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Vidro descartado dentro de saco de lixo gera alerta para risco aos coletores em Pelotas

Uma situação registrada no bairro Getúlio Vargas, em Pelotas, acendeu um alerta importante sobre o descarte incorreto de materiais cortantes no lixo comum. Segundo relato encaminhado por morador, pedaços de vidro foram encontrados dentro de um saco de lixo no setor 16, sem proteção adequada e sem qualquer identificação visível para alertar os trabalhadores da coleta. O registro mostra fragmentos de vidro dentro do saco, situação considerada perigosa para os profissionais que atuam diariamente no recolhimento dos resíduos. O caso gerou preocupação porque materiais cortantes descartados de forma incorreta podem provocar ferimentos graves, principalmente em coletores que precisam levantar, carregar e acomodar os sacos durante o serviço. O descarte de vidro quebrado, espelhos, louças, lâminas e outros objetos perfurantes ou cortantes exige cuidado. Quando esse tipo de material é colocado diretamente em sacos plásticos, sem proteção, há risco de rompimento da embalagem e de contato direto com as mãos, braços ou pernas dos trabalhadores. Em muitos casos, o acidente pode ocorrer de forma rápida, sem que o coletor tenha tempo de perceber o perigo. A denúncia reforça a necessidade de conscientização da população. Separar e proteger materiais cortantes antes do descarte é uma atitude simples, mas fundamental para evitar acidentes. O ideal é que vidros quebrados sejam colocados em embalagens rígidas, como caixas de papelão, garrafas PET cortadas e fechadas ou recipientes resistentes, sempre com identificação visível informando que há vidro ou material cortante no interior. Essa identificação pode ser feita com frases simples, como “cuidado, vidro quebrado” ou “material cortante”. O aviso permite que os trabalhadores tenham atenção redobrada ao manusear o resíduo. Sem essa informação, o coletor pode tratar o saco como lixo comum e acabar se ferindo durante o recolhimento. O trabalho dos profissionais da coleta é essencial para manter a cidade limpa e organizada. Todos os dias, essas equipes percorrem ruas, bairros e comunidades recolhendo resíduos gerados pela população. Por isso, a colaboração dos moradores é indispensável para garantir mais segurança a quem executa esse serviço. Além do risco de cortes, o descarte inadequado pode causar ferimentos profundos, contaminações e afastamentos do trabalho. Um simples pedaço de vidro mal embalado pode resultar em atendimento médico, pontos, perda de dias de serviço e até complicações mais sérias, dependendo da gravidade da lesão. Moradores que encaminharam a denúncia destacaram a falta de cuidado no descarte e alertaram que a situação poderia terminar em acidente. O caso serve como exemplo para reforçar que o lixo colocado na rua não desaparece sozinho. Antes de chegar ao destino final, ele passa pelas mãos de trabalhadores que precisam ser protegidos. A orientação para a comunidade é que todo material cortante seja separado do restante do lixo e embalado corretamente. Em caso de vidro quebrado, o recipiente deve ser resistente o suficiente para impedir que os fragmentos perfurem a embalagem. Também é importante evitar deixar pontas expostas ou misturar esse tipo de material com resíduos orgânicos e comuns. O descarte consciente também contribui para melhorar a organização da coleta e reduzir riscos nas ruas. Sacos rasgados por vidros ou objetos pontiagudos podem espalhar lixo, atrair animais e causar transtornos para moradores e trabalhadores. Por isso, a responsabilidade começa dentro de casa, no momento de separar os resíduos. A situação registrada no Getúlio Vargas reforça a importância de uma mudança de comportamento. Pequenos cuidados podem fazer grande diferença na rotina de quem trabalha na limpeza urbana. Embalar corretamente, identificar o material e evitar o descarte imprudente são medidas simples e acessíveis. A população também pode ajudar orientando vizinhos, familiares e estabelecimentos comerciais sobre a forma correta de descartar materiais perigosos. Restaurantes, bares, oficinas, residências e comércios em geral devem ter atenção especial com vidros, garrafas quebradas e objetos que possam causar ferimentos. O episódio serve como alerta para toda Pelotas. O descarte irregular ou sem proteção não coloca em risco apenas os coletores, mas também moradores, catadores, animais e qualquer pessoa que possa entrar em contato com o lixo antes ou depois da coleta. A segurança dos trabalhadores depende também da consciência de cada morador. Ao descartar vidro ou qualquer material cortante, é necessário pensar em quem vai recolher aquele resíduo. Proteger o material é uma forma de respeito e cuidado com os profissionais que prestam um serviço essencial à cidade. Casos como esse mostram que a limpeza urbana não depende apenas do poder público ou das equipes de coleta. A participação da comunidade é decisiva para evitar acidentes e garantir um ambiente mais seguro para todos. O alerta deixado pelo registro é direto: vidro quebrado não deve ser descartado solto em saco de lixo comum. A embalagem correta e a identificação do material podem evitar um acidente grave e preservar a integridade física dos trabalhadores da coleta. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Jovem natural de Pelotas relata experiência na Legião Estrangeira Francesa

