Famílias denunciam depredação em moradias ainda não entregues na região da Guabiroba

Uma denúncia encaminhada de forma anônima ao Pelotas Notícias chama atenção para a situação de moradias construídas na região da Guabiroba, em Pelotas, que ainda aguardam a entrega oficial das chaves às famílias contempladas. Conforme o relato recebido, algumas das residências estariam sendo invadidas, depredadas e tendo materiais retirados antes mesmo de serem ocupadas. Segundo o denunciante, havia a expectativa de que a entrega das chaves ocorresse no dia 15. No entanto, as famílias ainda não teriam recebido uma nova previsão ou informações detalhadas sobre quando poderão efetivamente ocupar os imóveis. A falta de uma definição estaria aumentando a preocupação dos futuros moradores. Enquanto as casas permanecem desocupadas, algumas unidades estariam sendo alvo de ações de vandalismo e possíveis furtos de materiais instalados durante a construção. Imagens enviadas ao Pelotas Notícias mostram uma janela com grande parte do vidro quebrada. Em outro imóvel, a parte inferior de uma porta aparece aberta ou danificada, permitindo acesso ao interior da residência. Também é possível observar um tanque de lavar roupas retirado do ponto onde estava instalado e deixado no lado externo da casa. Conforme o relato, fios elétricos e outros materiais também teriam sido retirados das unidades. Essa informação, no entanto, é apresentada com base na denúncia encaminhada e ainda não foi confirmada oficialmente pelos órgãos responsáveis. A preocupação das famílias é de que, até o momento da entrega, os imóveis estejam com danos ainda maiores. Além do prejuízo material, reparos poderão atrasar a ocupação das residências ou exigir novos investimentos públicos antes que as casas sejam liberadas. O denunciante afirma que os futuros moradores aguardam há algum tempo pela conclusão do processo de entrega. A expectativa era de que, após a definição da data, as famílias pudessem organizar a mudança e iniciar uma nova etapa de suas vidas. Com a ausência de informações atualizadas, cresce o sentimento de insegurança e incerteza. As imagens também indicam que algumas casas estão vulneráveis à entrada de terceiros. Janelas quebradas e portas danificadas facilitam o acesso ao interior, aumentando o risco de retirada de objetos, instalações elétricas, metais, equipamentos hidráulicos e outros componentes das residências. Moradores pedem que seja reforçada a vigilância no conjunto habitacional até que todas as casas sejam oficialmente entregues. Entre as medidas sugeridas estão rondas periódicas, fechamento dos acessos danificados, fiscalização do local e acompanhamento dos imóveis por parte dos responsáveis pelo empreendimento. Outra cobrança é pela divulgação de um cronograma atualizado. As famílias querem saber se haverá uma nova data para a entrega das chaves e se os danos já identificados serão reparados antes da ocupação. A situação também preocupa porque os imóveis foram construídos para atender famílias que aguardam uma solução habitacional. Para os futuros moradores, cada dano representa um possível atraso e aumenta o receio de receber uma residência em condições diferentes das previstas inicialmente. Além da recuperação das estruturas danificadas, será necessário verificar as instalações elétricas e hidráulicas antes da entrega. Caso fios, torneiras, tanques ou outros componentes tenham sido removidos, as casas precisarão passar por uma nova vistoria técnica para garantir condições adequadas de segurança e habitabilidade. A denúncia destaca ainda que a demora na ocupação pode facilitar novas invasões. Imóveis desocupados e sem vigilância constante costumam se tornar mais vulneráveis a atos de vandalismo, retirada de materiais e danos estruturais. As famílias defendem que a entrega seja realizada assim que todas as condições legais e técnicas estiverem concluídas. Ao mesmo tempo, pedem que os imóveis sejam protegidos durante esse período para evitar a perda do trabalho já realizado e preservar o patrimônio destinado aos beneficiários. Até a publicação desta matéria, não havia informação oficial sobre uma nova data para a entrega das chaves nem sobre a extensão dos danos registrados nas moradias. Também não foi informado se já existe previsão para reparos ou reforço na segurança do local. O Pelotas Notícias preserva a identidade do denunciante e mantém o espaço aberto para manifestação dos órgãos responsáveis, esclarecimentos sobre o cronograma de entrega e atualização das providências adotadas para proteger e recuperar as unidades habitacionais. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com
Descarte irregular de agulhas gera preocupação entre moradores na Avenida República do Líbano

O descarte irregular de seringas, agulhas e outros materiais perfurocortantes nas proximidades de um imóvel localizado na Avenida República do Líbano, em Pelotas, está causando preocupação entre moradores da região. A situação foi registrada em imagens encaminhadas ao Pelotas Notícias, nas quais é possível observar uma grande quantidade de objetos espalhados e amontoados em uma área de circulação. Segundo o relato recebido, os materiais teriam sido deixados no local por antigos ocupantes de um imóvel antes de uma mudança. A informação faz parte da denúncia apresentada pelos moradores e ainda não foi confirmada oficialmente pelos órgãos responsáveis. Entre os objetos fotografados aparecem seringas, agulhas, embalagens, recipientes plásticos e outros resíduos que podem oferecer risco à população. A principal preocupação é com as agulhas expostas e sem qualquer tipo de acondicionamento adequado. Materiais perfurocortantes abandonados em locais públicos podem provocar ferimentos em pedestres, crianças, animais e trabalhadores responsáveis pela coleta de lixo ou pela limpeza da área. Além do risco de perfuração, também existe preocupação com uma possível contaminação, especialmente quando não é possível identificar a origem ou a utilização anterior dos objetos. Ainda conforme a denúncia, um cachorro teria pisado em uma das agulhas durante a manhã de quinta-feira (16) e sofrido um ferimento na pata. O estado de saúde do animal e as circunstâncias exatas do caso não foram informados. O episódio, entretanto, aumentou a preocupação dos moradores e reforçou o pedido para que os materiais sejam retirados o mais rapidamente possível. As imagens mostram dezenas de seringas e objetos semelhantes concentrados em uma área próxima ao imóvel. Alguns dos materiais aparecem sem qualquer proteção, misturados a embalagens, garrafas, caixas e outros resíduos. Para os denunciantes, a permanência desses objetos no local representa um perigo imediato, principalmente para pessoas que possam se aproximar sem perceber a presença das agulhas. Moradores afirmam que a área precisa ser isolada até que uma equipe capacitada realize o recolhimento. A retirada desse tipo de resíduo exige cuidados específicos para evitar acidentes durante o manuseio e o transporte. O material não deve ser recolhido diretamente com as mãos, colocado em sacolas comuns ou misturado ao lixo doméstico. O descarte correto de agulhas, seringas e lâminas deve ser feito em recipientes rígidos, resistentes a perfurações e devidamente fechados. Posteriormente, o material precisa ser encaminhado a um ponto de coleta apropriado, unidade de saúde ou serviço autorizado para receber resíduos perfurocortantes. O abandono em terrenos, calçadas ou vias públicas pode colocar outras pessoas em risco e dificultar o trabalho das equipes responsáveis pela limpeza. A comunidade também pede que seja realizada uma vistoria no imóvel e em suas proximidades para verificar se existem