
A Polícia Civil investiga a morte de Gilvanete Quintana da Cunha, de 44 anos, após uma confusão registrada na noite de domingo (5), na Rua José Rizzolo, no bairro Lindóia, em Pelotas. A vítima morreu na segunda-feira (6), depois de dar entrada no Pronto Socorro com traumatismo craniano grave.
Conforme informações iniciais, o episódio teria ocorrido por volta das 20h30, após uma discussão em uma área próxima a um estabelecimento comercial. A situação teria evoluído para uma briga envolvendo várias pessoas. Durante o tumulto, Gilvanete foi agredida e sofreu lesões graves.
Segundo relatos repassados por familiares, a vítima deixou o local acompanhada pelo companheiro e não teria recebido atendimento médico imediatamente após a ocorrência. Ainda conforme esses relatos, somente cerca de três horas depois ela foi encaminhada ao Pronto Socorro de Pelotas, onde deu entrada em estado grave.
A equipe médica constatou traumatismo craniano grave. Apesar do atendimento prestado, Gilvanete não resistiu aos ferimentos e teve a morte confirmada na segunda-feira. O corpo foi encaminhado para os procedimentos legais, que devem auxiliar na apuração das circunstâncias da morte.
A irmã da vítima informou à Polícia Civil que Gilvanete havia sido submetida anteriormente a uma cirurgia cardíaca e fazia uso de medicamentos anticoagulantes. Essas condições de saúde poderão ser consideradas durante a investigação, já que podem ter contribuído para o agravamento do quadro após as agressões.
Outro ponto que também deve ser apurado é o desaparecimento do aparelho celular da vítima. O telefone não foi localizado e poderá ser importante para ajudar a reconstruir os momentos anteriores e posteriores à confusão, além de contribuir com informações relevantes para o andamento da investigação.
O delegado César Nogueira informou que, neste momento, o caso é tratado inicialmente como lesão corporal seguida de morte. A Polícia Civil trabalha na coleta de depoimentos e na análise dos elementos disponíveis para esclarecer a sequência dos acontecimentos.
Entre as medidas investigativas, devem ser ouvidos o companheiro da vítima, testemunhas, pessoas que estavam no local e demais envolvidos na ocorrência. A apuração busca identificar quem participou da briga, de que forma as agressões ocorreram e qual foi a responsabilidade de cada pessoa envolvida.
A dinâmica completa dos fatos ainda depende da investigação. Por isso, a Polícia Civil deve reunir relatos, documentos, laudos e demais provas para confirmar oficialmente como a confusão começou, quem estava presente e quais agressões teriam provocado as lesões que resultaram na morte de Gilvanete.
O caso gerou comoção entre familiares e amigos. Pessoas próximas descrevem Gilvanete como uma mulher trabalhadora, dedicada à família e muito querida por quem convivia com ela. A morte repentina e violenta deixou parentes abalados e em busca de respostas sobre o que aconteceu.
Gilvanete deixa filhos, familiares e amigos que agora aguardam o esclarecimento do caso e a responsabilização dos envolvidos. Para a família, a investigação é fundamental para que a sequência dos fatos seja reconstruída e para que a morte não fique sem resposta.
Até o momento, ninguém foi preso. A Polícia Civil segue investigando para esclarecer a dinâmica da ocorrência, identificar os envolvidos e definir as responsabilidades criminais. Novas informações devem ser confirmadas conforme o avanço das diligências e dos procedimentos legais.
Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias
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