O jovem Juliano Terres Pereira, natural de Pelotas e morador de Capão do Leão, compartilhou parte da sua experiência na Legião Estrangeira Francesa, instituição militar ligada ao Exército Francês e conhecida por receber candidatos de diferentes nacionalidades. A trajetória chama atenção por envolver coragem, mudança de país, adaptação a uma nova realidade e participação em um processo seletivo considerado rigoroso. Segundo relato encaminhado ao Pelotas Notícias, Juliano viajou por conta própria até a França para tentar ingressar na Legião, sem garantia de aprovação e enfrentando os riscos de quem deixa o Brasil em busca de uma oportunidade no exterior. A Legião Estrangeira Francesa é uma das unidades militares mais tradicionais do mundo. Criada em 1831, ela ficou conhecida historicamente por permitir que estrangeiros servissem ao Exército Francês. Ao longo de quase dois séculos, a instituição construiu uma imagem associada à disciplina, resistência, formação militar intensa e presença de integrantes vindos de diversos países. No relato, Juliano explica que não há recrutamento no Brasil. Quem deseja tentar uma vaga precisa viajar até a França por conta própria e se apresentar em um dos centros de seleção da Legião. Ele contou que, no caso dele, a apresentação ocorreu em Aubagne, um dos locais ligados ao processo seletivo. A decisão, segundo o jovem, foi tomada mesmo sabendo dos riscos. Ele relatou que viajou com poucos recursos e que, caso algo desse errado, poderia enfrentar dificuldades até para retornar. Ainda assim, decidiu seguir em frente e tentar a seleção. O processo inicial envolve a entrega de pertences, identificação, exames, testes psicológicos, avaliações físicas e entrevistas. Conforme o relato, os candidatos passam por diferentes etapas antes de serem selecionados para seguir na formação. Durante esse período, a vida do participante é analisada e a sinceridade nas informações prestadas é considerada importante. Juliano também contou que poucos candidatos permanecem até o fim do processo. A seleção exige preparo, disciplina e capacidade de adaptação. Além dos testes, o candidato precisa demonstrar perfil compatível com a rotina militar e com as exigências da instituição. Após as fases iniciais, os selecionados seguem para uma nova etapa de formação. A partir desse momento, passam a viver uma rotina mais próxima da vida militar, com treinamento, regras rígidas e adaptação ao ambiente da Legião. A experiência de Juliano mostra uma realidade pouco conhecida por muitas pessoas no Brasil. Embora a Legião Estrangeira Francesa desperte curiosidade, o caminho até a entrada oficial não é simples. O processo depende de deslocamento internacional, avaliação presencial e aprovação em diferentes etapas. Outro ponto destacado no relato é que a instituição reúne pessoas de várias nacionalidades. Essa diversidade é uma das marcas da Legião, que historicamente recebeu candidatos de diferentes países e culturas. Para muitos, o desafio não está apenas na seleção, mas também na adaptação ao idioma, à disciplina militar e à convivência com pessoas de realidades distintas. Uma das curiosidades sobre a Legião Estrangeira é que o candidato não precisa necessariamente dominar o francês antes de ingressar. O idioma passa a fazer parte da formação e da rotina de adaptação. Ainda assim, a barreira linguística é mais um desafio para quem chega de outro país. No caso de Juliano, a história ganhou repercussão entre conhecidos e moradores da região por envolver um jovem natural de Pelotas que decidiu buscar uma trajetória militar fora do Brasil. A experiência também desperta interesse por mostrar os caminhos e dificuldades enfrentados por quem tenta ingressar em uma instituição estrangeira reconhecida mundialmente. A Legião Estrangeira é frequentemente associada a disciplina, tradição e espírito de corpo. Para brasileiros que acompanham esse universo, a instituição representa uma das possibilidades mais conhecidas de carreira militar no exterior, embora o processo seja exigente e sem garantia de permanência. Juliano relatou que a caminhada começou com uma decisão arriscada, mas motivada pela vontade de tentar uma nova oportunidade. A viagem, a apresentação no centro de seleção e a passagem pelas etapas iniciais fazem parte de uma história marcada por incertezas, adaptação e determinação. A trajetória também reforça como jovens da região buscam caminhos diferentes para construir suas vidas, seja no Brasil ou fora do país. No caso de Juliano, a escolha passou por uma instituição militar estrangeira, com regras próprias e um processo seletivo que exige preparo físico, mental e emocional. A história de um jovem natural de Pelotas na Legião Estrangeira Francesa se soma a tantos relatos de brasileiros que deixam o país em busca de novos desafios. Mais do que uma mudança geográfica, a experiência representa uma mudança de rotina, cultura e projeto de vida. Mesmo sendo uma instituição conhecida mundialmente, a Legião ainda desperta muitas dúvidas. Por isso, relatos como o de Juliano ajudam a mostrar, de forma mais próxima, como funciona a decisão de se apresentar, os riscos envolvidos e as primeiras etapas enfrentadas por quem tenta seguir esse caminho. A jornada exige planejamento, coragem e consciência de que o processo não oferece garantias. Ainda assim, para quem decide tentar, a experiência pode se transformar em um marco pessoal e profissional. Natural de Pelotas e morador de Capão do Leão, Juliano Terres Pereira representa uma história de desafio e busca por oportunidade fora do Brasil, levando consigo a origem da região Sul em uma trajetória marcada por disciplina, seleção rigorosa e adaptação à vida militar na França. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Galo é flagrado circulando pelo Centro de Pelotas com objeto preso à pata