outros materiais semelhantes espalhados na área. A preocupação é de que algumas agulhas possam estar escondidas entre a vegetação, em sacolas ou junto aos demais resíduos, ampliando a possibilidade de novos acidentes. Outro pedido apresentado é para que os órgãos competentes identifiquem a origem do material e adotem as providências cabíveis. Os moradores defendem que, além do recolhimento imediato, sejam realizadas ações de fiscalização e orientação para impedir que novos descartes ocorram no mesmo ponto. A presença de materiais perfurocortantes em área pública exige atenção especial. Em caso de acidente com uma agulha ou seringa abandonada, a orientação geral é lavar o local com água e sabão e procurar atendimento de saúde o mais rapidamente possível. No caso de animais, o responsável deve buscar avaliação veterinária, evitando manipular o objeto sem proteção. Os denunciantes aguardam uma resposta e esperam que o recolhimento seja realizado antes que outras pessoas ou animais sejam atingidos. A situação também chama atenção para a importância da destinação correta de resíduos que podem causar cortes, perfurações ou contaminações. Até a publicação desta matéria, não havia informação sobre a retirada dos materiais ou sobre uma manifestação oficial dos órgãos responsáveis. O espaço permanece aberto para esclarecimentos, atualizações e posicionamentos das partes envolvidas. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com
Motorista deixa o local após atingir veículo estacionado e causar danos no bairro Areal

Um veículo estacionado foi atingido por outro automóvel na noite de quarta-feira (15), na avenida Domingos de Almeida, no bairro Areal, em Pelotas. Após a colisão, o motorista envolvido teria deixado o local sem prestar informações ou fornecer qualquer identificação. A ocorrência foi comunicada por meio da Delegacia de Polícia Online do Rio Grande do Sul e deverá ser analisada pelas autoridades responsáveis. A identidade do condutor ainda não foi confirmada oficialmente. De acordo com o relato registrado, a proprietária do veículo atingido estava dentro de casa quando ouviu um forte barulho vindo da rua. Ao sair para verificar o que havia acontecido, encontrou o automóvel danificado e percebeu que o outro veículo já não estava mais no local. Além dos prejuízos provocados no carro estacionado, estruturas existentes nas proximidades também foram atingidas durante a colisão. Veículo sofreu danos em diferentes partes Conforme as informações apresentadas no registro, o automóvel estacionado sofreu danos na sinalização traseira esquerda, na roda traseira do mesmo lado, no para-choque e em uma das laterais. A intensidade do impacto também teria provocado danos em uma lixeira e em um cano metálico localizados próximos ao ponto onde o veículo estava estacionado. A dimensão completa dos prejuízos ainda deverá ser avaliada por meio de orçamento ou análise técnica. Dependendo das avarias identificadas, poderá ser necessário substituir peças, realizar reparos na carroceria e verificar possíveis danos mecânicos ou estruturais. Mesmo quando a colisão ocorre com o veículo parado, o impacto pode comprometer componentes que não apresentam alterações visíveis imediatamente. Por esse motivo, a orientação é que o automóvel seja avaliado antes de retornar ao uso normal. Proprietária estava dentro da residência Segundo o relato encaminhado às autoridades, a proprietária não presenciou diretamente o momento da colisão. Ela afirmou que estava dentro da residência quando ouviu o barulho da batida. Ao sair para verificar a situação, encontrou o veículo com diferentes danos, mas o automóvel que teria provocado o acidente já havia deixado a área. A ausência do outro motorista dificultou a identificação imediata e o encaminhamento das providências relacionadas aos prejuízos. Em acidentes com danos materiais, a permanência no local e a troca de informações entre os envolvidos podem facilitar o registro, a comunicação com seguradoras e a definição das responsabilidades. Deixar o local sem fornecer dados pode tornar necessária a abertura de investigação para identificar o veículo e o condutor. Câmeras poderão auxiliar na identificação Ainda conforme a ocorrência, câmeras de monitoramento existentes nas proximidades teriam registrado o momento da colisão e a saída do automóvel. As imagens poderão ser entregues às autoridades e analisadas para identificar características do veículo, direção seguida, horário exato e outros elementos relevantes. Dependendo da qualidade da gravação, poderá ser possível verificar o modelo, a cor, parte da placa ou outras particularidades que contribuam para a identificação. A análise também poderá ajudar a reconstruir a dinâmica do acidente, indicando a velocidade aproximada, a trajetória realizada e a forma como o carro atingiu o veículo estacionado e as estruturas próximas. Neste momento, porém, não existe confirmação pública sobre o conteúdo completo das imagens ou sobre a identificação do responsável. Caso foi comunicado à Polícia Civil A ocorrência foi registrada e deverá ser encaminhada para análise. A Polícia Civil poderá solicitar as gravações, ouvir a proprietária, verificar testemunhas e reunir outras informações capazes de esclarecer o caso. Caso o veículo seja identificado, o condutor poderá ser chamado para prestar esclarecimentos. A responsabilidade pelos danos dependerá da análise das provas e da apuração da dinâmica da colisão. O registro policial não representa uma condenação ou conclusão definitiva. Ele formaliza o relato da vítima e permite que as autoridades realizem os procedimentos necessários. Até o momento, não foram divulgadas informações sobre feridos. Os danos relatados seriam exclusivamente materiais. Danos em estruturas também deverão ser avaliados Além do veículo estacionado, uma lixeira e um cano metálico teriam sido atingidos. Será necessário verificar a quem pertencem essas estruturas e se haverá necessidade de reparação ou substituição. Caso sejam equipamentos instalados em área pública, o órgão responsável poderá avaliar os prejuízos e adotar as medidas cabíveis. Se estiverem dentro de uma propriedade particular, os danos também poderão integrar o levantamento apresentado pela vítima. Fotografias produzidas logo após o acidente, imagens de câmeras e orçamentos podem ajudar a documentar a extensão dos prejuízos. Condutor ainda não foi identificado oficialmente Até a divulgação das informações disponíveis, não havia confirmação oficial sobre a identidade do motorista que deixou o local. Por esse motivo, não é possível atribuir responsabilidade a uma pessoa específica antes da conclusão da apuração. A identificação deverá ser baseada em elementos objetivos, como gravações, depoimentos, características do automóvel e demais provas reunidas. A divulgação de nomes ou placas sem confirmação pode expor pessoas indevidamente e prejudicar a investigação. O Pelotas Notícias acompanhará o caso e atualizará a matéria caso novas informações sejam confirmadas pelas autoridades. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com
Operação integrada fiscaliza ocupações irregulares e possíveis crimes ambientais no bairro Vasco Pires

