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Podcast da EMEF Independência ganha destaque nacional

A Escola Municipal de Ensino Fundamental Independência, em Pelotas, ganhou destaque nacional com um projeto de podcast desenvolvido por alunos do 5º ano. A iniciativa, intitulada Indepensou e Disse, foi reconhecida pelo Mapa Brasileiro de Educação Midiática e valoriza o protagonismo dos estudantes na produção de conteúdos, na pesquisa e no uso das mídias como ferramenta de aprendizagem. O projeto foi idealizado pelo professor Lenon dos Santos e nasceu a partir de uma experiência já vivida dentro da própria escola. Segundo o educador, a inspiração veio de uma antiga rádio escolar que funcionava durante o recreio, conduzida por uma professora. A partir dessa memória, surgiu a ideia de atualizar a proposta e transformar a comunicação em uma prática pedagógica mais próxima da realidade dos estudantes. Com o podcast, os alunos passaram a ter a oportunidade de falar sobre temas de seu interesse, pesquisar assuntos, organizar ideias, escrever roteiros e gravar episódios. A atividade permite que os estudantes deixem de ser apenas consumidores de conteúdo e passem a atuar também como produtores, desenvolvendo habilidades importantes para a vida escolar e para a convivência em sociedade. A proposta está alinhada às habilidades previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), especialmente no que diz respeito à comunicação, argumentação, leitura crítica, produção textual, oralidade e uso responsável das tecnologias. Ao participar do projeto, os estudantes exercitam a escuta, o planejamento, a organização das informações e a construção coletiva do conhecimento. De acordo com o professor Lenon dos Santos, a intenção foi criar um espaço em que os alunos pudessem falar mais e experimentar uma forma diferente de aprender. A partir do podcast, os estudantes se envolvem em todas as etapas da produção: escolha dos temas, pesquisa, elaboração de perguntas, montagem do roteiro, gravação e reflexão sobre o resultado final. O trabalho também fortalece a educação midiática, uma área cada vez mais importante no ambiente escolar. Em um contexto em que crianças e adolescentes têm contato constante com redes sociais, vídeos, áudios e diferentes plataformas digitais, projetos como o Indepensou e Disse ajudam a formar estudantes mais críticos, criativos e conscientes sobre o uso da informação. A educação midiática permite que os alunos compreendam como os conteúdos são produzidos, de que forma circulam, qual a importância de verificar informações e como se comunicar com responsabilidade. No caso da EMEF Independência, essa aprendizagem acontece de maneira prática, com os próprios estudantes assumindo o papel de comunicadores. Além do contato com a tecnologia, o podcast contribui para o desenvolvimento da expressão oral. Muitos alunos encontram no formato uma oportunidade de vencer a timidez, organizar melhor a fala e participar de debates com mais segurança. A gravação dos episódios também estimula a responsabilidade, já que cada integrante da turma precisa cumprir uma função dentro do processo. Outro ponto importante é o trabalho em equipe. Para que cada episódio seja produzido, os estudantes precisam dialogar, dividir tarefas, respeitar opiniões diferentes e construir coletivamente o conteúdo. Essa dinâmica fortalece vínculos dentro da turma e mostra que a aprendizagem pode acontecer de forma colaborativa. O reconhecimento pelo Mapa Brasileiro de Educação Midiática amplia a visibilidade do projeto e valoriza o trabalho desenvolvido na escola pública municipal. A iniciativa mostra que práticas inovadoras podem surgir dentro das salas de aula e transformar a relação dos estudantes com o conhecimento. O projeto também reforça o papel dos professores como mediadores de experiências significativas. Ao propor o podcast, o professor Lenon aproximou os conteúdos escolares da linguagem dos alunos, utilizando um formato atual e atrativo para desenvolver habilidades previstas no currículo. A experiência da EMEF Independência demonstra que a escola pode ser um espaço de criação, escuta e participação. Ao permitir que os estudantes escolham temas e expressem suas ideias, o projeto fortalece o sentimento de pertencimento e mostra que a voz das crianças também deve ser valorizada no ambiente escolar. O Indepensou e Disse se destaca por unir tecnologia, comunicação e educação de forma acessível. Mais do que gravar episódios, os alunos aprendem a pesquisar, selecionar informações, construir argumentos e compartilhar conhecimentos com responsabilidade. Com o reconhecimento nacional, o projeto passa a representar também uma inspiração para outras escolas que desejam trabalhar a educação midiática de forma prática e criativa. A iniciativa evidencia que a produção de podcast pode ser uma ferramenta potente para estimular leitura, escrita, oralidade e pensamento crítico. A EMEF Independência mostra, com o trabalho dos alunos do 5º ano, que a educação pública pode inovar a partir de ideias simples, mas com grande impacto. O podcast transforma a rotina escolar em um espaço de protagonismo estudantil e abre caminhos para que os estudantes aprendam comunicando, pesquisando e compartilhando suas próprias descobertas. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Escola municipal planta árvores na Colônia Z-3 em ação contra os impactos da crise climática