Um vídeo registrado na noite de segunda-feira (6) chamou a atenção de moradores e usuários das redes sociais em Pelotas. Nas imagens, um galo aparece circulando pelo cruzamento das ruas General Neto e General Osório, na região central da cidade, com um objeto preso a uma das patas. A cena, considerada incomum por quem passava pelo local, rapidamente repercutiu nas redes sociais. O animal foi visto caminhando pela via em uma área de grande movimento, o que gerou curiosidade, preocupação e diferentes interpretações entre os internautas. No vídeo, é possível observar o galo se deslocando pelo Centro de Pelotas enquanto o objeto permanece preso à pata. A situação chamou a atenção porque ainda não há confirmação sobre como o material foi parar junto ao animal, se ele já estava circulando dessa forma antes de chegar ao cruzamento ou se alguém teria tentado ajudá-lo após o registro. Até o momento, não há informações oficiais sobre a origem do galo. Também não foi confirmado se o animal tem tutor, se fugiu de algum local próximo ou se já vivia solto na região central. A presença do animal em uma área urbana movimentada aumentou a repercussão do caso. Outro ponto que ainda não foi esclarecido é o motivo pelo qual o objeto estava preso à pata do galo. Sem confirmação oficial, não é possível afirmar se a situação ocorreu de forma acidental, se o material ficou preso durante o deslocamento do animal ou se houve qualquer tipo de ação humana anterior ao registro. A repercussão nas redes sociais se dividiu entre comentários de surpresa, preocupação e questionamentos sobre a segurança do animal. Alguns internautas demonstraram receio de que o galo pudesse estar ferido ou em situação de risco. Outros destacaram o perigo de circulação de animais em vias públicas, especialmente em cruzamentos de grande fluxo de veículos e pedestres. Casos envolvendo animais soltos em áreas urbanas costumam gerar alerta pela possibilidade de acidentes, tanto para os próprios animais quanto para motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres. No caso registrado no Centro de Pelotas, a preocupação maior foi com o estado do galo e com a possibilidade de o objeto preso à pata causar ferimentos ou dificultar a locomoção. Até a publicação desta matéria, não havia informações sobre o que aconteceu com o animal após o vídeo. Também não há confirmação sobre eventual resgate, atendimento ou retirada do objeto preso à pata. A situação reforça a importância de acionar os órgãos competentes sempre que um animal for encontrado em situação de risco, ferido ou circulando em local que possa representar perigo. Em casos assim, a orientação é evitar atitudes que possam assustar o animal ou causar acidentes e buscar apoio adequado para o manejo seguro. A imagem do galo circulando pelo Centro acabou se tornando um dos assuntos comentados nas redes sociais locais. O episódio ganhou destaque principalmente por ter ocorrido em uma região conhecida e movimentada da cidade, no cruzamento das ruas General Neto e General Osório. Apesar da repercussão, o caso ainda permanece sem esclarecimentos oficiais. As informações confirmadas até o momento são de que o animal foi visto no local na noite de segunda-feira e que o vídeo mostra o galo com um objeto preso a uma das patas. A origem do animal, as circunstâncias da situação e o desfecho do caso ainda não foram informados. Imagens: Birinha Radialista Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Descarte irregular de lixo preocupa moradores no bairro Sítio Floresta

Moradores do bairro Sítio Floresta, em Pelotas, relatam preocupação com o descarte irregular de lixo e entulhos na rua Abrilino Ferreira Cardoso. Imagens enviadas ao Pelotas Notícias mostram uma grande quantidade de resíduos acumulados em um ponto da via, gerando questionamentos da comunidade sobre a responsabilidade pelo descarte e a necessidade de providências. No local, é possível observar móveis, restos de materiais, galhos, sacolas, papelões e outros objetos deixados próximos à rua. A situação preocupa moradores porque, além do impacto visual e da sujeira, o acúmulo de resíduos pode atrair insetos, roedores e outros animais, além de causar mau cheiro e dificultar a circulação no entorno. Segundo relatos encaminhados à reportagem, moradores cobram uma resposta para o problema e questionam quem deve se responsabilizar pela retirada do material. A comunidade afirma que situações como essa prejudicam a limpeza urbana e geram sensação de abandono em áreas residenciais. O descarte irregular de lixo é um problema recorrente em diferentes regiões de Pelotas. Além de causar transtornos aos moradores, a prática pode comprometer o meio ambiente, obstruir pontos de drenagem, contribuir para alagamentos em dias de chuva e gerar riscos à saúde pública. Moradores do Sítio Floresta pedem que o poder público verifique a situação na rua Abrilino Ferreira Cardoso e providencie a remoção dos resíduos. A solicitação também envolve fiscalização para identificar descartes irregulares e evitar que novos materiais sejam deixados no mesmo ponto. A comunidade reforça que a manutenção da limpeza urbana depende da atuação do poder público, mas também da responsabilidade de moradores, empresas e pessoas que realizam transporte ou descarte de materiais. Entulhos, móveis velhos e resíduos volumosos devem ser destinados de forma correta, evitando prejuízos para toda a vizinhança. O acúmulo de lixo em vias públicas também gera insegurança para quem mora nas proximidades. Além do risco sanitário, locais com grande quantidade de resíduos podem acabar se transformando em pontos recorrentes de descarte, agravando o problema e exigindo novas ações de limpeza. Moradores afirmam que a situação chama atenção pelo volume de materiais deixados no local. A preocupação é que, caso não haja retirada e fiscalização, o ponto passe a receber ainda mais resíduos, aumentando os transtornos no bairro. A rua Abrilino Ferreira Cardoso fica em uma área de circulação de moradores e veículos no Sítio