Uma operação integrada foi realizada na manhã desta sexta-feira (17), no bairro Vasco Pires, em Pelotas, com o objetivo de fiscalizar ocupações irregulares e possíveis danos ambientais em uma área pública considerada de preservação. A ação reuniu equipes de seis secretarias municipais, Defesa Civil, Brigada Militar e Patrulha Ambiental. Durante a fiscalização, os agentes percorreram a área, registraram as condições encontradas e avaliaram construções, alterações no terreno e intervenções realizadas sobre a vegetação. Conforme as informações preliminares, foram identificados indícios de movimentação irregular de solo, modificações no relevo sem autorização e possível supressão de vegetação nativa. Os registros ainda deverão passar por análise técnica e jurídica. A constatação visual de alterações ambientais não representa, por si só, a responsabilização criminal definitiva de uma pessoa específica. Caberá aos órgãos competentes identificar os responsáveis por cada intervenção, verificar a existência de autorização e determinar se houve efetivamente a prática de crime ou infração administrativa. Área possui aproximadamente 30 habitações De acordo com o secretário municipal de Qualidade Ambiental, Márcio Souza, a área fiscalizada possui aproximadamente 30 habitações. A estimativa apresentada durante a operação indica que cerca de 15 construções já estariam concluídas. Outras 15 se encontrariam em fase de construção, sem ocupação consolidada ou ainda em estágio inicial. A situação de cada imóvel deverá ser avaliada individualmente. Entre os pontos que poderão ser considerados estão o período em que a construção começou, a identificação dos ocupantes, a existência de documentação, o tipo de material utilizado e a dimensão da área atingida. Também deverá ser verificado se todas as estruturas estão dentro dos limites da área pública fiscalizada ou se existem construções em terrenos com situações diferentes. A existência de diversas habitações no local exige que qualquer medida de retirada, demolição ou desocupação seja realizada por meio dos procedimentos legais adequados, respeitando decisões judiciais e a análise dos órgãos responsáveis. Equipes registraram alterações no solo e na vegetação Durante a vistoria, as equipes identificaram pontos com movimentação de solo e modificações no terreno. Esse tipo de intervenção pode envolver retirada de terra, abertura de caminhos, nivelamento de áreas, aterramento de partes mais baixas ou preparação do solo para construção. Em áreas ambientalmente protegidas, alterações desse tipo podem depender de licenciamento ou autorização específica. A ausência desses documentos poderá resultar em sanções administrativas e, conforme as circunstâncias, investigação criminal. Também foram observados indícios de retirada de vegetação nativa. Os técnicos deverão avaliar a extensão da área afetada, as espécies removidas, o estágio da vegetação e os impactos provocados sobre o solo, a drenagem e o equilíbrio ambiental. A avaliação técnica será necessária para definir se o dano pode ser recuperado e quais medidas deverão ser executadas. Relatórios poderão subsidiar medidas judiciais Segundo o secretário de Qualidade Ambiental, os órgãos participantes realizam registros formais para caracterizar as condições encontradas. Os relatórios técnicos, fotografias, mapas, autos de constatação e demais documentos produzidos deverão ser reunidos em um procedimento administrativo. Esse material poderá ser encaminhado à Procuradoria do Município, à Polícia Civil, ao Ministério Público ou a outros órgãos, conforme a competência de cada instituição. A Prefeitura deverá avaliar a adoção de medidas jurídicas para solicitar a reintegração de posse da área pública. A reintegração de posse depende de procedimento legal e, quando necessária, de autorização judicial. A decisão deverá considerar os documentos apresentados, a situação da área e os direitos das pessoas envolvidas. Até que exista uma determinação definitiva, não é possível afirmar quando ocorrerá eventual desocupação ou quais construções serão diretamente atingidas. Autoridades não localizaram suspeitos apontados como integrantes de grupos criminosos Conforme as informações divulgadas após a operação, nenhuma pessoa apontada como integrante de grupo criminoso foi localizada no momento da fiscalização. A suspeita das autoridades é de que possíveis envolvidos tenham deixado a área ao perceber a chegada das equipes. Essa informação, no entanto, ainda deverá ser apurada e não permite concluir que todos os moradores ou ocupantes possuam relação com atividades criminosas. A eventual presença de pessoas ligadas a grupos criminosos deverá ser investigada individualmente pelos órgãos de segurança. Moradores não podem ser associados automaticamente a crimes apenas por residirem ou permanecerem na área fiscalizada. A atribuição de responsabilidade depende de provas, investigação e análise das condutas de cada pessoa. Operação também busca preservar área pública Além da identificação de possíveis infrações, a operação busca impedir a ampliação das ocupações e preservar o patrimônio ambiental. Construções em áreas protegidas podem provocar impactos sobre a vegetação, a drenagem, os cursos de água, o solo e a fauna. A retirada da cobertura vegetal deixa o terreno mais exposto à erosão. A movimentação irregular de terra também pode alterar o caminho natural da água da chuva e ampliar riscos de alagamentos ou deslizamentos. O descarte de resíduos e a ausência de infraestrutura de saneamento são outros fatores que poderão ser verificados pelos técnicos. Caso seja confirmada a degradação, os responsáveis poderão ser obrigados a reparar os danos, além de responderem às medidas administrativas ou judiciais aplicáveis. Situação social das famílias deverá ser analisada A existência de habitações no local também poderá exigir acompanhamento das equipes de assistência social e habitação. As autoridades deverão identificar quantas construções são efetivamente utilizadas como moradia, quantas estão vazias e quantas ainda não foram concluídas. Também poderá ser analisada a presença de crianças, idosos, pessoas com deficiência ou famílias em situação de vulnerabilidade. Essa avaliação não impede a adoção das medidas destinadas à proteção da área pública, mas permite que o processo seja conduzido de forma organizada e dentro das garantias legais. Eventuais encaminhamentos para programas habitacionais, acolhimento ou atendimento social dependerão da avaliação individual e dos critérios estabelecidos pelo Município. Investigação deverá identificar responsáveis por cada intervenção Os autos produzidos durante a operação não encerram a apuração. A próxima etapa deverá envolver a identificação dos responsáveis pelas construções, pela movimentação de solo e pela retirada de vegetação. Os órgãos também poderão verificar se houve comercialização irregular de lotes, cobrança para ocupação da área ou participação de terceiros na organização das construções. Caso sejam encontrados indícios de atuação organizada,
Homem é detido após incendiar o próprio veículo no bairro Areal, em Pelotas