A Escola Municipal de Ensino Fundamental Almirante Raphael Brusque, localizada na Colônia Z-3, realizou uma ação de plantio de árvores ao redor da instituição na sexta-feira (4). A atividade foi desenvolvida em parceria com a Secretaria de Qualidade Ambiental (SQA), com apoio da Secretaria Municipal de Educação, e reuniu estudantes, equipe escolar e representantes do poder público em uma iniciativa voltada à preservação ambiental e ao enfrentamento dos efeitos da crise climática. A proposta teve como objetivo ampliar a arborização no entorno da escola e fortalecer a relação dos alunos com o meio ambiente. A escolha pela ação também está diretamente ligada à realidade da comunidade da Colônia Z-3, região que possui histórico de impactos causados por eventos climáticos extremos, incluindo as inundações registradas em maio de 2024. O plantio de árvores nativas é considerado uma medida importante para ajudar na regulação da temperatura, melhorar a qualidade ambiental e oferecer mais sombra em períodos de calor intenso. No ambiente escolar, esse tipo de iniciativa também contribui para tornar os espaços mais acolhedores e adequados para estudantes, professores e demais integrantes da comunidade. Além do benefício ambiental imediato, a ação teve caráter educativo. Durante o plantio, os estudantes puderam acompanhar de perto o processo de preparação do solo, posicionamento das mudas e cuidados necessários para que as árvores cresçam de forma saudável. A participação das crianças reforça a importância da educação ambiental desde os primeiros anos escolares, aproximando o conteúdo trabalhado em sala de aula da prática cotidiana. A direção da EMEF Almirante Raphael Brusque destacou que a iniciativa faz parte de uma reflexão construída ao longo do ano letivo sobre mudanças climáticas, enchentes, ondas de calor e formas de adaptação das comunidades diante desses desafios. A escola passou a buscar alternativas que pudessem unir aprendizado, cuidado com o território e ações concretas de melhoria do ambiente. A diretora Betânia Balladares ressaltou que o plantio de árvores está relacionado às discussões feitas pela comunidade escolar após as enchentes de maio de 2024. Segundo ela, pensar em formas de reduzir os impactos do aquecimento global e das ondas de calor passa também por valorizar soluções simples e eficazes, como a presença de árvores nos espaços públicos e escolares. A escola também já desenvolve outros projetos voltados ao bem-estar ambiental, como horta comunitária e compostagem. Essas ações buscam incentivar hábitos sustentáveis, ampliar a consciência ambiental dos estudantes e mostrar que pequenas iniciativas podem gerar resultados importantes para a comunidade. A parceria com a Secretaria de Qualidade Ambiental permitiu que a escola recebesse mudas e orientação técnica para o plantio. O trabalho também teve o objetivo de envolver os alunos na manutenção das árvores, reforçando que o cuidado não termina no momento em que a muda é plantada. Para que o projeto tenha continuidade, será necessário acompanhar o crescimento das árvores, proteger as mudas e manter a participação da comunidade escolar. De acordo com o biólogo e assessor especial da SQA, Fabrício Sanches, as ações de educação ambiental buscam aproximar os estudantes da natureza e estimular o envolvimento da comunidade na preservação dos espaços onde vive. Ele explicou que, no caso da EMEF Almirante Raphael Brusque, a escola solicitou as mudas e a Secretaria propôs a realização do plantio de forma conjunta. A atividade também busca aproximar a comunidade escolar de espaços naturais importantes da região, como o ecocamping, a Mata do Totó e a biodiversidade local. Esses locais fazem parte do território da Colônia Z-3 e podem ser utilizados como referência para o aprendizado sobre preservação ambiental, espécies nativas e cuidado com os ecossistemas. A ação reforça a importância das escolas como espaços de formação cidadã. Ao participar do plantio, os estudantes não apenas aprendem sobre árvores, solo e clima, mas também compreendem o papel de cada pessoa na construção de uma cidade mais preparada para enfrentar os desafios ambientais. Em regiões vulneráveis a alagamentos e alterações climáticas, iniciativas como essa ganham ainda mais relevância. A arborização contribui para melhorar o microclima, reduzir a sensação térmica, proteger o solo e ampliar a presença de áreas verdes no entorno das comunidades. Com o plantio, a EMEF Almirante Raphael Brusque fortalece seu compromisso com a sustentabilidade e com a educação ambiental. A expectativa é que as mudas plantadas cresçam junto com os estudantes, tornando-se parte da paisagem da escola e símbolo de uma ação coletiva em defesa do futuro da comunidade. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Pelotas celebra 214 anos de história, tradição e orgulho de ser pelotense

Pelotas celebra hoje 214 anos de história. A contagem oficial do município tem como marco o dia 7 de julho de 1812, data em que a localidade foi fundada e elevada à categoria de Freguesia de São Francisco de Paula. Mais de dois séculos depois, a cidade segue carregando uma trajetória marcada por cultura, trabalho, memória, tradição e pela força de um povo que construiu uma identidade própria no extremo sul do Brasil. Falar de Pelotas é falar de uma cidade que tem alma. Uma cidade que se reconhece nas suas ruas históricas, nos prédios antigos, nas praças, nos bairros, na zona rural, na Colônia Z3, no Laranjal, nas comunidades, nas escolas, nas universidades, nos comércios, nas famílias e em cada pessoa que ajuda a manter viva a história da Princesa do Sul. Pelotas não é apenas um ponto no mapa. Pelotas é sentimento. É pertencimento. É memória de quem nasceu aqui, de quem chegou depois e escolheu ficar, de quem trabalha todos os dias para ver a cidade crescer e de quem leva o nome de Pelotas com orgulho para qualquer lugar. A cidade tem uma história rica e profunda. Ao longo dos anos, consolidou-se como referência em cultura, educação, gastronomia, arquitetura, arte, esporte, comunicação, comércio e serviços. Pelotas é conhecida por sua tradição doceira, por seus casarões históricos, pelo patrimônio cultural, pela força das universidades, pela produção rural, pelo Carnaval, pelos clubes, pelas comunidades e por uma vida social que atravessa gerações. Mas Pelotas também é feita de gente. E talvez seja esse o maior patrimônio do município. Gente que acorda cedo, enfrenta frio, chuva, sol, vento, dificuldades e desafios. Gente