chuva, ao frio, ao vento e ao barro. Em dias de instabilidade, quem depende do ônibus acaba ficando sem proteção, em uma área onde também há acúmulo de água próximo à via. A situação se torna ainda mais incômoda quando veículos passam em velocidade pelo trecho e acabam jogando água e barro sobre pedestres, ciclistas e passageiros que aguardam o transporte coletivo. Para os moradores, o problema demonstra falta de estrutura e de manutenção em uma região que recebe grande circulação de pessoas. Além do desconforto, os buracos na avenida também geram preocupação com a segurança no trânsito. Motoristas e motociclistas precisam desviar dos pontos danificados, o que pode aumentar o risco de acidentes, especialmente em dias de baixa visibilidade ou pista molhada. Para motociclistas, buracos e ondulações representam risco ainda maior. Moradores cobram que os órgãos responsáveis realizem uma vistoria no trecho e adotem medidas efetivas para resolver o problema. Entre as demandas estão a recuperação do pavimento, a limpeza e manutenção da ciclofaixa, a melhoria do sistema de escoamento da água e a instalação de estrutura adequada na parada de ônibus. A reclamação também reforça a necessidade de planejamento para uma região que vem crescendo e que possui grande importância para a mobilidade entre bairros, balneários e áreas residenciais. A falta de manutenção frequente acaba transformando problemas antigos em transtornos diários para a população. Quem vive ou circula pela avenida Adolfo Fetter afirma que a situação precisa ser tratada com prioridade. A comunidade entende que a via não pode continuar oferecendo risco e desconforto para moradores, ciclistas, pedestres, passageiros e motoristas. A cobrança é por uma solução definitiva, capaz de melhorar a segurança e a qualidade de circulação no trecho. O Pelotas Notícias segue abrindo espaço para as demandas da população e reforça a importância de que problemas de infraestrutura urbana sejam avaliados pelos setores competentes. No caso da avenida Adolfo Fetter, os moradores pedem atenção urgente para uma situação que afeta diretamente a rotina de quem utiliza a região todos os dias. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Moradores denunciam descarte irregular de lixo entre as ruas 13 e 14, no bairro Dunas

Moradores do bairro Dunas, em Pelotas, entraram em contato com o Pelotas Notícias para relatar uma situação de descarte irregular de lixo em uma área localizada entre as ruas 13 e 14. Segundo a comunidade, o local tem acumulado grande quantidade de resíduos deixados a céu aberto, causando preocupação para quem vive nas proximidades. Em vídeos encaminhados à reportagem, é possível observar sacolas plásticas, embalagens, restos de materiais, resíduos domésticos e outros objetos espalhados pelo terreno. O cenário chama atenção pelo volume de lixo acumulado e pela proximidade com áreas residenciais, o que amplia os transtornos para moradores que convivem diariamente com a situação. De acordo com o relato de um morador, o local precisa de limpeza e também de maior conscientização da população. A reclamação aponta que parte do problema é causada por pessoas que descartam resíduos de forma irregular, deixando materiais em áreas abertas em vez de utilizar os meios adequados de descarte. O acúmulo de lixo em terrenos e vias públicas pode gerar uma série de problemas para a comunidade. Além do impacto visual e do mau cheiro, esse tipo de situação pode favorecer a proliferação de insetos, roedores e outros animais, aumentando riscos à saúde pública. Em períodos de chuva, os resíduos também podem ser levados para valetas, bueiros e redes de drenagem, contribuindo para entupimentos e alagamentos. Moradores pedem que os órgãos responsáveis realizem a limpeza da área e adotem medidas de fiscalização para evitar que o problema volte a ocorrer. A comunidade também solicita ações de orientação, já que o descarte irregular prejudica todos os moradores e compromete a qualidade de vida no bairro. O bairro Dunas é uma das regiões mais populosas de Pelotas e possui áreas de grande circulação de moradores, trabalhadores e famílias. Por isso, a manutenção dos espaços públicos é