Floresta. Por isso, a comunidade pede uma solução rápida, tanto para a remoção do material quanto para a orientação sobre os canais corretos de descarte. A denúncia reforça a importância de políticas permanentes de fiscalização, educação ambiental e limpeza urbana. O descarte incorreto de resíduos compromete a qualidade de vida nos bairros e gera custos adicionais para a cidade, já que equipes precisam ser deslocadas para corrigir problemas que poderiam ser evitados com destinação adequada. Moradores também pedem que a população colabore, evitando deixar lixo, móveis e entulhos em vias públicas. A orientação é buscar os canais oficiais para informações sobre recolhimento, ecopontos, coleta adequada ou formas permitidas de descarte. A comunidade do Sítio Floresta espera que a situação seja resolvida e que medidas sejam adotadas para impedir novos descartes irregulares na rua Abrilino Ferreira Cardoso. O pedido é por limpeza, fiscalização e mais cuidado com o bairro. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Podcast da EMEF Independência ganha destaque nacional

A Escola Municipal de Ensino Fundamental Independência, em Pelotas, ganhou destaque nacional com um projeto de podcast desenvolvido por alunos do 5º ano. A iniciativa, intitulada Indepensou e Disse, foi reconhecida pelo Mapa Brasileiro de Educação Midiática e valoriza o protagonismo dos estudantes na produção de conteúdos, na pesquisa e no uso das mídias como ferramenta de aprendizagem. O projeto foi idealizado pelo professor Lenon dos Santos e nasceu a partir de uma experiência já vivida dentro da própria escola. Segundo o educador, a inspiração veio de uma antiga rádio escolar que funcionava durante o recreio, conduzida por uma professora. A partir dessa memória, surgiu a ideia de atualizar a proposta e transformar a comunicação em uma prática pedagógica mais próxima da realidade dos estudantes. Com o podcast, os alunos passaram a ter a oportunidade de falar sobre temas de seu interesse, pesquisar assuntos, organizar ideias, escrever roteiros e gravar episódios. A atividade permite que os estudantes deixem de ser apenas consumidores de conteúdo e passem a atuar também como produtores, desenvolvendo habilidades importantes para a vida escolar e para a convivência em sociedade. A proposta está alinhada às habilidades previstas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), especialmente no que diz respeito à comunicação, argumentação, leitura crítica, produção textual, oralidade e uso responsável das tecnologias. Ao participar do projeto, os estudantes exercitam a escuta, o planejamento, a organização das informações e a construção coletiva do conhecimento. De acordo com o professor Lenon dos Santos, a intenção foi criar um espaço em que os alunos pudessem falar mais e experimentar uma forma diferente de aprender. A partir do podcast, os estudantes se envolvem em todas as etapas da produção: escolha dos temas, pesquisa, elaboração de perguntas, montagem do roteiro, gravação e reflexão sobre o resultado final. O trabalho também fortalece a educação midiática, uma área cada vez mais importante no ambiente escolar. Em um contexto em que crianças e adolescentes têm contato constante com redes sociais, vídeos, áudios e diferentes plataformas digitais, projetos como o Indepensou e Disse ajudam a formar estudantes mais críticos, criativos e conscientes sobre o uso da informação. A educação midiática permite que os alunos compreendam como os conteúdos são produzidos, de que forma circulam, qual a importância de verificar informações e como se comunicar com responsabilidade. No caso da EMEF Independência, essa aprendizagem acontece de maneira prática, com os próprios estudantes assumindo o papel de comunicadores. Além do contato com a tecnologia, o podcast contribui para o desenvolvimento da expressão oral. Muitos alunos encontram no formato uma oportunidade de vencer a timidez, organizar melhor a fala e participar de debates com mais segurança. A gravação dos episódios também estimula a responsabilidade, já que cada integrante da turma precisa cumprir uma função dentro do processo. Outro ponto importante é o trabalho em equipe. Para que cada episódio seja produzido, os estudantes precisam dialogar, dividir tarefas, respeitar opiniões diferentes e construir coletivamente o conteúdo. Essa dinâmica fortalece vínculos dentro da turma e mostra que a aprendizagem pode acontecer de forma colaborativa. O reconhecimento pelo Mapa Brasileiro de Educação Midiática amplia a visibilidade do projeto e valoriza o trabalho desenvolvido na escola pública municipal. A iniciativa mostra que práticas inovadoras podem surgir dentro das salas de aula e transformar a relação dos estudantes com o conhecimento. O projeto também reforça o papel dos professores como mediadores de experiências significativas. Ao propor o podcast, o professor Lenon aproximou os conteúdos escolares da linguagem dos alunos, utilizando um formato atual e atrativo para desenvolver habilidades previstas no currículo. A experiência da EMEF Independência demonstra que a escola pode ser um espaço de criação, escuta e participação. Ao permitir que os estudantes escolham temas e expressem suas ideias, o projeto fortalece o sentimento de pertencimento e mostra que a voz das crianças também deve ser valorizada no ambiente escolar. O Indepensou e Disse se destaca por unir tecnologia, comunicação e educação de forma acessível. Mais do que gravar episódios, os alunos aprendem a pesquisar, selecionar informações, construir argumentos e compartilhar conhecimentos com responsabilidade. Com o reconhecimento nacional, o projeto passa a representar também uma inspiração para outras escolas que desejam trabalhar a educação midiática de forma prática e criativa. A iniciativa evidencia que a produção de podcast pode ser uma ferramenta potente para estimular leitura, escrita, oralidade e pensamento crítico. A EMEF Independência mostra, com o trabalho dos alunos do 5º ano, que a educação pública pode inovar a partir de ideias simples, mas com grande impacto. O podcast transforma a rotina escolar em um espaço de protagonismo estudantil e abre caminhos para que os estudantes aprendam comunicando, pesquisando e compartilhando suas próprias descobertas. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Escola municipal planta árvores na Colônia Z-3 em ação contra os impactos da crise climática