Um homem foi detido pela Brigada Militar na madrugada desta sexta-feira (17), após incendiar o próprio veículo em frente à residência da companheira, no bairro Areal, em Pelotas. O caso ocorreu por volta das 5h20 e mobilizou equipes da segurança pública e do Corpo de Bombeiros Militar. Conforme as informações registradas na ocorrência, a Brigada Militar foi acionada depois que moradores relataram que um indivíduo estaria colocando fogo em um automóvel estacionado na via. A guarnição se deslocou até o endereço indicado para verificar a situação e encontrou o veículo já tomado pelas chamas. Os policiais localizaram o homem nas proximidades do automóvel. Segundo o relato, ele ainda estaria envolvido na ação quando a equipe chegou ao local. Durante a tentativa de abordagem, o suspeito teria apresentado resistência e precisou ser contido pelos policiais. Após a imobilização, ele foi detido e encaminhado para os procedimentos previstos na legislação. A ocorrência deverá ser analisada pelas autoridades responsáveis para esclarecer todas as circunstâncias, incluindo a motivação do incêndio, a dinâmica dos fatos e eventuais danos provocados no entorno. Corpo de Bombeiros foi chamado para controlar as chamas O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado para combater o incêndio e evitar que o fogo atingisse imóveis, postes, outros veículos ou estruturas próximas. As imagens registradas no local mostram o automóvel completamente tomado pelas chamas, com grande quantidade de fumaça e fogo concentrado principalmente na parte interna e na região central do veículo. Apesar do trabalho de combate realizado pelos bombeiros, o automóvel ficou completamente destruído. As chamas consumiram a parte interna, a lataria e diferentes componentes mecânicos e elétricos. A presença das equipes foi importante para impedir que o incêndio se espalhasse, principalmente porque a ocorrência aconteceu em uma área residencial e durante a madrugada, período em que muitas pessoas ainda estavam dentro de suas casas. O resfriamento da estrutura também é necessário depois da extinção aparente do fogo, pois materiais presentes nos veículos podem permanecer em alta temperatura e provocar novos focos. Ocorrência aconteceu em frente à residência da companheira Segundo o registro, o automóvel foi incendiado em frente à residência da companheira do homem. Até o momento, não foram divulgadas informações detalhadas sobre os acontecimentos anteriores ao incêndio ou sobre o motivo que teria levado o homem a colocar fogo no próprio veículo. Também não há confirmação, nas informações disponibilizadas, sobre a existência de discussão, ameaça ou dano a outros bens antes da chegada dos policiais. Esses pontos deverão ser esclarecidos durante a apuração, por meio dos depoimentos das pessoas envolvidas, do relato dos agentes que atenderam a ocorrência e de eventuais imagens gravadas por câmeras existentes nas proximidades. A investigação também poderá verificar se outras pessoas estavam no local e se houve risco direto aos moradores. Resistência durante abordagem será analisada O relato policial informa que o homem resistiu à abordagem e precisou ser contido pela guarnição. A resistência pode envolver diferentes tipos de comportamento e deverá ser descrita de forma detalhada no registro da ocorrência. A análise dos fatos ficará sob responsabilidade das autoridades competentes. Após ser contido, o homem foi encaminhado para os procedimentos legais. Não foram divulgadas informações sobre possíveis ferimentos, atendimento médico ou medidas adotadas depois da apresentação da ocorrência. Também não foi informado se ele permaneceu preso, foi liberado posteriormente ou se responderá por algum crime específico. A definição dependerá da avaliação jurídica do caso, das provas reunidas e da decisão da autoridade responsável pelo atendimento. Incêndios em veículos representam risco elevado Um veículo em chamas pode provocar riscos significativos para moradores, motoristas e equipes de emergência. Automóveis possuem combustível, óleos, peças plásticas, componentes elétricos e diferentes materiais que podem intensificar rapidamente o fogo e produzir fumaça tóxica. O calor também pode provocar explosões de pneus, rompimento de peças e danos em estruturas próximas. Por esse motivo, pessoas que presenciarem um incêndio em veículo devem manter distância e acionar imediatamente os serviços de emergência. Não é recomendado tentar abrir portas, capô ou porta-malas quando o fogo já estiver intenso. A entrada repentina de oxigênio pode ampliar as chamas e causar queimaduras graves. Também é importante impedir que curiosos se aproximem e evitar permanecer na direção da fumaça. Caso será investigado pelas autoridades A ocorrência foi registrada e deverá seguir para apuração. As autoridades poderão analisar as circunstâncias do incêndio, a propriedade do veículo, a conduta do homem durante a abordagem e os riscos causados aos moradores e ao patrimônio existente no local. Mesmo quando o automóvel pertence à própria pessoa, o uso do fogo em uma área pública ou residencial pode provocar consequências além da destruição do bem. A fumaça, o calor e a propagação das chamas podem colocar terceiros em risco e atingir imóveis, equipamentos públicos ou veículos estacionados nas proximidades. A investigação deverá determinar se houve exposição de outras pessoas a perigo e quais medidas legais são aplicáveis ao caso. Até a conclusão da apuração, as informações disponíveis devem ser tratadas como parte de uma ocorrência em andamento. 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Após limpeza de canal externo, moradores do Balneário dos Prazeres cobram atenção às valetas internas

Moradores do Balneário dos Prazeres, em Pelotas, manifestam preocupação com as condições das valetas localizadas no interior do bairro diante da previsão de chuva para os próximos dias. O colaborador do Pelotas Notícias, Cristiano Duarte, esteve na localidade após receber pedidos da comunidade para registrar a situação e mostrar os pontos que, segundo os moradores, ainda necessitam de limpeza e desobstrução. A comunidade reconhece como positivo o trabalho realizado pela Prefeitura de Pelotas no canal externo responsável por receber parte da água escoada da região. A intervenção foi considerada importante pelos moradores, especialmente por ampliar a capacidade de circulação da água em uma estrutura fundamental para a drenagem do Balneário dos Prazeres. Apesar do serviço realizado no canal principal, as imagens produzidas no interior do bairro mostram valetas tomadas por vegetação, com acúmulo de água e trechos em que praticamente não é possível visualizar o curso original da estrutura. A principal preocupação dos moradores é que a limpeza do canal externo, embora necessária, pode não produzir todo o resultado esperado caso as valetas internas permaneçam obstruídas. Essas estruturas são responsáveis por recolher a água das ruas, terrenos e proximidades das residências e conduzi-la até os pontos maiores do sistema de drenagem. Vegetação ocupa grande parte das valetas Nos registros feitos durante a visita, é possível observar uma grande quantidade de vegetação cobrindo as valetas. Em determinados pontos, as plantas se espalham por toda a área onde a água deveria circular. A presença de vegetação não significa, isoladamente, que a estrutura esteja completamente bloqueada. No entanto, quando ocorre em grande volume e está acompanhada por sedimentos, resíduos e água parada, pode reduzir o espaço disponível para o escoamento. Durante chuvas mais fortes, a água precisa percorrer rapidamente as estruturas menores até alcançar os canais de maior capacidade. Quando esse caminho encontra obstáculos, o nível pode subir, transbordar para as ruas e alcançar pátios e residências. Os moradores afirmam que a situação se torna ainda mais preocupante diante dos alertas meteorológicos e da possibilidade de acumulados elevados em um período relativamente curto. Comunidade reconhece serviço realizado no canal externo Os relatos encaminhados ao Pelotas Notícias não desconsideram o trabalho promovido pela administração municipal. Moradores destacaram que a limpeza do canal externo foi uma intervenção necessária e representa uma melhoria para a localidade. O serviço demonstra que as equipes públicas estão atuando na preparação da cidade para a instabilidade prevista. A cobrança está direcionada à continuidade do trabalho dentro do bairro. Para a comunidade, é necessário que o sistema seja atendido de maneira integrada, começando pelas valetas internas, passando pelas estruturas intermediárias e chegando ao canal externo. A limpeza de apenas uma parte pode ter efeitos limitados se a água não conseguir alcançar