considerada essencial para garantir melhores condições de convivência, segurança e saúde para a população. A situação relatada entre as ruas 13 e 14 mostra a importância de unir limpeza urbana, fiscalização e conscientização. A retirada do lixo resolve o problema imediato, mas a continuidade do descarte irregular pode fazer com que a área volte a ficar tomada por resíduos em pouco tempo. Por isso, moradores defendem que a solução também passe pela responsabilização de quem descarta lixo de forma inadequada. O descarte correto de resíduos é uma responsabilidade coletiva. Materiais domésticos, entulhos, restos de móveis, plásticos e outros objetos não devem ser deixados em terrenos, calçadas ou áreas abertas. Quando isso acontece, toda a comunidade acaba sendo afetada, especialmente quem mora próximo aos pontos de acúmulo. Além da limpeza, a população cobra mais atenção para pontos que se tornam locais frequentes de descarte. Esses espaços, quando não recebem manutenção ou fiscalização, acabam sendo utilizados de forma irregular por algumas pessoas, gerando um ciclo de sujeira e abandono. A comunidade espera que a situação seja verificada e que providências sejam tomadas para remover os resíduos acumulados. Moradores também reforçam a necessidade de preservar o bairro e evitar que novos descartes sejam feitos no mesmo local. O Pelotas Notícias segue abrindo espaço para as demandas da população e reforça a importância de que problemas de infraestrutura, limpeza urbana e descarte irregular sejam encaminhados aos setores competentes. A preservação dos espaços públicos depende da atuação do poder público e também da colaboração de cada morador. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Prefeitura realiza obras de desassoreamento no arroio Salgado, na Z-3, e no canal Santa Bárbara

A Prefeitura de Pelotas iniciou nesta terça-feira, dia 30 de junho, uma nova etapa de obras de desassoreamento no arroio Salgado, na Colônia de Pescadores Z-3. O serviço ocorre por meio de convênio entre o município e o governo do Estado, dentro do programa Desassorear RS, e tem como objetivo melhorar o escoamento da água, ampliar a capacidade de vazão e reduzir riscos em áreas consideradas vulneráveis. Nesta etapa, foi liberada a dragagem de 6,5 mil metros cúbicos no município. A primeira frente de trabalho contempla a continuidade do desassoreamento do arroio Salgado, que recebe a contribuição de água das granjas das imediações e deságua na Laguna dos Patos. A intervenção também busca melhorar as condições de navegação no local, uma demanda antiga de moradores e pescadores da comunidade. O prefeito Fernando Marroni acompanhou o início dos trabalhos na manhã desta terça-feira. Segundo ele, a continuidade do desassoreamento no arroio Salgado, desta vez até o encontro com a laguna, deve melhorar o escoamento e tornar a região mais segura diante de eventos extremos. O prefeito também destacou que a obra deve beneficiar a navegação, que vinha sendo prejudicada pelo acúmulo de sedimentos no manancial. A dragagem no arroio Salgado é considerada importante para a rotina da Colônia Z-3, especialmente para os pescadores que utilizam a região para deslocamento e trabalho. O assoreamento dificulta a passagem das embarcações, reduz a profundidade do arroio e compromete o fluxo natural da água, gerando transtornos para a comunidade. Morador da Z-3, Carlos Roberto Machado acompanhou a execução da dragagem e destacou que a primeira ação de desassoreamento já havia melhorado bastante as condições de navegação no arroio. Conforme o relato, o local estava muito assoreado e a água que descarregava da Colônia ficava represada na boca do arroio, dificultando o escoamento e a rotina dos pescadores. Além da finalização dos trabalhos no arroio Salgado, a Prefeitura pretende utilizar o restante da cota liberada para realizar o desassoreamento do canal Santa Bárbara. A intervenção deve ocorrer desde o vertedouro até a ponte, nas proximidades do pontilhão da avenida Francisco Caruccio, em um trecho considerado crítico pela gestão municipal. De acordo com o secretário de Proteção e Defesa Civil, Milton Martins, a segunda etapa no arroio Salgado deve dragar