que trabalha, estuda, empreende, ensina, cuida, constrói, planta, pesca, vende, cria, atende, dirige, educa, cura, protege e ajuda a cidade a se manter em movimento. Ser pelotense é carregar uma mistura de orgulho, cobrança e amor pela cidade. É querer ver Pelotas melhor. É reconhecer os problemas, mas também enxergar a beleza, a história e o potencial que existem aqui. É saber que cada bairro tem sua importância, que cada comunidade tem sua voz e que cada morador faz parte dessa construção coletiva. Pelotas é o Centro com sua arquitetura imponente e sua memória viva. É o Fragata com sua força popular. É o Areal, o Três Vendas, o São Gonçalo, o Getúlio Vargas, o Navegantes, o Pestano, o Santa Terezinha, o Py Crespo, o Barro Duro, o Laranjal, a Colônia Z3 e tantos outros lugares que formam a identidade do município. Cada região guarda histórias, lutas, conquistas e personagens que ajudam a contar quem somos. A cidade também é feita de tradição. Tradição no doce, na música, no esporte, na cultura, na fé, nas festas populares, no carnaval, no futebol, nas escolas, nas entidades, nos clubes e nas famílias que passam de geração em geração o orgulho de viver em Pelotas. Essa tradição não está parada no tempo. Ela se renova, se adapta e segue presente no cotidiano da população. Ao completar 214 anos, Pelotas chega a mais um aniversário com muitos motivos para celebrar e também com muitos desafios pela frente. Toda cidade histórica carrega responsabilidades. É preciso preservar o passado, cuidar do presente e planejar o futuro. Isso significa olhar para a infraestrutura, para a saúde, para a educação, para a segurança, para a mobilidade, para os bairros, para a economia e para as pessoas. O aniversário de Pelotas também é um convite à reflexão. Que cidade queremos construir para os próximos anos? Uma cidade mais justa, mais cuidada, mais desenvolvida, mais acolhedora e mais preparada para o futuro depende do esforço de todos: poder público, instituições, empresas, comunidades e moradores. Pelotas tem potencial. Tem história. Tem inteligência. Tem universidades. Tem trabalhadores. Tem cultura. Tem localização estratégica. Tem uma população que participa, cobra, se emociona e se envolve. Poucas cidades têm uma identidade tão forte e tão reconhecida por seu povo. A Princesa do Sul chega aos 214 anos mantendo viva sua importância regional. Pelotas é referência para milhares de pessoas que circulam diariamente pela cidade em busca de estudo, trabalho, saúde, comércio, serviços e oportunidades. É uma cidade que influencia, acolhe e movimenta toda a região sul. Neste aniversário, mais do que parabenizar Pelotas, é importante parabenizar os pelotenses. São eles que dão vida à cidade. São eles que mantêm as ruas em movimento, que preservam memórias, que constroem novas histórias e que fazem Pelotas ser muito mais do que prédios, avenidas e datas oficiais. Parabéns a quem nasceu em Pelotas. Parabéns a quem escolheu Pelotas para viver. Parabéns a quem trabalha pela cidade. Parabéns a quem acredita no futuro do município. Parabéns a quem, mesmo diante das dificuldades, segue dizendo com orgulho que é pelotense. Pelotas completa 214 anos com passado grandioso, presente desafiador e futuro cheio de possibilidades. Que a cidade siga crescendo com respeito à sua história, cuidado com sua população e compromisso com o desenvolvimento. Parabéns, Pelotas.214 anos de história, tradição e orgulho de ser pelotense. Pelotas NotíciasAbsolutamente tudo sobre Pelotas Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Moradora relata possível vazamento e acúmulo de água no bairro Getúlio Vargas

Uma moradora da região da Rua 18 com a Rua 8, no bairro Getúlio Vargas, em Pelotas, entrou em contato com o Pelotas Notícias para relatar uma situação que, segundo ela, vem causando transtornos à comunidade há meses. O problema seria um possível vazamento em encanamento de água, que estaria provocando acúmulo constante de água, barro e dificuldade de circulação no local. A imagem enviada mostra um trecho da via com água parada, pedras, lama e sinais de desgaste no solo. Conforme o relato da moradora, a situação ocorre desde o verão e já teria sido comunicada mais de uma vez aos responsáveis, mas até o momento a comunidade afirma não ter recebido uma solução definitiva. O acúmulo de água em via pública preocupa os moradores por diferentes motivos. Além de dificultar a passagem de pedestres e veículos, a situação pode gerar mau cheiro, lama, risco de quedas e incômodo para quem vive nas proximidades. Em períodos de calor ou instabilidade, a água parada também aumenta a preocupação com a proliferação de mosquitos e outros problemas ligados à falta de manutenção. Segundo a moradora, a comunidade já tentou buscar atendimento e encaminhar a demanda, mas segue aguardando providências. O pedido é para que o problema seja verificado no local e que seja feita a manutenção necessária, caso seja confirmado o vazamento no encanamento. Moradores afirmam que o trecho fica em uma área de circulação da comunidade e que a situação tem prejudicado a rotina de quem precisa passar pelo local diariamente. A presença de água acumulada e barro torna a passagem mais complicada, principalmente para idosos, crianças, pessoas com dificuldade de locomoção e moradores que dependem da via para sair de casa, ir ao trabalho ou acessar serviços. A reclamação também reforça uma demanda comum em diversos bairros de Pelotas: a necessidade de respostas mais rápidas para problemas de infraestrutura, manutenção urbana e saneamento. Quando uma situação permanece por muito tempo sem solução, o transtorno tende a aumentar e afeta diretamente a qualidade de vida da população. No caso relatado no Getúlio Vargas, os moradores pedem atenção dos órgãos responsáveis para que seja feita uma vistoria no ponto indicado. A expectativa é de que a origem da água seja identificada e que o reparo seja realizado o quanto antes, evitando que o problema continue se