adequadamente o trecho que recebeu manutenção. Valetas possuem papel importante na drenagem do bairro As valetas abertas são comuns em localidades onde não existe uma rede subterrânea completa de drenagem. Elas recolhem a água que escorre pelas vias e ajudam a evitar que o volume fique concentrado em frente às casas ou nos pontos mais baixos. Para funcionar corretamente, essas estruturas precisam permanecer com espaço livre para a passagem da água. A manutenção pode envolver retirada de vegetação excessiva, remoção de barro, sedimentos e resíduos, além da correção de trechos danificados ou com desníveis. Também é necessário verificar se existem pontos de ligação interrompidos, acessos improvisados ou estruturas colocadas sobre as valetas que dificultem o fluxo. A comunidade solicita que seja realizada uma avaliação técnica, evitando intervenções que possam apenas deslocar o problema de um trecho para outro. Previsão de chuva aumenta preocupação dos moradores A previsão de novos períodos de instabilidade reforça o pedido por uma ação preventiva. Durante chuvas intensas, a quantidade de água pode superar rapidamente a capacidade de absorção do solo. Quando as valetas estão cheias de vegetação ou sedimentos, o risco de transbordamento aumenta. Moradores de áreas baixas afirmam que acompanham com preocupação os alertas, especialmente porque a localidade já enfrentou problemas relacionados ao acúmulo de água em outras ocasiões. Além dos danos materiais, alagamentos podem dificultar a circulação de pedestres, veículos, ambulâncias e demais serviços de emergência. A água acumulada também pode esconder buracos, objetos cortantes e outros riscos, além de aumentar o contato com resíduos e possíveis fontes de contaminação. Pedido é por manutenção antes do agravamento da situação A solicitação dos moradores é para que as equipes responsáveis façam a limpeza das valetas enquanto as condições ainda permitem uma atuação preventiva. A comunidade considera mais seguro realizar o serviço antes da chegada da chuva intensa do que aguardar o surgimento de alagamentos para iniciar uma operação emergencial. Além da retirada da vegetação, os moradores pedem que seja verificada a ligação entre as valetas e o canal externo recentemente limpo. Caso existam trechos bloqueados, tubos obstruídos ou diferenças de nível, a água poderá permanecer represada mesmo depois da limpeza superficial. Uma avaliação completa permitiria identificar quais pontos exigem prioridade e quais equipamentos são necessários para o atendimento. Descarte irregular também prejudica estruturas A conservação das valetas depende tanto do trabalho público quanto da colaboração da população. O descarte de garrafas, sacolas, restos de materiais, móveis e outros resíduos pode bloquear a passagem da água e comprometer rapidamente um serviço de limpeza recém-realizado. A orientação é que os moradores não coloquem lixo nas valetas, canais ou margens das estruturas de drenagem. Resíduos devem ser encaminhados para a coleta regular ou para os locais apropriados, conforme o tipo de material. A comunidade também pode comunicar pontos de descarte irregular e situações que representem risco antes que o problema se agrave. Entretanto, a existência de descarte inadequado não elimina a responsabilidade do poder público de realizar a manutenção e garantir o funcionamento das estruturas. Moradores aguardam continuidade da operação Após a visita de Cristiano Duarte e o registro da situação, os moradores esperam que o pedido seja analisado pelos setores responsáveis da Prefeitura. A comunidade reforça que a cobrança possui caráter preventivo e busca evitar prejuízos durante os próximos dias. O canal externo limpo representa
Demolição libera início da principal obra viária do PAC Farroupilha em Pelotas

A demolição da última das três casas desapropriadas na vila Farroupilha permitiu a liberação da área necessária para o início da pavimentação da avenida Nélson Mandela, considerada a principal intervenção viária do conjunto de obras de urbanização do PAC Farroupilha. O imóvel foi colocado abaixo nesta semana, depois de negociações entre a Prefeitura de Pelotas e a família que ocupava a residência. Conforme informado pela administração municipal, os moradores foram alojados temporariamente em uma casa pertencente ao Município e permanecerão no local até o recebimento da indenização prevista no processo de desapropriação. A retirada da edificação encerra uma etapa considerada indispensável para a abertura da nova frente de obras. As outras duas casas localizadas no traçado planejado para a futura avenida já haviam sido desocupadas e demolidas anteriormente. Em dois dos processos, os antigos moradores receberam indenização. No terceiro, foi entregue uma residência como forma de compensação. Com a liberação completa da área, a Prefeitura e a empresa responsável poderão iniciar os serviços relacionados à implantação da via. Avenida terá 1,4 quilômetro de extensão A avenida Nélson Mandela terá aproximadamente 1,4 quilômetro e ligará a vila Farroupilha à avenida Theodoro Müller, principal acesso à Cohab Guabiroba, também localizada no bairro Fragata, na zona Oeste de Pelotas. A nova ligação viária deverá criar uma alternativa de deslocamento para os moradores da região, melhorar a integração entre os loteamentos e ampliar as condições de circulação de veículos, pedestres e serviços públicos. A obra prevê pavimentação asfáltica e demais estruturas necessárias para o funcionamento da avenida. Os detalhes sobre drenagem, sinalização, iluminação e organização dos passeios deverão seguir o projeto executivo elaborado para a intervenção. A implantação da via é apontada como a última grande etapa do conjunto de ações de urbanização previsto para a vila Farroupilha. Embora outros serviços ainda permaneçam em andamento, a abertura da avenida representa a intervenção de maior porte entre as frentes que ainda precisam ser concluídas. Desapropriações eram necessárias para abertura do traçado O planejamento da avenida exigiu a desapropriação de três imóveis localizados no trajeto definido para a nova ligação. A desapropriação é um procedimento utilizado pelo poder público quando uma área particular é considerada necessária para a execução de uma obra de interesse coletivo. O processo deve incluir avaliação dos imóveis, negociação, pagamento de indenização ou outra forma de compensação prevista legalmente. No caso da última residência demolida, a Prefeitura informou que a família foi transferida para um imóvel municipal enquanto aguarda a conclusão do pagamento. A medida busca garantir que os moradores não permaneçam sem moradia durante a transição. Com a retirada das três casas, o terreno passa a ficar disponível para a preparação do solo, implantação das redes necessárias e posterior pavimentação. Rotatória de acesso continua em construção Enquanto a área da avenida Nélson Mandela é preparada, outras frentes do PAC Farroupilha seguem em execução. Uma delas é a conclusão da rotatória de acesso pela rua Almirante Guilhobel, nas proximidades da Estação Rodoviária de Pelotas. A estrutura deverá organizar a entrada e a saída de veículos no loteamento e melhorar a ligação com o sistema viário existente. As rotatórias são utilizadas para distribuir os diferentes fluxos de trânsito, reduzir pontos de conflito e diminuir a necessidade de cruzamentos diretos. A conclusão da intervenção dependerá da finalização da pavimentação, dos ajustes geométricos e da instalação da sinalização necessária. Área verde de 16 mil metros quadrados recebe melhorias O projeto também contempla a qualificação de uma área verde com aproximadamente 16 mil metros quadrados. No espaço, estão