
Moradores da Rua Reverendo Alfredo Simon, esquina com a Rua Almirante Alexandrino de Alencar, no bairro Toussant, em Pelotas, denunciam problemas deixados após a realização de um serviço no trecho. Conforme o relato encaminhado ao Pelotas Notícias, o trabalho não teria sido finalizado, e parte do material utilizado permanece acumulada na via.
As imagens registradas pela comunidade mostram uma abertura junto à lateral da rua, próxima a uma área de drenagem. Também é possível observar água acumulada, barro, marcas de máquinas e desgaste nas bordas do trecho, criando uma passagem irregular para os veículos.
Segundo os moradores, os bueiros existentes na região estariam entupidos, o que dificulta o escoamento da água da chuva. A comunidade teme que a continuidade das precipitações aumente o tamanho da erosão e comprometa ainda mais a rua.
O ponto denunciado fica em uma via sem pavimentação, utilizada por veículos de pequeno porte e também por caminhões. Nas fotografias, um caminhão aparece estacionado nas proximidades, demonstrando que o trecho recebe circulação de veículos pesados.
A combinação entre solo molhado, acúmulo de água e abertura junto à pista pode provocar novos danos. Conforme a passagem de automóveis e caminhões, as bordas da erosão podem ceder, ampliando a área afetada e dificultando a circulação.
Comunidade aguarda conclusão do trabalho
De acordo com a denúncia, os moradores aguardam a continuidade do serviço e afirmam que terra e outros materiais permaneceram espalhados pela rua após a intervenção.
A comunidade solicita que o local seja vistoriado pelas equipes responsáveis para verificar quais etapas ainda precisam ser executadas. Entre os pedidos estão a conclusão do trabalho, a retirada do material, a recuperação da pista e a limpeza do sistema de drenagem.
Os moradores também pedem que o trecho seja sinalizado enquanto o problema não for resolvido. A abertura está próxima da área utilizada pelos veículos e pode representar risco principalmente durante a noite, quando a visibilidade é menor.
Em dias de chuva, a água acumulada pode dificultar a identificação da profundidade do buraco. Motoristas que não conhecem o local podem se aproximar da borda sem perceber as condições do terreno.
Motociclistas e ciclistas também precisam redobrar a atenção. O barro e a lama tornam a pista escorregadia, aumentando o risco de perda de controle e quedas.
Bueiros entupidos preocupam moradores
Outro problema apontado pela comunidade é a possível obstrução dos bueiros. Quando as estruturas de drenagem estão bloqueadas por terra, lixo, vegetação ou outros materiais, a água da chuva não consegue escoar adequadamente.
O acúmulo pode formar poças, espalhar lama pela rua e provocar erosões. Em pontos onde existe uma passagem de água, a força da corrente também pode retirar o solo e aumentar rapidamente os danos.
A limpeza preventiva dos bueiros é considerada importante principalmente durante períodos de instabilidade climática. A desobstrução permite que a água siga o percurso previsto e reduz a pressão sobre as margens da rua.
No trecho mostrado pelas imagens, a água aparece escura e acumulada ao lado da vegetação. Os moradores pedem que seja feita uma avaliação para identificar se existe bloqueio na tubulação ou necessidade de recuperação da estrutura.
A presença de água parada também gera preocupação com mau cheiro, proliferação de insetos e riscos sanitários. Dependendo do tempo em que permanece acumulada, a área pode favorecer a presença de mosquitos e outros animais.
Circulação fica prejudicada
A Rua Reverendo Alfredo Simon apresenta sinais de barro e irregularidades ao longo do trecho. As chuvas deixam o solo mais vulnerável à formação de buracos e valetas, especialmente onde houve movimentação recente de terra.
Veículos precisam reduzir a velocidade e escolher cuidadosamente o ponto de passagem. Caminhões podem provocar maior pressão sobre o terreno e ampliar os danos se trafegarem muito próximos da área comprometida.
Moradores que utilizam a via diariamente relatam preocupação com a segurança e com a possibilidade de a passagem ficar ainda mais difícil caso o problema não seja atendido antes de novas chuvas.
A situação também pode prejudicar o acesso de veículos de emergência, transporte escolar, coleta de lixo e demais serviços que dependem da circulação pela rua.
A comunidade espera que as equipes responsáveis retornem ao local para concluir o trabalho e recuperar as condições de trafegabilidade.
Pedido por vistoria e providências
Os moradores solicitam uma vistoria técnica para avaliar o estado da drenagem, da abertura existente na lateral da rua e do material deixado após o serviço.
A avaliação poderá indicar se será necessário instalar ou substituir tubos, reforçar as bordas, realizar novo aterramento, compactar o solo ou aplicar outro tipo de solução.
Também é importante identificar a origem da água que permanece no local e verificar se o escoamento está ocorrendo corretamente. A simples colocação de terra pode não resolver o problema caso os bueiros continuem obstruídos.
Até a publicação desta matéria, não havia informação oficial sobre a data para a conclusão do serviço. O Pelotas Notícias mantém o espaço aberto para manifestação dos órgãos responsáveis e para atualização das providências adotadas.
A comunidade reforça que não pretende impedir a realização de obras no bairro, mas pede que os serviços sejam concluídos com segurança, evitando que o trecho permaneça exposto e cause novos transtornos.
Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias
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