agravando. Situações de possível vazamento precisam de avaliação técnica, já que podem envolver rede de abastecimento, tubulações antigas, rompimentos ou outros fatores que exigem intervenção especializada. Por isso, a comunidade solicita que uma equipe vá até o local para verificar a situação e dar um retorno aos moradores. Além do desperdício de água, caso o vazamento seja confirmado, há também o impacto na estrutura da via. A água constante pode enfraquecer o solo, abrir buracos, aumentar a lama e tornar o trecho cada vez mais difícil de transitar. Com o tempo, o problema pode atingir uma área maior e exigir uma intervenção mais complexa. A moradora que encaminhou a denúncia afirmou que decidiu tornar a situação pública como forma de buscar ajuda e chamar atenção para o problema. O objetivo, segundo o relato, é que a demanda seja enxergada e resolvida, trazendo melhores condições para quem vive na região. O Pelotas Notícias segue abrindo espaço para relatos da comunidade, especialmente em casos que envolvem infraestrutura, saneamento, trânsito, segurança, saúde e demais serviços essenciais. Moradores que enfrentam situações semelhantes podem encaminhar fotos, vídeos e informações para que as demandas sejam registradas. A comunidade do Getúlio Vargas aguarda providências para que o possível vazamento seja analisado e o trecho receba a manutenção necessária. A expectativa é de que o problema seja resolvido, garantindo mais segurança, limpeza e melhores condições de circulação para os moradores. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Moradores reclamam de buracos e barro na Leopoldo Brod, no bairro Pestano

Moradores da região da Leopoldo Brod, no bairro Pestano, relatam transtornos causados pelas condições da via. Imagens enviadas ao Pelotas Notícias mostram trechos com acúmulo de água, barro, buracos e dificuldade de circulação, especialmente após períodos de chuva. A situação tem gerado reclamações de quem precisa passar diariamente pelo local. Conforme os moradores, a via apresenta pontos de lama e poças que dificultam o deslocamento de veículos e pedestres. Em alguns trechos, a água acumulada acaba escondendo buracos, o que aumenta o risco de danos aos veículos e torna a passagem mais complicada. Nas imagens, é possível observar partes da estrada com marcas de pneus, barro espalhado e diversos pontos com água parada. A condição da via preocupa a comunidade, principalmente porque o trecho é utilizado por moradores, trabalhadores e pessoas que precisam acessar serviços e residências da região. De acordo com os relatos recebidos, o problema não é recente e costuma se agravar em dias de chuva ou após períodos de instabilidade. Moradores afirmam que a presença constante de barro prejudica a rotina, dificulta o acesso e deixa a área com aspecto de abandono. A comunidade pede atenção da Prefeitura para que sejam feitas melhorias na Leopoldo Brod. Entre as principais solicitações estão a manutenção da via, o nivelamento dos trechos mais críticos, a recuperação dos pontos com buracos e uma solução que reduza o acúmulo de água e lama. Para os moradores, a situação exige uma resposta do poder público, já que a via é parte da rotina de quem vive no bairro Pestano. A falta de melhores condições de trafegabilidade afeta não apenas motoristas, mas também pedestres, ciclistas e moradores que precisam sair de casa em dias de chuva. Além dos transtornos no deslocamento, a comunidade também aponta preocupação com a segurança. Buracos e poças podem provocar danos em veículos, quedas, atolamentos e dificuldades para a passagem de serviços essenciais. Em ruas sem manutenção adequada, a circulação fica ainda mais complicada durante o inverno, quando a umidade e as chuvas são mais frequentes. Os moradores também relatam que a situação do barro se torna ainda mais incômoda em razão da movimentação no local. Quando veículos passam pelos trechos mais danificados, a lama se espalha, piorando as condições da via e aumentando os transtornos para quem mora nas proximidades. A reclamação reforça uma demanda recorrente em diferentes bairros de Pelotas: a necessidade de manutenção constante em vias não pavimentadas ou com estrutura precária. Em períodos de chuva, problemas como buracos, valetas, água parada e lama costumam se intensificar, exigindo ações mais rápidas para evitar o agravamento da situação. No caso da Leopoldo Brod, no Pestano, a comunidade espera que o pedido seja avaliado e que melhorias possam ser realizadas. A solicitação dos moradores é por atenção, manutenção e uma solução que garanta condições mínimas de circulação no trecho. O Pelotas Notícias segue recebendo relatos da comunidade e acompanhando as demandas dos bairros. Moradores que enfrentam problemas semelhantes podem encaminhar informações, fotos e vídeos para que as situações sejam registradas e levadas ao conhecimento público. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Comunidade se mobiliza para reerguer o Clube Marítimo na Colônia Z3

A Colônia Z3 vive um momento de mobilização, memória e esperança com o trabalho de recuperação do Clube Marítimo, um dos espaços tradicionais da comunidade e parte importante da história do interior de Pelotas. Após mais de 20 anos fechado, o local começa a ser reerguido com a união de moradores, apoiadores, lideranças comunitárias e pessoas que acreditam na importância de devolver vida ao clube. O Clube Marítimo, que por muitos anos foi referência na região, acabou sofrendo com o abandono e a ação do tempo. A estrutura do prédio foi se deteriorando, partes do local foram danificadas e o telhado ficou comprometido. Mesmo diante das dificuldades, a memória afetiva do espaço permaneceu viva entre os moradores da Z3. Agora, a comunidade trabalha para transformar esse cenário. O que estava parado há décadas começa a ganhar movimento novamente. A recuperação do espaço representa mais do que uma obra física: simboliza o resgate de uma história coletiva, construída