cerca de mil metros cúbicos. O restante da cota será destinado ao canal Santa Bárbara, com o objetivo de aumentar a capacidade de vazão e preparar o município para períodos de chuva intensa. A preocupação da gestão municipal também está relacionada à possibilidade de eventos climáticos associados ao fenômeno El Niño. O aumento da capacidade de vazão do canal Santa Bárbara pode contribuir para reduzir riscos de alagamentos nas imediações em caso de excesso de chuva, principalmente em áreas que historicamente sofrem com dificuldades de drenagem. O trabalho envolve a Secretaria de Urbanismo, a Secretaria de Proteção e Defesa Civil e o Sanep. A execução será feita com escavadeiras hidráulicas de braço longo contratadas pelo programa Desassorear RS, administrado pelo governo do Estado com recursos do governo federal. O desassoreamento é uma medida importante para remover sedimentos acumulados no fundo de arroios, canais e cursos d’água. Com o passar do tempo, o acúmulo de areia, barro, vegetação e outros materiais reduz a profundidade e a capacidade de escoamento, aumentando o risco de transbordamentos, alagamentos e dificuldades de navegação. Na Colônia Z-3, a obra tem impacto direto na vida da comunidade pesqueira. A região depende da boa condição dos cursos d’água para garantir o deslocamento de embarcações, o acesso à laguna e a manutenção das atividades ligadas à pesca. Por isso, a dragagem é vista como uma intervenção necessária tanto para a infraestrutura quanto para a economia local. No canal Santa Bárbara, o objetivo é preventivo. Ao ampliar a capacidade de vazão em um trecho considerado sensível, a Prefeitura busca reduzir a possibilidade de acúmulo de água em períodos de chuva forte. A medida faz parte de um conjunto de ações voltadas à preparação da cidade para eventos climáticos extremos e à redução de danos em áreas urbanas. A execução das obras nesta semana reforça a importância de investimentos em drenagem, limpeza e manutenção de arroios e canais. Pelotas tem enfrentado nos últimos anos os impactos de chuvas intensas, cheias e alagamentos, o que torna esse tipo de intervenção cada vez mais necessária para proteger moradores, vias públicas e comunidades tradicionais. Com a continuidade da dragagem no arroio Salgado e a previsão de atuação no canal Santa Bárbara, a Prefeitura busca melhorar a capacidade de resposta da cidade diante de situações de emergência climática. A expectativa é que os serviços contribuam para reduzir riscos, facilitar o escoamento da água e oferecer mais segurança às comunidades atendidas. A obra também representa uma resposta a demandas locais, especialmente dos pescadores da Z-3, que convivem diariamente com os efeitos do assoreamento. A melhoria das condições de navegação e de escoamento deve beneficiar diretamente quem depende da laguna e dos arroios para trabalhar. O trabalho segue nesta semana com a atuação das máquinas nos pontos definidos. A Prefeitura afirma que a intervenção faz parte de uma estratégia de prevenção e de preparação do município para enfrentar períodos de chuva intensa com mais estrutura e menor risco de transtornos à população. 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Prefeitura finaliza etapa de licitação para obra de reestruturação da Estrada da Barra, no Laranjal

A Prefeitura de Pelotas finalizou uma etapa importante do processo licitatório para a obra de reestruturação da Estrada da Barra, localizada na praia do Laranjal. O avanço ocorreu com a abertura das propostas das empresas interessadas na execução do serviço, por meio de concorrência pelo critério de menor preço. Ao todo, quatro empresas apresentaram propostas para realizar a intervenção. A próxima etapa será a homologação do processo, que deve ocorrer em até 30 dias. Conforme a Procuradoria Geral do Município, não há impedimento legal para o início dos trabalhos no segundo semestre, mesmo durante o período eleitoral. A obra contará com recursos de R$ 4,3 milhões, já disponíveis para a intervenção. O valor é proveniente da Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, vinculada ao governo federal, e será aplicado em uma ação considerada estratégica para melhorar a