sendo realizadas as delimitações de um campo de futebol e a construção de uma pista de skate. A pracinha infantil e a academia ao ar livre já foram instaladas e encontram-se disponíveis para utilização da comunidade. A proposta é criar um espaço público destinado ao lazer, à prática esportiva e à convivência dos moradores. A manutenção dessas estruturas deverá ser necessária para evitar danos, preservar os equipamentos e garantir condições adequadas de uso. Calçadas internas estão em fase de conclusão As equipes também trabalham na finalização das calçadas no interior da vila Farroupilha. A implantação dos passeios busca melhorar a circulação dos moradores, principalmente de crianças, idosos e pessoas com mobilidade reduzida. Calçadas contínuas e organizadas permitem que os pedestres deixem de caminhar pela pista utilizada pelos veículos, reduzindo riscos de atropelamentos e outros acidentes. Os serviços deverão considerar o acesso às residências, o escoamento das águas e a integração com as vias pavimentadas. A conclusão dos passeios é uma das etapas necessárias para finalizar a urbanização interna do loteamento. Ampliação da rede elétrica foi concluída No início do mês, foi finalizada a ampliação da rede elétrica necessária para atender as residências e as novas estruturas do projeto. A operação envolveu a Prefeitura, por meio das secretarias de Urbanismo, Habitação e Regularização Fundiária, além do Sanep, da empresa responsável pela execução das obras e da CEEE Equatorial. A ampliação permite que as casas sejam conectadas ao sistema de distribuição de energia, possibilitando o uso regular dos imóveis. A ausência dessa estrutura impedia o avanço de algumas etapas e dificultava a entrega das moradias aos beneficiários. Com a rede concluída, as equipes poderão dar continuidade aos serviços de urbanização e regularização dos imóveis. Obras foram retomadas em agosto do ano passado As intervenções do PAC Farroupilha são financiadas pelo governo federal e foram retomadas em agosto do ano passado. Antes da retomada, o empreendimento permaneceu por um período com atividades reduzidas ou interrompidas. Desde o reinício dos serviços, já foram concluídas as redes de drenagem, abastecimento de água e esgotamento sanitário. Também foi finalizada a pavimentação das vias internas com blocos intertravados. Essas estruturas são fundamentais para melhorar as condições de moradia e reduzir problemas como acúmulo de água, barro, poeira e dificuldade de circulação. Drenagem busca reduzir riscos de alagamentos A rede de drenagem implantada no loteamento tem a função de receber e direcionar as águas da chuva. A ausência de um sistema adequado pode provocar acúmulos nas ruas, erosão do solo e entrada de água nas
Morador alerta para lixo e vegetação em canal do Valverde e pede limpeza antes da chegada das chuvas

Um morador do Valverde encaminhou ao Pelotas Notícias imagens que mostram o acúmulo de lixo, vegetação e plantas aquáticas em um canal responsável pelo escoamento da água na região. Conforme o relato recebido, o curso d’água parte da área próxima a uma estação de bombeamento do Sanep e segue em direção ao Canal São Gonçalo. As fotografias mostram garrafas plásticas, embalagens, sacolas e outros materiais descartados entre a vegetação e dentro da água. Em determinados pontos, a superfície do canal aparece tomada por plantas aquáticas, resíduos e matéria orgânica acumulada. O morador afirma estar preocupado com a situação diante da previsão de chuva intensa para Pelotas e para a região Sul. Ele solicita que o local seja vistoriado e que sejam realizados serviços de limpeza e manutenção preventiva. Segundo o relato, a comunidade teme que a presença de lixo e vegetação dificulte a passagem da água, especialmente durante períodos de precipitação mais volumosa. Quando canais e valetas perdem parte da capacidade de escoamento, a água pode permanecer represada, retornar para áreas mais baixas ou provocar alagamentos em ruas e propriedades próximas. Imagens mostram resíduos dentro e nas margens do canal Nas imagens encaminhadas, é possível observar diferentes tipos de resíduos espalhados ao longo das margens e sobre a vegetação existente dentro do canal. Entre os materiais visíveis estão garrafas plásticas, sacolas, embalagens e objetos descartados de maneira irregular. A presença desses resíduos prejudica o fluxo da água e também provoca impactos ambientais. O lixo pode ficar preso entre galhos, plantas e estruturas existentes no canal, formando pontos de bloqueio. Com a chegada da chuva, novos materiais são carregados pela água e acabam se acumulando nos mesmos locais. Além de comprometer a drenagem, o descarte irregular afeta a qualidade da água e prejudica animais que vivem ou circulam pela área. O acúmulo de matéria orgânica e resíduos também pode favorecer mau cheiro, proliferação de insetos e degradação do ambiente. Morador pede vistoria e manutenção preventiva O morador solicita que os órgãos responsáveis realizem uma vistoria para avaliar a necessidade de retirada do lixo, corte da vegetação e desobstrução do canal. A manutenção preventiva é considerada importante principalmente antes de períodos com previsão de chuva forte. A limpeza antecipada pode reduzir o risco de bloqueios e melhorar a capacidade de escoamento. O pedido da comunidade é para que a situação seja analisada antes que ocorram transtornos maiores. O morador afirma que a região enfrenta dificuldades relacionadas à drenagem há bastante tempo e que a falta de manutenção gera insegurança entre as famílias que vivem nas proximidades. Até o momento, o Pelotas Notícias não recebeu informação oficial sobre a existência de uma programação para limpeza do trecho mostrado nas imagens. Descarte irregular também exige conscientização da população Embora os moradores solicitem atuação do poder público, a situação também evidencia a responsabilidade da própria população na preservação dos canais e arroios. Garrafas, sacolas, embalagens e outros resíduos não chegam aos cursos d’água apenas pela falta de limpeza. Grande parte do material é descartada de maneira irregular em ruas, valetas, terrenos e margens de canais. Durante a chuva, esse lixo é arrastado para as redes de drenagem e acaba concentrado em pontos de escoamento. Por isso, a solução depende de uma atuação conjunta. O poder público deve realizar limpeza, fiscalização e manutenção, enquanto a população precisa evitar o descarte irregular e utilizar os serviços adequados de coleta. Jogar lixo em canais, arroios e valetas contribui diretamente para alagamentos e causa prejuízos para toda a comunidade. Mesmo materiais considerados pequenos podem se acumular e bloquear passagens de água. Sacolas plásticas, garrafas e embalagens ficam presas na vegetação e aumentam rapidamente o volume de resíduos. Preocupação aumenta com previsão de chuva A reclamação foi encaminhada em um momento de atenção para a possibilidade de chuva intensa na região Sul. Quando há previsão de grandes volumes em curto espaço de tempo, a capacidade dos canais se torna essencial para evitar o represamento da água. Áreas com vegetação excessiva, lixo acumulado ou trechos obstruídos podem apresentar resposta mais lenta durante as precipitações. O risco aumenta em locais baixos e em comunidades próximas a cursos d’água, estações de bombeamento e redes de drenagem. Por esse motivo, moradores defendem que os trabalhos sejam realizados de forma preventiva, e não somente depois da ocorrência de alagamentos. A limpeza anterior às chuvas também pode facilitar o funcionamento dos sistemas de bombeamento e reduzir a quantidade de resíduos transportados até o Canal São Gonçalo. Manutenção deve