por gerações que passaram pelo clube, participaram de eventos, acompanharam jogos, confraternizações e momentos marcantes da vida comunitária. Neste domingo, em dia de jogo da Seleção Brasileira, a mobilização ganhou ainda mais significado. Enquanto o país se prepara para torcer pelo Brasil, moradores da Colônia Z3 também se reuniram em torno de outro sonho: ver o Clube Marítimo de pé novamente. Para muitos, o dia já entra para a história do bairro, marcando mais uma etapa no processo de retomada do espaço. O presidente do clube, Roni, acompanhou os trabalhos e tem participado diretamente desse esforço de reconstrução. A proposta é reerguer aquilo que se perdeu com o tempo e devolver à comunidade um local de encontro, esporte, lazer e convivência. Outro nome importante nesse processo é o DJ Cristiano Duarte, que vem atuando junto à comunidade, buscando patrocínios, doações e pessoas dispostas a ajudar. O trabalho tem sido realizado com empenho e dedicação, reunindo voluntários e apoiadores que querem ver o Marítimo voltar a ser motivo de orgulho para a Colônia Z3. A mobilização mostra a força da comunidade quando existe união em torno de um objetivo comum. Cada colaboração, seja com trabalho, material, apoio financeiro, divulgação ou articulação, ajuda a aproximar o clube de sua nova fase. O Marítimo carrega uma grande história no interior de Pelotas. Durante muitos anos, foi lembrado como um dos clubes importantes da região, ligado ao esporte, aos encontros comunitários e à identidade local. A recuperação do espaço também representa uma forma de preservar essa memória e garantir que novas gerações possam conhecer e viver o clube. A expectativa é que, em breve, o local possa voltar a receber atividades. A estreia dessa nova fase ainda deverá ser organizada conforme o avanço dos trabalhos, mas a comunidade já demonstra entusiasmo com a possibilidade de ver o espaço funcionando novamente. Para os moradores, reerguer o Clube Marítimo significa muito mais do que recuperar paredes, telhado e estrutura. Significa reconstruir um símbolo da Z3, fortalecer vínculos, criar novas oportunidades e valorizar a história de um dos bairros mais tradicionais de Pelotas. A participação comunitária é um dos pontos mais importantes dessa retomada. O trabalho mostra que, mesmo após anos de fechamento, o sentimento de pertencimento continua forte. O clube ainda faz parte da vida das pessoas, mesmo que tenha permanecido tanto tempo sem atividades. A presença de Roni, presidente do Marítimo, e de Cristiano Duarte, articulando apoio e buscando ajuda, reforça a importância de lideranças locais nesse processo. A reconstrução de um espaço comunitário depende de pessoas dispostas a movimentar, organizar, chamar parceiros e manter vivo o objetivo. A comunidade também espera que mais pessoas possam se somar à iniciativa. Quem quiser ajudar com doações, materiais, mão de obra, apoio ou patrocínio pode contribuir para que o projeto avance e o clube volte a cumprir seu papel social. A retomada do Clube Marítimo é uma demonstração de resistência, união e amor pela Colônia Z3. Depois de anos fechado e com a estrutura comprometida, o espaço começa a ser levantado novamente pelas mãos de quem acredita na força da comunidade. Neste dia marcado por futebol, torcida e esperança, a Z3 também celebra um outro jogo importante: o da reconstrução de sua própria história. O que caiu começa a ser erguido. O que parecia esquecido volta a ganhar vida. E o Clube Marítimo inicia uma nova caminhada ao lado da comunidade. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Noite e madrugada registram sinistros de trânsito, recolhimentos e perturbação do sossego em Pelotas

A noite de sábado (4) e a madrugada deste domingo (5) foram marcadas por diferentes ocorrências atendidas em Pelotas entre 18h e 6h. O levantamento inclui sinistros de trânsito com danos materiais, uma ocorrência com lesões corporais, recolhimentos de materiais em pontos da cidade e atendimento relacionado à perturbação do sossego. O primeiro registro informado ocorreu às 19h25, na avenida Zeferino Costa com a avenida Assis Brasil, onde houve um sinistro de trânsito com danos materiais. Não foram repassadas informações sobre feridos nessa ocorrência. Às 20h, foram registrados dois recolhimentos de materiais. Um deles ocorreu na região do Mercado Público, com referência a materiais relacionados a “pulgas”, conforme o relatório. No mesmo horário, também houve recolhimento de material na rua Iara Silva, nº 564. Mais tarde, às 22h, houve novo recolhimento de material, desta vez no Bento Freitas. Esse tipo de atendimento faz parte da rotina operacional das equipes, especialmente em locais com eventos, movimentação de público ou necessidade de organização após atividades. Às 23h07, foi registrado um sinistro de trânsito com danos materiais na região da Osório com Voluntários. As imagens encaminhadas mostram um veículo com danos visíveis na lateral, especialmente na região das portas e parte traseira. Não foram informadas vítimas nesse atendimento. Já na madrugada, às 00h19, ocorreu um sinistro de trânsito com lesões corporais na avenida Fernando Osório com Santa Clara. A ocorrência envolveu atendimento no local e exigiu atenção das equipes, por se tratar de caso com pessoas lesionadas. As circunstâncias do acidente não foram detalhadas no relatório. Às 1h, outro sinistro de trânsito com danos materiais foi registrado na rua Dr. José Pereira Lima, nº 178. Assim como nos demais casos com danos materiais, não houve informações repassadas sobre feridos. Pouco depois, às 1h35, foi atendida uma ocorrência de perturbação do sossego no Parque Dom Antônio Zattera. Situações desse tipo costumam envolver reclamações relacionadas a barulho excessivo, som alto ou movimentação que cause incômodo à comunidade durante o período noturno. O último registro do período ocorreu às 5h22, com sinistro de trânsito com danos materiais na avenida Bento Gonçalves com Gonçalves