A Escola Municipal de Ensino Fundamental Almirante Raphael Brusque, localizada na Colônia Z-3, realizou uma ação de plantio de árvores ao redor da instituição na sexta-feira (4). A atividade foi desenvolvida em parceria com a Secretaria de Qualidade Ambiental (SQA), com apoio da Secretaria Municipal de Educação, e reuniu estudantes, equipe escolar e representantes do poder público em uma iniciativa voltada à preservação ambiental e ao enfrentamento dos efeitos da crise climática. A proposta teve como objetivo ampliar a arborização no entorno da escola e fortalecer a relação dos alunos com o meio ambiente. A escolha pela ação também está diretamente ligada à realidade da comunidade da Colônia Z-3, região que possui histórico de impactos causados por eventos climáticos extremos, incluindo as inundações registradas em maio de 2024. O plantio de árvores nativas é considerado uma medida importante para ajudar na regulação da temperatura, melhorar a qualidade ambiental e oferecer mais sombra em períodos de calor intenso. No ambiente escolar, esse tipo de iniciativa também contribui para tornar os espaços mais acolhedores e adequados para estudantes, professores e demais integrantes da comunidade. Além do benefício ambiental imediato, a ação teve caráter educativo. Durante o plantio, os estudantes puderam acompanhar de perto o processo de preparação do solo, posicionamento das mudas e cuidados necessários para que as árvores cresçam de forma saudável. A participação das crianças reforça a importância da educação ambiental desde os primeiros anos escolares, aproximando o conteúdo trabalhado em sala de aula da prática cotidiana. A direção da EMEF Almirante Raphael Brusque destacou que a iniciativa faz parte de uma reflexão construída ao longo do ano letivo sobre mudanças climáticas, enchentes, ondas de calor e formas de adaptação das comunidades diante desses desafios. A escola passou a buscar alternativas que pudessem unir aprendizado, cuidado com o território e ações concretas de melhoria do ambiente. A diretora Betânia Balladares ressaltou que o plantio de árvores está relacionado às discussões feitas pela comunidade escolar após as enchentes de maio de 2024. Segundo ela, pensar em formas de reduzir os impactos do aquecimento global e das ondas de calor passa também por valorizar soluções simples e eficazes, como a presença de árvores nos espaços públicos e escolares. A escola também já desenvolve outros projetos voltados ao bem-estar ambiental, como horta comunitária e compostagem. Essas ações buscam incentivar hábitos sustentáveis, ampliar a consciência ambiental dos estudantes e mostrar que pequenas iniciativas podem gerar resultados importantes para a comunidade. A parceria com a Secretaria de Qualidade Ambiental permitiu que a escola recebesse mudas e orientação técnica para o plantio. O trabalho também teve o objetivo de envolver os alunos na manutenção das árvores, reforçando que o cuidado não termina no momento em que a muda é plantada. Para que o projeto tenha continuidade, será necessário acompanhar o crescimento das árvores, proteger as mudas e manter a participação da comunidade escolar. De acordo com o biólogo e assessor especial da SQA, Fabrício Sanches, as ações de educação ambiental buscam aproximar os estudantes da natureza e estimular o envolvimento da comunidade na preservação dos espaços onde vive. Ele explicou que, no caso da EMEF Almirante Raphael Brusque, a escola solicitou as mudas e a Secretaria propôs a realização do plantio de forma conjunta. A atividade também busca aproximar a comunidade escolar de espaços naturais importantes da região, como o ecocamping, a Mata do Totó e a biodiversidade local. Esses locais fazem parte do território da Colônia Z-3 e podem ser utilizados como referência para o aprendizado sobre preservação ambiental, espécies nativas e cuidado com os ecossistemas. A ação reforça a importância das escolas como espaços de formação cidadã. Ao participar do plantio, os estudantes não apenas aprendem sobre árvores, solo e clima, mas também compreendem o papel de cada pessoa na construção de uma cidade mais preparada para enfrentar os desafios ambientais. Em regiões vulneráveis a alagamentos e alterações climáticas, iniciativas como essa ganham ainda mais relevância. A arborização contribui para melhorar o microclima, reduzir a sensação térmica, proteger o solo e ampliar a presença de áreas verdes no entorno das comunidades. Com o plantio, a EMEF Almirante Raphael Brusque fortalece seu compromisso com a sustentabilidade e com a educação ambiental. A expectativa é que as mudas plantadas cresçam junto com os estudantes, tornando-se parte da paisagem da escola e símbolo de uma ação coletiva em defesa do futuro da comunidade. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Pelotas celebra 214 anos de história, tradição e orgulho de ser pelotense