preservar o meio ambiente Os serviços de limpeza e desobstrução precisam ser realizados com planejamento técnico e cuidado ambiental. A retirada de resíduos é necessária, mas intervenções em canais e áreas de vegetação também devem considerar a presença de animais, a estabilidade das margens e a qualidade da água. O material removido deve receber destinação adequada, evitando que o lixo apenas seja transferido para outro ponto. Em áreas utilizadas por embarcações e atividades próximas ao São Gonçalo, a preservação do canal também é importante para a circulação e para a segurança de quem depende desses espaços. A manutenção periódica pode evitar que a situação chegue ao nível mostrado nas imagens e reduzir os custos de intervenções emergenciais. Comunidade aguarda retorno dos órgãos responsáveis Os moradores do Valverde aguardam uma avaliação do local e informações sobre possíveis medidas de limpeza e manutenção. A principal preocupação é garantir que o canal esteja em condições de receber a água da chuva e cumprir sua função de escoamento. A comunidade também reforça que a população precisa colaborar, evitando jogar lixo nas margens, nas valetas e dentro do curso d’água. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para manifestação dos órgãos responsáveis e para atualização da situação após eventual vistoria ou realização dos serviços. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com
Prefeitura retira asfalto aplicado em 2023 e reconstruirá trecho da rua Lobo da Costa com paralelepípedos

A Prefeitura de Pelotas iniciou, na manhã desta quarta-feira (15), a retirada do pavimento asfáltico da rua Lobo da Costa, no trecho localizado entre as ruas Marechal Deodoro e General Osório, no Centro Histórico. O asfalto, implantado em outubro de 2023 pela administração municipal anterior, será substituído por calçamento em paralelepípedos. A intervenção é realizada pela Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação e começou com a utilização de máquinas para romper e remover a camada de asfalto existente. Após a conclusão desta etapa, o Município deverá preparar a base da via para a implantação do novo pavimento. Segundo o secretário municipal de Obras e Pavimentação, Rogério Salazar, a retirada do asfalto representa a primeira fase da reconstrução do trecho. A atual administração considera que o uso de paralelepípedos é mais compatível com as características urbanísticas e históricas da região central de Pelotas. A rua Lobo da Costa está inserida em uma área marcada pela presença de imóveis históricos, estabelecimentos comerciais, serviços públicos e intensa circulação de pedestres e veículos. Por essa razão, intervenções realizadas no local costumam envolver não apenas questões relacionadas à mobilidade, mas também à preservação das características do Centro Histórico. Asfalto havia sido implantado em outubro de 2023 O pavimento que começou a ser retirado nesta quarta-feira foi executado em outubro de 2023. Na ocasião, a Prefeitura promoveu o recapeamento do trecho depois de intervenções realizadas pelo Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas nas redes subterrâneas. A administração municipal daquele período informou que o objetivo da aplicação do asfalto era melhorar as condições de circulação, proporcionar mais conforto aos motoristas, ampliar a segurança e aumentar a durabilidade da pavimentação. A obra integrava um contrato com valor superior a R$ 1 milhão, financiado com recursos provenientes de emenda parlamentar e contrapartida do Município. O valor contratual abrangia o conjunto de serviços previstos pela administração e não apenas, necessariamente, o trecho que agora passa por nova intervenção. Menos de três anos após a execução do recapeamento, a atual Prefeitura decidiu remover a camada asfáltica. Conforme informado pela administração municipal, o pavimento apresentava condições consideradas precárias e seria necessária uma nova intervenção para recuperar a via. Município opta pelo retorno dos paralelepípedos A nova obra prevê a reconstrução do trecho com paralelepípedos, material tradicionalmente utilizado em diferentes ruas da área central de Pelotas. A escolha está relacionada à intenção de manter um padrão de pavimentação considerado mais adequado ao conjunto arquitetônico e urbanístico do Centro Histórico. O Município também deverá avaliar as condições da base da rua antes da recolocação das pedras. A retirada do asfalto permite verificar possíveis problemas existentes abaixo da camada superficial, incluindo deformações, falhas na compactação, danos provocados por intervenções subterrâneas ou pontos que necessitem de correção antes da nova pavimentação. Após a preparação do solo, os paralelepípedos deverão ser assentados e nivelados para garantir condições adequadas de tráfego. A obra também poderá envolver ajustes relacionados à drenagem, às sarjetas e aos encontros com calçadas e cruzamentos. Intervenção modifica novamente o pavimento do trecho A mudança representa uma nova alteração no tipo de pavimentação da rua Lobo da Costa em um intervalo inferior a três anos. Em 2023, a aplicação do asfalto foi apresentada como parte de uma estratégia de requalificação viária. Agora, o Município retoma o calçamento em pedras, argumentando que o material possui maior compatibilidade com a região histórica e que o asfalto existente precisava ser removido em razão das condições encontradas. A sequência de intervenções deverá gerar questionamentos sobre a durabilidade da obra anterior, os critérios técnicos adotados em cada momento e os custos associados à retirada e à reconstrução do pavimento. Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre o valor específico da nova obra, o prazo total de execução ou a destinação do material retirado. Também não foi informado se haverá apuração técnica sobre as causas da deterioração verificada no asfalto aplicado em 2023. Trânsito poderá sofrer alterações durante a obra Durante a execução dos serviços, motoristas e pedestres deverão redobrar a atenção ao circular pela rua Lobo da Costa e pelas vias próximas. A presença de máquinas, trabalhadores, materiais e trechos com o pavimento removido poderá exigir bloqueios totais ou parciais. Dependendo do avanço da obra, desvios poderão ser implantados para preservar a segurança das equipes e de quem transita pela região. A rua Marechal Deodoro e a rua General Osório são importantes corredores da área central, o que pode aumentar os reflexos da intervenção no trânsito do entorno. A orientação é para que os condutores respeitem a sinalização temporária e reduzam a velocidade nas proximidades do trecho em obras. Pedestres também devem evitar áreas isoladas e utilizar os espaços indicados para circulação. Centro Histórico reúne diferentes padrões de pavimentação A área central de Pelotas possui ruas com asfalto, paralelepípedos e outros tipos de revestimento. A definição do material utilizado depende de fatores como fluxo de veículos, condições do solo, redes subterrâneas, drenagem, manutenção e preservação histórica. Os paralelepípedos apresentam características diferentes do asfalto. Embora possam exigir manutenção periódica para corrigir desnivelamentos, as pedras permitem intervenções localizadas e podem ser retiradas e recolocadas quando são necessários reparos nas redes de água, esgoto ou drenagem. O asfalto, por outro lado, oferece uma superfície inicialmente mais regular e silenciosa, mas pode apresentar fissuras, deformações e perda de qualidade quando a base não está adequada ou quando ocorrem sucessivas escavações. No caso da rua Lobo da Costa, a atual administração optou por reconstruir o trecho com pedras, retomando uma solução tradicionalmente associada às áreas históricas da cidade. Obra seguirá sob responsabilidade da Secretaria de Obras A Secretaria Municipal de Obras e Pavimentação ficará responsável pela condução dos serviços e pelo acompanhamento das diferentes etapas. Depois da retirada completa do asfalto, as equipes deverão avaliar as condições do trecho e preparar a estrutura necessária para o assentamento dos paralelepípedos. O andamento dependerá das condições climáticas e das eventuais correções identificadas durante a execução. A expectativa é de que a intervenção restabeleça condições adequadas de circulação e mantenha uma aparência compatível com o entorno