Chaves. O ponto é uma região de grande circulação em Pelotas, mesmo em horários de menor movimento, e exige atenção dos condutores, especialmente durante a madrugada e início da manhã. As ocorrências registradas entre a noite e a madrugada mostram uma rotina intensa de atendimentos no município. Em diferentes pontos da cidade, equipes foram acionadas para atuar em situações envolvendo trânsito, recolhimentos e perturbação do sossego. No trânsito, os registros reforçam a importância da direção preventiva, principalmente durante o período noturno. A visibilidade reduzida, o cansaço, a movimentação em vias de maior fluxo e possíveis condições adversas exigem atenção redobrada de motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. Mesmo quando os sinistros resultam apenas em danos materiais, eles podem gerar transtornos, bloqueios momentâneos, riscos secundários e necessidade de deslocamento das equipes responsáveis pelo atendimento. Quando há lesões corporais, como no caso registrado na avenida Fernando Osório com Santa Clara, a prioridade passa a ser o atendimento às pessoas envolvidas e a preservação da segurança no local. A recomendação aos condutores é manter velocidade compatível com a via, respeitar a sinalização, evitar distrações ao volante, não avançar preferenciais e manter distância segura entre veículos. Em cruzamentos e avenidas de grande circulação, a atenção deve ser ainda maior. As imagens de um dos veículos envolvidos em sinistro mostram danos expressivos na lateral, indicando impacto durante a ocorrência. Apesar disso, as causas e a dinâmica do acidente não foram informadas. Por isso, qualquer conclusão sobre responsabilidade ou circunstâncias deve aguardar os procedimentos de apuração. Além dos registros de trânsito, os recolhimentos de materiais também fizeram parte dos atendimentos do período. A organização de espaços públicos e a retirada de materiais após eventos ou movimentações ajudam a manter a circulação e reduzir riscos para pedestres e motoristas. A ocorrência de perturbação do sossego no Parque Dom Antônio Zattera também chama atenção para a necessidade de respeito aos horários e à convivência comunitária. Durante a madrugada, reclamações envolvendo barulho costumam gerar acionamentos e podem resultar em orientação ou outras medidas, conforme a situação constatada. O balanço do período compreendido entre 18h de sábado e 6h de domingo indica que Pelotas teve uma noite movimentada, com diferentes tipos de atendimento em vários pontos da cidade. Os registros demonstram a importância do trabalho das equipes operacionais e da colaboração da população para reduzir riscos e manter a ordem nos espaços públicos. A orientação geral é que moradores e condutores mantenham atenção, respeitem as normas de trânsito e acionem os serviços competentes sempre que houver situação de risco, acidente, obstrução, perturbação ou necessidade de atendimento. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Coleta pede conscientização de moradores no Guabiroba para garantir passagem segura dos caminhões

Trabalhadores que atuam na coleta de resíduos no bairro Guabiroba, em Pelotas, fazem um apelo por mais conscientização e colaboração dos moradores em relação ao estacionamento de veículos nas ruas da comunidade. A dificuldade de circulação dos caminhões tem se tornado uma situação cada vez mais recorrente em alguns pontos, especialmente quando carros são estacionados dos dois lados da via, reduzindo o espaço necessário para a passagem de veículos de grande porte. De acordo com o relato encaminhado ao Pelotas Notícias, a rotina das equipes tem sido impactada pela falta de espaço em determinadas ruas. Os caminhões utilizados na coleta precisam de largura suficiente para circular com segurança, realizar manobras e permitir que os trabalhadores façam o recolhimento dos resíduos sem colocar em risco a própria integridade física ou causar danos a veículos estacionados. A situação preocupa porque o serviço de coleta depende do acesso regular às ruas. Quando o caminhão não consegue passar, o trabalho pode atrasar, ser interrompido ou até deixar pontos sem atendimento no momento previsto. Além do impacto direto na limpeza urbana, o problema também aumenta o risco para os profissionais que estão na rua, muitas vezes precisando orientar manobras em espaços reduzidos ou circular entre veículos parados, calçadas, postes e muros. O pedido dos trabalhadores é simples: que os moradores observem melhor onde estacionam e evitem deixar veículos em posições que impeçam ou dificultem a passagem dos caminhões. Em ruas mais estreitas, estacionar dos dois lados pode tornar a circulação praticamente inviável para veículos grandes, como caminhões de coleta, ambulâncias, viaturas, caminhões de mudança e outros serviços essenciais. A colaboração da comunidade é fundamental para garantir que o serviço seja realizado com segurança e eficiência. Pequenas atitudes, como deixar uma distância adequada, evitar estacionar em esquinas, não bloquear pontos de passagem e observar se há espaço suficiente para um caminhão circular, podem fazer diferença na rotina de todos. O caso registrado no Guabiroba também serve de alerta para outras regiões da cidade. Em muitos bairros, a presença de ruas estreitas e o aumento no número de veículos estacionados tornam a circulação de caminhões e veículos de serviço um desafio diário. Por isso, a conscientização dos moradores é uma parte importante para manter o funcionamento dos serviços públicos e reduzir transtornos. Os profissionais da coleta enfrentam uma rotina intensa, independentemente das condições do tempo. Em dias de chuva, frio ou calor, as equipes seguem trabalhando para garantir o recolhimento dos resíduos e a limpeza das ruas. Quando encontram obstáculos no caminho, o serviço se torna ainda mais difícil e perigoso, exigindo mais tempo, mais manobras e mais atenção. Além da dificuldade de passagem, o estacionamento inadequado também pode gerar