infraestrutura da região e aumentar a resistência da cidade diante de eventos climáticos extremos. O projeto prevê a reconstrução completa da estrutura viária da Estrada da Barra, em um trecho de aproximadamente 1,7 quilômetro de extensão. A obra será executada desde o trapiche do balneário Valverde até o Pontal, contemplando uma área importante para moradores, visitantes e para a mobilidade da região do Laranjal. A intervenção busca oferecer uma solução mais duradoura para um trecho historicamente sensível a danos provocados por cheias, avanço das águas e eventos climáticos. Em situações de emergência, a região pode sofrer com prejuízos na circulação, dificuldades de acesso e risco de isolamento da comunidade. Por isso, a proposta é reestruturar a estrada com materiais e técnicas que garantam maior resistência. De acordo com o projeto, o pavimento será executado em solo-cimento, com sub-base em saibro e base de argila. A estrutura também contará com manta geotêxtil e enrocamento, material em pedra utilizado para proteção lateral ao longo da orla. Esse tipo de solução busca proteger a estrada contra a ação da água e reduzir a necessidade de reparos frequentes após episódios de cheia. A fiscalização da obra ficará sob responsabilidade da equipe de engenheiros e arquitetos da Unidade de Projetos e Desenvolvimento Urbano Integrado da Secretaria de Urbanismo. O acompanhamento técnico será fundamental para garantir que a execução siga o projeto previsto e atenda às necessidades da região. O prefeito Fernando Marroni destacou que a intervenção faz parte de um conjunto de obras voltadas a tornar Pelotas mais preparada para enfrentar emergências climáticas. Ele comparou a iniciativa à ponte de concreto da Z3, também construída com recursos federais, e afirmou que a proposta é resolver problemas estruturais que, no passado, deixaram comunidades vulneráveis. Segundo o prefeito, a obra da Estrada da Barra busca evitar que novas cheias obriguem o município a refazer a estrada ou deixem moradores isolados, como já ocorreu em anos anteriores. A proposta é garantir uma estrutura mais segura e resistente, capaz de suportar situações de maior impacto climático. A Estrada da Barra tem importância direta para a mobilidade da região do Laranjal. Além de servir como ligação para moradores e frequentadores da praia, o trecho também possui relevância para o turismo, para o acesso a áreas tradicionais e para a rotina de quem vive nas proximidades. Por isso, a reestruturação é tratada como uma obra de infraestrutura e também de segurança para a comunidade. Nos últimos anos, Pelotas tem enfrentado desafios relacionados a eventos climáticos, alagamentos, cheias e danos em vias públicas. Obras que fortalecem a infraestrutura viária em áreas vulneráveis são consideradas fundamentais para reduzir prejuízos e melhorar a capacidade de resposta do município. Com os recursos já assegurados, a expectativa agora é pela conclusão da etapa de homologação e pelo início dos trabalhos no segundo semestre. Após a contratação da empresa vencedora, o município deverá dar andamento à execução da obra, seguindo os prazos e critérios previstos no processo licitatório. A reestruturação da Estrada da Barra representa uma intervenção aguardada para a região do Laranjal. Além de melhorar as condições de tráfego, a obra busca oferecer mais segurança, reduzir riscos de isolamento e garantir maior proteção à via em períodos de instabilidade climática. A iniciativa também reforça a necessidade de planejamento urbano voltado à adaptação climática. Em áreas próximas à orla, a infraestrutura precisa ser pensada para resistir melhor aos efeitos da água, do vento e de eventos extremos, protegendo tanto o patrimônio público quanto a comunidade. A Prefeitura afirma que a obra será uma resposta estrutural para um problema recorrente. Com a reconstrução do trecho e a implantação de soluções de proteção lateral, a expectativa é que a Estrada da Barra tenha maior durabilidade e ofereça melhores condições de circulação ao longo dos próximos anos. Foto: Volmer Perez/Secom Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

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