Pelotas celebra hoje 214 anos de história. A contagem oficial do município tem como marco o dia 7 de julho de 1812, data em que a localidade foi fundada e elevada à categoria de Freguesia de São Francisco de Paula. Mais de dois séculos depois, a cidade segue carregando uma trajetória marcada por cultura, trabalho, memória, tradição e pela força de um povo que construiu uma identidade própria no extremo sul do Brasil. Falar de Pelotas é falar de uma cidade que tem alma. Uma cidade que se reconhece nas suas ruas históricas, nos prédios antigos, nas praças, nos bairros, na zona rural, na Colônia Z3, no Laranjal, nas comunidades, nas escolas, nas universidades, nos comércios, nas famílias e em cada pessoa que ajuda a manter viva a história da Princesa do Sul. Pelotas não é apenas um ponto no mapa. Pelotas é sentimento. É pertencimento. É memória de quem nasceu aqui, de quem chegou depois e escolheu ficar, de quem trabalha todos os dias para ver a cidade crescer e de quem leva o nome de Pelotas com orgulho para qualquer lugar. A cidade tem uma história rica e profunda. Ao longo dos anos, consolidou-se como referência em cultura, educação, gastronomia, arquitetura, arte, esporte, comunicação, comércio e serviços. Pelotas é conhecida por sua tradição doceira, por seus casarões históricos, pelo patrimônio cultural, pela força das universidades, pela produção rural, pelo Carnaval, pelos clubes, pelas comunidades e por uma vida social que atravessa gerações. Mas Pelotas também é feita de gente. E talvez seja esse o maior patrimônio do município. Gente que acorda cedo, enfrenta frio, chuva, sol, vento, dificuldades e desafios. Gente que trabalha, estuda, empreende, ensina, cuida, constrói, planta, pesca, vende, cria, atende, dirige, educa, cura, protege e ajuda a cidade a se manter em movimento. Ser pelotense é carregar uma mistura de orgulho, cobrança e amor pela cidade. É querer ver Pelotas melhor. É reconhecer os problemas, mas também enxergar a beleza, a história e o potencial que existem aqui. É saber que cada bairro tem sua importância, que cada comunidade tem sua voz e que cada morador faz parte dessa construção coletiva. Pelotas é o Centro com sua arquitetura imponente e sua memória viva. É o Fragata com sua força popular. É o Areal, o Três Vendas, o São Gonçalo, o Getúlio Vargas, o Navegantes, o Pestano, o Santa Terezinha, o Py Crespo, o Barro Duro, o Laranjal, a Colônia Z3 e tantos outros lugares que formam a identidade do município. Cada região guarda histórias, lutas, conquistas e personagens que ajudam a contar quem somos. A cidade também é feita de tradição. Tradição no doce, na música, no esporte, na cultura, na fé, nas festas populares, no carnaval, no futebol, nas escolas, nas entidades, nos clubes e nas famílias que passam de geração em geração o orgulho de viver em Pelotas. Essa tradição não está parada no tempo. Ela se renova, se adapta e segue presente no cotidiano da população. Ao completar 214 anos, Pelotas chega a mais um aniversário com muitos motivos para celebrar e também com muitos desafios pela frente. Toda cidade histórica carrega responsabilidades. É preciso preservar o passado, cuidar do presente e planejar o futuro. Isso significa olhar para a infraestrutura, para a saúde, para a educação, para a segurança, para a mobilidade, para os bairros, para a economia e para as pessoas. O aniversário de Pelotas também é um convite à reflexão. Que cidade queremos construir para os próximos anos? Uma cidade mais justa, mais cuidada, mais desenvolvida, mais acolhedora e mais preparada para o futuro depende do esforço de todos: poder público, instituições, empresas, comunidades e moradores. Pelotas tem potencial. Tem história. Tem inteligência. Tem universidades. Tem trabalhadores. Tem cultura. Tem localização estratégica. Tem uma população que participa, cobra, se emociona e se envolve. Poucas cidades têm uma identidade tão forte e tão reconhecida por seu povo. A Princesa do Sul chega aos 214 anos mantendo viva sua importância regional. Pelotas é referência para milhares de pessoas que circulam diariamente pela cidade em busca de estudo, trabalho, saúde, comércio, serviços e oportunidades. É uma cidade que influencia, acolhe e movimenta toda a região sul. Neste aniversário, mais do que parabenizar Pelotas, é importante parabenizar os pelotenses. São eles que dão vida à cidade. São eles que mantêm as ruas em movimento, que preservam memórias, que constroem novas histórias e que fazem Pelotas ser muito mais do que prédios, avenidas e datas oficiais. Parabéns a quem nasceu em Pelotas. Parabéns a quem escolheu Pelotas para viver. Parabéns a quem trabalha pela cidade. Parabéns a quem acredita no futuro do município. Parabéns a quem, mesmo diante das dificuldades, segue dizendo com orgulho que é pelotense. Pelotas completa 214 anos com passado grandioso, presente desafiador e futuro cheio de possibilidades. Que a cidade siga crescendo com respeito à sua história, cuidado com sua população e compromisso com o desenvolvimento. Parabéns, Pelotas.214 anos de história, tradição e orgulho de ser pelotense. Pelotas NotíciasAbsolutamente tudo sobre Pelotas Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Moradora relata possível vazamento e acúmulo de água no bairro Getúlio Vargas