riscos de acidentes. Um caminhão de grande porte precisa de espaço para manobrar e manter distância segura de outros veículos. Quando a via está estreita demais, aumenta a possibilidade de danos materiais e de situações de risco para trabalhadores, motoristas e pedestres. A orientação é para que os moradores fiquem atentos aos dias e horários de coleta e, sempre que possível, organizem o estacionamento de forma a facilitar a passagem dos caminhões. A medida contribui para que o recolhimento ocorra sem atrasos e evita que resíduos fiquem acumulados nas ruas por falta de acesso. A limpeza urbana é uma responsabilidade compartilhada. O poder público e as equipes de coleta têm o papel de realizar o serviço, mas a colaboração da população é essencial para que o trabalho aconteça de forma adequada. Quando cada morador faz sua parte, toda a comunidade é beneficiada. No Guabiroba, o apelo dos trabalhadores reforça a importância do respeito a quem atua diariamente na linha de frente da coleta. São profissionais que dependem de condições mínimas de circulação para cumprir a tarefa e que pedem apenas mais atenção dos moradores para evitar bloqueios e dificuldades no trajeto. A recomendação é que, antes de estacionar, o condutor avalie se o local permite a passagem de veículos maiores. Em caso de dúvida, o ideal é procurar um ponto mais seguro, evitando deixar o carro em locais que possam atrapalhar o serviço ou comprometer a segurança da via. Com mais organização e consciência, é possível melhorar a rotina da coleta, reduzir atrasos e proteger os trabalhadores que prestam um serviço essencial à população. A colaboração dos moradores do Guabiroba é fundamental para que os caminhões consigam circular e o recolhimento dos resíduos seja feito de forma segura e eficiente. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Moradores relatam preocupação com homem em situação de rua exposto ao frio intenso na Santa Terezinha

Moradores da Santa Terezinha, em Pelotas, voltaram a relatar preocupação com a situação de um homem em condição de rua que permanece em um ponto da Rua Açores, esquina com a Rua Fernandes Braga. O caso já havia sido mostrado anteriormente e voltou a mobilizar a comunidade em razão do frio intenso registrado no município. Segundo relatos encaminhados ao Pelotas Notícias, o homem permanece no local mesmo durante períodos de temperaturas muito baixas. Nesta sexta-feira, Pelotas amanheceu sob frio intenso, com sensação térmica negativa em alguns momentos, situação que aumenta o risco para pessoas expostas ao vento, à umidade e sem proteção adequada. Moradores afirmam que a preocupação não é recente. Conforme os relatos, equipes ligadas ao atendimento social já teriam tentado realizar abordagens e encaminhamentos em outras ocasiões, mas o homem teria retornado ao mesmo ponto. A situação gera angústia entre quem vive na região, principalmente porque o frio dos últimos dias tem sido considerado severo. A comunidade relata que a permanência ao relento, em meio a temperaturas muito baixas, pode representar risco à saúde e até à vida. Em períodos de frio extremo, pessoas em situação de rua estão mais vulneráveis a hipotermia, agravamento de doenças respiratórias, desidratação, queda de imunidade e outros problemas de saúde. O caso também levanta uma questão delicada enfrentada em diversas cidades: nem sempre a abordagem social resulta em encaminhamento imediato, especialmente quando a pessoa não aceita sair do local ou retorna após o atendimento. Ainda assim, moradores defendem que a situação exige acompanhamento constante, principalmente em dias de frio intenso. A preocupação dos moradores não é apenas com a presença da pessoa no local, mas com as condições em que ela permanece. O ponto fica exposto ao vento e às baixas temperaturas, cenário que se torna ainda mais grave durante a madrugada e nas primeiras horas da manhã, quando os termômetros costumam registrar as menores marcas. Em relatos enviados à página, moradores questionam quais medidas podem ser adotadas para garantir proteção à pessoa em situação de vulnerabilidade. A principal cobrança é por uma atenção urgente e humanizada, com nova avaliação do caso e acompanhamento dos órgãos responsáveis. O Pelotas Notícias reforça que situações envolvendo pessoas em vulnerabilidade social devem ser tratadas com responsabilidade, respeito e preservação da identidade. Por isso, o objetivo da publicação é chamar atenção para a necessidade de atendimento, sem exposição indevida da pessoa mencionada. A chegada de dias com frio rigoroso exige mobilização do poder público e também da comunidade. Além das abordagens oficiais, ações de solidariedade podem ajudar a reduzir riscos, como a doação de cobertores, agasalhos, alimentos e itens de proteção contra o frio. No entanto, em casos mais graves, o acompanhamento técnico e social é fundamental. Moradores da Santa Terezinha relatam que já tentaram buscar ajuda e que seguem preocupados com a permanência do homem no local. A comunidade pede que o caso seja reavaliado, principalmente diante da sequência de temperaturas baixas prevista para Pelotas. O frio intenso registrado nos últimos dias tem reforçado a necessidade de atenção especial às pessoas em situação de rua. A exposição prolongada ao frio pode ser perigosa mesmo para pessoas saudáveis, e o risco aumenta quando há falta de abrigo, alimentação adequada, roupas secas e acompanhamento de saúde. A situação também serve como alerta para outros pontos da cidade. Em períodos de inverno rigoroso, moradores podem contribuir informando aos órgãos competentes sobre pessoas em situação de vulnerabilidade que estejam expostas ao frio, principalmente durante a noite e a madrugada. A comunidade da Santa Terezinha espera que novas providências sejam tomadas e que a pessoa receba o atendimento necessário. O pedido é para que a situação não seja tratada apenas como uma ocorrência pontual, mas como um caso que precisa de acompanhamento contínuo. O Pelotas Notícias mantém espaço aberto para manifestação dos órgãos responsáveis e para atualização sobre eventuais medidas adotadas em relação ao caso. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Ampliação da rede elétrica permite avanço na reta final das obras do PAC Farroupilha em Pelotas