Após atender 1.634 pessoas em quatro mutirões, Cadastro Habitacional segue com atendimento durante a semana

A Prefeitura de Pelotas encerrou, no domingo (12), a programação especial de mutirões do Cadastro Habitacional. A quarta e última ação foi realizada no Ginásio Karosso, com atendimento direcionado principalmente aos moradores da região do Areal que buscavam informações, atualização de dados ou inclusão no cadastro municipal destinado às políticas de habitação. Com a procura considerada estabilizada, o atendimento seguirá normalmente durante a semana na Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária. Neste momento, a administração municipal não prevê a realização de novos mutirões, mas a estratégia poderá ser retomada caso seja identificada uma nova elevação na demanda. Ao longo dos quatro domingos de mobilização, 1.634 pessoas passaram pelos locais de atendimento. Esse número não corresponde integralmente à quantidade de cadastros concluídos, pois parte do público procurou as equipes apenas para esclarecer dúvidas, não apresentou toda a documentação necessária ou não se enquadrou nos critérios estabelecidos para participação. O sistema já registra 1.713 famílias efetivamente cadastradas e outros 1.084 atendimentos agendados. Mais de 50 servidores de diferentes secretarias municipais participaram das ações realizadas aos domingos, organizando a recepção, a conferência de documentos, a orientação das famílias e o registro das informações. No último mutirão, 113 famílias procuraram o atendimento. O movimento foi inferior ao registrado nas ações anteriores. Conforme a Secretaria de Habitação, a chuva pode ter influenciado a presença do público, mas a redução também indica que uma parcela significativa das pessoas interessadas já concluiu o cadastro ou possui atendimento marcado. A iniciativa levou o serviço para diferentes territórios da cidade, facilitando o acesso de famílias que poderiam encontrar dificuldades para chegar até a sede da Secretaria durante os dias úteis. A avaliação da pasta é de que os mutirões ampliaram a presença do poder público nas comunidades e aproximaram a política habitacional da população. Atendimento continua de segunda a sexta-feira As pessoas que ainda não realizaram o Cadastro Habitacional devem procurar a Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária, localizada na Rua General Osório, 457. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, a partir das 11h, mediante agendamento. O limite estabelecido é de até 70 pessoas por dia, permitindo que as equipes façam a conferência adequada das informações e dos documentos apresentados. O cadastro não representa a entrega imediata de uma residência nem garante a seleção automática em programas habitacionais. Ele funciona como uma base de dados utilizada pelo Município para identificar a demanda existente, organizar os perfis das famílias e realizar futuras seleções conforme os critérios de cada empreendimento ou programa. Cada nova política habitacional poderá estabelecer regras próprias, quantidade de unidades, grupos prioritários e exigências adicionais. Por isso, manter as informações atualizadas será importante para participar de futuras etapas. Quem pode realizar o cadastro Para ser incluído no Cadastro Habitacional de Pelotas, o interessado precisa morar no município e ter pelo menos 18 anos. Também é obrigatório estar inscrito no Cadastro Único de Pelotas, com as informações atualizadas. O endereço informado no Cadastro Único deve ser o mesmo apresentado no comprovante de residência. Divergências precisam ser corrigidas antes da conclusão do procedimento. A renda familiar bruta mensal deve ser de até R$ 3.200. Valores recebidos por meio do Bolsa Família e do Benefício de Prestação Continuada não são contabilizados nessa soma. A família não pode possuir imóvel próprio, financiado ou arrendado em qualquer local do país. Também não poderá ter sido beneficiada anteriormente por programa habitacional. Além dessas condições, o grupo familiar precisa integrar alguma situação reconhecida como déficit habitacional. A condição deverá ser comprovada no momento solicitado pela administração municipal ou durante a seleção de um programa específico. Documentação exigida O interessado deve apresentar a folha-resumo do Cadastro Único. O documento pode ser solicitado na sede do serviço, localizada na Rua Andrade Neves, 1259. Também são necessários documento oficial de identificação com foto e dentro do prazo de validade, além do CPF de todas as pessoas que integram a família. O comprovante de residência precisa ter sido emitido nos últimos 60 dias. O endereço apresentado deve coincidir com aquele registrado no Cadastro Único. A ausência de documentos pode impedir a conclusão imediata do cadastro. Nesses casos, a família recebe orientações sobre o que precisa ser regularizado antes de retornar ao atendimento. Situações consideradas déficit habitacional O Município adota os critérios definidos pelo Governo Federal para identificar famílias em déficit habitacional. Uma das situações é viver em moradia precária, improvisada ou construída com materiais que não ofereçam condições adequadas de proteção e segurança. Também se enquadram famílias que dividem o mesmo imóvel com outro núcleo familiar e desejam possuir uma moradia exclusiva. Outro critério é a existência de mais de três pessoas utilizando o mesmo dormitório. A superlotação pode ser considerada durante a avaliação do cadastro. Famílias que moram de aluguel e comprometem mais de 30% da renda mensal com essa despesa também podem integrar o déficit habitacional, desde que a situação seja comprovada. O cadastro contempla ainda pessoas beneficiadas provisoriamente por aluguel social e aquelas que estão em situação de rua ou possuem trajetória de rua. Apenas uma dessas condições já pode caracterizar o déficit, mas será necessário apresentar documentos ou informações que permitam a confirmação. Critérios de prioridade A inclusão no Cadastro Habitacional não define automaticamente a ordem de atendimento. No momento da seleção para cada programa, determinadas famílias poderão solicitar prioridade, conforme as regras aplicáveis. Entre os grupos prioritários estão famílias chefiadas por mulheres e aquelas que possuem pessoa negra, com deficiência, idosa, criança ou adolescente em sua composição. Também poderão ser consideradas prioritárias as famílias com integrantes diagnosticados com câncer, doença rara, crônica ou degenerativa, além de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar. Povos indígenas, comunidades quilombolas e famílias residentes em áreas classificadas como de risco alto ou muito alto de inundações também podem apresentar documentação para comprovar a prioridade. A existência de uma condição prioritária não garante, isoladamente, a seleção. A classificação dependerá da quantidade de unidades disponíveis, das regras do programa e da análise de todos os documentos. Documentos para comprovação de prioridade Famílias com crianças menores de 12 anos