Uma moradora da região da Rua 18 com a Rua 8, no bairro Getúlio Vargas, em Pelotas, entrou em contato com o Pelotas Notícias para relatar uma situação que, segundo ela, vem causando transtornos à comunidade há meses. O problema seria um possível vazamento em encanamento de água, que estaria provocando acúmulo constante de água, barro e dificuldade de circulação no local. A imagem enviada mostra um trecho da via com água parada, pedras, lama e sinais de desgaste no solo. Conforme o relato da moradora, a situação ocorre desde o verão e já teria sido comunicada mais de uma vez aos responsáveis, mas até o momento a comunidade afirma não ter recebido uma solução definitiva. O acúmulo de água em via pública preocupa os moradores por diferentes motivos. Além de dificultar a passagem de pedestres e veículos, a situação pode gerar mau cheiro, lama, risco de quedas e incômodo para quem vive nas proximidades. Em períodos de calor ou instabilidade, a água parada também aumenta a preocupação com a proliferação de mosquitos e outros problemas ligados à falta de manutenção. Segundo a moradora, a comunidade já tentou buscar atendimento e encaminhar a demanda, mas segue aguardando providências. O pedido é para que o problema seja verificado no local e que seja feita a manutenção necessária, caso seja confirmado o vazamento no encanamento. Moradores afirmam que o trecho fica em uma área de circulação da comunidade e que a situação tem prejudicado a rotina de quem precisa passar pelo local diariamente. A presença de água acumulada e barro torna a passagem mais complicada, principalmente para idosos, crianças, pessoas com dificuldade de locomoção e moradores que dependem da via para sair de casa, ir ao trabalho ou acessar serviços. A reclamação também reforça uma demanda comum em diversos bairros de Pelotas: a necessidade de respostas mais rápidas para problemas de infraestrutura, manutenção urbana e saneamento. Quando uma situação permanece por muito tempo sem solução, o transtorno tende a aumentar e afeta diretamente a qualidade de vida da população. No caso relatado no Getúlio Vargas, os moradores pedem atenção dos órgãos responsáveis para que seja feita uma vistoria no ponto indicado. A expectativa é de que a origem da água seja identificada e que o reparo seja realizado o quanto antes, evitando que o problema continue se agravando. Situações de possível vazamento precisam de avaliação técnica, já que podem envolver rede de abastecimento, tubulações antigas, rompimentos ou outros fatores que exigem intervenção especializada. Por isso, a comunidade solicita que uma equipe vá até o local para verificar a situação e dar um retorno aos moradores. Além do desperdício de água, caso o vazamento seja confirmado, há também o impacto na estrutura da via. A água constante pode enfraquecer o solo, abrir buracos, aumentar a lama e tornar o trecho cada vez mais difícil de transitar. Com o tempo, o problema pode atingir uma área maior e exigir uma intervenção mais complexa. A moradora que encaminhou a denúncia afirmou que decidiu tornar a situação pública como forma de buscar ajuda e chamar atenção para o problema. O objetivo, segundo o relato, é que a demanda seja enxergada e resolvida, trazendo melhores condições para quem vive na região. O Pelotas Notícias segue abrindo espaço para relatos da comunidade, especialmente em casos que envolvem infraestrutura, saneamento, trânsito, segurança, saúde e demais serviços essenciais. Moradores que enfrentam situações semelhantes podem encaminhar fotos, vídeos e informações para que as demandas sejam registradas. A comunidade do Getúlio Vargas aguarda providências para que o possível vazamento seja analisado e o trecho receba a manutenção necessária. A expectativa é de que o problema seja resolvido, garantindo mais segurança, limpeza e melhores condições de circulação para os moradores. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Moradores reclamam de buracos e barro na Leopoldo Brod, no bairro Pestano

Moradores da região da Leopoldo Brod, no bairro Pestano, relatam transtornos causados pelas condições da via. Imagens enviadas ao Pelotas Notícias mostram trechos com acúmulo de água, barro, buracos e dificuldade de circulação, especialmente após períodos de chuva. A situação tem gerado reclamações de quem precisa passar diariamente pelo local. Conforme os moradores, a via apresenta pontos de lama e poças que dificultam o deslocamento de veículos e pedestres. Em alguns trechos, a água acumulada acaba escondendo buracos, o que aumenta o risco de danos aos veículos e torna a passagem mais complicada. Nas imagens, é possível observar partes da estrada com marcas de pneus, barro espalhado e diversos pontos com água parada. A condição da via preocupa a comunidade, principalmente porque o trecho é utilizado por moradores, trabalhadores e pessoas que precisam acessar serviços e residências da região. De acordo com os relatos recebidos, o problema não é recente e costuma se agravar em dias de chuva ou após períodos de instabilidade. Moradores afirmam que a presença constante de barro prejudica a rotina, dificulta o acesso e deixa a área com aspecto de abandono. A comunidade pede atenção da Prefeitura para que sejam feitas melhorias na Leopoldo Brod. Entre as principais solicitações estão a manutenção da via, o nivelamento dos trechos mais críticos, a recuperação dos pontos com buracos e uma solução que reduza o acúmulo de água e lama. Para os moradores, a situação exige uma resposta do poder público, já que a via é parte da rotina de quem vive no bairro Pestano. A falta de melhores condições de trafegabilidade afeta não apenas motoristas, mas também pedestres, ciclistas e moradores que precisam sair de casa em dias de chuva. Além dos transtornos no deslocamento, a comunidade também aponta preocupação com a segurança. Buracos e poças podem provocar danos em veículos, quedas, atolamentos e dificuldades para a passagem de serviços essenciais. Em ruas sem manutenção adequada, a circulação fica ainda mais complicada durante o inverno, quando a umidade e as chuvas são mais frequentes. Os moradores também relatam que a situação do barro se torna ainda mais incômoda em razão da movimentação no local. Quando veículos passam pelos trechos mais danificados, a lama se espalha, piorando as condições da via e aumentando os transtornos para quem mora nas proximidades. A reclamação reforça uma demanda recorrente em diferentes bairros de Pelotas: a necessidade de manutenção constante em vias não pavimentadas ou com estrutura precária. Em períodos de chuva, problemas como buracos, valetas, água parada e lama costumam se intensificar, exigindo ações mais rápidas para evitar o agravamento da situação. No caso da Leopoldo Brod, no Pestano, a comunidade espera que o pedido seja avaliado e que melhorias possam ser realizadas. A solicitação dos moradores é por atenção, manutenção e uma solução que garanta condições mínimas de circulação no trecho. O Pelotas Notícias segue recebendo relatos da comunidade e acompanhando as demandas dos bairros. Moradores que enfrentam problemas semelhantes podem encaminhar informações, fotos e vídeos para que as situações sejam registradas e levadas ao conhecimento público. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticias MATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA 📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627 📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

Comunidade se mobiliza para reerguer o Clube Marítimo na Colônia Z3

A Colônia Z3 vive um momento de mobilização, memória e esperança com o trabalho de recuperação do Clube Marítimo, um dos espaços tradicionais da comunidade e parte importante da história do interior de Pelotas. Após mais de 20 anos fechado, o local começa a ser reerguido com a união de moradores, apoiadores, lideranças comunitárias e pessoas que acreditam na importância de devolver vida ao clube. O Clube Marítimo, que por muitos anos foi referência na região, acabou sofrendo com o abandono e a ação do tempo. A estrutura do prédio foi se deteriorando, partes do local foram danificadas e o telhado ficou comprometido. Mesmo diante das dificuldades, a memória afetiva do espaço permaneceu viva entre os moradores da Z3. Agora, a comunidade trabalha para transformar esse cenário. O que estava parado há décadas começa a ganhar movimento novamente. A recuperação do espaço representa mais do que uma obra física: simboliza o resgate de uma história coletiva, construída por gerações que passaram pelo clube, participaram de eventos, acompanharam jogos, confraternizações e momentos marcantes da vida comunitária. Neste domingo, em dia de jogo da Seleção Brasileira, a mobilização ganhou ainda mais significado. Enquanto o país se prepara para torcer pelo Brasil, moradores da Colônia Z3 também se reuniram em torno de outro sonho: ver o Clube Marítimo de pé novamente. Para muitos, o dia já entra para a história do bairro, marcando mais uma etapa no processo de retomada do espaço. O presidente do clube, Roni, acompanhou os trabalhos e tem participado diretamente desse esforço de reconstrução. A proposta é reerguer aquilo que se perdeu com o tempo e devolver à comunidade um local de encontro, esporte, lazer e convivência. Outro nome importante nesse processo é o DJ Cristiano Duarte, que vem atuando junto à comunidade, buscando patrocínios, doações e pessoas dispostas a ajudar. O trabalho tem sido realizado com empenho e dedicação, reunindo voluntários e apoiadores que querem ver o Marítimo voltar a ser motivo de orgulho para a Colônia Z3. A mobilização mostra a força da comunidade quando existe união em torno de um objetivo comum. Cada colaboração, seja com trabalho, material, apoio financeiro, divulgação ou articulação, ajuda a aproximar o clube de sua nova fase. O Marítimo carrega uma grande história no interior de Pelotas. Durante muitos anos, foi lembrado como um dos clubes importantes da região, ligado ao esporte, aos encontros comunitários e à identidade local. A recuperação do espaço também representa uma forma de preservar essa memória e garantir que novas gerações possam conhecer e viver o clube. A expectativa é que, em breve, o local possa voltar a receber atividades. A estreia dessa nova fase ainda deverá ser organizada conforme o avanço dos trabalhos, mas a comunidade já demonstra entusiasmo com a possibilidade de ver o espaço funcionando novamente. Para os moradores, reerguer o Clube Marítimo significa muito mais do que recuperar paredes, telhado e estrutura. Significa reconstruir um símbolo da Z3, fortalecer vínculos, criar novas oportunidades e valorizar a história de um dos bairros mais tradicionais de Pelotas. A participação comunitária é um dos pontos mais importantes dessa retomada. O trabalho mostra que, mesmo após anos de fechamento, o sentimento de pertencimento continua forte. O clube ainda faz parte da vida das pessoas, mesmo que tenha permanecido tanto tempo sem atividades. A presença de Roni, presidente do Marítimo, e de Cristiano Duarte, articulando apoio e buscando ajuda, reforça a importância de lideranças locais nesse processo. A reconstrução de um espaço comunitário depende de pessoas dispostas a movimentar, organizar, chamar parceiros e manter vivo o objetivo. A comunidade também espera que mais pessoas possam se somar à iniciativa. Quem quiser ajudar com doações, materiais, mão de obra, apoio ou patrocínio pode contribuir para que o projeto avance e o clube volte a cumprir seu papel social. A retomada do Clube Marítimo é uma demonstração de resistência, união e amor pela Colônia Z3. Depois de anos fechado e com a estrutura comprometida, o espaço começa a ser levantado novamente pelas mãos de quem acredita na força da comunidade. Neste dia marcado por futebol, torcida e esperança, a Z3 também celebra um outro jogo importante: o da reconstrução de sua própria história. O que caiu começa a ser erguido. O que parecia esquecido volta a ganhar vida. E o Clube Marítimo inicia uma nova caminhada ao lado da comunidade. Postado por Portal Oficial do Pelotas Notícias @pelotasnoticiasMATERIAL EXCLUSIVO: PROIBIDA CÓPIA📲 Envie sua notícia: (53) 99705-1627📧 pelotasnoticias.comercial@gmail.com

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