A conclusão do serviço de ampliação da rede elétrica da vila Farroupilha representa um passo decisivo para o avanço da reta final das obras de urbanização na localidade, em Pelotas. A intervenção, finalizada nesta semana, abre caminho para a continuidade dos trabalhos financiados pelo Programa de Aceleração do Crescimento, o PAC, que já alcançaram cerca de 80% de execução. A ampliação da estrutura elétrica no loteamento foi resultado de uma negociação realizada em março deste ano entre a Prefeitura de Pelotas, por meio do Sanep, da Secretaria de Urbanismo e da Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária, a Construtora Pelotense, responsável pela execução da obra, e a CEEE Equatorial, concessionária de energia elétrica. De acordo com o secretário de Urbanismo, Otávio Peres, a conclusão desta etapa representa o destravamento de um ponto considerado essencial para a continuidade do projeto. Segundo ele, a situação envolvia questões ligadas à energização, desapropriação, realocação e demolição de imóveis na Rua Jornalista Salvador Hitta Porres, o que impedia o avanço completo de uma obra iniciada ainda em 2007. A finalização da ampliação da rede elétrica permite que o projeto de urbanização avance de forma mais efetiva, especialmente em áreas onde a infraestrutura dependia da adequação do sistema de energia. Conforme informado, equipes contratadas pela concessionária realizam testes nos transformadores instalados no local. Esses equipamentos são responsáveis por converter a média tensão em baixa tensão, possibilitando o uso da energia elétrica para iluminação pública e ligações residenciais. A etapa é considerada indispensável para viabilizar o uso dos imóveis e garantir condições para a continuidade da urbanização. Com a rede elétrica adequada, será possível avançar em outros serviços previstos no projeto, incluindo a pavimentação da avenida coletora Nélson Mandela, uma das intervenções mais importantes da obra. A via terá 1,4 quilômetro de extensão e fará a ligação entre a Avenida Theodoro Muller, na Guabiroba, e a rodoviária. A abertura e pavimentação da avenida têm potencial para melhorar a mobilidade urbana na região, criar uma nova alternativa de deslocamento e integrar áreas importantes do município. O PAC Farroupilha é uma obra de grande impacto para a comunidade local, pois envolve ações estruturais de urbanização, qualificação de vias, redes de água e esgoto, calçadas e infraestrutura urbana. Com 80% do projeto executado, a conclusão da rede elétrica se torna uma etapa fundamental para que os serviços restantes possam avançar com maior segurança e organização. No mês passado, a obra já havia registrado avanço significativo em diferentes frentes de trabalho. Entre os serviços executados estiveram a implantação da rotatória na Rua Almirante Guilhobel, adequações nas redes de água e esgoto e a construção de calçadas no loteamento. Essas intervenções fazem parte do conjunto de melhorias previstas para qualificar a infraestrutura da vila Farroupilha. A urbanização da localidade busca transformar a realidade de moradores que aguardam há anos pela conclusão do projeto. Além da melhoria na circulação e no acesso aos serviços públicos, a obra representa mais segurança, organização urbana e valorização da área. A conclusão da ampliação da rede elétrica também tem reflexo direto sobre a etapa habitacional e de infraestrutura do projeto. A energização adequada é necessária para garantir que imóveis possam ser utilizados com segurança e que a região tenha condições de receber as demais melhorias previstas. O trabalho conjunto entre Prefeitura, Sanep, secretarias municipais, construtora e concessionária de energia foi apontado como essencial para resolver os entraves que dificultavam o andamento da obra. A articulação entre os órgãos permitiu dar encaminhamento a uma demanda antiga e possibilitar a continuidade de uma intervenção aguardada pela comunidade. Com a etapa elétrica concluída, a expectativa é de que os serviços restantes avancem na vila Farroupilha, aproximando a obra da conclusão. A pavimentação da avenida coletora Nélson Mandela deve ser uma das frentes de maior destaque nesta fase final, por sua importância para a mobilidade e para a integração da região com outros pontos da cidade. A obra do PAC Farroupilha é uma das intervenções urbanas mais antigas em andamento no município. Iniciada em 2007, enfrentou diferentes obstáculos ao longo dos anos, incluindo questões técnicas, administrativas e estruturais. A superação dos entraves atuais representa um avanço importante para que o projeto finalmente caminhe para sua conclusão. A Prefeitura destaca que a finalização da ampliação da rede elétrica permite retomar o ritmo de execução e dar sequência às etapas que ainda faltam. A urbanização da vila Farroupilha deve beneficiar diretamente moradores da localidade e também a população que utiliza as vias da região para deslocamentos diários. Além da pavimentação e da infraestrutura de energia, o projeto também envolve melhorias em saneamento, circulação, acessibilidade e organização do espaço urbano. A soma dessas ações busca garantir mais qualidade de vida, segurança e dignidade para a comunidade. A conclusão da obra, quando finalizada, deverá representar um marco para a região da Farroupilha, encerrando uma espera de anos por melhorias estruturais. Com 80% do projeto já executado e a rede elétrica ampliada, o município avança em uma das etapas mais importantes para entregar a urbanização completa da localidade. Informações: Prefeitura de Pelotas Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

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